sexta-feira, 19 de abril de 2024

Apartamento Duplex, 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 990.000,00



Fundo imobiliário amplia presença no Rio e reduz dívidas; Índice tenta mais uma alta em semana de Copom

O índice de fundos imobiliários (Ifix) da B3 abre a semana, que encerra janeiro e abre o calendário de reuniões de decisão de política monetária do Banco Central (BC) em 2024, sem direção única.

Com isso, por volta das 12h55 (de Brasília), o Ifix oscilava perto da estabilidade (-0,01%), aos 3.331 pontos, mantendo-se firma acima dos 3.300 pontos, patamar alcançado há um mês.

Diante do bom desempenho, o índice caminha para encerrar com ganhos pelo terceiro mês seguido.

No horário acima, o FII que mais subia era o Hotel Maxinvest (HTMX11), quase 1,5%, engatando o terceiro pregão seguido de valorização.

Por outro lado, o fundo imobiliário BTG Pactual Terras Agrícolas (BTRA11) tinha a maior queda (-4%), ampliando a sequência de perdas, com sete dias seguidos de sinal negativo. Desta forma, o BTRA11 tem o maior tombo do mês, de 17%, e é negociado perto das mínimas. As cotas estão no patamar de R$ 50.

Fundo imobiliário de shoppings investe no Rio e abate dívidas

O fundo imobiliário Genial Malls (MALL11) informou ao mercado que adquiriu participações em shoppings no Rio de Janeiro, em negócio avaliado em mais de R$ 270 milhões.

Em comunicado, o FII explica que concluiu a compra de participação indireta de 20% do Shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro, por R$ 81 milhões. O cap rate da operação é estimado em 9,1%.

O MALL11 ainda adquiriu 100% das cotas do fundo imobiliário Barra Malls, dono do Península Open Mall e do Rio2 Shopping. Os ativos ficam na Barra da Tijuca e atendem um público de alta renda. A operação foi avaliada em R$ 126,3 milhões, com cap rate de 9,1%.

Para ampliar os investimentos no Rio de Janeiro, o Genial Malls ainda assinou o compromisso de compra de participação de 17,5% no Caxias Shopping, em Duque de Caxias, por R$ 65,8 milhões e cap rate de 9,5%.

Além disso, o FII ainda fez o pagamento de R$ 88,1 milhões referente aos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) das séries 468 e 470, reduzindo as dívidas em 47,9%. Sendo assim, o saldo devedor do FII agora é de R$ 115,8 milhões.

Após essas aquisições, o MALL11 amplia seu portfólio e passar a ter fatias em 14 shoppings, distribuídos em cinco estados. Porém, com ampla presença no estado fluminense. Com isso, a ABL do FII atinge 127,5 mil metros quadrados.

Money Times, 19/abr

quinta-feira, 18 de abril de 2024

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte em Jacarepaguá - R$ 850.000,00 - R$ 3.000,00



Novo empreendimento aquece mercado imobiliário na Baixada

Em 2024, o mercado imobiliário está superaquecido, graças à retomada das concessões de financiamento de imóveis e a baixa taxa de juros, conforme dados do site Imobi Report especializado no assunto. Uma dessas áreas em franca expansão é a Baixada Fluminense, seja pela sua localização geoeconômica, com muitas empresas e indústrias ao redor, seja pelo perfil da sua população. Entre os lançamentos previstos para este ano está o Residencial Cidade Jardim, fruto da parceria entre duas empresas: a Buriti Empreendimentos e a Ciampi Empreendimentos.

Localizado há cerca de 10 minutos do centro de Duque de Caxias, na Estrada Rio D’Ouro que faz interseção com o Arco Metropolitano, o novo loteamento oferece toda a infraestrutura urbanística necessária. Sua extensão de 499 mil m² conta com itens indispensáveis: asfalto com meio-fio, paisagismo, rede de água e energia elétrica, iluminação pública, rede e tratamento de esgoto e galerias de drenagem.

O projeto traz duas propostas diferenciadas: A parte baixa do bairro é um loteamento aberto com 653 terrenos residenciais com metragem de 200m² a 405m² e 128 terrenos comerciais com metragem de 350m² até 516m². Conta ainda com câmeras de monitoramento e área de lazer.

A parte alta é um loteamento com acesso controlado e possui 177 terrenos residenciais de 200 m² a 434m², com portaria, monitoramento por câmeras e área de lazer.
O planejamento urbanístico se desenvolve em áreas legalizadas pelos órgãos públicos, respeitando o meio ambiente, o plano diretor e o código de obras do município.

Todos esses recursos refletem a preocupação da Buriti em oferecer o máximo de bem-estar aos seus futuros moradores que terão a sensação de estar no campo, porém, próximo das conveniências da cidade, em um local calmo, longe da violência dos grandes centros urbanos, além de contar com privilégio da segurança.

Monitor Mercantil, 18/abr

quarta-feira, 17 de abril de 2024

Apartamento 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 1.000.000,00 - R$ 7.000,00



Com mercado imobiliário aquecido, Rio pode sofrer falta de imóveis novos para venda

Um levantamento realizado pelo Sindicato da Construção Civil fluminense (Sinduscon-Rio) mostrou que, em 2023, o mercado imobiliário da cidade apresentou um forte aquecimento nas atividades de venda.

Segundo dados oficiais da entidade, o ano registrou 18% a mais em volume de vendas de unidades residenciais, apesar do recuo de 16% no número de lançamentos, na comparação com 2022.

A sondagem verificou que, no mês de dezembro de 2023, foram vendidas 50% a mais de habitações na capital fluminense. A expectativa do Sinduscon-RJ é de que, em 2024, os números sejam ainda mais promissores. Um dos indicativos para tamanho otimismo é a redução da taxa de juros.

No entanto, o presidente da entidade, Claudio Hermolin, alerta para uma possível falta de estoque de imóveis na cidade, já que não houve novos lançamentos nos últimos seis meses.

“Esses números mostram que vendemos estoque que, hoje, está abaixo de seis meses. Ou seja, se não tivermos nenhum lançamento nos próximos seis meses e continuarmos com a mesma velocidade de vendas, termina todo o estoque do mercado imobiliário na cidade do Rio”, afirmou Hermolin, segundo a jornalista Berenice Seara.

Uma alternativa é o mercado de imóveis secundário, os famosos imóveis usados. Com localização por vezes muito melhor ou igual à dos lançamentos, este mercado também está tendo grande aumento na velocidade de vendas, principalmente na Zona Sul e na Tijuca, mas conta com preços muito mais camaradas. Lucy Dobbin, da Sergio Castro Imóveis lembra que “por vezes vizinhos de parede de lançamentos, tendem a ter plantas melhores, e preços que podem chegar perto da metade, por metro quadrado. Um exemplo interessante é um apartamento na Prudente de Morais, com 170m2 e 2 vagas num prédio bem organizado, que sai a R$ 2.600.000,00 enquanto a poucas quadras é vendido um lançamento a incríveis 40.000 reais por metro. É uma diferença que alguns consideram insana, e talvez não se justifique para a maior parte das pessoas.”

Diário do Rio, 17/abr