sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Cobertura Duplex no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 5.200.000,00




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Preço do aluguel de imóvel residencial ficou acima da inflação em 2019


O preço do aluguel de imóveis no país encerrou 2019 em alta de 4,93%, superando a inflação medida pelo IPCA/IBGE (+4,31%) - fato que não ocorria desde 2013. Com efeito, o preço médio de locação residencial apresentou alta real de 0,60% no período de 12 meses. Os dados são do Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o preço de aluguel de imóveis em 25 cidades brasileiras.

No ano passado, o preço médio de locação residencial foi de 29,95 reais por metro quadrado. Entre as 11 capitais monitoradas, o município de São Paulo se manteve como a capital com o preço médio de locação residencial mais elevado (R$ 40,10/m²), seguida pelo valor médio do aluguel em Brasília (R$ 31,02/m²), que ultrapassou o registrado para o Rio de Janeiro (R$ 30,65/m²).

Entre as capitais com menor valor de locação residencial em dezembro, destacaram-se: Goiânia (R$ 16,82/m²), Fortaleza (R$ 17,73/m²) e Curitiba (R$ 20,74/m²).
Dezembro 

Em dezembro, o Índice FipeZap de Locação Residencial encerrou o mês com alta nominal de 0,28% em relação a novembro. A variação observada, no entanto, foi inferior ao comportamento da inflação medida pelo IPCA/IBGE no último mês (+1,15%), resultando em uma queda real de 0,86% no preço médio de locação de imóveis residencial. 

Entre as 11 capitais monitoradas, Recife foi aquela que apresentou a maior elevação de preço (+3,10%), seguida pelas altas registradas no preço médio em Florianópolis (+1,21%) e Curitiba (+1,11%).

Já entre aquelas que apresentaram queda no preço médio do aluguel residencial, os maiores recuos foram observados em Salvador (-2,12%), Belo Horizonte (-0,23%) e Goiânia (-0,16%). No âmbito das cidades com maior peso no Índice FipeZap, São Paulo e Rio de Janeiro apresentaram, respectivamente, altas de 0,28% e 0,12% no preço médio.



Exame online, Economia, 16/jan

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Sala Comercial no Centro Médico Richet na Barra da Tijuca - R$ 950.000,00




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Construção civil supera pior crise da história e volta a contratar após 5 anos


O setor da construção civil foi o que mais sofreu com a crise econômica, mas está começando a dar sinais de recuperação. De acordo com reportagem publicada pelo site da BBC Brasil, depois de cinco anos de demissões líquidas - quando há mais dispensas do que contratações -, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) teve o primeiro saldo positivo.

Segundo Ana Maria Castelo, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas, a criação de 5,2 mil novos postos foi um "movimento de despiora", mesmo que discreto.

"A construção civil ainda está distante de um novo 'boom'", admitiu.

A reportagem revelou que, entre janeiro e novembro de 2019, foram abertas 117,2 mil vagas formais no setor da construção civil, ainda longe do número de mais de um milhão de empregos fechados durante a crise.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) confirmou que, no primeiro semestre de 2019, as vendas de imóveis no País registraram alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018, principalmente por conta na queda das taxas de juros.

"Tentando fugir da rentabilidade menor que uma Selic a 4,5% representa, investidores voltaram a apostar no setor", finalizou Ana Castelo.



Eu Quero Investir, Economia, 15/jan

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Casa 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 4.950.000,00 - R$ 40.000,00




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Um ano pouco favorável para as cadernetas


A captação líquida de R$ 13,6 bilhões das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em dezembro passado superou a de R$ 12,2 bilhões de dezembro de 2018, mas não impediu que 2019 tenha sido o pior dos últimos três anos para essa modalidade de aplicação. Não é uma boa notícia quando se sabe que as cadernetas são o principal instrumento de captação de recursos que financiam, a juros módicos, a compra da casa própria.

Em 2019, a entrada líquida de recursos nas cadernetas de poupança foi de R$ 12,4 bilhões, menos da metade dos R$ 27,8 bilhões captados em 2018 e inferior aos R$ 14,8 bilhões obtidos em 2017. O ingresso líquido de poupança em 2019 não é um valor baixo o bastante para causar apreensões, mas deve ser entendido como evidência de mudança de prioridades dos aplicadores de todos os portes.

A remuneração mensal das cadernetas é hoje de 0,26%. A renda anual propiciada pelas cadernetas em 2019 foi de 4,26%, porcentual inferior ao da inflação medida pelo IPCA calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Só cadernetas antigas, anteriores a 3 de maio de 2012, têm as aplicações feitas até essa data corrigidas pela taxa de 6,17% ao ano - rendimento quase imbatível perante outras aplicações de renda fixa.

A remuneração das cadernetas não foi a única a ser atropelada pelo juro básico de 4,5% ao ano. Este não apenas é o menor da história brasileira, como sua manutenção é prevista pelos analistas para este ano. A renda da caderneta é de 70% da taxa básica, salvo se esta atingir ou superar 8,5% ao ano. Para competir com títulos de renda fixa, a caderneta dispõe da garantia de até R$ 250 mil em caso de insolvência da instituição onde os recursos foram aplicados. Além disso, a renda dos papéis não ligados ao financiamento da moradia está sujeita ao Imposto de Renda (IR) de até 22,5%.

A demanda de crédito concedido com base nos recursos das cadernetas é forte, sem que haja, até aqui, falta de financiamento para mutuários e construtoras. É um bom sinal, mas transitório.

Se crescer, como se espera, a demanda por crédito imobiliário, os recursos hoje obtidos nas cadernetas terão de ser complementados por fontes originárias de títulos imobiliários. Nesta hora, o crédito poderá custar mais caro para os tomadores.



O Estado de S. Paulo, Opinião, 15/jan