sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 800.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13451/apartamento-3-quartos,-1-su%C3%ADte/apartamento,-3-quartos-%281-su%C3%ADte%29,-bora-bora,-venda/barra-da-tijuca

Média e alta rendas puxam os lançamentos de imóveis no 3 tri


A demanda de imóveis para as rendas média e alta - estimulada por redução de juros e pela maior oferta de crédito habitacional - continuou a dar o tom do desempenho operacional do setor de incorporação no terceiro trimestre. Enquanto Cyrela, Even Construtora e Incorporadora, EZTec e Trisul elevaram o Valor Geral de Vendas (VGV) lançado, as companhias focadas na baixa renda como Direcional Engenharia e MRV Engenharia apresentaram volumes menores.



Valor Econômico, Chiara Chintão, 18/out

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Apartamento 4 Quartos, 2 Suítes na ABM na Barra da Tijuca - R$ 2.200.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13448/apartamento-4-quartos,-2-su%C3%ADtes/apartamento,-4-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-villa-di-g%C3%AAnova,-venda/barra-da-tijuca

BC lança nova página sobre informações do mercado imobiliário


O Banco Central informou nesta quarta-feira, 16, que aprimorou e ampliou a divulgação de informações sobre o crédito imobiliário, o que poderá ser acessado em uma nova página no site do órgão. A publicação será atualizada em base trimestral e trará gráficos das principais séries, além da apresentação, no formato de dados abertos, de informações detalhadas por Estado da Federação.

"Com a mudança, passam a ser divulgadas séries mensais com detalhamento sobre fontes de recursos, direcionamento, valores contábeis, novas contratações, estoque de crédito e detalhes dos imóveis financiados como, por exemplo, seu tipo (apartamento ou casa), número de dormitórios e forma de garantia (hipoteca ou alienação fiduciária)", diz o BC em nota.

O BC explica que a nova publicação é resultado da compilação de informações recebidas pelo Banco Central através do Sistema de Informações de Créditos (SCR), Sistema de Informações Contábeis (Cosif), Direcionamento dos Depósitos de Poupança (RCO) e dados das entidades de depósito e registro de ativos.

"A iniciativa está alinhada aos preceitos de transparência ativa da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.257, de 18 de novembro de 2011) e à dimensão de Transparência da Agenda BC#, que aprimora a divulgação de informações de interesse público pelo BC", destaca a nota do BC.

Para ver a página 'Informações do Mercado Imobiliário', acesse esse endereço: https://www.bcb.gov.br/estatisticas/mercadoimobiliario.



Isto É Dinheiro, Economia, 16/out

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Apartamento 4 Suítes no condomínio Royal Green na Península na Barra da Tijuca - R$ 3.074.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13440/apartamento-4-su%C3%ADtes/apartamento,-4-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-barra,-venda/barra-da-tijuca

Com queda dos juros, portabilidade de financiamento imobiliário cresce 102% em 2019


A sequência de cortes na taxa básica de juros (Selic) e a redução dos juros cobrados pelos bancos para o financiamento da casa própria deixaram a portabilidade do crédito imobiliário mais atraente para o brasileiro - e têm feito aumentar o número de pedidos da modalidade. Ao transferir a dívida para outro banco, o consumidor pode conseguir reduzir o valor das parcelas, melhorar as condições do empréstimo e economizar dinheiro.

Dados do Banco Central mostram que os pedidos de portabilidade efetivados em 2019 cresceram 102% em relação ao ano passado. De janeiro a agosto, foram 1.605 efetivações de financiamentos imobiliários, totalizando R$ 608,2 milhões, contra 794 nos 9 primeiros meses de 2018, que somaram R$ 335,8 milhões.

Em agosto (último dado disponível), o número de pedidos saltou para 1.761, ante 764 em julho.

Os números de portabilidade de financiamento imobiliário neste ano já superam também o total registrado em 2018, quando foi verificado um aumento de 453% nos pedidos em relação ao ano anterior. 

Apesar do aumento do interesse pela troca de banco do financiamento, os números ainda são bem tímidos em relação ao potencial e em comparação aos pedidos de portabilidade feitos em outras modalidades de crédito.

Para efeitos de comparação, somente em agosto foram 26,4 mil unidades habitacionais financiadas no país com recursos das cadernetas de poupança, segundo dados da Abecip, atingindo um valor de R$ 6,71 bilhões em agosto. No acumulado no ano, o valor já chega a R$ 47,1 bilhões, envolvendo 180,5 mil unidades.

Segundo estudo divulgado no começo do ano pelo Banco Central, o crédito imobiliário representa apenas 0,1% do total de pedidos de pedidos de portabilidade no sistema bancário e 2,1% do valor total portado. Em relação às novas concessões de crédito imobiliário, a troca de banco nesse tipo de financiamento representou em 2018 menos de 1% do total.

"Em virtude do perfil da dívida (de longo prazo e alto valor), a portabilidade pode resultar em maior economia, seja com a transferência do crédito, seja com a renegociação com o credor original", destaca o BC.

Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que o momento nunca foi tão favorável para tentar reduzir a taxa do financiamento, sobretudo nos empréstimos de valores mais altos e com contratos assinados entre 2015 e 2017, quando os juros médios ficaram acima de 10%.

"Com a queda da Selic, o mercado e crédito está começando a andar e na linha de crédito imobiliário estamos finalmente vendo bancos entrando em um cenário de concorrência e começando a brigar por taxas", afirma Rafael Sasso, cofundador da Melhortaxa, startup que ajuda a comparar os juros cobrados pelos bancos.

Nas últimas semanas, os principais bancos do país anunciaram novas reduções nas taxas de juros para a compra da casa própria, para uma faixa a partir de 7,3% ao ano + TR.

Desde o ano passado, os juros cobrados pelos maiores bancos nas principais linhas de financiamento da casa própria têm se mantido bem próximos, diante de uma maior disputa entre as instituições financeiras e sinais de recuperação do mercado imobiliário.

Segundo dados do BC, os juros médios de mercado cobrados pelos bancos para financiamento imobiliário foram de 8,9% ao ano em agosto (último dado disponível), ante 9,5% ao ano no final do ano passado e 11% no final de 2017.

Vale lembrar que as taxas anunciadas pelos bancos são as mínimas, e que, para conseguir juros mais baixos, o tomador do crédito precisa quase sempre aceitar uma série de condições, sobretudo maior relacionamento com a instituição financeira. O valor do imóvel, bem como o perfil e renda do consumidor, também costumam influenciar diretamente os juros cobrados pelos bancos.

Como avaliar se vale a pena
A transferência de um empréstimo de um banco para outra é um direito garantido e regulamentado pelo Banco Central.

"Quase sempre vale a pena a portabilidade. É importante analisar, porém, todos os custos envolvidos e verificar se haverá uma economia real. Além da taxa de juros, o custo efetivo da nova operação, custos com a manutenção da nova conta, e as tarifas cobradas pelo banco e pelo cartório de registro de imóveis", explica a consultora Daniele Akamine, diretora da Akamines Negócios Imobiliários.

O desembolso com tarifas de avaliação de imóvel e gastos com cartório em uma portabilidade desse tipo costuma ficar ao redor de R$ 4 mil.

Bancos costumam fazer contraproposta para segurar cliente
Embora a portabilidade seja mais fácil de ser efetivada para as dívidas de valores mais altos e contratadas quando a Selic estava acima de 10%, esse mecanismo é também uma ótima oportunidade de tentar uma renegociação com o banco.

Os números do Banco Central indicam que as instituições financeiras costumam fazer contrapropostas para evitar que o cliente transfira o empréstimo para outro banco. Do total de pedidos de portabilidade de crédito imobiliário feitos neste ano, apenas 27% foram efetivados.
"Existe sim uma politica de retenção do cliente, para que esse permaneça no banco e não faça a portabilidade", afirma Akamine.

"O fato de buscar outras propostas força o banco a eventualmente dar uma proposta melhor para o cliente ficar", avalia Sasso, da Melhortaxa. Segundo ele, alguns bancos cobrem 95% dos pedidos, enquanto outros costumam cobrir apenas os pedidos de clientes dos segmentos mais altos de renda.

"Alguns bancos estão evitando fazer a portabilidade, outros colocam empecilhos no processo e outros estão incentivando, tentando fazer mais rápido que os processos de crédito imobiliário tradicionais", afirma o executivo.

Como fazer a portabilidade
O primeiro passo é pedir para o banco que concedeu o empréstimo as informações atualizadas sobre o saldo devedor e condições contratadas. O prazo para o banco entregar as informações é de 1 dia útil. Daí é só levar para outro banco e dizer que deseja transferir sua dívida por juros mais baixos.

Ao encontrar uma condição mais favorável na concorrência e formalizar o pedido de portabilidade, a instituição financeira tem 5 dias para fazer uma contraproposta ao cliente. Mas caso você não goste da nova proposta, o banco é obrigado a aceitar o pedido de portabilidade. Vale lembrar também que o banco para o qual você quer migrar também não é obrigado a aceitar seu pedido.

"​A portabilidade de crédito depende da negociação de um novo empréstimo ou financiamento com outra instituição financeira. Assim, como ocorre em qualquer contrato de operação de crédito, deve haver interesse de ambas as partes na realização da operação. Dessa forma, as instituições financeiras não são obrigadas a realizar a portabilidade", explica o Banco Central, que oferece uma sessão de perguntas e respostas em sua página na internet.



G1, Darlan Alvarenga, 15/out

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte no condomínio Rio 2 na Barra da Tijuca - R$ 590.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13439/apartamento-2-quartos,-1-su%C3%ADte/apartamento,-2-quartos-%281-su%C3%ADte%29,-rio-2,-venda/barra-da-tijuca

Mudanças positivas: construção civil retoma crescimento


Um dos setores econômicos mais prejudicados pela crise nos últimos anos, o mercado imobiliário começa a despontar como a locomotiva da geração de empregos no país.  A construção civil, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foi a atividade que mais contribuiu com a geração de janeiro a agosto deste ano.

No período, houve a criação de 593 mil empregos e o setor foi responsável por 96,5 mil deles- pouco menos de 20% do total. Como referência, no mesmo período de 2018 houve a criação de 568 mil empregos e a construção civil contribuiu com 65,5 mil (12% das vagas totais). "O crescimento da construção civil passa pelo setor informal e pelas construtoras", afirmou Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do Sinduscon-SP.

Um exemplo desse movimento é a MRV Engenharia, maior construtora de imóveis da América Latina. A empresa abriu, em agosto, 420 vagas de emprego em diversos cargos em todo o país para profissionais de vários níveis e áreas de formação. 

"O mercado voltará a crescer porque é fundamental para economia como um todo", disse o cofundador e presidente do Conselho de Administração da MRV, Rubens Menin, durante evento de celebração de 40 anos da companhia na última semana, em Belo Horizonte. "Os três maiores desafios do Brasil e do mundo são saúde, educação e moradia. Não existe desenvolvimento social sem a casa própria, que traz segurança e dignidade para as famílias".

Os indicadores mostram que a atividade está subindo. Segundo levantamento do IBGE, o setor cresceu 2% no segundo trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano passado, depois de cinco anos registrando quedas, ou 20 quedas consecutivas na comparação do mesmo intervalo.

Ainda de acordo com o instituto, o resultado ajudou a impulsionar o PIB brasileiro, que subiu 1% no trimestre quando comparado com 2018. Outro levantamento da consultoria Michael Page, feito a pedido da revista Exame, constatou que a procura por certos profissionais da área aumentou 300% nos nove primeiros meses deste ano ante o mesmo período anterior.

"O aquecimento está ligado à expectativa de mercado, principalmente com a baixa de juros e o cenário econômico mais favorável. O investimento na construção civil também teve uma retomada forte nos Estados Unidos, o que faz com que os investidores olhem para outros mercados, e no momento o mercado brasileiro tem atratividade maior", disse Renato Trindade, gerente executivo da Divisão de Operações de Propriedade e Construção da Michael Page.
 
"O aquecimento está ligado à expectativa de mercado, principalmente com a baixa de juros e o cenário econômico mais favorável. O investimento na construção civil também teve uma retomada forte nos Estados Unidos, o que faz com que os investidores olhem para outros mercados, e no momento o mercado brasileiro tem atratividade maior", disse Renato Trindade, gerente executivo da Divisão de Operações de Propriedade e Construção da Michael Page. 

De acordo com a consultoria, as melhores oportunidades estão concentradas na região Sudeste, onde ficam as bases das maiores incorporadoras, especialmente São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já no restante do Brasil, Trindade acredita que a retomada ocorrerá em ritmo mais lento. "Não temos um boom de empregos, mas um aumento de oportunidades para profissionais mais qualificados. As empresas têm olhado mais para a eficiência, buscando o profissional multifuncional, que mais possa agregar ao cargo", disse.



Correio Braziliense, Nelson Cilo, 11/out

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Apartamento 2 Quartos na Barra da Tijuca - R$ 940.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13438/apartamento-2-quartos/apartamento,-2-quartos,-barra,-venda/barra-da-tijuca

Presidente da Ademi-RJ fala sobre perspectivas do mercado na Zona Sul


O presidente da Ademi-RJ, Claudio Hermolin, participa hoje (10/10) de café da manhã para a apresentação do "Cenário do mercado imobiliário da Zona Sul", promovido pelo Secovi-Rio, em Botafogo. No encontro, Hermolin aborda as perspectivas de lançamentos e vendas na região, uma das mais valorizadas do país. O evento inclui também palestras do vice-presidente do Secovi-Rio, Leonardo Schneider, e do sócio e CEO da Bait Inc, Henrique Blecher.


Ademi, 07/out

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Apartamento 4 Quartos, 2 Suítes na Península na Barra da Tijuca - R$ 1.701.600,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13437/apartamento-4-quartos,-2-su%C3%ADtes/apartamento,-4-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-barra,-venda/barra-da-tijuca

Caixa reduz juros de crédito imobiliário


Após bancos privados diminuírem os juros do crédito imobiliário, a Caixa anunciou a redução de suas taxas, sendo que a menor delas passou de 8,5% para 7,5% ao ano. Segundo estudo, cada ponto percentual de corte tem potencial para incluir 800 mil famílias no financiamento da casa própria.

Dias depois de bancos privados, como Bradesco e Itaú Unibanco, terem diminuído os juros do crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal também anunciou ontem redução em suas taxas. A menor taxa praticada pelo banco, que detém 69% do mercado, passou de 8,5% para 7,5% ao ano, e a maior, de 9,75% para 9,5% ao ano, mais a Taxa Referencial (TR). Estudo de Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da Construção da FGV, mostra que cada ponto percentual de corte nos juros imobiliários tem potencial para incluir até 800 mil famílias no financiamento da casa própria. Especialistas destacam, no entanto, que a recuperação do mercado imobiliário depende da retomada mais consistente da economia brasileira, especialmente de indicadores de emprego e renda.

- Indiscutivelmente, aqueda nos juros tem potencial para inserir mais famílias no mercado de crédito, mas elas precisam se sentir seguras para se comprometer com financiamentos de longo prazo. Há muitas questões em discussão, como as próprias exigências dos bancos e o direcionamento de recursos para famílias de mais baixa renda pleitearem o crédito - comenta Ana Maria, que, em seu cálculo, levou em consideração o rendimento da população de acordo com pesquisa do IBGE de 2017 e a renda mínima exigida para financiar 80% de um imóvel no valor de R $400 mil.

As novas taxas da Caixa entram em vigor na segunda-feira e valem para novos contratos. Serão beneficiados contratos enquadrados no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), com recursos da poupança para imóveis até R$ 1,5 milhão, e no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) - dentro do modelo tradicional, corrigido pela TR, hoje zerada.

Bradesco e Itaú reduziram suas taxas para 7,3% e 7,45% ao ano mais TR, respectivamente. O Banco do Brasil pratica taxas mínimas a partir de 7,99% ao ano mais TR, para financiamento em 35 anos. Já o Santander oferece taxas mínimas de 7,99%.

O movimento, dizem os bancos, foi possível devido ao novo cenário de juros baixos. A taxa básica de juros, a Selic, está em seu menor patamar histórico: 5,5% ao ano.

- Essa é uma reação à redução consistente da taxa de juros. Nós reagiremos a qualquer movimento do Banco Central (BC). Se o BC continuar baixando os juros, nós seguiremos essa direção - afirmou o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Segundo uma simulação da Caixa, em um financiamento de R$ 300 mil, com prazo de pagamento de 30 anos, por exemplo, o valor da prestação cairá R$ 232,97 com a taxa mais baixa, saindo de R$ 2.879,78 para R$ 2.646,81.

O consultor José Urbano Duarte diz que corte nos juros é sempre inclusivo. No mesmo financiamento de R$ 300 mil, destaca ele, a redução de um ponto percentual equivale, em média, a uma renda 10% menor. Ou seja, comum a taxa de 8%, é necessário ter renda mensal de R$ 7.100; com 7%, cai para R$ 6.450.

Em agosto, a Caixa lançou a modalidade indexada à inflação. Por ela, a taxa mínima é de 2,95% ao ano, e a máxima, de 4,95%, mais o índice de preços. Estes percentuais não serão alterados nos próximos seis meses, segundo Guimarães, porque a linha é recente e ainda está sendo avaliada.

PRINCÍPIO DE RECUPERAÇÃO

O movimento de redução dos juros pelos bancos já começou ase refletir na expansão do crédito. Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o volume concedido chegou a R$ 47,1 bilhões, de janeiro a agosto deste ano, 31,4% maior do que o registrado no mesmo período de 2018. Felipe Pontual, diretor executivo da Abecip, lembra que os juros futuros são os indicadores observados pelo mercado imobiliário para projetar as taxas do setor. Em dezembro de 2017, os juros futuros, em dez anos, estavam em 10,9%. Em setembro deste ano, a taxa ficou em 7,2%. 

A projeção de cinco anos, que em 2017 estava em 10,2%, fechou o mês passado em 6,5%.

- A contratação de crédito imobiliário está indo melhor do que o esperado, com crescimento acelerado. O clima está mais favorável com perspectiva de controle das contas públicas, inflação sob controle e aprovação da reforma da Previdência - diz Pontual.

No Rio de Janeiro, o volume de negócios fechados ensaia uma reação do setor. Pesquisa do Secovi Rio registrou crescimento de 13% no número de imóveis negociados na cidade entre janeiro e agosto de 2019, na comparação com mesmo período do ano passado. O total de imóveis negociados chegou a 30.698 este ano, contra 27.272 nos oito primeiros meses de 2018. Há dois anos, o número de fechamento de contratos, neste período, não passou de 21.517.

- Hoje, o preço dos imóveis no mercado passa por uma estabilidade. Para o setor, este indicador demonstra que a demanda está voltando e reaquecendo o mercado, ainda que numa velocidade reduzida - observa Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi.

Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivo de Estudos e Pesquisas Econômicas da Associação Nacional dos Executivos de Finanças e Contabilidade (Anefac), avalia que o impacto da queda dos juros terá efeitos limitados a curto prazo:

A compra do imóvel leva em conta orçamento das famílias, manutenção de emprego, composição de renda. E o endividamento das famílias está muito alto.



O Globo, Geralda Doca e Pollyanna Brêtas, 09/out

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Apartamento Duplex, 2 Quartos, 1 Suíte no condomínio Mundo Novo na Barra da Tijuca - R$ 850.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13436/apartamento-duplex,-2-quartos,-1-su%C3%ADte/apartamento-duplex,-2-quartos-%281-su%C3%ADte%29,-mundo-novo,-venda/barra-da-tijuca

Atacado pressiona e IGP-DI passa a subir 0,50% em setembro, diz FGV


O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou a subir 0,50 por cento em setembro, depois de deflação de 0,51 por cento no mês anterior, com a retomada da alta nos preços no atacado, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta terça-feira.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-DI) -- que responde por 60% do indicador todo -- avançou 0,69% no mês, após deflação de 0,91% em agosto.

As Matérias-Primas Brutas passaram a registrar alta de 0,97% em setembro após recuarem 2,27% no mês anterior, pressionadas pelo minério de ferro, milho em grão e suínos.

Para o consumidor, a pressão diminuiu em setembro, uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI), que responde por 30% do IGP-DI, registrou estabilidade no período, ante um avanço de 0,17% em agosto.

Os destaques ficaram para os setores de Habitação, com alta de 0,22%, e Alimentação, com queda de 0,67%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-DI), por sua vez, subiu 0,46%, de uma alta a 0,42% em agosto.

O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais. Também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.



Extra online, Economia, 08/out

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Cobertura Duplex no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.200.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13435/cobertura-duplex/cobertura-duplex,-3-quartos,-recreio,-venda/recreio-dos-bandeirantes

Governo quer fim do monopólio da Caixa como operador do FGTS


O governo quer aproveitar a MP que libera os saques do FGTS para promover uma ampla reformulação do Fundo. A principal delas é a quebra do monopólio da Caixa como operadora do FGTS, permitindo o acesso aos recursos a bancos privados. Esse dinheiro é usado no financiamento a projetos de infraestrutura, saneamento e habitação, em geral com taxas abaixo das cobradas no mercado.

Em 2018, a Caixa desembolsou R$ 62,3 bilhões em crédito para esses setores. A mudança já foi incorporada ao texto da MP pelo relator, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), após acordo costurado entre Palácio do Planalto e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O parecer será lido em Comissão Mista do Congresso amanhã e prevê que a Caixa continuará exercendo o papel de custo diante dos depósitos das contas vinculadas, recebendo os depósitos e fazendo a gestão do passivo, mas os bancos concorrentes terão acesso direto às verbas do Fundo para aplicar os recursos. Hoje, eles podem usar esse dinheiro como agentes financeiros.

No entanto, como a Caixa é o único operador, o banco estatal é intermediário nos repasses. Por isso, as instituições precisam cumprir o manual operacional da Caixa, o que desestimula a oferta de crédito. Atualmente, há dois agentes financeiros do FGTS: a Caixa, com 93% da verba, e o Banco do Brasil, com 7%.

Ampliação do saque

O acesso dos bancos privados a esses recursos, se aprovado, será regulamentado pelo Conselho Curador do FGTS. A partir disso, eles poderão estabelecer regras e modelos de negócio próprios. Hoje, os bancos privados financiam imóveis, em sua maioria, com dinheiro da poupança.

Como o rendimento do FGTS é menor que o da caderneta, os empréstimos com recursos do Fundo são mais baratos. O uso destes pelos bancos privados abre espaço para que eles ofereçam crédito a juros menores também.

Se a mudança for aprovada, isso não vai representar um retorno ao modelo de gestão descentralizada das contas do Fundo que vigorou até os anos 1990, com participação de dezenas de bancos.

Mas representará uma perda de receita para a Caixa. O banco cobra uma taxa de administração de 1% para gerir o ativo do Fundo, o que correspondeu a receita de R$ 5,1 bilhões em 2018. Em agosto, o ativo total do FGTS estava em R$ 549,7 bilhões, sendo o saldo com operações de crédito de R$ 365,2 bilhões.



O Globo, Geralda Doca e Luciana Casemiro, 07/out

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Apartamento 4 Quartos, 2 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.470.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13434/apartamento-4-quartos,-2-su%C3%ADtes/apartamento,-4-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-recreio,-venda/recreio-dos-bandeirantes

Mercado imobiliário reaquecido


O número de lançamentos de novos empreendimentos no Rio, no primeiro semestre de 2019, já é melhor do que o resultado dos últimos cinco anos. O levantamento é da Secovi Rio, que indica 10,4 mil novos imóveis em seis meses, contra 8,3 mil em 2018, e apenas 4,5 mil em 2017. A vantagem é que o setor é grande empregador.



O Globo, Ancelmo Gois, 04/out

quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Casa 5 Quartos, 3 Suítes no Itanhangá na Barra da Tijuca - R$ 2.350.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13433/casa-5-quartos,-3-su%C3%ADtes/casa,-5-quartos-%283-su%C3%ADtes%29,-itanhang%C3%A1,-venda/barra-da-tijuca

Onda de corte nas taxas para financiamento imobiliário pode aquecer portabilidade do setor


A nova onda de queda nas taxas para o financiamento imobiliário pode aquecer a portabilidade de dívida no setor. Segundo Miguel Ribeiro de Oliveira, diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a troca pode valer a pena se a taxa do novo crédito imobiliário estiver 0,5 ponto porcentual mais em conta do que a contratada no passado.

No entanto, para saber se, de fato, levar o financiamento para outra instituição financeira é um bom negócio é preciso atentar ao chamado Custo Efetivo Total do financiamento imobiliário.

Neste cálculo, entra não apenas a taxa de juros praticada pelo banco, mas também os seguros por morte e invalidez permanente incluídos no financiamento. Outro custo a ser observado é a taxa de administração das contas envolvidas.

"Essas taxas têm um impacto importante na prestação porque variam de seguradora para seguradora. Elas são baseadas no prazo do financiamento e na idade do contratante", explica o professor do MBA em Gestão de Negócios Imobiliários da Fundação Getúlio Vargas Sérgio Cano.

Para Cano, o confronto de taxas de juros é benéfico à concorrência entre instituições e alivia custos ao consumidor. Ele afirma, porém, que a portabilidade ainda não é tão utilizada quanto poderia no País. "Muita gente ainda não procurou e não despertou para isso porque não tem informação", acredita.

Instituída há cinco anos pelo Banco Central, após entrar com o pedido de portabilidade, o mutuário tem até dois dias úteis para desistir da operação. Esse é o prazo que a instituição financeira atual tem para repassar os dados para o novo banco.

Segundo o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Basilio Jafet, uma redução de 1% na taxa total do empréstimo imobiliário pode resultar em uma economia de até 15% no valor das mensalidades.



Seu Dinheiro, Economia, 01/out