quinta-feira, 18 de abril de 2019

Apartamento 3 Quartos no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 1.660.000,00




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Nova lei deve aquecer mercado imobiliário


Com a sanção do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), nesta quarta-feira, da legislação que regulamenta a venda de índices construtivos de médio adensamento - de 300 m² a 1 mil m² - direto no balcão (na prefeitura), o setor construtivo prevê maior "dinamismo" para o mercado imobiliário e para a cidade. A proposta do Executivo, aprovada pelos vereadores em fevereiro, permite a aquisição de metros quadrados extras de construção sem depender de leilão promovido pelo poder público.
O texto também prevê que "além do pagamento financeiro referente ao valor do Solo Criado, o município poderá aceitar, como forma de contrapartida, imóvel ou permuta de área construída, assim como bens e serviços de utilidade pública municipal".
Os índices de médio adensamento agora recebem o mesmo tratamento dado aos de pequeno adensamento - até 300m² -, em que a aquisição é feita com base em valores pré-estabelecidos para cada região da cidade. O leilão continua sendo previsto para as aquisições de alto adensamento - acima de 1 mil m² - e, nestes casos, depende também da apresentação de Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU), que, por sua vez, precisa ser aprovado pelo Paço Municipal.
"Essa lei vem dinamizar o mercado imobiliário e o desenvolvimento da cidade, uma vez que permite uma densificação maior", sustenta o empresário Antonio Ulrich, vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). Ele sustenta que densificar determinadas áreas já providas pelo poder público é "um conceito muito claro para urbanistas e administradores", porque é mais barato e otimiza a infraestrutura existente.
Por isso, avalia a ampliação da compra de índice construtivo em balcão como "importante à medida que atende todos os agentes envolvidos: o poder público, com uso melhor dos recursos; as incorporadoras, com o dinamismo do mercado; e o consumidor final, que terá acesso à moradia a preços competitivos".
Um estudo técnico está sendo realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e deverá ser publicado até a próxima semana, atualizando o índice praticado para venda em cada região da cidade. Para o titular da pasta, Eduardo Cidade, a medida é bastante significativa para o mercado, porque "dá agilidade, antecipa etapas e o empreendedor consegue concluir o planejamento de forma mais rápida". Outro ponto considerado pela prefeitura é o ingresso de receita em consequência da medida - um novo imóvel gera impostos como o IPTU, por exemplo.
Além disso, a lei sancionada por Marchezan define a destinação dos recursos arrecadados tanto com a venda quanto com o leilão dos índices construtivos. Os recursos de médio e de alto adensamento passam a integrar o agora criado Fundo Municipal de Gestão de Território e poderão ser aplicados em obras de infraestrutura, mobilidade urbana e instalação de equipamentos públicos, entre outros. O já existente Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, cujos recursos são destinados à política habitacional direcionada à população de menor renda, receberá valores provenientes das outorgas de pequeno adensamento e as não adensáveis.
A venda de índice construtivo, que em Porto Alegre foi regrada pela primeira vez nos anos 1990 como Solo Criado e, depois, instituída pelo Estatuto das Cidades como Outorga Onerosa do Direito de Construir, possibilita construção além do preestabelecido para um terreno, mediante pagamento pelos metros quadrados excedentes no projeto. O acréscimo deve respeitar o limite definido no Plano Diretor para aquela área ou região, como altura máxima e recuo lateral dos prédios.


Jornal do Comércio (RS), Bruna Suptitz, 18/abr

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Casa 5 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 9.500,00




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Otimista, setor imobiliário tenta se reinventar


Otimistas, sim, mas com cautela. A frase poderia definir a sensação dos empresários do setor imobiliário hoje. Em um momento em que os economistas têm revisado para baixo as previsões de crescimento do País para este ano e que o mercado financeiro ainda observa os desdobramentos da tentativa de aprovação da reforma da Previdência - considerada crucial para a volta da confiança e do investimento - o setor de imóveis espera um 2019 melhor do que o ano passado, enquanto tenta se reinventar.
Ainda que o desemprego elevado e as incertezas de Brasília deixem em dúvida muitos consumidores que gostariam de comprar um imóvel, o setor avalia que o ano deve ser positivo. Segundo especialistas, reunidos ontem no Summit Imobiliário Brasil 2019, a expectativa é de aumento no volume de crédito imobiliário e de boas oportunidades de negócios, sobretudo a partir do segundo semestre.
O presidente do Secovi-SP (entidade que reúne as empresas do setor), Basílio Jafet, diz que a expectativa é de crescimento de 5% a 10% nas vendas de unidades residenciais novas este ano, em relação a 2018. Para isso, no entanto, ele reafirma a necessidade de o governo do presidente Jair Bolsonaro aprovar a reforma da Previdência. "E a reforma não pode ser medíocre, não deve servir apenas para dizer que fizemos a lição de casa."
Principal agente do financiamento imobiliário, a Caixa trabalha com um panorama de aumento na concessão de crédito para a casa própria. O vice-presidente do banco estatal, Jair Luis Mahl, diz que o desafio da empresa atualmente é utilizar de forma mais inteligente os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
"Nós estamos otimistas. Os dados de concessão de crédito no primeiro bimestre foram bastante fortes, além das nossas expectativas", avalia Gustavo Alejo Viviani diretor de Produtos de Crédito e de Recuperação do banco Santander.
Ele lembra que as expectativas a respeito da aprovação da reforma da Previdência são altas, mas que a demanda reprimida pelo consumidor nos anos de recessão e o enorme déficit habitacional do País trazem oportunidades de negócios para o mercado imobiliário.
Déficit. Uma reportagem publicada pelo Estado em janeiro apontava que esse déficit bateu recorde após os anos de recessão e que, na próxima década, será preciso construir 1,2 milhão de habitações por ano para suprir a demanda do brasileiro por moradia.
Um levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) revelou que os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) bateram em R$ 59,96 bilhões nos últimos 12 meses até fevereiro - 34,8% acima que os 12 meses anteriores. A recuperação do volume financiado em 12 meses interrompeu um período de três anos de quedas consecutivas.
"A reforma da Previdência é um dos grandes desafios do governo, para destravar investimentos, mas é só uma parte do problema. O setor também precisa aproveitar para se reformar, aumentar a inovação em seus projetos e cobrar uma maior segurança jurídica, por parte do governo, para atrair investidores", diz Alejo.
Já o secretário estadual de Habitação de São Paulo, Flavio Amary, considera que o momento é de poder público e empresários se unirem para ajudar o setor de construção civil. "O poder público sempre pode ajudar, porque o déficit habitacional está concentrado em grandes cidades, e essa questão deve ser contemplada por políticas públicas. Mas é preciso trabalhar em parceria com o setor privado, mapear todas as vezes em que o poder público burocratizou processos e acabou aumentando o déficit habitacional. A gente não pode demorar tanto para aprovar um projeto", afirma o secretário.
O economista-chefe da Necton, André Perfeito, pondera que o mercado financeiro tem estado menos otimista com o futuro do País nos últimos meses. "O investimento ainda está amarrado, o empresário está entusiasmado com o governo, mas ele também precisa fazer contas. Não adianta nada a taxa de juros estar baixa, com os juros básicos em 6,5% ao ano, se a demanda e a ociosidade continuam fracas."
Reconstrução. Para além das iniciativas do governo, o setor imobiliário pode aprender com outros segmentos e usar mais a tecnologia para rever tanto a forma de projetar e construir empreendimentos quanto modernizar os processos de vendas e locações.
André Perfeito, da Necton, é um dos que defendem que incorporadoras e bancos façam no setor imobiliário uma revolução semelhante ao que ocorreu em empresas que oferecem alternativas de transporte, como a Uber.
O presidente da incorporadora Vitacon, Alexandre Frankel, diz que pretende manter a inovação como uma das marcas da empresa. "O nosso setor se acostumou a projetar e construir, há décadas, com a mesma fórmula, mas o consumidor mudou. É preciso imaginar o edifício como um smartphone, em que colocamos aplicativos de serviços (como novos espaços para uso coletivo) que sejam úteis para esse novo consumidor."


O Estado de S. Paulo, Economia, 17/abr

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Cobertura Duplex, 4 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.350.000,00




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Campanha de Arrecadação – SOS Vizinho do Bem


Participe da campanha de arrecadação que ajudará os moradores das comunidades atendidas pelo programa Vizinho do Bem, em Santa Cruz e Campo Grande, que tiveram suas casas atingidas pelas fortes chuvas no Rio.
De 12 a 16 de abril, leve sua doação de roupas, fraldas, alimentos não perecíveis, produtos de limpeza e de higiene pessoal nos postos de arrecadação:
> Sede do Seconci-Rio: Rua Pará, 141 – Pça da Bandeira
> Sede do Sinduscon-Rio: Rua do Senado, 213 – Centro
> Sede da MRL Engenharia – Rua Victor Civita, 66 – Barra da Tijuca
Junte-se a nós nesta corrente de solidariedade!

SECONCI, 15/04