quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Cobertura Duplex no condomínio Blue na Barra da Tijuca - R$ 2.750.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13473/cobertura-duplex/cobertura-duplex,-4-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-blue,-venda/barra-da-tijuca

Inflação recuou, mas seu aluguel não diminuiu?


Quem esperava economizar no aluguel por causa da queda do índice que corrige os contratos, o IGP-M acumulado dos últimos 12 meses, pode ter uma surpresa ao receber o boleto de cobrança. Embora o índice tenha ficado negativo tanto em junho (-0,78% no acumulado de 12 meses) como em julho (-1,67% em 12 meses), um fenômeno não era visto há mais de sete anos, muitas imobiliárias não estão reduzindo o valor do aluguel nos contratos que têm data de reajuste anual em julho e agosto (o reajuste é feito com base no índice acumulado até o mês anterior).



UOL, Téo Takar, 17/ago

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Sala Comercial no centro empresarial Barra Space Center na Barra da Tijuca - R$ 520.000,00 - R$ 2.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13472/sala-comercial/sala-comercial,-barra-space-center,-aluguel/barra-da-tijuca

Empreender no Rio


Manter empresa no Brasil não é fácil. As grandes gastam até 5% da folha de pagamentos com a estrutura burocrática de controle tributário - o governo cria uma nova regra fiscal por hora, a cada dia útil do mês, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário. No Rio a coisa ficou ainda mais complicada para quem quer abrir uma nova empresa ou mudar o quadro de acionistas. Até junho, levava-se pelo menos 40 dias para obter o registro. Desde então, o prazo se tornou indefinido: parou de funcionar o site "Carioca Digital", portal único da prefeitura para procedimentos dessa natureza.



O Globo, Poder em Jogo, 16/ago

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Cobertura 4 Quartos, 1 Suíte no Recreio dos Bandeirantes - R$ 835.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13470/cobertura-4-quartos,-1-su%C3%ADte/cobertura,-4-quartos-%281-su%C3%ADte%29,-recreio,-venda/recreio-dos-bandeirantes

Maior concorrência dá fôlego ao home equity


O baixo apetite dos grandes bancos para crédito com garantia de imóvel (home equity) tem favorecido a concorrência na oferta do produto entre fintechs. Com prazo mais flexível e juros menores, expectativa é de alta, principalmente entre empresários.

Ao mesmo tempo em que a complexidade do produto, somada aos prazos mais longos e às taxas de juros menores deixam o home equity pouco atrativo para os grandes bancos, as pessoas físicas e jurídicas endividadas e com dificuldade de crédito começam a demandar uma alternativa de refinanciamento.

"O problema é o mal endividamento, com parcelas de juros altos e prazo curto, o que faz com que orçamentos quebrem. Seria importante que os bancos transformassem o portfólio para produtos de prazo mais longo, mas isso ainda não aconteceu", explica o sócio e diretor da Creditas, Felipe Zullino.

De acordo com a co-fundadora da Bcredi, Maria Teresa Fornea, apesar de sete em cada dez imóveis no Brasil serem aptos para se tornarem garantia de crédito, "poucas pessoas chegam à essas opções".

"A primeira barreira é a burocracia. A segunda é que enquanto os grandes bancos tiverem clientes que paguem 10% no cheque especial, o home equity não terá muito espaço", analisa a executiva e pondera que o ambiente futuro, porém, pode impulsionar esse crédito.

"Exatamente porque demora um pouco para o repasse completo da queda dos juros ao tomador, a tendência é cada vez mais existir uma busca por renegociação e taxas menores. Isso motiva essa linha e já há melhoras significativas a cada mês que passa", completa.

Pessoas jurídicas em alta - Nessa linha, os executivos consultados pelo DCI reforçam a maior demanda por pequenos e médios empresários que, com dificuldade de empréstimos por grandes bancos, recorrem à essa linha.

"Cerca de 45% das solicitações são de empresários tomando crédito como pessoa física para jogar dentro da empresa, quitando dívidas e alavancando um capital de giro mais barato", comenta o superintendente de home equity do Sofisa Direto, Paulo David.

Ele destaca, porém, que pela falta de conhecimento do produto, os credores têm percebido uma necessidade de contato pós-venda e assessoria.

"É preciso citar os benefícios e os malefícios e orientar como fazer o melhor uso desse crédito. Mas a maioria sabe do risco e menos de 1% dos casos acabam com execução do bem", acrescenta o executivo.

Já em relação às expectativas para os próximos meses, o cenário de queda consecutiva da Selic (taxa básica de juros) e dificuldade de crédito tendem a elevar a busca pela linha.

"A ideia é dobrarmos de tamanho e continuar acompanhando redução de taxas. O produto tem muito potencial no atual cenário do País", conclui Zullino, da Creditas.


DCI, 14/ago