sexta-feira, 24 de maio de 2019

Apartamento 3 Quartos no condomínio Ocean Front na Barra da Tijuca - R$ 2.500.000,00




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Alcoolismo no canteiro de obras é perigo eminente


O alcoolismo é um problema grave no mundo corporativo e pode assumir contornos perigosos, em especial na construção civil, que lida com materiais e equipamentos caros e pesados, com risco iminente à integridade física não só do operário, mas também de todos os que lá estão.
Além da questão da segurança, o uso do álcool é um hábito que pode virar doença, resultando em baixa produtividade, má qualidade do trabalho executado, faltas e atrasos ao serviço, discussões e brigas. Como toda doença, o alcoolismo deve ser tratado o quanto antes, em especial na construção civil, onde várias situações de risco se apresentam.
Aliás, é importante lembrar que uma única dose de bebida destilada é o suficiente para deixar a pessoa alterada: mesmo que ela não perceba os efeitos, já pode ser considerada incapacitada para as atividades, pois está muito mais sujeita a provocar ou sofrer acidentes de trabalho.
O hábito de “tomar uma de vez em quando”, quando se torna frequente, pode levar facilmente ao alcoolismo, que já é considerado uma doença, caracterizada como compulsão pela bebida. O tempo vai passando e a pessoa bebe cada vez mais, não consegue ficar nem mais um dia (ou uma hora) sem ingerir álcool, sob pena de começa a sentir os sintomas da abstinência, como tremores, convulsões e alucinações.
Para muitos, a bebida acaba funcionando como um atenuante contra o estresse, cansaço e, principalmente, contra a falta de perspectivas pessoais e profissionais. A bebida dá uma sensação que é agradável, mas passageira, e cuja persistência acaba levando a um quadro grave de dependência.
O bêbado fica violento e irritadiço, prejudicando a convivência com os familiares, amigos e colegas de trabalho. Além deste lado social, o alcoólatra está sujeito a uma série de sintomas como perda de memória, raciocínio confuso, falta de coordenação motora, convulsões, dores e queimação nos braços e pernas, sem falar nas doenças ocasionadas como problemas no fígado (cirrose), coração (infarto) e no cérebro (AVC), entre outros problemas. No canteiro de obra, a bebida está presente em muitos dos acidentes, pois altera a percepção e os reflexos, mesmo quando consumida em pequenas doses.
Atenção e cuidados do empregador
Exames médicos periódicos costumam promover diagnósticos mais precisos quanto à tendência do operário à doença. Entretanto, os encarregados da obra, os que têm um contato mais próximo com os trabalhadores, tem uma excelente ferramenta para identificar problemas, executando o chamado DDS (Diálogo Diário de Segurança), onde as equipes são reunidas antes do início do serviço para avaliar as condições de trabalho e o que vem acontecendo na obra. Caso seja percebida alteração de comportamento, o operário suspeito deverá ser afastado de qualquer atividade de risco e ser orientado a buscar ajuda.
Sinais do uso de bebidas alcoólicas
Identificar o doente, a doença e as suas causas são os primeiros passos para controlá-la.
Entre os sintomas mais comuns estão:
• Acidentes frequentes no trabalho e fora dele;
• Constantes faltas ou atrasos;
• Saídas durante o horário de trabalho;
• Falta de habilidade para realizar determinadas tarefas;
• Diminui a produtividade e a qualidade do serviço executado;
• Lentidão ao agir e falar;
• Pouca preocupação com a aparência e higiene pessoal;
• Estado de excitação, euforia e aumento de energia física;
• Constante alteração de humor;
• Tremores nas mãos e câimbras;
• Apresenta inchaço e vermelhidão no rosto, em especial no nariz.
Via de regra, o alcoólatra nega que bebe. Mesmo que admita, será muito difícil aceitar que está bebendo em excesso e muito menos que é um doente. Aliás, admitir a doença é o primeiro passo para procurar ajuda e curá-la. Segundo especialistas, dificilmente um viciado em álcool, drogas, jogo ou qualquer outra coisa consegue sair do vício sozinho, sem ajuda externa. Compete a todos saber identificar o problema e encaminhar os doentes para tratamento. A segurança e a qualidade das obras agradecem.
Ciente de que os casos de alcoolismo são comuns na construção civil e que devem ser evitados, o Seconci-Rio realiza um trabalho de conscientização, junto aos trabalhadores, por meio de palestras e jogos interativos, para mostrar os prejuízos pessoais e relacionados ao trabalho que o vício em álcool promove. As empresas podem solicitar o serviço, que é gratuito e para o qual são indicados profissionais de saúde habilitados da entidade.

SECONCI, 24/mai

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 4.000,00




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Por segurança, condomínios adotam de estrutura virtual a uso de 'vaga do pânico'


Adotar guaritas virtuais, usar a "vaga do pânico" ou até mesmo combinar sinais para câmeras quando estiver em risco são algumas das estratégias de segurança adotadas por condomínios de São Paulo. Para especialistas, além de investir em tecnologia, é preciso capacitar funcionários e ter boa relação com o entorno do prédio.
Responsável por administrar 12 condomínios em São Paulo, Alexandre Prandini, da Mr. Síndico, defende a adoção de guaritas virtuais. "Com a guarita física, há tendência para haver falhas. Já o monitoramento remoto é frio, então todas as regras são seguidas à risca", diz.
Nessas, câmeras de segurança (monitoradas remotamente) e interfone (operados por call center) fazem o papel do porteiro. "O funcionário não fica exposto", diz ele. Por sua vez, os condôminos conseguem ter acesso ao prédio, por exemplo, com leitura de impressão digital ou tecnologia de QR Code (código lido pelo celular).
Segundo Prandini, casos de invasão são facilmente identificados pela equipe responsável por monitorar a guarita, que pode acionar a polícia e avisar aos moradores - incluindo os que não estão em casa.
Para Angélica Arbex, gerente de relacionamento com o cliente da Lello Condomínios, investir em tecnologia é importante, mas só ela não basta. "É um tripé: tecnologia, funcionários bem treinados e boa relação com o entorno. Tem muito prédio que comete o erro de colocar 25 câmeras, mas nenhum olho humano consegue acompanhar tudo isso", afirma a especialista. "Todos os moradores e funcionários têm de conhecer os protocolos de segurança do condomínio e segui-los."
A terceira "engrenagem", segundo Angélica, é a segurança comunitária, como os programas de vigilância solidária. "Onde a comunidade é ativa, a segurança é maior", afirma. "Todos esses aspectos precisam atuar conjuntamente."
Protocolos de segurança variam com a necessidade de cada condomínio, dizem os especialistas. Em São Paulo, há casos de edifícios que espalham "botões do pânico" em todos os andares ou que permitem que o morador avise que está em risco pelo controle da garagem.
Em outros, funcionários são treinados para reconhecer sinais feitos por um condômino para as câmeras de segurança. Também é adotada a chamada "vaga do pânico". Se alguém for detido enquanto dirige, deve entrar no prédio e estacionar em um local específico, usado só para emergências.
Presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (Fenaci), Lucimar Alves Elias diz que corretores e possíveis novos moradores devem ser sempre cadastrados antes de entrar. "Os dados estarão com as imobiliárias e escritórios, o que dá maior segurança nas visitas."
Dicas de segurança para condomínios
1. Todos os moradores devem sempre testar o sistema de segurança interno, se houver.
2. Deve-se solicitar ao morador ou à pessoa que vai entrar no prédio que acenda a luz interna ou abaixe o vidro ao chegar, para facilitar a identificação de todos no veículo e prevenir casos de sequestro e clonagem.
3. No caso dos corretores, é mais seguro avisar a portaria sobre cada visita, de preferência dando os dados do visitante.
4. Alguns condomínios já usam "vagas do pânico" para indicar à portaria algo errado; mas outra estratégia é que exista algum código para indicar qualquer situação de risco.
5. Só permita a entrega de correspondências e de encomendas pela portaria.
6. Se for viajar, deixe a chave e um telefone de contato com parente ou amigo, de preferência que não more no local.
7. Deixe algum vizinho avisado de sua ausência, pois ele poderá observar alguma irregularidade em sua residência.
8.O morador deve ainda respeitar as regras do condomínio quando for realizar festas e atividades. Um vigia extra é recomendável, dependendo do tamanho do evento.


O Estado de S. Paulo, Felipe Resk e Paula Felix, 26/abr

terça-feira, 21 de maio de 2019

Casa 4 Quartos, 3 Suítes no condomínio Interlagos de Itaúna na Barra da Tijuca - R$ 2.450.000,00




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CBIC Jovem: conhecendo o mercado e formando líderes


Durante o 91º Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), membros do grupo CBIC Jovem receberam estudantes do curso de Engenharia do Ibmec, da PUC-RIO e da UFF, convidados para participar das palestras do evento e de um bate-papo sobre gestão e liderança.
O objetivo foi criar interação desses jovens com a realidade do mercado e ouvir deles as expectativas quanto à profissão e como lidam com a liderança. De acordo com Pedro Martins, um dos integrantes do grupo, esse contato com novos estudantes é importante, pois é uma forma deles se prepararem para o futuro da profissão e de adquirirem mais informações sobre o setor, tornando-se multiplicadores desse conhecimento.
O consultor Ayrton Sérgio Ferreira, que conduz os trabalhos do CBIC Jovem, promoveu uma roda de conversa, onde falou sobre gestão e liderança. “Liderança não é autoridade. Liderar é estimular, reconhecer, encorajar e, assim, fazer com que a equipe aperfeiçoe suas funções”, destacou ele, que abriu a palavra para os estudantes falarem sobre sua experiência no evento e do contato que tiveram com o mercado.
Para Matheus Augusto, convidado do Ibmec, a experiência foi gratificante, principalmente por ter visto que há motivação para se investir no setor de construção civil, o que, para ele, é um incentivo para acabar o curso com mais gás. “Criei novas expectativas. Dentro da faculdade vemos um cenário ruim para o setor, mas percebi que podemos acreditar num futuro promissor”, afirmou ele, que já tem experiência com liderança, tendo criado uma empresa júnior, dentro da faculdade, para fazer projetos e acompanhamento de obra.
Também do Ibmec, Victória Carino reforçou as palavras do colega, dizendo que pensar no futuro vai além do que é visto na faculdade e que participar de uma oportunidade dessas é clarear esse caminho e perceber as evoluções do mercado.
Os estudantes da Universidade Federal Fluminense (UFF), Nicholas de Souza e Pamela Xavier, também citaram a nova expectativa que tiveram do mercado de construção civil, ao ver diversas entidades, juntas, discutindo sobre soluções para o futuro do setor. “O modelo de mercado que nos é apresentado na faculdade não leva aos caminhos que vimos aqui”, disse Pamela.
Os dois estudantes da PUC-RIO, Hugo Lopes e Luíza Maciel, já tiveram experiência de intercâmbio no exterior e contato com o mercado de trabalho, ficando animados com as novas informações e novidades trazidas com o que foi visto no evento e na exposição de Ayrton.
O CBIC Jovem é uma iniciativa do Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc), da Câmara Brasileira da indústria da Construção (CBIC), para formar novos líderes para o setor da construção. O grupo faz visitas às universidades para disseminar, ao máximo, temas como gestão de desempenho, feedback e comportamento do líder.
“Queremos dar continuidade ao programa, propagar esse trabalho pelas universidades e captar mais jovens interessados em fazer a diferença no setor da construção civil”, concluiu Ayrton.

SECONCI, 21/mai