segunda-feira, 27 de setembro de 2021

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Concessões de crédito recuam em agosto e juro bancário médio sobe ao maior patamar em 16 meses

Queda no volume de empréstimos foi de 2,12% no mês passado. Cartão de crédito rotativo tem juro mais alto em quatro anos.

Concessões de empréstimos bancários recuaram no mês passado, de acordo com informações divulgadas pelo Banco Central nesta segunda-feira (27).

A taxa média de juros cobrada pelas instituições financeiras também cresceu no período, em linha com a alta do juro básico da economia, a taxa Selic, fixada pelo BC, e atingiu o maior patamar em 16 meses — enquanto a taxa cobrada no cartão de crédito rotativo foi a maior em quatro anos (leia mais abaixo).

Após baterem recorde em julho, as novas concessões de empréstimos recuaram 2,12% em agosto. O cálculo foi feito após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes.

Foi a primeira queda nas novas concessões de crédito dos bancos desde dezembro do ano passado. Apesar disso, o patamar de R$ 416,743 bilhões para concessões, em agosto, ficou acima da média dos oito primeiros meses deste ano (R$ 392,855 bilhões).

De acordo com o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o relançamento do Pronampe, programa do governo federal de empréstimos para micro e pequenas empresas, ajudou tanto no resultado positivo de julho quanto, agora, na queda em agosto.

"O Pronampe foi relançado em junho, e teve concessões concentradas em julho. Não houve a mesma coisa em agosto. Então, houve um aumento grande [em julho] por conta dessa linha, reduzindo-se no mês seguinte. Dessa forma, na minha avaliação, esse resultado [queda das concessões em agosto] é pontual", acrescentou ele.

Segundo o BC, o volume total do crédito ofertado pelos bancos subiu 1,5% em agosto, para R$ 4,335 trilhões, na comparação com R$ 4,271 trilhões em julho. Houve expansão de 1,9% na carteira de pessoas jurídicas e aumento de 1% na de pessoas físicas.

Para todo este ano, o Banco Central estima uma expansão de 11,1% no crédito bancário. Em 2020, impulsionado por linhas emergenciais de crédito para o combate aos efeitos da pandemia, o crédito bancário teve alta de 15,5%.

Inadimplência e endividamento

A taxa de inadimplência média registrada pelos bancos nas operações de crédito ficou estável em agosto, em 2,3%. Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência permaneceu em 2,9% no mês passado e, no caso das empresas, ficou estável em 1,5%.

O Banco Central também divulgou nesta segunda estatísticas sobre o endividamento das famílias com bancos. Neste caso, os novos números são referentes a junho.

Segundo o BC, o endividamento voltou a bater recorde naquele mês ao somar 59,9% da renda acumulada nos doze meses anteriores. A série histórica do BC para este indicador começa em janeiro de 2005.

Em janeiro de 2020, antes da pandemia da Covid-19, o endividamento das famílias estava em 48,9%. Em janeiro deste ano, já havia avançado para 57% e, em maio, somava 59,2%.

“O BC olha e monitora constantemente as condições do crédito do sistema financeiro nacional, o que parece estar evoluindo sem maior risco. Do ponto de vista das famílias, a questão fundamental é que o seu acesso, das pessoas físicas, ao endividamento, seja feito com educação financeira e esclarecimento sobre as condições [prazo e juros]”, declarou Fernando Rocha.

Juros bancários

Os juros bancários médios com recursos livres (sem contar habitacional, rural e BNDES) de pessoas físicas e empresas, subiram de 28,9% ao ano, em julho, para 29,9% ao ano no mês passado.

Esse é o patamar mais alto desde abril do ano passado (31,3% ao ano), ou seja, em 16 meses. O aumento está em linha com o comportamento da taxa Selic, fixada pelo BC.

Em março, na primeira elevação em quase seis anos, a taxa básica da economia foi aumentada pelo BC para 2,75% ao ano. Em maio, o Copom elevou o juro para 3,5% ao ano e, em junho, a taxa avançou para 4,25% ao ano. Em agosto, a taxa subiu para 5,25% ao ano e, na semana passada, foi elevada para 6,25% ao ano.

Nas operações para pessoas físicas, o juro bancário médio passou de 39,8% ao ano, em julho, para para 40,9% ao ano em agosto, a maior desde abril deste ano (41,4% ao ano);

Considerando só as empresas, a taxa média de juros bancários passou de 15,5% ao ano em julho para 16,2% ao ano em agosto, a maior desde março de 2020 (16,6% ao ano) ;

No cheque especial das pessoas físicas, a taxa subiu de 124% ao ano em julho para 124,9% ao ano em agosto, a maior desde junho desse ano (125,6% ao ano). Nessa linha de crédito, o BC adotou um teto para os juros;

Nas operações com cartão de crédito rotativo de pessoas físicas, os juros bancários cobrados das pessoas físicas subiram de 331,5% ao ano, em julho, para 336,1% ao ano em agosto, o maior patamar desde agosto de 2017 (392,3% ao ano), ou sejam em quatro anos. Com isso, a taxa segue em patamar proibitivo.

O crédito rotativo do cartão de crédito pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente. Essa é uma das linhas de crédito mais caras do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.

De acordo com o BC, o chamado spread bancário médio com recursos livres ficou estável em 21,7 pontos percentuais em agosto. O spread é a diferença entre quanto os bancos pagam pelos recursos e quanto cobram dos clientes.

O spread bancário composto pelo lucro dos bancos, pela taxa de inadimplência, por custos administrativos, pelos depósitos compulsórios (que são mantidos no Banco Central) e pelos tributos cobrados pelo governo federal, entre outros.

Nas operações com pessoas físicas, o spread caiu de 32,2 pontos em julho para 32,4 pontos em agosto. Desta forma, ainda segue em patamar elevado para padrões internacionais.

Alexandro Martello, G1, 27/set

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

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IPCA-15: prévia da inflação acelera para 1,14% em setembro, maior taxa para o mês desde o início do Plano Real

Gasolina e energia elétrica foram, novamente, as 'vilãs' da alta de preços no país. Com o resultado, inflação acumulada em 12 meses passa de dois dígitos e atinge quase o dobro do teto da meta do governo.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou de 0,89% em agosto para 1,14% em setembro, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o índice acumulou alta de 7,02%. Já no acumulado em 12 meses, o indicador superou os dois dígitos, ficando em 10,05%, quase o dobro do teto da meta estabelecida pelo governo para a inflação deste ano, que é de 5,25%.

O resultado veio pior do que o esperado pelo mercado. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 1,02% para o período.

Gasolina e energia: as vilãs da inflação

De acordo com o IBGE, a gasolina e a energia elétrica foram os itens que exerceram os maiores impactos individuais sobre o IPCA-15 de setembro, de 0,17 ponto percentual cada.

O preço médio da gasolina subiu 2,85% entre agosto e setembro e acumulou alta de 33,37% no ano e de 39,05% nos últimos 12 meses.

Já o preço médio da energia elétrica teve alta de 3,61% em setembro, abaixo da registrada em agosto, que foi de 5%. No ano, a alta acumulada foi de 20,27%, enquanto nos últimos 12 meses o aumento acumulado foi de 25,26%.

O IBGE destacou que em agosto d vigorou a bandeira tarifária vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 9,492 a cada 100 kWh consumidos. A partir de 1º de setembro, passou a valer a bandeira tarifária de Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 para os mesmos 100 kWh.

Quase tudo mais caro

O aumento de preços na passagem de agosto para setembro foi, mais uma vez, generalizado entre os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para o cálculo do IPCA-15.

Dos 367 itens que compuseram a cesta analisada pelo órgão no mês, 253 registraram alta. Com isso, o índice de difusão da inflação ficou em 68,9%.

Dos nove grupos pesquisados, oito registraram aumento de preços - somente o de educação teve taxa negativa no mês, embora próxima da estabilidade.

Segundo o IBGE, a alta da inflação no mês foi puxada pelo grupo de transportes, cuja variação mensal foi o dobro da registrada na passagem de julho para agosto, resultado influenciado pela alta de 3% nos preços médios dos combustíveis, acima da alta de 2,02% registrada em agosto.

Além do grupo de transportes, outros três registraram variação superior à do mês anterior (alimentação e bebidas, artigos de residência e saúde e cuidados pessoais). Os outros cinco grupos registraram desaceleração da taxa na comparação com agosto.

Veja o resultado do IPCA-15 para cada um dos grupos:

Alimentação e bebidas: 1,27%

Habitação: 1,55%

Artigos de residência: 1,23%

Vestuário: 0,54%

Transportes: 2,22%

Saúde e cuidados pessoais: 0,33%

Despesas pessoais: 0,48%

Educação: -0,01%

Comunicação: 0,02%

Comida cada vez mais cara

A inflação do grupo Alimentação e bebidas acelerou de 1,02% em agosto para 1,27% em setembro. Desde março, a taxa para este grupo acelera a cada mês.

A principal influência do aumento em setembro, segundo o IBGE, partiu da alimentação no domicílio, que acelerou de 1,29% em agosto para 1,51% em setembro.

As carnes tiveram reajuste de 1,10% e foram as principais responsáveis pelo resultado, com impacto de 0,03 p.p.

Todavia, os alimentos que registraram os maiores aumentos de preços no mês foram a batata-inglesa (10,41%), o café moído (7,80%), o frango em pedaços (4,70%), as frutas (2,81%) e o leite longa vida (2,01%).

No lado oposto, de queda de preços, os destaques ficaram com o arroz (-1,03%), que registrou a oitava deflação mensal consecutiva, a cebola (-7,51%), a sexta taxa negativa seguida.

A alimentação fora do domicílio também acelerou na passagem de agosto para setembro, passando de 0,35% para 0,69%.

“No entanto, observaram-se movimentos distintos nos dois principais componentes desse subgrupo: enquanto a refeição subiu 1,31%, frente à alta de 0,10% no mês anterior, o lanche registrou recuo de 0,46%, após alta de 0,75% em agosto”, destacou o IBGE.

Passagens aéreas voltam a subir

Os preços médios das passagens aéreas subiram 28,76% em setembro, após terem registrado queda de 10,90% em agosto.

No acumulado do ano, as passagens aéreas continuaram registrando deflação. Mas a alta mensal fez com que essa queda acumulada fosse reduzida em mais da metade - passou de -34,52% em agosto para -15,70% em setembro.

Já o indicador acumulado em 12 meses quase dobrou, passando de 29,03% para 56,68%.

Alta em todas as regiões pesquisadas

A alta do IPCA-15 foi registrada em todas as 11 áreas regionais do país em que o IBGE realiza a pesquisa de preços para calcular o indicador.

Fortaleza registrou a menor taxa, influenciada pela queda nos preços do tomate, das carnes e dos produtos farmacêuticos. Já a maior variação foi registrada em Curitiba, onde pesaram as altas da gasolina e da energia elétrica.

Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 14 de agosto e 14 de setembro de 2021 e comparados com aqueles vigentes entre 14 de julho a 13 de agosto. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos

Inflação persistente e acima da meta

A meta central do governo para a inflação em 2021 é de 3,75%, e o intervalo de tolerância varia de 2,25% a 5,25%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Na última quarta-feira (22), a entidade monetária decidiu aumentar a Selic de 5,25% para 6,25%. Foi a quinta alta consecutiva da taxa, que atingiu o maior patamar desde julho de 2019.

Na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central dois dias antes do aumento da Selic, os analistas do mercado financeiro aumentaram de 8% para 8,35% a expectativa para a inflação de 2021.

Para 2022, o mercado financeiro subiu de 4,03% para 4,10% a estimativa de inflação - foi a nona alta seguida no indicador.

No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%.

Daniel Silveira, G1, 24/set

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

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Selic a 6,25%: veja como fica a rentabilidade da poupança e de outros investimentos

 

Caderneta de poupança passa a ter retorno de 0,36% ao mês e de 4,38% ao ano, mas deve continuar perdendo para a inflação. Veja simulações de como ficam os investimentos nas principais aplicações de renda fixa.

Com a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de elevar a taxa básica de juros (Selic) para 6,25% ao ano, aplicações financeiras em renda fixa passarão a render um pouco mais.

A rentabilidade da caderneta de poupança, por exemplo, passará a ser de 0,36% ao mês e de 4,38% ao ano, segundo informa a Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac). Até então, com a Selic a 5,25% ao ano, o rendimento da aplicação financeira mais popular do país estava em 0,30% ao mês e de 3,68% ao ano.

Nesta quarta-feira (22), o Banco Central decidiu elevar novamente a Selic em 1 ponto percentual, confirmando as expectativas do mercado. A expectativa dos economistas é de que a taxa Selic continue avançando nos próximos meses, e atinja 8,25% ao ano no fechamento de 2021 em meio às preocupações com uma inflação que tem ficado cada vez mais acima do teto da meta do governo para o ano, que é de 5,25%.

Veja abaixo simulações de como fica a rentabilidade da caderneta de poupança e de outras aplicações de renda fixa.

Simulação de aplicação de R$ 10 mil na poupança

Pela regra em vigor desde 2012, quando a Selic está abaixo de 8,5% a correção anual da caderneta de poupança é limitada a um percentual equivalente a 70% dos juros básicos mais a Taxa Referencial (TR, que está em zero desde 2017).

Veja como fica um rendimento de R$ 10 mil na poupança num prazo de 12 meses, considerando a manutenção da nova taxa de retorno, segundo simulações do diretor executivo da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira:

Antes: rendimento era de R$ 368 (totalizando R$ 10.368 ou 3,68% ao ano)

Agora: rendimento será de R$ 438 (totalizando R$ 10.438 ou 4,38% ao ano)

Vale destacar, porém, que os depósitos feitos até abril de 2012, na chamada "poupança velha", continuam rendendo 0,50% ao mês e 6,17% ao ano (ou R$ 617 para cada R$ 10 mil aplicados).

Poupança x Inflação

Mesmo rendendo mais, a poupança tende a continuar perdendo para a inflação. Já são 12 meses seguidos que a modalidade amarga uma queda no poder de compra.

Desde setembro do ano passado, a poupança vem perdendo rentabilidade em termos reais. Em agosto, o retorno em 12 meses, descontada a inflação, foi de -7,15%, segundo levantamento da provedora de informações financeiras Economatica. Foi o pior rendimento real da poupança desde outubro de 1991, quando o poupador que deixou o dinheiro nesta modalidade perdeu -9,72% no acumulado em 1 ano.

Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,87% e a inflação oficial do país atingiu 9,68% em 12 meses. Em meio ao aumento do preço da energia e dos combustíveis, os analistas projetam uma aceleração da taxa de inflação em setembro.

Em 2021, os saques nas cadernetas de poupança já superam os depósitos em R$ 15,629 bilhões. O estoque dos valores depositados pelos brasileiros nesta modalidade de investimento, porém, ainda somava R$ 1,036 trilhão em agosto.

Como ficam os outros investimentos

A elevação da Selic tende também a melhorar a rentabilidade de outras aplicações financeiras em renda fixa, como investimentos em títulos públicos, vendidos por meio do Tesouro Direto, além de Certificado de Depósito Bancário (CDB), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e do Agronegócio (CRA), e debêntures incentivadas, que são títulos emitidos por empresas para financiar seus projetos e operações.

"A renda fixa tem ganhado cada vez mais espaço. Já há investimentos com rentabilidades acima de 10% ao ano na modalidade pré-fixada, algo que não era visto desde o ano de 2017", afirma o CEO e fundador do buscador de investimentos Yubb, Bernardo Pascowitch.

O levantamento do Yubb projeta as rentabilidades anualizadas (12 meses), considerando Selic a 6,25% ao ano, projeção de mercado de inflação de 8,35% ao ano e alíquota de 20% de imposto de renda a prazos de vencimento entre 181 e 360 dias.

Embora a poupança deva continuar perdendo para outras aplicações, a Anefac destaca que a modalidade mais popular do país continuará se destacando, por exemplo, frente aos fundos de renda fixa, principalmente sobre aqueles cujas taxas de administração sejam superiores a 1% ao ano.

Por serem isentos do pagamento de imposto de renda, os rendimentos da poupança podem superar também os de CDBs de grandes bancos.

"Considerando uma aplicação em CDB o investidor teria que obter uma taxa de juros de cerca de 85% do CDI para atingir o mesmo ganho obtido pela poupança nova já que as aplicações em CDB’s pagam igualmente IR de acordo com o prazo de resgate da aplicação", alerta a Anefac.

Onde colocar o dinheiro?

Apesar da maior procura por ativos de renda fixa e da retirada de recursos observada na Bolsa, os educadores financeiros lembram que a diversificação continua sendo fundamental para maximizar os retornos dos investimentos no longo prazo.

Levantamento do Yubb mostra que os investimentos mais buscados neste mês são, pela ordem: CDBs, Tesouro Direto, fundos multimercado e fundos de ações.

Investimentos mais buscados em setembro:

1. CDBs

2. Tesouro Direto

3. Fundos multimercado

4. Fundos de ações

5. Criptoativos

6. LCI/LCA

7. Ações livres

8. LC/RDB

9. Fundos imobiliários (FIIs)

10. Fundos de índice (ETFs)

Fonte: Levantamento Yubb, consideradas as buscas entre 1 e 21 de setembro

Darlan Alvarenga, G1, 23/set