segunda-feira, 24 de abril de 2017

Apartamento 3 Quartos na Abelardo Bueno na Barra da Tijuca - R$ 530.000,00




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Dúvidas na hora de financiar seu imóvel?


No início do ano, o programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida" (MCMV) passou por mudanças para facilitar o acesso dos brasileiros ao sonho da casa própria. Como as dúvidas dos futuros proprietários aumentaram, o EXTRA ouviu especialistas do setor imobiliário e esclarece a seguir alguns questionamentos frequentes sobre o processo de financiamento.

Uma das dúvidas que tiram o sono dos consumidores é o não pagamento das parcelas do financiamento. Se houver atraso nas prestações do MCMV, os valores das parcelas terão um acréscimo de 2% ao mês. Segundo o especialista em direito imobiliário Arnon Velmovitsky, caso o consumidor atrase duas ou mais parcelas, ele poderá perder o imóvel mediante notificação prévia:

- Também irá impossibilitar que outro financiamento seja feito. Por isso, recomenda-se a quem está nessa situação que regularize a fatura o quanto antes. A sugestão é procurar a agência da Caixa mais próxima.

Mas não é só no atraso do pagamento das parcelas que o consumidor tem dúvidas. Se já tenho imóvel financiado pelo governo federal, posso participar do MCMV? Quem já recebeu algum tipo de incentivo do governo, como parte do pagamento do imóvel ou redução da taxa de juros, não pode ser beneficiado pelo programa.

Posso financiar um imóvel do MCMV em outra cidade?

Especialista em direito imobiliário, Alan Melo explica que há possibilidades, desde que sejam cumpridos alguns requisitos. Se residir no Rio de Janeiro e trabalhar em Duque de Caxias, por exemplo, a pessoa poderá financiar um imóvel onde atua profissionalmente.

Segundo a Caixa, o consumidor não pode ser detentor de financiamento ativo nas condições do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em qualquer parte do país, independentemente do percentual de propriedade. Outro requisito é não ser proprietário, cessionário ou promitente comprador de outro imóvel residencial urbano, concluído ou em construção em um desses locais: no município de domicílio, incluindo os que estão ao lado e integrantes da mesma região metropolitana, e na cidade de exercício de ocupação principal, incluindo as regiões próximas e integrantes da mesma região metropolitana.

Dica do Advogado

O especialista Arnon Velmovitsky lembra que os consumidores com renda familiar de até R$ 1.800 (faixa 1) estão sujeitos às condições de cadastro da cidade em que pretendem morar. E para outras faixas de renda, basta escolher a cidade no aplicativo do programa: www.simulaminhacasaminhavida.gov.br/.

Especialista orienta sobre composição de renda

Posso dividir o financiamento com alguém? 

É possível mais de uma pessoa dividir o financiamento de um mesmo imóvel. A aderência de outra pessoa no financiamento a coloca, também, como proprietária do imóvel. Por isso, não poderá solicitar outro financiamento com recursos do governo. Na composição de renda, devem ser somados os salários de todas as pessoas que vão morar no imóvel, independentemente de elas participarem do financiamento. 

Não tenho carteira assinada, o que fazer? 

A análise da renda é feita no momento da entrevista, junto ao agente concessor do crédito. Portanto, é possível comprovar renda sem ter carteira assinada. Os documentos utilizados para comprovação são relacionados ao tipo de atividade econômica do cliente. Para profissionais liberais, é preciso apresentar a declaração de imposto de renda com o respectivo protocolo de entrega à Receita Federal, do contrato de prestação de serviços acompanhado dos comprovantes de recebimentos dos últimos seis meses e do comprovante de contribuição ao INSS dentro do Regime Geral de Previdência Social.

Arnon Velmovitsky é especialista em direito imobiliário



Extra, Minha Casa, Minhas Dúvidas, 22/abr

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Sala Comercial no Dimension na Barra da Tijuca - R$ 1.100,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13381/sala-comercial/sala-comercial,-dimension,-aluguel/barra-da-tijuca

Ferramenta online compara gratuitamente condições de financiamento imobiliário


A plataforma Melhortaxa acaba de se juntar ao conjunto de ferramentas online que propõem ao consumidor agilizar a pesquisa dos prazos e taxas oferecidos por bancos nos financiamentos imobiliários. 

Atualmente, a empresa conta com mais de 15 instituições financeiras, entre elas Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Pan e Barigui. A startup assessora gratuitamente o cliente em todos os passos da obtenção de crédito, disponibilizando um especialista a fim de sanar quaisquer dúvidas quanto ao processo e contrato.

Gratuita, ela exige um cadastro prévio do interessado em seu site, em que informações como nome completo, endereço de e-mail e número de celular são obrigatórias. Além disso, o usuário também precisa informar o valor que deseja financiar e por quanto tempo.

Após essa primeira etapa, o usuário visualiza diversas opções de crédito para sua solicitação e pode filtrá-las por taxas, prazos, custo efetivo total do empréstimo, menor parcela, entre outras opções. Também são informadas condições adicionais, como abertura de conta no banco ou migração do recebimento do salário para a instituição.

A quantidade de propostas que o usuário recebe é determinada pelo seu perfil financeiro. Após a escolha da operação, a plataforma solicita o envio de documentos pessoais digitalizados. Um analista financeiro entra em contato com o cliente em até 48 horas. 

Por ser uma dívida que terá de ser carregada durante muitos anos, um empréstimo imobiliário exige uma série de cuidados antes de ser tomado. Não ter pressa na aquisição e planejá-la de acordo com as necessidades da família são dois pontos fundamentais para não comprometer a renda além da conta.

"Hoje em dia, as pessoas não conseguem dar uma pausa em suas vidas para pesquisar todos os pontos acerca da aquisição de um imóvel. É um investimento altíssimo, que chega a comprometer 30% da renda pessoal/familiar por um longo período, então é algo que requer muito mais atenção do que geralmente é dada ao assunto", explica Julien Desvergnes, um dos fundadores da startup. 

Além da Melhortaxa, o futuro comprador também pode pesquisar condições de financiamento nos sites Canal do Crédito, ComparaBem, além dos sites dos próprios bancos.



O Estado de S. Paulo online, 20/abr

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Apartamento 4 Quartos no condomínio Santa Mônica Jardins na Barra da Tijuca - R$ 3.200.000,00




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Planetário da Gávea é tombado pela Prefeitura


Decreto do prefeito Marcelo Crivella tomba o Planetário da Gávea. O leilão do terreno, para pagamento de dívidas trabalhistas da Companhia Estadual de Habitação, foi suspenso ontem, por liminar judicial. Alerj e Câmara também tentam preservar imóvel. A liminar que garantiu ontem de manhã a suspensão do leilão do terreno onde funciona o Planetário da Gávea não foi a única medida para proteger o futuro do imóvel. À noite, o prefeito Marcelo Crivella decretou o tombamento provisório do prédio, acatando um pedido do secretário de Urbanismo, Habitação e Infraestrutura, Indio da Costa. Em vídeo publicado numa rede social do secretário, o prefeito comentou sua decisão:

- Foi uma proposta do nosso secretário que eu acatei. Tombando esse imóvel, com certeza ele vai continuar patrimônio da nossa cidade.

O texto do decreto, que entrará em vigor após sua publicação, garante que "quaisquer intervenções físicas a serem realizadas no bem tombado deverão ser previamente aprovadas pelo Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural do Rio".

A venda do terreno seria feita ontem para pagar dívidas trabalhistas de R$ 940 mil reclamadas por um ex-funcionário da Cehab. A ação corre no Tribunal Regional do Trabalho. No próximo dia 2 de maio, um novo leilão do imóvel está marcado para pagar indenização de R$ 83.682,14 a outro funcionário.

Na justificativa para decretar o tombamento provisório do Planetário da Gávea, o prefeito Marcelo Crivella destacou a importância arquitetônica do imóvel, um projeto dos irmãos Renato e Ricardo Batalha Menescal. Mas também lembrou no texto a relevância do espaço para divulgar a ciência e a astronomia a cariocas e a visitantes da cidade.

Antes da decisão do prefeito de preservar o Planetário provisoriamente - primeiro passo para o tombamento definitivo -, deputados e vereadores já tinham se articulado para tentar proteger o bem, que está no meio de uma disputa judicial sobre dívidas trabalhistas. 

Na Câmara, os vereadores Alexandre Arraes (PSDB) e Carlo Caiado (DEM) tinham apresentado projetos de lei propondo a preservação do imóvel. Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Carlos Roberto Osorio (PSDB) também defendeu um projeto de lei com o mesmo intuito. A movimentação política se intensificou depois de ter sido noticiado que ontem seria realizado um leilão do imóvel.

- A Fundação Planetário é um bem do município, que exerce um papel indispensável para a população, mas está num terreno estadual. A ideia é afastar outros interesses e ganhar tempo para criar uma solução que não seja o leilão da área - disse Arraes.

BENS IMPENHORÁVEIS

O juiz titular da 11ª Vara do Trabalho do Rio, Otávio Amaral Calvet, que suspendeu o leilão do terreno onde funciona o Planetário ontem após recursos da Procuradoria Geral do Município, marcou uma audiência de conciliação para o dia 4 de maio. Com a decisão judicial de adiar a venda, a Procuradoria ganha tempo para entrar com recurso pedindo a suspensão do outro leilão, que já foi marcado para o dia 2 de maio.

Coordenador jurídico da Cehab e procurador do Estado, Augusto Werneck falou ontem sobre o imbróglio e ressaltou que a área envolvida é "impenhorável" por ter utilidade pública. O mesmo, de acordo com ele, vale para o terreno ao lado, onde está sendo construída a estação do metrô da Gávea, que também pertence à Cehab.

- Esses bens são impenhoráveis. Vamos ver o que vamos fazer, se vamos pagar, se vamos substituir o imóvel. Mas, com toda a certeza, a possibilidade de penhora do planetário e do terreno onde está o planetário não existe - afirmou o procurador.



O Globo, Giselle Ouchana, 19/abr