sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Casa 5 Quartos no condomínio Rio Mar na Barra da Tijuca - R$ 2.650.000,00




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Aluguéis de imóveis serão corrigidos em 10,66%


Os contratos de aluguel de imóveis que têm vencimento em outubro ficarão mais caros. Ontem, a inflação da locação, medida pelo Índice Geral de Preços ao Consumidor (IGP-M), avançou 0,2% em setembro e chegou a 10,66% no acumulado dos últimos 12 meses, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). No ano, a alta do IGP-M está em 6,46%.

O resultado indica que os contratos que completam um ano em setembro ficaram 10,66% mais pesados no bolso do inquilino. Um aluguel de R$ 1 mil, por exemplo, passa a custar R$1.106,6 a partir de outubro.

Apesar do avanço mensal, o índice que reajusta os contratos de aluguel perdeu força no acumulado dos últimos 12 meses. Em agosto, o IGP-M havia marcado 11,49% no acumulado.

Usado no cálculo do IGP-M, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que calcula os preços no atacado, subiu 0,18% em setembro, contra 0,04%, em agosto. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que também entra no cálculo do IGP-M e avalia o comportamento dos preços no varejo, registrou variação de 0,16%, em setembro, ante 0,40%, em agosto.



O Dia, Economia, 30/set

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Apartamento 2 Quartos no condomínio Península na Barra da Tijuca - R$ 840.000,00




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'Inflação do aluguel' acelera e fica em 0,20% em setembro, diz FGV


O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), considerado a inflação do aluguel, ficou em 0,20% em setembro. A taxa acelerou ante o 0,15% registrado em agosto. O Bradesco esperava um resultado de 0,22%. Em igual mês do ano passado, a taxa foi de 0,95%. Em doze meses, a alta é de 10,66%. No acumulado do ano, a variação é de 6,46%.

O índice da Fundação Getulio Vargas (FGV) é o mais usado nos reajustes de contratos de aluguel no país. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral passou de leve alta de 0,04% em agosto para 0,18% em setembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), com peso de 30% na taxa geral, foi de 0,40% para 0,16%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou de 0,26% para 0,37%.

Dentro do IPA, o índice relativo a bens finais registrou variação negativa de 0,25% em setembro ante 0,15% no mês anterior, graças ao recuo do subgrupo alimentos in natura, que passou de -0,54% para -6,36%. Com a exclusão dos subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice variou 0,53%, acima do 0,22 de agosto.

Ainda no IPA, o grupo bens intermediários ficou em -0,33%. Em agosto a taxa ficou negativa en 0,36%. O subgrupo materiais e componentes para a manufatura passou de -0,76% para -0,50%. Sem incluir combustíveis e lubrificantes para a produção, a variação foi de -0,28% ante -0,50% em agosto.

No estágio inicial da produção, o grupo matérias-primas brutas registrou alta de 1,27%, acelerando ante 0,34% de agosto. Os itens que mais contribuíram para esse resultado foram soja (-8,51% para -0,02%), minério de ferro (3,21% para 8,56%) e aipim (6,01% para 8,95%). Já os itens que puxaram a taxa para baixo foram milho em grão (5,27% para -6,43%), leite in natura (8,64% para 1,98%) e arroz em casca (7,05% para 0,05%).

ALIMENTOS EM BAIXA

Seis das oito classes de despesa do IPC registraram recuo em setembro. A principal contribuição foi de alimentação, que passou de 0,66% para 0,09%, com destaque para laticínios, item que passou de alta de 6,46% para deflação de 1,39%.

Houve recuo de preços também nos grupos transportes (0,27% para -0,12%); saúde e cuidados pessoais (0,76% para 0,40%); educação, leitura e recreação (0,83% para 0,56%); comunicação (0,39% para 0,02%); e despesas diversas (0,10% para -0,27%). Os destaques de cada uma dessas classes foram, respectivamente, gasolina (0,16% para -1,13%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,98% para -0,14%), show musical (9,29% para 3,43%), tarifa de telefone móvel (1,46% para -0,01%)e correio e telefone público (1,65% para 0,18%).

Por outra parte, houve alta em habitação (0,01% para 0,24%) e vestuário (0,07% para 0,20%), com destaque para tarifa de eletricidade residencial (-1,50% para -0,07%) e roupas femininas (-0,50% para 0,44%).

Dentro do INCC, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu 0,37%, acelerando ante o 0,26% de agosto. A taxa que representa o custo da mão de obra também ficou em 0,55%, acelerando ante o 0,26% do mês anterior.

O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência e é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de energia elétrica e aluguel de imóveis.



O Globo, Andrea Freitas, 29/set

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Apartamento 2 Quartos no condomínio Barramares na Barra da Tijuca - R$ 1.450.000,00




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Especialistas apontam leve melhora no setor imobiliário desde a crise


Os primeiros sinais da recuperação do setor imobiliário desde que a crise econômica se instalou no Brasil começam a aparecer. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, declarou no final de julho que o "humor" imobiliário está mudando. "Já começa a ter mais visitas em plantões e, quando se fazem sondagens com empresários, vemos que eles estão menos pessimistas. Não é nenhum 'oba-oba', mas há uma reversão de expectativas". Martins afirma ainda que as vendas continuam sendo feitas, mesmo que em menor escala e explica que, com isso, o mercado deve começar a reverter. "Muitos prédios que estão parados vão começar a andar de novo", previu.

Elias Stefan Júnior, sócio proprietário de uma construtora de Sorocaba (SP), destaca que essa melhora no setor ainda é leve. "Vemos alguns sinais de melhora, mas temos a sensação que, em meados de 2017, a recuperação do mercado seja mais evidente."

O cenário positivo no setor, segundo Elias, tem ligação com a situação política do País. "O mercado como um todo estava aguardando a definição do quadro político e início efetivo da disposição do governo na implementação das reformas econômicas necessárias."

O mercado imobiliário de Sorocaba também está sentindo os primeiros sinais de melhora, de acordo com o empresário. Ele comenta que a construtora identificou a tendência e já estuda antecipar o lançamento de alguns empreendimentos, além de acelerar o cronograma de obras em andamento.

Mas o sócio da construtora afirma que ainda é preciso ter cautela. "A crise instalada nos últimos anos levará a uma reorganização mais lenta e sólida da economia do País, que chegou a níveis de atividade baixíssimos. Por isso, faz-se necessário o máximo de cautela nos investimentos e na realização das eventuais vendas que porventura aconteçam. O risco de prejuízo ainda é alto", explica.

Elias comenta ainda que os imóveis com valores mais baixos são os mais procurados no momento. "Lotes populares e habitacionais econômicos, casas e apartamentos com dois dormitórios são os mais comercializados. Os imóveis comerciais e industriais estão estagnados e dependem ainda mais da recuperação da economia como um todo", conclui.



G1, 27/set