terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Apartamento 4 Quartos, 2 Suítes no condomínio Pedra de Itaúna - R$ 1.550.000,00




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Começam a valer medidas da Caixa para estimular construção civil


Desde ontem (17), as empresas podem contrair crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal com juros mais baixos. As novas regras foram anunciadas no último dia 12 pelo banco.

O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI).

Segundo a Caixa, para todas as modalidades, as taxas de juros serão definidas de acordo com o perfil e relacionamento da empresa.

Taxa Referencial

As taxas dos financiamentos corrigidos pela TR caíram cerca de 30%, passando de TR mais 9,25% ao ano para TR mais 6,5% ao ano para as empresas com conta na Caixa. Para empresas sem relacionamento com o banco, a taxa cai de TR mais 13,25% ao ano para TR mais 11,75% ao ano.

IPCA e CDI

Os financiamentos corrigidos pelo CDI ou pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) valem para duas modalidades. A primeira é Apoio à Produção, mais conhecida como Imóvel na Planta. A segunda é Plano Empresa da Construção Civil, conhecida como Plano Empresário, destinada à construção de imóveis e que permite o financiamento para pessoas físicas quando 80% do empreendimento estiver construído.

Para as linhas corrigidas pela inflação, as taxas variarão de IPCA mais 3,79% ao ano para IPCA mais 7,8% ao ano. Os financiamentos indexados ao CDI terão duas modalidades de cobrança: uma com taxas que variam de CDI mais 1,48% ao ano a CDI mais 5,4% ao ano e outra entre 119% a 194% do CDI.

As linhas de crédito imobiliário para pessoas jurídicas têm até 36 meses de prazo de construção e de retorno (quando o dinheiro investido começa a ser recuperado). O tomador pode começar a pagar as parcelas até 12 meses depois da assinatura do contrato.

Canais de atendimento

Além das agências da Caixa, os clientes poderão obter mais informações sobre as linhas de crédito por meio do site.



Agência Brasil, Kelly Oliveira, 17/fev

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Casa 3 Suítes em Jacarepaguá - R$ 3.190.000,00




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Jacarepaguá e Vargem Pequena estão em alta no mercado


Na última quinta-feira, o Sindicato da Habitação no Rio (Secovi Rio) lançou o "Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro - 10 anos", com análises do valor do metro quadrado de venda, locação e da taxa condominial de cem bairros da cidade. No documento é possível observar como os Jogos Olímpicos influenciaram o mercado, principalmente na região.

- O evento foi um divisor de águas para o mercado imobiliário. O projeto de transformação previsto para a cidade atraiu muitos investimentos, mas depois o Rio não era mais a bola da vez - avalia Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.

De janeiro de 2010 a janeiro de 2016, o valor médio do metro quadrado residencial para venda subiu de R$ 4.317 para R$10.208. Depois, foi caindo até os R$ 9.387 registrados em janeiro deste ano. Em relação à locação, de janeiro de 2010 a janeiro de 2015, foi de R$ 20,87 para R$ 38,40 e desceu para os R$ 31,95, este ano.

- Quando comparamos compra e venda, a venda é resiliente e apresentou uma valorização de mais de 200%. Quando o mercado parou, o preço não abaixou rapidamente porque os proprietários costumam esperar. Já a locação é mais sensível, e o valor se ajusta rapidamente - explica Schneider.

No ano passado, sobre o valor médio do metro quadrado de venda de apartamentos, Vargem Pequena apresentou a maior variação (0,7%) quando comparado a Curicica, Camorim, Pechincha, Taquara, Recreio, Anil, Barra, Jacarepaguá e Tanque.

- Vargem Pequena se destaca pelo custo-benefício e pela qualidade de vida. É um local bucólico e cada vez mais contemplado com moradias de qualidade - afirma o vice-presidente.

Em relação à locação, a maior variação foi em Jacarepaguá (3,1%). Schneider explica que o bairro é uma alternativa à Barra. Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Rio, diz que o local tem muitos serviços públicos:

- Lá existe facilidade de acesso para toda a cidade, com ampla oferta de escolas e assistência médica, por exemplo. Oferece também qualidade de vida, conforto e lazer para famílias.

A expectativa é que o mercado imobilário melhore no Rio ao longo deste ano.

- O mercado está com boas opções de crédito imobiliário e de financiamento e com taxas mais atrativas. O custo para financiar está mais barato. Já era uma realidade em São Paulo e é agora no Rio também - explica Schneider.



O Globo, Maíra Rubim, 16/fev

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Sala Comercial no centro empresarial Lead Américas Business - R$ 3.690.000,00 - R$ 20.000,00




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Imóvel residencial vai ficar mais caro, prevê Secovi


Depois de registrar em 2019 seu melhor ano em lançamentos e vendas, o mercado paulistano de imóveis residenciais novos deve apresentar, em 2020, "relativa estabilidade de volumes", conforme Basílio Jafet, presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação. Mas, diante da expectativa de alta de preços, o Valor Geral de Vendas (VGV) deverá crescer.

É esperada valorização de preços dos imóveis, segundo Jafet, em função de custos de produção mais elevados, como os de terrenos e de outorga onerosa (contrapartidas financeiras para que incorporadoras possam erguer empreendimentos além do potencial construtivo básico, até o limite do coeficiente de aproveitamento máximo).

Em coletiva de imprensa para comentar os números de 2019 e as perspectivas para 2020, Jafet ressaltou também que estão sendo lançados muitos produtos compactos, com valor médio por metro quadrado superior ao de unidades de tamanho maior.

No ano passado, as vendas de imóveis residenciais novos tiveram forte alta de 49,5%, na comparação com 2018, para 44,7 mil unidades, na capital paulista, de acordo com o Secovi-SP. Foram lançadas 55,5 mil unidades, com aumento de 49,6%, conforme dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgados pelo Secovi-SP.

Em 2019, o VGV comercializado, na cidade de São Paulo, cresceu 44%, para R$ 22,3 bilhões, e o VGV lançado teve expansão de 47%, para R$ 27,9 bilhões.

Na avaliação de Jafet, a expansão do mercado imobiliário de São Paulo resultou, em 2019, de fatores como a queda de juros e o aumento da confiança do consumidor. É preciso levar em conta também, segundo ele, a base fraca de comparação de 2018.

Neste ano, o Secovi-SP vai propor aos candidatos à prefeitura de São Paulo novos modelos urbanísticos, como mudança de legislação de retrofit, ou seja, de recuperação de edifícios antigos. Para solucionar parte dos pontos que precisam ser modificados, segundo o presidente da entidade, é necessário, inicialmente, que haja calibragem do Plano Diretor da capital paulista, processo que ele chama de "band-aid", ou seja, de um curativo para as questões mais urgentes.

"Se continuarmos, da mesma forma, nos próximos anos, São Paulo vai se afastar ainda mais dos centros modernos do mundo. Ocorre aqui um processo de gentrificação. Estamos deixando as áreas mais dotadas de infraestrutura para as pessoas com mais com mais poder aquisitivo. A mobilidade está cada vez mais difícil em função da legislação", disse Jafet.

Já o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, afirmou que sua maior preocupação se refere ao orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "A preocupação é muito grande, mas esperamos terminar o ano de 2020 com o mesmo número de contratações que tivemos em 2019", disse Petrucci.

Segundo Petrucci, as medidas de crédito imobiliário anunciadas pela Caixa Econômica Federal, na quarta-feira, são "muito bem-vindas". "A Caixa é o maior agente financeiro. 

Todos os anúncios são recebidos com muito otimismo", disse o economista, acrescentando que está previsto para terça-feira o anúncio de financiamento com parcelas fixas pelo banco público.



Valor Econômico, Chiara Quintão, 14/fev