quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Cobertura 4 Quartos na Gleba A do Recreio dos Bandeirantes - R$ 970.000,00




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Prévia oficial da inflação tem alta de 0,54% em fevereiro


A prévia oficial da inflação, o IPCA-15, teve alta de 0,54% em fevereiro. O resultado foi divulgado pelo IBGE na manhã desta quarta-feira. Veio acima do previsto por analistas, que projetavam alta de 0,42% para o índice, com pressão sazonal de educação, devido aos reajustes das mensalidades escolares aplicados no início do ano. A taxa de fevereiro superou a de janeiro (0,31%) em 0,23 ponto percentual. Mas foi a menor para um mês de fevereiro desde 2012, quando ficou em 0,53%.

No acumulado dos últimos doze meses, o índice desceu para 5,02% e ficou abaixo dos 5,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2016, a taxa foi 1,42%.

O grupo educação, com alta de 5,17% e impacto de 0,24 ponto percentual, foi o principal responsável por elevar a taxa do IPCA-15 de 0,31% para 0,54% em fevereiro, enquanto os artigos de vestuário mostraram a menor variação (-0,31%), em razão das liquidações pós festas de fim de ano.

Esta semana, pela sétima seguida, o mercado reviu para baixo a previsão para a inflação em 2017. Agora, documento do Banco Central que reúne as principais instituições financeiras - espera que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre o ano em 4,43%, abaixo do centro da meta estabelecida pelo BC, que é de 4,5%. Na semana passada, a expectativa era de 4,47%. Para 2018, a expectativa era de 4,47%.

Depois de 2015 com inflação de dois dígitos, de 10,67%, o IPCA já arrefeceu em 2016, fechando o ano em 6,29%, voltando a ficar abaixo do teto da meta, que é 6,5%. O movimento foi puxado por elevações menores dos preços administrados e dos alimentos.

Para o cálculo do IPCA-15 de fevereiro, os preços foram coletados pelo IBGE entre 13 de janeiro e 13 de fevereiro de 2017 e comparados aos vigentes de 14 de dezembro de 2016 e 12 de janeiro de 2017. Esse indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, diferindo apenas no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.



O Globo, Daiane Costa, 22/fev

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Apartamento 4 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 2.000,00




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Queda nas projeções para IPCA reforça cenário de juro menor


Recessão, desemprego, dólar e inflação em queda: essa combinação abre espaço para um corte mais acelerado dos juros. Ainda assim, os economistas apostam que o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, que se reúne hoje e amanhã, manterá o ritmo adotado no encontro de janeiro, quando a taxa básica de juros (Selic) foi reduzida em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano. Ou seja, a expectativa é que a Selic, amanhã, vá a 12,25%. Especialistas ouvidos pelo GLOBO não esperam movimentos bruscos por parte do Copom. Eles ressaltam que essa aposta na previsibilidade - e, por consequência, na credibilidade - ajudaria o BC a manter a inflação abaixo da meta, visando à redução do objetivo para 2019.

Para este ano e 2018, a meta estipulada para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de 4,5%. As projeções dos analistas do mercado financeiro estão em 4,43% para este ano, segundo a pesquisa semanal Focus, do BC, divulgada ontem. Foi a sétima semana consecutiva de queda, e as estimativas podem continuar caindo. 

POSSIBILIDADE DE REDUÇÃO DA META

 Ao projetar o comportamento dos preços no Brasil, os analistas levam em consideração a perspectiva de que o BC continuará a reduzir os juros. A estimativa é de mais três cortes de 0,75 ponto percentual. Em julho, o ritmo deve cair, segundo os economistas ouvidos no Focus. Para dezembro, a projeção é que a Selic esteja em 9,5% ao ano.

Além de mostrar que há condições para fazer com que o Brasil tenha uma meta de inflação mais baixa no futuro, ao manter o ritmo do corte, o BC não repetiria a surpresa do encontro do Copom de janeiro, quando o mercado esperava uma queda de 0,5 ponto percentual. Depois de várias críticas, o presidente da instituição, Ilan Goldfajn, chegou a afirmar que esse era o "novo ritmo" da política de controle da inflação.

- Seria esquisito ter uma nova surpresa. Uma coisa é surpreender em um mês. Outra coisa é surpreender sempre, como antigamente - diz a economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif.

Já Arnaldo Curvello, diretor da Ativa Wealth Management, espera um corte de um ponto percentual, para 12% ao ano. Ao longo de 2017, no entanto, as reduções seriam menores: ele prevê a Selic a 10% em dezembro.

O chamado "Top 5", que mais acerta as projeções, já espera uma inflação menor. No Focus, esse grupo estima que o IPCA encerre o ano a 4,14%. Para a projeção é de 4,18%.

Esses dados chancelariam uma possível redução da meta de inflação a ser perseguida pelo BC. O debate deve ganhar corpo daqui para frente: em junho, o Conselho Monetário Nacional (CMN) tem de definir qual será a meta de 2019.

Para Eduardo Velho, economista-chefe da INVX Global, se a inflação continuar a ceder, as boas previsões para safra forem confirmadas e o dólar permanecer em um patamar baixo, o quadro para a inflação deve melhorar, o que justificaria a redução da meta:

- O BC está querendo que a inflação fique abaixo da meta para dar confiança. Por isso, pode até prolongar o processo de queda dos juros - explica. - É melhor mostrar para um mercado um movimento consistente do que a gente voltar a ter só esperança e não certeza de que a inflação vai cair. 

TEMER: 'ESTAMOS REDUZINDO OS JUROS'

A inflação e os juros também foram abordados pelo presidente Michel Temer, que esteve em São Paulo para lançar o programa do governo federal de modernização da agricultura Agro +. Ele ressaltou que a perda de fôlego do IPCA permitirá a queda nas taxas de juros brasileiras, o que, por sua vez, estimulará o aumento da produtividade.

- Em menos de nove meses de governo, conseguimos reduzir sensivelmente a inflação, de 10,70% para 5,35%. Estamos reduzindo os juros no país, tudo isso deriva da força da economia - disse Temer a empresários do agronegócio, mas sem estimar um patamar para a Selic.

Temer também defendeu a reforma no regime de aposentadoria:

- Ou você reforma a Previdência hoje ou daqui a dez anos, quando você bater à porta do governo, não haverá dinheiro para pagar, como já acontece com muitos estados.



O Globo, Gabriela Valente, 21/fev

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Apartamento 4 Quartos na Avenida Sernambetiba na Barra da Tijuca - R$ 5.000.000,00




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Briga entre moradores pode chegar ao tribunal


Barulho excessivo, morador com muitos animais, bagunça, brigas... todo mundo tem ou conhece alguém que teve vizinhos problemáticos. Quem mora em condomínios sabe que essas histórias não são exceções. No entanto, poucos sabem que existem leis para prevenir que casos como esse se repitam. O artigo 1.336 do Código Civil determina que nenhum condômino deve usar a sua moradia de forma que afete o sossego, a segurança, a salubridade e os bons costumes dos moradores. 

Quem não cumprir as regras, pode ter que pagar multa de até o quíntuplo da taxa condominial. E mais: se os casos forem recorrentes, os moradores podem se reunir em assembleia extraordinária e determinar o pagamento de até dez vezes a mesma quantia, de acordo com o artigo 1.337. "Nesses casos é necessária a aprovação de três quartos dos moradores", explica Arnon Velmovitsky, advogado especializado em direito imobiliário e representante de condomínio. Outros casos que podem ser classificados como antissociabilidade são consumo de drogas em áreas comuns, objetos atirados pelas janelas, prostituição e agressões físicas. 

"Existem decisões judiciais em que o condômino antissocial perde o direito de morar no local", completa. Geralmente, são situações mais graves, quando outras medidas já foram adotadas para amenizar o problema. Ou quando foi cometido algum tipo de crime. "Os juízes tendem a avaliar essas histórias com atenção, para não interferirem no direito de propriedade", conta o advogado, ressaltando que essas medidas devem ser todas apenas em último caso. 

"Ninguém quer que o vizinho perca a sua moradia, apenas deseja ser respeitado. Onde acaba o direito de um, começa o do outro". O advogado lembra o caso de sete amigos que compraram suas casas em um condomínio em Itaipava, mas não imaginaram que enfrentariam uma grande crise na amizade. O problema começou quando um deles resolveu ganhar uma renda extra nos feriadões ao colocar o imóvel para alugar por temporada, com direito a quartos compartilhados e beliches. 

A barulheira recorrente, principalmente na área gourmet do prédio, só chegou ao fim quando os condôminos entraram com uma ação judicial de antissocialidade contra o dono da casa de alta rotatividade. O vizinho animadinho até brigou, mas acabou vendendo o local por não conseguir pagar as multas. 

OUTROS PROBLEMAS

Outro condomínio, no Flamengo, passou também por situação semelhante. Mesmo contra o regulamento, um morador resolveu anunciar o seu apartamento em um site de locação. A ação, que fez o morador desistir do negócio, parecia ser o único problema que os vizinhos enfrentariam, até que surgiu outro revés: uma moradora, no mesmo prédio, resolveu adotar alguns gatos - muitos, aliás. A benfeitoria, porém, acabou causando um cheiro insuportável nos corredores do prédio. "Estamos verificando a melhor forma de solucionar o problema de maneira amigável", conta o especialista.



O Dia, Cristiane Campos, 19/fev