terça-feira, 18 de setembro de 2018

Apartamento 1 Suíte na Avenida Sernambetiba na Barra da Tijuca - R$ 925.000,00




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Governo quer financiar energia solar para reduzir conta de luz


Com o brasileiro pagando contas de luz mais caras desde junho com a bandeira tarifária vermelha acionada para compensar os custos do acionamento de termelétricas e a expectativa de industriais de manutenção de tarifas altas pelo menos no horizonte de um ano, o governo tem pouca margem de manobra para amenizar o peso da energia no bolso das famílias e no caixa das empresas. As alternativas com efeito no curto prazo são limitadas. Ainda assim, a menos de três meses para a saída de Michel Temer, o governo estuda medidas para reduzir a dependência do país de hidrelétricas e, ao mesmo tempo, reduzir o custo da energia.

O governo planeja um novo programa de financiamento dos bancos públicos para a compra de painéis de geração de energia solar, o que tende a beneficiar apenas famílias de renda mais alta. O governo também quer mexer nos subsídios que, junto com os impostos, representam cerca de 50% das contas, o que teria um efeito mais amplo para os consumidores. Mas isso demanda negociações mais complexas e demoradas.

Outras duas propostas em estudo são a realização de leilões para substituir termelétricas a diesel por gás natural, mais baratas, e a revisão do contrato da usina Itaipu. Ambas só terão desdobramentos a partir de 2023.

ESPECIALISTAS SÃO CÉTICOS

O ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, disse ao GLOBO que pretende, pelo menos, levantar a questão sobre a necessidade de eliminar subsídios que pesam na conta de luz. Apesar do calendário apertado, os leilões de termelétricas a gás podem ser realizados ainda em 2018, ele diz.

Moreira também quer começar as negociações sobre a revisão do acordo de Itaipu com o Paraguai, cujo novo governo já procurou o Brasil para conversar. O país vizinho é obrigado a vender o excedente da sua parte na geração da usina para o Brasil até 2023. Depois dessa data, ficará livre para vender no mercado livre (no qual comprador e vendedor negociam o custo da energia). O Brasil é, de longe, o mercado mais atraente, o que abre espaço para a negociação de novas condições.

- Existem programas de assistência regional no Paraná e no Paraguai que foram negociados durante a construção da usina. Tudo isso pesa na conta e precisa ser revisto - diz o ministro.

Especialistas veem com ressalvas as iniciativas do governo. Para o professor de Economia da UFRJ, Nivalde José de Castro, é preciso ter cuidado com a criação de programas de financiamento para incentivar a geração domiciliar solar. Eles tendem a beneficiar quem não precisa. Um kit para atender o consumo de uma residência custa em torno de R$ 10 mil.

Para Claudio Sales, presidente do Instituto Acende Brasil, esse tipo de programa é insustentável se forem mantidas as regras atuais de compensação. Quem gera energia solar pode abater integralmente os valores na conta, deixando o peso dos subsídios para os demais consumidores. Para os dois especialistas, a revisão do contrato de Itaipu pode ser uma oportunidade para reduzir as tarifas, mas num prazo mais longo.



O Globo, Geralda Doca, 18/set

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Cobertura, 3 Quartos, 2 Suítes em condomínio na Barra da Tijuca - R$ 2.800.000,00




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Momento é bom para financiamento imobiliário, mas é preciso pesquisar


O volume de crédito de financiamento imobiliário cresceu neste ano. Foram R$ 30,21 bilhões de janeiro a julho, montante 21,9% superior ao mesmo período de 2017, segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

Para quem quer aproveitar o momento de crédito em alta e taxas de juros em baixa (acompanhando a taxa Selic, que está em 6,5%, o menor patamar histórico), é importante pesquisar.

Como o financiamento imobiliário acontece em prazo longo, mesmo uma pequena variação da taxa de juros pode significar uma grande economia para o comprador.

Cálculo feito pela MelhorTaxa, site que faz simulações de crédito, mostra que um financiamento imobiliário no valor de R$ 250 mil por um prazo de 15 anos pode custar R$ 280 a mais por parcela, ou R$ 50 mil no total, se a taxa de custo efetiva subir de 10% para 12% ao ano.

Importante lembrar ainda que os juros cobrados pelos bancos - em torno de 9% - não são o único custo para quem pretende financiar um novo imóvel.

Há ainda dois seguros obrigatórios: morte e invalidez permanente, que é calculado com base no saldo devedor e leva em consideração a idade do comprador, e de danos físicos ao imóvel, calculado com base no valor do bem. Os custos são divididos e incluídos no parcelamento.

O ideal é que a parcela mensal total não comprometa mais do que 20% a 30% da renda da pessoa, explica o professor de finanças do Insper, Ricardo Rocha.

Os bancos permitem dividir o valor do empréstimo em até 35 anos (veja quadro abaixo). O prazo escolhido pelos mutuários costuma ser menor, em média 20 anos.

"A maioria quita o financiamento em 12 anos", comenta o economista-chefe do Secovi (sindicato do mercado imobiliário), Celso Petrucci.

Ele afirma que o crédito imobiliário tem despertado mais interesse das instituições financeiras e ajudado no aumento das vendas do setor.

"Para se ter uma ideia, em 2004 e 2005, esse tipo de financiamento representava 5% do crédito dos bancos para a pessoa física. Hoje já está em 20%", afirma.

De acordo com o diretor da área de crédito imobiliário do Bradesco, Romero Gomes Albuquerque, o crédito imobiliário deixou de ser uma obrigação dos bancos (que têm que destinar recursos da poupança para financiar casa própria) para se tornar um produto estratégico das instituições.

Além do SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), que usa recursos da poupança, é possível conseguir financiamento para a casa própria pelo Minha Casa Minha Vida.

No programa do governo, que usa recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), a taxa média é menor, de 6% ao ano.

Nesse caso, há limitação de renda familiar de até R$ 9.000 mensais. Há ainda o teto de R$ 240 mil no valor do imóveis financiado, que é válido para Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro.

Outra alternativa é a linha pró-cotista, que também usa recursos do FGTS sem impor limite de renda. Mas para ter acesso a esse recurso é obrigatório que a pessoa esteja contribuindo com o fundo de garantia.

É uma linha com taxas a partir de 8% ao ano. "Depois do Minha Casa Minha Vida é a modalidade com os juros mais baixos do mercado", afirma o vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Paulo Antunes.

Antes, esse financiamento estava disponível apenas nos bancos públicos, mas já começa a fazer parte também da carteira das instituições privadas.

"Começamos a operar nessa modalidade, mas ainda é uma linha bastante reduzida em termo de disponibilidade", diz o superintendente de negócios imobiliários do Santander, Fabrizio Ianelli.

A pró-cotista tem orçamento definido pelo governo. Neste ano, foi destinado R$ 1,4 bilhão à compra de imóveis usa- dos, já totalmente liberado, de acordo com a Caixa.

A instituição informa que o financiamento para imóveis novos segue aberto.

O Bradesco pretende entrar nessa linha a partir do ano que vem.

Há ainda a opção de financiamento direto com as construtoras. Nesse caso, a taxa de juros fica em 12% ao ano mais IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), que de janeiro a agosto deste ano acumula uma alta de 6,66%.

"Antes, essa era uma alternativa mais usada porque o crédito imobiliário era mais caro e restritivo. Mas, com as reduções nas taxas e os bancos mais interessados neste produto, o financiamento com incorporadoras diminuiu bastante", explica Petrucci, do Secovi.



Folha de São Paulo, Gilmara Santos, 16/set

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Cobertura 3 Quartos no Barramares na Barra da Tijuca - R$ 3.500.000,00




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Dólar é recorde desde o Plano Real


Influenciado pelo cenário eleitoral, o dólar comercial acelerou sua valorização na tarde de ontem e bateu o recorde histórico de fechamento: R$ 4,195, uma alta de 1,11%. É a maior cotação em 24 anos, ou seja, do Plano Real. Até então, o maior valor de fechamento era de R$ 4,166, registrado em 21 de janeiro de 2016. Na máxima de ontem, a moeda chegou a ser negociada a R$ 4,20.

Nas casas de câmbio do Rio, a cotação do dólar variou entre R$ 4,31 no papel-moeda e R$ 4,63 no cartão pré-pago. As cotações já consideram o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 1,1% e 6,38%, respectivamente.

Enquanto o ambiente externo trouxe certo alívio com a decisão do Banco Central da Turquia de subir os juros e com a inflação americana abaixo do esperado, os investidores buscaram proteção após notícias do universo político, como a expectativa de melhora de Fernando Haddad (PT) nas pesquisas eleitorais e a nova cirurgia de emergência do líder nas pesquisas, Jair Bolsonaro (PSL).

Na Bolsa, índice de referência Ibovespa caiu 0,58%, aos 74.686 pontos.

- A razão é totalmente política. Hoje, os indicadores econômicos estão perdendo a relevância, uma vez que o mercado está inteiramente focado nas eleições -disse Paulo Petrassi, gestor da Leme Investimentos. - Assim, o mercado local se descola do restante do mundo, onde o dólar perde valor frente a moedas de emergentes.

À ESPERA DA ATUAÇÃO DO BC

Segundo Petrassi, circulam informações de que os partidos políticos veem um cenário em que Haddad sobe nas pesquisas após ter seu nome confirmado como candidato do PT.

Os agentes do mercado financeiro, em sua maioria, discordam da plataforma econômica defendida pelo candidato petista e reagem negativamente a notícias que o favoreçam. Os analistas preferem candidatos que sejam mais alinhados com uma agenda de reformas econômicas.

- Rumores eleitorais pesaram mais do que qualquer fato confirmado. Isso ronda as mesas de operação, e o mercado corre para se proteger. Sobretudo porque amanhã (hoje) tem pesquisa Datafolha e é sexta-feira. Ninguém vai querer passar o fim de semana descoberto - avaliou Reginaldo Galhardo, gerente de câmbio da Treviso Corretora.

Para Galhardo, a rápida alta do dólar nas últimas sessões sugere que os agentes teriam apetite para operações do BC de suavização da turbulência cambial, como leilões de swap, operação equivalente à venda de dólares no mercado futuro.

- Na última vez em que o BC atuou, o dólar havia batido R$ 4,21 durante a sessão. Isso torna possível que ele volte a atuar agora. O mercado correu para se proteger muito rapidamente, e muitas vezes os agentes não têm fundos suficientes para bancar essas posições em dólar. O que reconforta o mercado é o contrato de dólar futuro, que alivia a escassez da moeda estrangeira - disse.

O BC turco elevou a taxa básica de juros do país de 17,75% para 24% ao ano, uma medida que impulsionou a moeda local e aliviou as preocupações sobre a influência do presidente Recep Tayyip Erdogan na política monetária.

De forma geral, as moedas de países emergentes tiveram valorização. A lira turca liderou os ganhos, com alta de 4,09%, seguida pelo rand sul-africano (1,06%) e pelo rublo russo (0,98%).

VIA VAREJO TEM ALTA DE 10%

Na Bolsa, as principais ações fecharam em queda. A Petrobras perdeu 1,4% (ON, com voto, a R$ 21,85) e 1,27% (PN, sem voto, a R$ 18,71). Banco do Brasil e Bradesco tiveram desvalorização de 1,34% e 0,40%, respectivamente. Os papéis do Itaú Unibanco caíram 0,55%. Os bancos têm maior peso no Ibovespa.

Já as ações da Via Varejo saltaram 10,8%, depois de anunciar uma parceria com a AirFox Brasil, uma startup de tecnologia financeira. Isso permitirá aos clientes autenticar e digitalizar faturas, além de pagar carnês das Casas Bahia via aplicativo móvel.



O Globo, Rennan Setti e Gabriel Martins, 14/set