sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Apartamento 4 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.430.000,00




Mercado imobiliário vive momento de transição


As novas regras do financiamento habitacional divulgadas pela Caixa Econômica Federal e a melhora das perspectivas econômicas prometem dar um novo fôlego para o mercado imobiliário. Até 2013, o setor viveu tempos áureos. Acompanhando a crescente da economia, a liberação do crédito e a expansão da demanda, o mercado chegou ao auge. Em seguida, com as incertezas políticas e a desaceleração da economia, houve uma queda. "Com juros altos e crédito mais escasso, a velocidade de vendas tendeu a queda. Agora o cenário é outro e a tendência é que o mercado retome seu ciclo de crescimento, com perspectivas de queda acentuada na taxa Selic em 2017, somada à redução dos estoques, sobretudo por conta da queda no volume de lançamentos", explica Henrique Penteado Teixeira, gerente comercial da Cyrela em Curitiba. Por isso, segundo especialistas, este é o momento ideal para quem sonha com a casa própria ou com uma oportunidade de investimento. "O mercado é cíclico e funciona seguindo a lógica oferta x demanda. Em função da demanda retraída, o número de lançamentos estava reduzido. Com o reaquecimento do setor, as oportunidades com condições atuais de negociação e valores mais atrativos tendem a acabar", revela Teixeira. Atuando há mais de oito anos no mercado curitibano, a Cyrela já sente uma melhora em seus números. Enquanto em 2015 a empresa fechou o ano com VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 170 milhões, em 2016 alcançou R$ 190 milhões até a primeira quinzena do mês de dezembro. No ano passado, a Cyrela entregou dois empreendimentos - Le Chateau e Urban Office Curitiba - e lançou o DOC Castelo Batel - empreendimento inspirado nos melhores centros médicos existentes, que teve 95% de suas unidades vendidas.
Obra 24 horas, Notícias, 13/Jan

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Cobertura 3 Quartos no condomínio Le Parc na Barra da Tijuca - R$ 2.300.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/12629/cobertura-3-quartos/cobertura,-3-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-le-parc,-venda/barra-da-tijuca

Banco do Brasil negocia crédito de R$ 6,5 bilhões para o Rio


O Banco do Brasil negocia empréstimo de 6,5 bilhões de reais ao Rio de Janeiro para ajudar o governo do Estado a sair da situação atual de caos financeiro. Uma ampla reestruturação da dívida do estado com bancos credores também faz parte das negociações do acordo de emergência, que precisa ser homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

As ações de auxílio ao Rio neste ano somariam 20 bilhões de reais, sendo que cerca de metade desse valor seria correspondente à redução de custos, segundo o jornal O Globo. O impacto das medidas até 2020 seria de 50 bilhões de reais, afirma a publicação carioca.

A estimativa ainda preliminar é de uma reestruturação de 6 bilhões de reais em dívidas que vencem só este ano. Segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo, a reestruturação vai prever a suspensão do pagamento de principal e juros durante o período de vigência do Regime de Recuperação Fiscal (RFF) previsto para durar três anos.



Veja.com, Economia, 12/Jan

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Cobertura 3 Quartos no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 4.900.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/12625/cobertura-3-quartos/jardim-oce%C3%A2nico/barra-da-tijuca

Crivella confirma estudo para rever IPTU e corrigir distorções


O prefeito Marcelo Crivella confirmou ontem que pretende rever a planta genérica de valores (usada na base de cálculo do IPTU) a fim de corrigir distorções - os valores não são atualizados desde 1997. Ele citou como exemplo o imposto pago por contribuintes que moram na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, em comparação com a Barra da Tijuca, em pontos distantes da orla. Como O GLOBO revelou ontem, a Secretaria municipal de Fazenda estuda mudanças na legislação do IPTU. A previsão é que os estudos sejam concluídos em março. Qualquer mudança, no entanto, terá que ser aprovada pela Câmara dos Vereadores e entraria em vigor em 2018.

- Desde a posse, nós dizemos que é preciso compatibilizar o imposto com a capacidade contributiva. Não significa que vamos aumentar o IPTU de forma generalizada. Nós precisamos é ver aqueles imóveis em que há distorções. Veja o exemplo da Vieira Souto, em Ipanema, onde tem gente que paga de R$ 4 mil a R$ 6 mil de IPTU. Enquanto isso, na Barra, tem gente que paga até R$ 8 mil, mesmo morando em um apartamento fora da orla - disse Crivella.

A presidente da Associação de Moradores de Ipanema, Maria Amélia Loureiro, por sua vez, diz que qualquer revisão do tributo terá que ser criteriosa para evitar injustiças. Ela observou que o fato de alguém viver numa área nobre não significa necessariamente que tem condições de contribuir com um imposto mais elevado. Ela defende que as propostas de alteração, antes de serem enviadas à Câmara, sejam apresentadas e discutidas com líderes comunitários.

Enquanto a revisão do IPTU não acontece, o contribuinte tem que se preocupar em pagar o tributo deste ano. A partir desta semana, a Secretaria municipal de Fazenda começa a distribuir os carnês de 2017 pelo correio. O imposto poderá ser pago em cota única (com 7% de desconto), em fevereiro. Ou em dez parcelas entre fevereiro e novembro. O vencimento da cota única e da primeira parcela será nos dias 10 (carnês de finais 0 a5) e 13 de fevereiro (carnês de finais 6 a 9). Em comparação a 2016, o IPTU virá com um reajuste de 6,58%, correspondente à inflação acumulada pelo IPCA-E no ano passado. Se não receber o carnê até o dia 19, o contribuinte poderá obtê-lo no site http://iptu.rio.rj.gov.br.



O Globo, Gustavo Goulart Luiz Ernesto Magalhães, 11/Jan