terça-feira, 26 de setembro de 2017

Apartamento 2 Suítes na Península na Barra da Tijuca - R$ 1.150.000,00




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Embratur investirá R$ 25 milhões para promover Rio


Com o Rio de Janeiro mergulhado em uma crise fiscal e econômica e enfrentando problemas com a segurança pública, o governo federal prepara um pacote de ações para recuperar a imagem do destino turístico como cartão-postal do Brasil. O Ministério do Turismo (MTur) e a Embratur vão investir R$ 25 milhões em campanhas publicitárias que começam a circular em novembro - para mídia impressa, rádio, TV e canais digitais - para a promoção do Rio no Brasil e no exterior. O ponto de partida é uma pesquisa que cruza a forma como os turistas veem a cidade e o peso da segurança pública para o turismo carioca.

- O Rio é o cartão de visita do Brasil. Precisamos recuperar a imagem do destino aqui e lá fora. A pesquisa mostra que 95% dos turistas que estiveram na cidade em agosto pretendem voltar, e 92% dizem que recomendariam o Rio para viagens. É um vetor para o desenvolvimento econômico - afirma o ministro do Turismo, Marx Beltrão.

VIOLÊNCIA PREOCUPA TURISTAS

No ano passado, o Rio recebeu 6,8 milhões de turistas, sendo 1,5 milhão de visitantes internacionais. Juntos, eles geraram uma receita de R$ 11,2 bilhões para a economia local. A campanha da Embratur também seguirá as informações da pesquisa, sendo adaptada para os mercados em que irá circular: países da América do Sul, como Argentina, Estados Unidos e Europa. Será uma ação antecipada do programa "Mais Rio, Mais Brasil", que vai elevar o Rio à prioridade na divulgação internacional do país entre 2018 e 2022. A previsão do governo federal é que a arrecadação da cidade com o turismo pode saltar para R$ 45 bilhões por ano, contra os atuais R$ 11,2 bilhões.

Beltrão reconhece que a violência tem peso relevante na decisão de viagem do turista. É a principal desvantagem do Rio, segundo um grupo de mil pessoas de quatro cidades - São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre - ouvidas entre os dias 15 e 20 do mês passado. O levantamento, realizado pela FSBPesquisa a pedido do MTur, mostra ainda que mais de 70% dos entrevistados acreditam que melhorias em segurança pública seriam suficientes para atrair mais turistas à capital fluminense.

- A segurança sempre foi o calcanhar de Aquiles do Rio. É justamente por isso que as Forças Armadas estão aí (aqui), num esforço para conter o problema. Mas é claro que é preciso avançar para além da contenção, criando políticas públicas para equacionar o problema - ponderou o ministro, citando que os turistas avaliam que a presença do Exército nas ruas traz maior segurança e pode melhorar as condições.

Dois terços veem turismo como ótimo ou bom na cidade

Na opinião dos turistas, o Rio continua a ter uma imagem mais atrelada à beleza do que ao caos. Os visitantes que aqui estiveram em agosto associam principalmente as praias (19,8%) e o Cristo Redentor (15,7%) à cidade, à frente da violência (10,6%). E seis em cada dez turistas já vieram ao Rio antes. No total, mais de dois terços (67,6%) avaliam que as condições para o turismo na cidade são boas ou ótimas, destacando a quantidade de opções de lazer e cultura.

- É fundamental termos campanhas promovendo o Rio. Desde a Olimpíada, nada foi feito. A cidade dobrou a oferta de quartos e, em agosto, registrou 48% de ocupação média. Tem estrutura de qualidade com preços competitivos para receber eventos. Nos fins de semana de Rock in Rio, a ocupação decolou. Faltam campanhas e, em paralelo, temos o problema da segurança - diz Alfredo Lopes, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Rio (ABIH-RJ).

VALOR DE DIÁRIAS MAIS EM CONTA

O valor da diária média, continua ele, recuou em 22%, o que torna o circuito carioca mais atraente para quem viaja a lazer ou a trabalho. O preço, mostra a pesquisa, é o item que mais pesa na decisão de viagem do turista brasileiro com potencial para visitar o Rio, sendo citado por 65,1% dos entrevistados. O segundo fator decisivo ao escolher o destino é a segurança, segundo 59,2% das pessoas ouvidas.

No domingo foi lançado o Rio de Janeiro a Janeiro, calendário que reúne uma centena de eventos previstos para acontecer entre o réveillon deste ano e o fim de 2018. É outra ação da iniciativa privada e do governo para incentivar o turismo e a economia da capital fluminense.

Ao longo deste ano, diz o ministro do Turismo, Marx Beltrão, foram feitas campanhas para a promoção do turismo de regiões do país como o Nordeste, a Amazônia Legal e o Sul. A campanha do Rio vai alterar o cronograma original, que previa uma segunda campanha para o Nordeste antes:

- Mas, com a importância do Rio para o país, decidimos fazer a campanha do Rio. Estamos pedindo dotação orçamentária extra para fazer também a do Nordeste.



O Globo, Glauce Cavalcanti, 26/set

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Apartamento 4 Suítes na Península na Barra da Tijuca - R$ 2.560.630,00




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Curso capacita mulheres para a construção civil


Lugar de mulher é onde ela quiser. Elas ocupam cada vez mais os espaços que desejam e conquistam também lugares em atividades tidas como exclusivamente masculinas anteriormente. Pensando nisso, a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) e o Serviço Social da Indústria da Construção do Rio de Janeiro (Seconci-Rio) abrem na próxima terça-feira a segunda turma de formação de mulheres pintoras com foco na construção civil. O curso é gratuito.

"Além da formação ser destinada exclusivamente às mulheres, as casas pintadas como modelo são construções de verdade, entregues à comunidade de Vila Lage, em São Gonçalo, depois de totalmente repaginadas. Trata-se de capacitação profissional que valoriza social e economicamente a região", esclarece Ana Claudia Gomes, gerente de Relações Institucionais do Seconci. Daniele Chaves, 34 anos, cursa o 8º período de Engenharia Civil e decidiu investir na sua formação profissional fazendo todos os cursos ligados a área. "Neste curso, conheci outras mulheres e sonho em abrir com elas uma pequena empresa. Por isso, também estou frequentando as aulas de empreendedorismo para aprender a cuidar do meu negócio", diz.

Maria Piedade, 47, foi técnica de enfermagem por dez anos, e após a morte do marido decidiu largar a profissão. Ela conta que sempre gostou da área e viu no curso uma oportunidade de se preparar para este mercado. "Sou muito determinada. Já pintei a minha própria casa e agora farei isso profissionalmente", comemora. Para Flávia Barbosa, moradora do Gradim, em São Gonçalo, a nova profissão representa esperança, já que depois de um acidente, ficou com uma lesão no ombro e entrou em depressão.

"Esse curso foi um divisor de águas! Além de me devolver a vontade de viver, me deu um novo caminho e uma nova profissão", vibra.

O curso tem duração de um mês, e as inscrições ainda estão abertas: segundas, quartas e quintas-feiras, das 8h30 às 17h, no atendimento comunitário do Canteiro de obras da MRV (Rua Lucio Tomé Feteira 312, Vila Lage). As interessadas devem comparecer munidas de documento de identidade, CPF e comprovante de residência.



O Dia, Brunna Condini, 23/set

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 657.000,00




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Quem quer dinheiro?


Reunido com grandes nomes da economia brasileira em evento na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em São Paulo, na segunda-feira 11, o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, tomou o palco para anunciar uma notícia esperada por todos: a pior crise econômica já enfrentada pelo Brasil é coisa do passado. "Claramente, a grande recessão acabou", afirmou o ministro, ressalvando que a recuperação terá "um caráter muito particular", diante da perspectiva de que ela será lenta "do ponto de vista econômico e fiscal". Entre os fatores que ajudam a retomada está o crédito, cuja concessão vem crescendo ao longo do ano, graças à queda dos juros, da inflação e do endividamento das famílias. A notícia é comemorada pelos setores produtivo e bancário, que já vislumbram dias melhores após dois anos seguidos de aperto.

Olhando para os dados macroeconômicos, o que se vê é que o crédito possui espaço para crescer. A começar pela inflação, que se encontra em patamares semelhantes aos registrados na implantação do Plano Real, em 1994. Os dados mais recentes, de agosto, mostram que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a medida oficial de inflação do País, teve alta de 2,46% no acumulado 12 meses, abaixo do piso da meta estabelecida pelo governo para este ano, de 3%. A trajetória benigna dos preços está permitindo o Banco Central (BC) reduzir a taxa básica de juros, a Selic, desde o final do ano passado. Na última reunião, no início de setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou os juros em 1 ponto percentual, para 8,25%, a sexta redução seguida da Selic.

O movimento de queda da taxa referencial do País está sendo repassado aos consumidores, segundo dados da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Em agosto, os juros praticados nas operações de crédito recuaram pelo nono mês consecutivo. A taxa para pessoa física caiu 0,04 ponto percentual no mês, na comparação mensal, e 1,07 ponto percentual em relação a agosto de 2016, para 7,54%, o menor patamar registrado desde novembro de 2015. O barateamento do crédito, junto com sinais de melhora no mercado de trabalho, está estimulando as pessoas a buscarem financiamento. Segundo a Boa Vista SCPC, a demanda subiu 1,3% em julho, na comparação com junho. No acumulado do ano, porém, a procura ainda acumula queda de 1,2%.

O varejo esfrega as mãos, após registrar uma queda 6,2% nas vendas, no ano passado, segundo o IBGE. Foi a maior contração registrada na série histórica, iniciada em 2001. O setor de eletrodomésticos, que teve um recuo de 12,6% das vendas no ano passado, vê a queda da taxa de juros como um fator essencial para sua retomada. Os primeiros sinais são animadores. No primeiro semestre, o volume de vendas cresceu 18,5% na comparação com o mesmo período de 2016, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros). "A queda dos juros está sendo fundamental para o setor eletroeletrônico, em que é indispensável ter juros adequados, porque a maior parte são compras caras", afirma Lourival Kiçula, presidente da entidade.

A mesma esperança é vista no setor automotivo. O bom cenário fez a Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef) revisar para cima sua projeção de liberação de recursos para financiar a compra de veículos. Ela estima que serão concedidos R$ 90,6 bilhões neste ano, o que representa uma alta de 10,2% na comparação com o ano passado. Anteriormente, a estimativa era de um volume de R$ 86,7 bilhões, crescimento de 5,5%. "Vemos uma recuperação no mercado, em função da demanda reprimida", diz Luiz Montenegro, presidente da Anef. Com mais crédito, as vendas de veículos devem crescer. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) elevou de 4% para 7,3% a previsão de crescimento no volume de veículos licenciados neste ano.

O mercado imobiliário também aponta sinais de melhora. Após queda de 6,2%, entre janeiro e julho, num total de R$ 25 bilhões, os financiamentos ganharam força em julho, totalizando R$ 4,2 bilhões, alta de 11% em relação ao mesmo mês de 2016, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A expectativa é de recuperação gradual nos próximos meses, encerrando o ano com expansão de 1% na concessão de crédito, totalizando R$ 117 bilhões. "Os componentes macroeconômicos apontam para um cenário melhor", diz Gilberto de Abreu Filho, presidente da Abecip.

O barateamento do crédito em curso será amenizado a partir de agora. "O Copom vê, neste momento, como adequada uma redução na magnitude da flexibilização monetária", disse Ilan Goldfajn, presidente do BC, na quinta-feira 14, durante a 14a edição do prêmio As Melhores da DINHEIRO, em São Paulo. Para muitos economistas, o BC deveria continuar com o atual ritmo. "A taxa de inflação está muito baixa", afirma Luiz Carlos Bresser-Pereira, economista e ex-ministro da Fazenda. "Acho que ela será menor que 3%." A avaliação é compartilhada pelo ministro Dyogo de Olivera. "Há espaço para uma política monetária flexível", afirmou. Com juros menores, as prestações voltarão a caber no bolso dos brasileiros.



IstoÉ Dinheiro, Ivan Ryngelblum, 22/set