quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Apartamento 4 Suítes no Leblon - R$ 5.600.000,00




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Crivella sanciona lei que libera imóvel de 25m²


O prefeito Marcelo Crivella sancionou ontem a lei que simplifica e cria regras mais flexíveis para construções no Rio. As alterações na legislação vão permitir, por exemplo, a construção de prédios com apartamentos de 25 metros quadrados de área mínima (exceto nas regiões de Barra, Vargens e Ilha do Governador). Os primeiros projetos com base no novo Código de Obras devem começar a ser lançados no segundo semestre, segundo previsão do presidente da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Claudio Hermolin.
Segundo Hermolin, uma das principais demandas do mercado será licenciar novos empreendimentos no entorno de terminais de transporte de massa (metrô, trens, BRTs e VLTs). O novo Código de Obras reduz as exigências de vagas de garagem num raio de 800 metros dessas estações. Nesses casos, o empreendedor só precisará reservar vagas para o equivalente a 25% do total de apartamentos do projeto.
- Essa flexibilização pode viabilizar economicamente para a construção civil em terrenos que hoje não são aproveitados. A tendência, no caso da Zona Sul, é que não haja muitos projetos por falta de áreas disponíveis, o que limita lançamentos. Um dos poucos terrenos disponíveis é o do 23º BPM (Leblon), mas há restrições legais para o estado se desfazer da área - disse o presidente da Ademi.
A Ademi e a Secretaria de Urbanismo ainda não têm estimativas da quantidade de projetos que podem ser licenciados este semestre. Apesar da sanção, alguns pontos da lei terão que ser regulamentados. Um deles trata da delimitação de áreas no entorno de favelas de todo o Rio, onde será permitido prédios inteiros com apartamentos de apenas 25 metros quadrados.
Crivella diz que a legislação precisava ser modernizada para dar dinamismo e desburocratizar as regras de construção. Para ele, as alterações poderão, inclusive, ajudar a conter a favelização. A nova lei tem apenas 41 artigos, contra 572 da legislação anterior, sendo que algumas das regras estavam em vigor há mais de 40 anos.
- A vida moderna impôs novos ritmos. O código antigo trazia insegurança jurídica, pois havia o risco de ferir algum artigo - afirma ele.


O Globo, Luiz Ernesto Magalhães, 15/jan

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Apartamento 3 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 800.000,00




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Cuidados com trabalho a céu aberto na construção civil


O verão vem registrando altas temperaturas e, com elas, é fundamental que as empresas estejam atentas à proteção de seus trabalhadores, durante a execução das atividades nos canteiros de obra. Os riscos ocupacionais associados ao trabalho a céu aberto na construção civil precisam ser levados em consideração e serem administrados de maneira a minimizar problemas de saúde decorrentes dessa exposição ao sol.
Os riscos são muitos e incluem: insolação, desidratação, aparecimento de manchas na pele, queimaduras e até problemas de saúde mais sérios, como cataratas e câncer de pele. Trata-se, portanto, de um assunto importante que, inclusive, tem a NR21 como regulamentadora, com o intuito de evitar que as atividades profissionais realizadas ao ar livre causem danos ao bem-estar e à saúde dos trabalhadores.
Além disso, há a NR15, que determina a necessidade de avaliação das condições do local de trabalho, a partir do Índice de Bulbo Úmido de Globo, que aponta a exposição do profissional ao calor. A legislação brasileira aponta que a temperatura média dos locais de trabalho deve ficar entre 20°C e 23°C, seja em escritórios ou em setores de produção. Essa temperatura deve ser constantemente monitorada e medidas devem ser tomadas para minimizar o contato do profissional com temperaturas mais elevadas.
Como proteger os trabalhadores dos riscos?
A NR 21 trata, justamente, dos cuidados necessários aos trabalhadores que atuam em céu aberto, abrindo possibilidade para que esses profissionais recebam adicional de insalubridade e estabelecendo medidas que devem ser adotadas pelas empresas, com o intuito de minimizar os riscos à saúde e segurança dos colaboradores.
O fornecimento de protetor solar, gratuitamente, está entre as exigências mais importantes, bem como a realização de intervalos para hidratação, repouso na sombra e preferência para a execução das atividades nos horários com menor incidência de sol. Além disso, é fundamental que sejam disponibilizados os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados para proteger o trabalhador do calor excessivo e da exposição ao sol.
EPIs para quem trabalha a céu aberto
Vestimentas adequadas: os trabalhadores devem utilizar roupas confeccionadas em tecidos leves e que cubram a maior parte do corpo (calça e camiseta de manga longa) para evitar a incidência direta do sol na pele;
Óculos de proteção: os óculos de proteção são obrigatórios em diversas atividades, sendo que no caso do trabalho a céu aberto as lentes devem ser capazes de proteger contra os raios UV;
Capacete: o uso de capacetes de segurança é obrigatório em todos os canteiros de obra e, no caso do trabalho a céu aberto, o dispositivo deve possuir revestimento que não acumule calor, de modo a evitar aquecimento excessivo na região da cabeça.

Fonte: Portal EPI

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Cobertura Duplex, 4 Suítes no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 2.900.000,00




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Déficit de moradias ainda é elevado


A tendência de queda do ritmo de crescimento da população brasileira é constante nas últimas cinco décadas, mas nem por isso o déficit de habitações está diminuindo no País. Ao contrário, segundo reportagem recente do Estado, esse déficit atingiu nível recorde na última década, num total de 7,78 milhões de unidades em 2017, mostrou estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) contratado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).
O que se destaca no trabalho é a existência de um grande mercado potencial de imóveis. A maior carência de moradias está nas faixas de baixa renda, formadas por famílias que percebem até três salários mínimos mensais, afirma Robson Gonçalves, da FGV.
O déficit recorde "ocorre, sobretudo, pela inadequação da moradia - famílias que dividem a mesma casa, moram em cortiços, favelas - e pelo peso excessivo que o aluguel passou a ter no orçamento das famílias nos últimos anos", explica Gonçalves.
O principal fator para o aumento do déficit foi a recessão econômica de 2014/2016, seguida de lenta recuperação das atividades. Entre outros fatores, cabe notar a diminuição da oferta de crédito para as unidades de baixo valor, onde o déficit é mais alto. Nos últimos anos, o Programa Minha Casa, Minha Vida não atendeu a toda a demanda, em especial nas faixas de renda de até 1,5 salário mínimo.
À medida que a retomada econômica ganhe força, é previsível um aumento da demanda em todas as faixas. Construtoras com capital aberto que atuam principalmente nos segmentos de média e alta rendas já constatam uma valorização de suas ações superior à valorização média dos papéis negociados na bolsa B3. É sinal de que muitos investidores já acreditam na melhora do mercado.
As incertezas dos últimos dois anos afetaram as operações. "O brasileiro que não perdeu seu emprego ficou com medo de ficar desempregado e adiou a compra da casa", notou Gonçalves. Entre os que ficaram sem emprego, alguns "tiveram de interromper um financiamento", explicou.
Agora, será decisiva a força da recuperação da atividade e da redução do desemprego, ajudada pela oferta de crédito à baixa renda prometida pela nova direção da Caixa Econômica Federal. Caberá ao setor privado financiar as faixas de renda média e média alta.


O Estado de S. Paulo, Editorial Econômico, 11/jan