sexta-feira, 20 de julho de 2018

Terreno no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 14.000.000,00




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Consumidor deve frear o ritmo de compras este ano, diz pesquisa


Com menos confiança na recuperação da economia e em sua própria situação financeira, o consumidor brasileiro deve frear o ritmo de compras este ano. Do outro lado, sete em cada dez varejistas já sentem piora no cenário econômico neste ano, aponta pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC). A decepção do empresário com as condições da economia fez o nível de confiança do varejista recuar 4,3% em julho - a maior retração desde agosto de 2015. Os dois movimentos acenderam a luz amarela no varejo, e consultorias já revisam suas projeções e estimam alta em torno de 4% nas vendas do varejo em 2018, contra até 6% previstos no início do ano.

Estudo da CNC revela que o ímpeto de consumo de 52,7% dos brasileiros está menor do que em 2017. A desconfiança sobre o futuro por causa da incerteza com a eleição foi o motivo apontado por 64% dos entrevistados, que disseram que é um "momento ruim para a compra de bens duráveis".

- Neste cenário de desemprego alto e incerteza sobre o futuro, o cidadão já fica mais retraído para comprar. Ele vê a greve dos caminhoneiros e pensa: "vai azedar ainda mais". E posterga a troca de produtos mais caros - comentou Eduardo Yamashita, diretor do Grupo GS&Gouvêa de Souza.

Descontos de 40% a 70%

A comerciante Claudia Saad decidiu fechar sua loja de roupa de cama e banho depois de 14 anos funcionando na Zona Oeste de São Paulo. Ela contou que, após três anos de prejuízo e dificuldades de renegociar o contrato do aluguel, a única saída foi fechar:

- Estamos dando descontos a partir de 40% para vender tudo. Não vou mais ser varejista. Estou me formando para ser corretora de imóveis.

A Tendências Consultoria revisou de 4,7% para 4,5% sua projeção para o crescimento do varejo ampliado (que inclui veículos e material de construção), impactado pela greve dos caminhoneiros. Para a economista Isabela Tavares, da Tendências, o consumo das famílias continuará puxando a economia, mas o ritmo será menor.

- A liberação dos recursos do PIS/Pasep, no segundo semestre, vai ajudar um pouco o varejo, mas o desemprego elevado e as incertezas com a eleição farão as vendas crescerem abaixo do que se esperava no início do ano - explicou.

O Grupo GS&Gouvêa de Souza revisou de 4,4% para 3,9% a expectativa de crescimento do varejo ampliado. Já na CNC, a projeção é um pouco melhor, de 4,8%. No início do ano, no entanto, a entidade estimava alta de 6%. Com isso, a CNC também reviu sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,8% para 1,6% em 2018.

- O varejo é o motor da economia. Se o consumo não cresce, não tem como a economia crescer - avaliou Fábio Bentes, economista da CNC.

No tradicional comércio de rua da João Cachoeira, em São Paulo, a administradora Daniela Rezende, de 34 anos, olha as numerosas faixas de liquidação e de descontos que vão de 40% a 70%. Mas a compra do dia foi modesta: um spray para impermeabilizar um sapato de couro e fazê-lo durar mais. O gasto foi de R$ 19,90.

- Os sapatos são lindos. Mas a situação não está para gasto - contou ela, que dizia temer perder o emprego diante de "tanta notícia sobre demissão".

Só 1% vai comprar bem durável

Se o consumidor está adiando a compra até de sapatos, os bens mais caros nem entram na lista de prioridades. Um levantamento feito com consumidores pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar) mostrou que o índice de brasileiros que pretendem efetuar uma compra de bem durável, como geladeiras ou eletrodomésticos, entre os meses de julho e setembro é de apenas 1%.

- Os bens duráveis, além de vestuário e calçados, são os primeiros a sentir a queda de confiança do consumidor - diz Ana Paula Tozzi, sócia da consultoria AGR.

Nos shoppings, a expectativa de vendas também não é das melhores. A Alshop não faz estimativas, mas avalia que o movimento deve ficar apenas um pouco acima do de 2017, quando as vendas atingiram R$ 147,5 bilhões, um crescimento de apenas 5% em relação a 2016.

- Copa e eleições já têm impacto negativo nas vendas dos shoppings. Este ano, o reflexo da greve dos caminhoneiros balançou a tímida recuperação que se via na economia. A velocidade de vendas será menor do que a esperada no início do ano - disse Luís Augusto Ildefonso, diretor de relações institucionais da Alshop, associação que representa os lojistas de shopping.

Ildefonso observa que todos os anos as lojas fazem liquidações de inverno, mas, quando o frio não chega - como aconteceu este ano -, as ofertas começam mais cedo.



O Globo online, Roberta Scrivano e João Sorima Neto, 20/jul

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Terreno no Recreio dos Bandeirantes - R$ 600.000,00




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Vai morar em Portugal? É preciso acertar as contas com a Receita brasileira antes da mudança


Morar em Portugal tem se tornado, cada vez mais, o objetivo de muitos brasileiros. Em meio aos planos sobre como seria, ou será, a vida do outro lado do oceano Atlântico, os futuros viajantes acabam esquecendo de um assunto muito importante e que, se mal resolvido, pode resultar em dor de cabeça após a mudança de país: a situação fiscal. A partir do momento em que um brasileiro passa a viver no país da Península Ibérica, ele precisa comunicar sua mudança para a Receita federal, como explica o advogado Luigi Terlizzi, especialista em direito fiscal e empresarial do Almeida e Freeland Advogados Associados.

- Quando um brasileiro decide se mudar para Portugal, é preciso comunicar a saída ao Fisco, para que ele não seja autuado ou cobrado pela Receita Federal. Esta comunicação é feita eletronicamente, por meio do próprio site da Receita - diz Terlizzi.

O advogado indica que esse procedimento junto à Receita é importante porque, caso uma pessoa permaneça por mais de 183 dias em território português, ela obtém automaticamente a condição de residente fiscal, ou seja, esclarece Terlizzi, os rendimentos da pessoa passam a estar à disposição e devem ser oferecidos à tributação em Portugal.

Confira, abaixo, perguntas e respostas sobre a questão fiscal na hora de sair do Brasil rumo a terras portuguesas.

A partir do momento em que uma pessoa decide se mudar para Portugal, como deverá ser comunicada a saída à Receita Federal do Brasil?

Todo brasileiro que se mudar para Portugal deve realizar um procedimento chamado de "encerramento fiscal", no próprio site da Receita brasileira. Este procedimento tem como objetivo declarar que esse cidadão não é mais um residente para fins fiscais no Brasil e, além disso, dar quitação dos débitos tributários perante o Fisco brasileiro. O encerramento fiscal é importante para evitar questionamentos perante a Receita Federal no futuro, além de desobrigar o cidadão à entrega da declaração anual do Imposto de Renda e fixar a residência fiscal em apenas um território, evitando uma condição de dupla residência e o risco da bitributação da renda.

Qual o prazo para informar a saída definitiva do Brasil junto à Receita Federal?

No caso de uma saída permanente intencional, a comunicação deve ser feita a partir da data da saída até o último dia do mês de fevereiro do ano seguinte após a partida do Brasil. Já em uma saída temporária, na qual o brasileiro decide permanecer definitivamente em terras portuguesas, a contagem começa a partir do 12º mês de permanência em Portugal até o último dia do mês de fevereiro do ano seguinte ao aniversário de um ano no exterior.

Com a saída definitiva do Brasil o cidadão passa automaticamente a ser um residente fiscal em Portugal?

A saída definitiva do Brasil, com o preenchimento do formulário de encerramento fiscal no site da Receita, não se traduz automaticamente numa transferência de residência fiscal para o país de destino. Em Portugal, o cidadão passa a ser considerado um residente fiscal após a permanência em seu território por mais de 183 dias, seguidos ou não, em um período de 12 meses. Por isso, se a intenção não é residir definitivamente em Portugal deve-se atentar aos prazos fiscais para evitar problemas como a aquisição de dupla residência e dupla cobrança de imposto.

Como funciona a saída definitiva do Brasil para efeitos de obrigatoriedade da declaração anual do Imposto de Renda (IR)?

O não-residente fiscal no Brasil não é obrigado a entregar a declaração anual do IR. Com a comunicação de saída definitiva junto à Receita, o contribuinte deve preencher a declaração de saída definitiva, documento que apura eventuais débitos tributários em aberto. Realizado o procedimento, o cidadão deixa de ser um residente fiscal no Brasil.



O Globo online, Gabriel Martins, 18/jul

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Casa 4 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 2.500.000,00




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Pior transporte do mundo? Moradores do Rio já sabiam


Os passageiros que usam ônibus e trem todo dia no Rio não se surpreenderam com a pesquisa do instituto Expert Market, dos Estados Unidos, que aponta o Rio como a cidade com o pior transporte do mundo. O serviço prestado aos cariocas ficou em último lugar num ranking que analisou 74 municípios em 16 países. O estudo se baseou em critérios como tempo de viagem, espera nos pontos, baldeações necessárias para completar a viagem e o custo mensal das passagens, considerando o salário médio da população.

- Já fiquei mais de 40 minutos no ponto esperando pelo ônibus. Isso quando as empresas não tiram a linha de circulação sem avisar aos passageiros - reclama Selmo Paulo da Silva, de 62, morador de Jacarepaguá.

O soldador Thiago Rocha, de 29 anos, morador de Bangu, contou que já ficou até uma hora no ponto de ônibus - a média de espera do carioca apontada na pesquisa é de 19 minutos. Já o tempo médio perdido nos trajeitos é de uma hora e meia, de acordo como o estudo.

Acompanhando o Rio na lista dos piores, estão outras capitais brasileiras: Brasília (68ª posição), Salvador (70ª) e São Paulo (72ª). No outro extremo, a França lidera, batendo um bolão no sistema de transporte: além de ter Nice, cidade que ficou em primeiro lugar, é o pais que tem mais municípios entre os dez melhores. São quatro, considerando Toulouse (4ª posição), Lyon (7ª) e Strasbourg (9ª).

- Se a análise tivesse um número maior de cidades, o Rio ainda seria o pior. O transporte público é muito ruim e ainda por cima, caro - diz Walber Siqueira, de 34 anos, morador de Santa Cruz.



Extra, Geraldo Ribeiro, 18/jul