sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Apartamento Duplex, 4 Quartos, 2 Suítes no condomínio Barramares na Barra da Tijuca - R$ 3.700.000,00 - R$ 13.600,00




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Moradia popular dá impulso à recuperação do mercado imobiliário


As empresas de construção que desenvolvem moradias populares, enquadradas no Minha Casa, Minha Vida, têm puxado a recuperação do mercado imobiliário. Direcional, MRV e Tenda responderam por dois terços dos lançamentos e das vendas do terceiro trimestre entre as 11 incorporadoras listadas na Bolsa. 

Juntas, as três lançaram empreendimentos com valor de vendas estimado em R$ 2 bilhões, um crescimento de 55,5% na comparação anual. As vendas no período totalizaram R$ 2,1 bilhões, avanço de 23,5%. 

"O protagonismo da faixa popular na recuperação acontece sobretudo por causa do crédito. Os empreendimentos mais baratos, do Minha Casa, Minha Vida, têm acesso a crédito mais em conta. Os juros altos no passado recente praticamente inviabilizavam o financiamento", diz Pedro de Seixas, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em negócios imobiliários. 

Em São Paulo, imóveis com preços até R$ 240 mil lideraram em quase todos os indicadores de agosto, aponta o Secovi-SP (entidade do setor). No País, dados da Abrainc (associação de incorporadoras) mostram que as vendas de imóveis novos do Minha Casa, Minha Vida até agosto somaram 41,7 mil unidades, 23,6% mais que no mesmo período de 2016. Foram 33,4 mil lançamentos, alta de 13%. 

O copresidente da MRV, Eduardo Fischer, reitera a perspectiva de mais lançamentos e vendas em 2018. Ele também avalia que há boa disponibilidade de recursos para financiar a compra de imóveis com juros baixos, ao contrário do restante do mercado. "As sinalizações do governo são de que a habitação popular é prioridade."

Já a Direcional avalia que ainda existe grande diferença no desempenho de cada ramo. Tanto o médio quanto o alto padrão sofrem com distratos, juros altos e baixa demanda. Diante disso, a companhia abandonou novos projetos nesse mercado. Mas no de moradias populares, a trajetória continua positiva. 

No grupo das empresas focadas tanto no médio quanto no alto padrão - Cyrela, Even, Eztec, Gafisa, PDG, Rossi, Rodobens e Tecnisa - o resultado na Bolsa foi mais modesto. Os lançamentos atingiram R$ 1,27 bilhão, alta de 4,6%. Já as vendas subiram 42,4%, para R$ 1,39 bilhão. 

As incorporadoras conseguiram aumentar lançamentos e vendas no terceiro trimestre, além de diminuir o tamanho do rombo financeiro, o que sinaliza uma inflexão no mercado imobiliário após anos de crise.

Sair do vermelho, entretanto, é algo esperado só para meados de 2018, segundo empresários. Eles avaliam que o setor ainda depende de um avanço mais consistente da economia brasileira e da confiança dos consumidores para impulsionar as vendas e reduzir os estoques. 

O vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, Rodrigo Luna, ressalta que o crescimento do setor depende da volta do emprego e da retomada da renda. 

Colaboraram Douglas Gavras e Alessandra Monnerat



O Estado de S. Paulo, Circe Bonatelli, 17/nov

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Cobertura Duplex no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.600.000,00




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Rio vai fazer parte de desafio urbano internacional


A partir de hoje, um desafio internacional vai mobilizar Rio de Janeiro, Salvador e outras 13 metrópoles ao redor do mundo. O objetivo é desenvolver projetos em parceria com a iniciativa privada para recuperar e ocupar imóveis degradados ou terrenos subaproveitados que possam ajudar também no processo de revitalização do entorno. Chamado de Reinventing Cities, o evento é organizado pelo C-40, entidade que reúne algumas das maiores cidades do mundo na discussão de iniciativas para conter as mudanças climáticas. 

Na versão carioca, o Reinventar Rio elegeu nove áreas para participar do projeto. Entre os locais escolhidos, está o antigo prédio do Automóvel Club do Brasil, na Lapa, de propriedade da prefeitura. Construído em estilo neoclássico no século 18, o imóvel está vazio, sem utilização desde 2004.

A iniciativa do projeto é da prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que preside o C-40. A proposta de Anne é que as cidades participantes desenvolvam suas versões locais para um programa que ela lançou em 2014 de revitalização de áreas subutilizadas na capital francesa. Ao todo, o programa Reinventer Paris está sendo desenvolvido em cerca de 50 áreas da cidade. Inicialmente, boa parte das intervenções ocorreram em mansões centenárias, degradadas. Uma segunda etapa, em desenvolvimento, prevê que, entre outras construções, sejam sejam reaproveitadas antigas estações desativadas do metrô de Paris:

- A proposta é que todas as metrópoles participantes realizem concursos internacionais para que arquitetos e urbanistas apresentem seus projetos. Os participantes partirão do princípio de que os projetos terão que ser ambientalmente sustentáveis ao máximo. As equipes que participarem dos concursos terão que valorizar detalhes como a implantação de telhados verdes e alternativas para que as edificações tenham baixo consumo de energia - explicou a subsecretária de Planejamento e Gestão Governamental da prefeitura, Aspásia Camargo, que coordena o projeto no Rio.

O modelo de Parceria Público-Privada para o desenvolvimento dos projetos no caso do Rio ainda está sendo definido. Os terrenos podem ser vendidos ou cedidos à iniciativa privada por um prazo. O concurso internacional será lançado em 2018. Assim como o antigo prédio do Automóvel Clube, a maioria das áreas escolhidas pela prefeitura fica no Centro. A lista inclui também terrenos: um deles, na Praça Onze, chegou a ser cedido pelo município para ser a futura sede do Tribunal Regional Eleitoral, mas o projeto não foi a frente.

Além do Rio e de Salvador, vão participar: Auckland (Nova Zelândia), Cidade do Cabo (África do Sul), Chicago, São Francisco e Houston (EUA), Lima (Peru), Madri (Espanha), Milão (Itália), Cidade do México, Oslo (Noruega), Quito (Equador) e Reykjavík (Islândia). Além da própria Paris, que participará com novas áreas.



O Globo, Luiz Ernesto Magalhães, 16/nov