terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Apartamento 4 Quartos, 2 Suítes no condomínio Pedra de Itaúna - R$ 1.550.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13554/apartamento-4-quartos,-2-su%C3%ADtes/apartamento,-4-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-barra,-venda/barra-da-tijuca

Começam a valer medidas da Caixa para estimular construção civil


Desde ontem (17), as empresas podem contrair crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal com juros mais baixos. As novas regras foram anunciadas no último dia 12 pelo banco.

O banco reduziu as taxas das operações corrigidas pela Taxa Referencial (TR) e anunciou duas linhas de crédito para o setor da construção civil,  indexadas pela inflação ou pelo certificado de depósito interbancário (CDI).

Segundo a Caixa, para todas as modalidades, as taxas de juros serão definidas de acordo com o perfil e relacionamento da empresa.

Taxa Referencial

As taxas dos financiamentos corrigidos pela TR caíram cerca de 30%, passando de TR mais 9,25% ao ano para TR mais 6,5% ao ano para as empresas com conta na Caixa. Para empresas sem relacionamento com o banco, a taxa cai de TR mais 13,25% ao ano para TR mais 11,75% ao ano.

IPCA e CDI

Os financiamentos corrigidos pelo CDI ou pela inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) valem para duas modalidades. A primeira é Apoio à Produção, mais conhecida como Imóvel na Planta. A segunda é Plano Empresa da Construção Civil, conhecida como Plano Empresário, destinada à construção de imóveis e que permite o financiamento para pessoas físicas quando 80% do empreendimento estiver construído.

Para as linhas corrigidas pela inflação, as taxas variarão de IPCA mais 3,79% ao ano para IPCA mais 7,8% ao ano. Os financiamentos indexados ao CDI terão duas modalidades de cobrança: uma com taxas que variam de CDI mais 1,48% ao ano a CDI mais 5,4% ao ano e outra entre 119% a 194% do CDI.

As linhas de crédito imobiliário para pessoas jurídicas têm até 36 meses de prazo de construção e de retorno (quando o dinheiro investido começa a ser recuperado). O tomador pode começar a pagar as parcelas até 12 meses depois da assinatura do contrato.

Canais de atendimento

Além das agências da Caixa, os clientes poderão obter mais informações sobre as linhas de crédito por meio do site.



Agência Brasil, Kelly Oliveira, 17/fev

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Casa 3 Suítes em Jacarepaguá - R$ 3.190.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13548/casa-3-su%C3%ADtes/casa--3-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-camorim,-venda/jacarepagu%C3%A1

Jacarepaguá e Vargem Pequena estão em alta no mercado


Na última quinta-feira, o Sindicato da Habitação no Rio (Secovi Rio) lançou o "Panorama do Mercado Imobiliário do Rio de Janeiro - 10 anos", com análises do valor do metro quadrado de venda, locação e da taxa condominial de cem bairros da cidade. No documento é possível observar como os Jogos Olímpicos influenciaram o mercado, principalmente na região.

- O evento foi um divisor de águas para o mercado imobiliário. O projeto de transformação previsto para a cidade atraiu muitos investimentos, mas depois o Rio não era mais a bola da vez - avalia Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.

De janeiro de 2010 a janeiro de 2016, o valor médio do metro quadrado residencial para venda subiu de R$ 4.317 para R$10.208. Depois, foi caindo até os R$ 9.387 registrados em janeiro deste ano. Em relação à locação, de janeiro de 2010 a janeiro de 2015, foi de R$ 20,87 para R$ 38,40 e desceu para os R$ 31,95, este ano.

- Quando comparamos compra e venda, a venda é resiliente e apresentou uma valorização de mais de 200%. Quando o mercado parou, o preço não abaixou rapidamente porque os proprietários costumam esperar. Já a locação é mais sensível, e o valor se ajusta rapidamente - explica Schneider.

No ano passado, sobre o valor médio do metro quadrado de venda de apartamentos, Vargem Pequena apresentou a maior variação (0,7%) quando comparado a Curicica, Camorim, Pechincha, Taquara, Recreio, Anil, Barra, Jacarepaguá e Tanque.

- Vargem Pequena se destaca pelo custo-benefício e pela qualidade de vida. É um local bucólico e cada vez mais contemplado com moradias de qualidade - afirma o vice-presidente.

Em relação à locação, a maior variação foi em Jacarepaguá (3,1%). Schneider explica que o bairro é uma alternativa à Barra. Manoel da Silveira Maia, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Rio, diz que o local tem muitos serviços públicos:

- Lá existe facilidade de acesso para toda a cidade, com ampla oferta de escolas e assistência médica, por exemplo. Oferece também qualidade de vida, conforto e lazer para famílias.

A expectativa é que o mercado imobilário melhore no Rio ao longo deste ano.

- O mercado está com boas opções de crédito imobiliário e de financiamento e com taxas mais atrativas. O custo para financiar está mais barato. Já era uma realidade em São Paulo e é agora no Rio também - explica Schneider.



O Globo, Maíra Rubim, 16/fev

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Sala Comercial no centro empresarial Lead Américas Business - R$ 3.690.000,00 - R$ 20.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13547/sala-comercial/sala-comercial,-barra-da-tijuca,-venda-e-aluguel/barra-da-tijuca

Imóvel residencial vai ficar mais caro, prevê Secovi


Depois de registrar em 2019 seu melhor ano em lançamentos e vendas, o mercado paulistano de imóveis residenciais novos deve apresentar, em 2020, "relativa estabilidade de volumes", conforme Basílio Jafet, presidente do Secovi-SP, o Sindicato da Habitação. Mas, diante da expectativa de alta de preços, o Valor Geral de Vendas (VGV) deverá crescer.

É esperada valorização de preços dos imóveis, segundo Jafet, em função de custos de produção mais elevados, como os de terrenos e de outorga onerosa (contrapartidas financeiras para que incorporadoras possam erguer empreendimentos além do potencial construtivo básico, até o limite do coeficiente de aproveitamento máximo).

Em coletiva de imprensa para comentar os números de 2019 e as perspectivas para 2020, Jafet ressaltou também que estão sendo lançados muitos produtos compactos, com valor médio por metro quadrado superior ao de unidades de tamanho maior.

No ano passado, as vendas de imóveis residenciais novos tiveram forte alta de 49,5%, na comparação com 2018, para 44,7 mil unidades, na capital paulista, de acordo com o Secovi-SP. Foram lançadas 55,5 mil unidades, com aumento de 49,6%, conforme dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgados pelo Secovi-SP.

Em 2019, o VGV comercializado, na cidade de São Paulo, cresceu 44%, para R$ 22,3 bilhões, e o VGV lançado teve expansão de 47%, para R$ 27,9 bilhões.

Na avaliação de Jafet, a expansão do mercado imobiliário de São Paulo resultou, em 2019, de fatores como a queda de juros e o aumento da confiança do consumidor. É preciso levar em conta também, segundo ele, a base fraca de comparação de 2018.

Neste ano, o Secovi-SP vai propor aos candidatos à prefeitura de São Paulo novos modelos urbanísticos, como mudança de legislação de retrofit, ou seja, de recuperação de edifícios antigos. Para solucionar parte dos pontos que precisam ser modificados, segundo o presidente da entidade, é necessário, inicialmente, que haja calibragem do Plano Diretor da capital paulista, processo que ele chama de "band-aid", ou seja, de um curativo para as questões mais urgentes.

"Se continuarmos, da mesma forma, nos próximos anos, São Paulo vai se afastar ainda mais dos centros modernos do mundo. Ocorre aqui um processo de gentrificação. Estamos deixando as áreas mais dotadas de infraestrutura para as pessoas com mais com mais poder aquisitivo. A mobilidade está cada vez mais difícil em função da legislação", disse Jafet.

Já o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, afirmou que sua maior preocupação se refere ao orçamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "A preocupação é muito grande, mas esperamos terminar o ano de 2020 com o mesmo número de contratações que tivemos em 2019", disse Petrucci.

Segundo Petrucci, as medidas de crédito imobiliário anunciadas pela Caixa Econômica Federal, na quarta-feira, são "muito bem-vindas". "A Caixa é o maior agente financeiro. 

Todos os anúncios são recebidos com muito otimismo", disse o economista, acrescentando que está previsto para terça-feira o anúncio de financiamento com parcelas fixas pelo banco público.



Valor Econômico, Chiara Quintão, 14/fev

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Cobertura 3 Quartos no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 2.980.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13546/cobertura-3-quartos/cobertura,-3-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-jardim-oce%C3%A2nico,-venda/barra-da-tijuca

Novo marco do saneamento vai impulsionar construção civil, diz Freitas


O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, afirmou nesta quarta-feira (12) que a aprovação do novo marco legal do saneamento irá impulsionar o setor de construção civil em 2020, mercado destacado pelo ministro durante fala no evento do Grupo Voto, que ocorre em Brasília.

Para Freitas, a reforma no setor de saneamento - que abre espaço para a privatização na área - e o aumento da participação do mercado privado em geral no País irá fazer com que o Brasil cresça a uma taxa mais "vigorosa", registrando, ao fim do ano, algo em torno de 2,5% e 2,7% de expansão, disse o ministro.

O projeto de lei que muda as regras do saneamento no Brasil foi aprovado pela Câmara dos Deputados no fim do ano passado, e aguarda a deliberação pelo Senado. No evento, Freitas ainda destacou as mudanças estudadas para a área da cabotagem (navegação entre portos nacionais) e o programa para impulsionar o setor de ferrovias.

Ele afirmou que o contrato de prorrogação da concessão da Malha Paulista deve ser assinado na segunda semana de março. O trecho é operado pela concessionária Rumo.

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval à renovação antecipada da malha no fim do ano passado, mas o aditivo ainda não foi assinado entre o governo e a empresa. O caso da Malha Paulista é o primeiro a ser beneficiado pelas novas regras de renovação antecipada de concessões ferroviárias.



O Estado de S. Paulo online, Economia, 12/fev

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Casa 4 Suítes no Itanhangá na Barra da Tijuca - R$ 3.100.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13544/casa-4-su%C3%ADtes/casa,-4-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-itanhang%C3%A1,-venda/barra-da-tijuca

Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma


A simplificação das normas de saúde e segurança do trabalho na construção civil resultará em economia de R$ 470 milhões por ano para as empresas do setor, informou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. A revisão da Norma Regulamentadora 18 (NR 18) foi anunciada ontem (10) pela Secretaria de Trabalho e Emprego da pasta.

Segundo a secretaria, a projeção leva em conta o cenário intermediário, considerado o mais provável. A redução anual de custos ficará entre R$ 280 milhões, no cenário mais conservador, e R$ 700 milhões, no mais otimista. As estimativas foram realizadas com base em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) de 2017.

De acordo com os cálculos, a desburocratização da NR 18 reduzirá em 33% o custo do treinamento básico de segurança, por causa da redução da carga horária de seis para quatro horas. O orçamento das construtoras para saúde, segurança e meio ambiente no trabalho deverá cair em 5% ou 10%, dependendo da atividade. Atualmente, cerca de 3% do valor total das incorporações correspondem a essa rubrica.

Desburocratização

A principal mudança da NR 18 diz respeito à autonomia das empresas para executar as normas de segurança e saúde no trabalho. Antes, a norma descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção de acidentes. Segundo as construtoras, as regras engessavam a tarefa e inibiam o uso de novas tecnologias mais seguras que os equipamentos tradicionais.

Pela nova norma, as construtoras terão de elaborar um programa de gerenciamento de riscos. Para obras com mais de 7 metros de altura e 10 trabalhadores, as normas de prevenção terão de ser assinadas por um engenheiro responsável. Em empreendimentos menores, um técnico em segurança no trabalho pode elaborar as normas.

O programa será único, devendo considerar os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra. Nas regras antigas, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais. Embora a obrigação do programa de gerenciamento de riscos caiba às construtoras, os fornecedores terão de produzir um inventário de riscos de atividades para poder entrar no programa.

Segurança

As empresas terão 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco. As escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.

Também se torna obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (com movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilogramas e em equipamentos de guindaste. As empresas não poderão adaptar contêineres para áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. A norma traz novas regras mais seguras para a execução de escavações e para tarefas que envolvem calor, como soldagem e esmerilhamento.
Mais empregos

No evento de lançamento da Norma Regulamentadora 18, ontem (10) em São Paulo, o secretário de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo, disse que a nova norma é mais simples, objetiva e mais fácil de ser fiscalizada pelas autoridades. "No momento em que a construção civil vem liderando essa retomada do crescimento econômico, é preciso que nós tenhamos normas que, por um lado, sejam mais simples, mais desburocratizadas, mas que, ao mesmo tempo, garantam a saúde e a segurança do trabalhador", declarou.

Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a desburocratização aumenta a rapidez nas obras. "A NR 18 agora diz o que deve ser feito, não como deve ser feito. Ou seja, a responsabilidade é do construtor, das pessoas que vão cuidar da saúde e da segurança do trabalho", disse.



Agência Brasil, Wellton Máximo, 11/fev

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Casa 4 Suítes na Gávea - R$ 24.000.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13541/casa-4-su%C3%ADtes/casa,-4-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-g%C3%A1vea,-venda/zona-sul

Disseminação do BIM aumentará PIB da Construção Civil em 28,9% até 2028


A disseminação de processos e tecnologias relacionadas ao Building Information Modelling (BIM) aumentará o PIB do setor da construção civil em 28,9%, até 2028. A declaração foi dada pelo secretário da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia, Caio Megale.
Ele explicou que o modelo de gestão de informação BIM aumenta a produtividade e reduz custos e riscos na construção civil. Além disso, ao fornecer informações precisas sobre qualidade e quantidade de materiais e prazo da construção, promove a transparência de compras públicas.
“A modelagem BIM proporciona redução de aditivos contratuais e prorrogações de prazo de conclusão e de entrega das obras. Para o setor público, isso significa mais segurança nas estimativas de custos e no cumprimento dos prazos e maior transparência no processo licitatório”, destacou.
O BIM já é amplamente utilizado em outros países. Segundo dados apresentados pela subsecretária da Indústria, Talita Saito, Estados Unidos, México, Canadá, Rússia, China, Portugal, França, Chile e Argentina têm ações e projetos para ampliar a adoção da modelagem. Entre 2011 a 2015, o governo do Reino Unido conseguiu economizar de 3 milhões de libras com a implantação do BIM.
“É uma modelagem bastante exitosa. O Banco Interamericano de Desenvolvimento calcula que é possível ter uma economia de 15% em edificações, 16% em infraestrutura urbana e 12% em infraestrutura industrial”, explicou.
Estratégia BIM BR
Em maio de 2018, o governo brasileiro lançou a Estratégia BIM BR. A iniciativa, coordenada pelo Ministério da Economia e que conta com a participação da Casa Civil, Secretaria de Governo da Presidência da República e pelos ministérios da Infraestrutura, Defesa, Saúde e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e do Desenvolvimento Regional, busca promover a modernização e a transformação digital do setor da construção.
Com a estratégia, o governo federal pretende que, até 2028, os custos da construção sejam reduzidos em 9,7% e a produtividade cresça 10%.
O setor de construção civil emprega quase 2 milhões de trabalhadores formais, e representa 4,8% do Valor Adicionado Bruto Nacional e 22,4% do Valor Adicionado Bruto da Indústria. A cadeia da construção inclui mais de 200 mil estabelecimentos.

Fonte: Portal do Ministério da Economia

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Cobertura Duplex no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 5.200.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13536/cobertura-duplex/cobertura-duplex,-4-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-barra,-venda/barra-da-tijuca

Preço do aluguel de imóvel residencial ficou acima da inflação em 2019


O preço do aluguel de imóveis no país encerrou 2019 em alta de 4,93%, superando a inflação medida pelo IPCA/IBGE (+4,31%) - fato que não ocorria desde 2013. Com efeito, o preço médio de locação residencial apresentou alta real de 0,60% no período de 12 meses. Os dados são do Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o preço de aluguel de imóveis em 25 cidades brasileiras.

No ano passado, o preço médio de locação residencial foi de 29,95 reais por metro quadrado. Entre as 11 capitais monitoradas, o município de São Paulo se manteve como a capital com o preço médio de locação residencial mais elevado (R$ 40,10/m²), seguida pelo valor médio do aluguel em Brasília (R$ 31,02/m²), que ultrapassou o registrado para o Rio de Janeiro (R$ 30,65/m²).

Entre as capitais com menor valor de locação residencial em dezembro, destacaram-se: Goiânia (R$ 16,82/m²), Fortaleza (R$ 17,73/m²) e Curitiba (R$ 20,74/m²).
Dezembro 

Em dezembro, o Índice FipeZap de Locação Residencial encerrou o mês com alta nominal de 0,28% em relação a novembro. A variação observada, no entanto, foi inferior ao comportamento da inflação medida pelo IPCA/IBGE no último mês (+1,15%), resultando em uma queda real de 0,86% no preço médio de locação de imóveis residencial. 

Entre as 11 capitais monitoradas, Recife foi aquela que apresentou a maior elevação de preço (+3,10%), seguida pelas altas registradas no preço médio em Florianópolis (+1,21%) e Curitiba (+1,11%).

Já entre aquelas que apresentaram queda no preço médio do aluguel residencial, os maiores recuos foram observados em Salvador (-2,12%), Belo Horizonte (-0,23%) e Goiânia (-0,16%). No âmbito das cidades com maior peso no Índice FipeZap, São Paulo e Rio de Janeiro apresentaram, respectivamente, altas de 0,28% e 0,12% no preço médio.



Exame online, Economia, 16/jan

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Sala Comercial no Centro Médico Richet na Barra da Tijuca - R$ 950.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13535/sala-comercial/sala-comercial,-barra-da-tijuca,-venda/barra-da-tijuca

Construção civil supera pior crise da história e volta a contratar após 5 anos


O setor da construção civil foi o que mais sofreu com a crise econômica, mas está começando a dar sinais de recuperação. De acordo com reportagem publicada pelo site da BBC Brasil, depois de cinco anos de demissões líquidas - quando há mais dispensas do que contratações -, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) teve o primeiro saldo positivo.

Segundo Ana Maria Castelo, pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas, a criação de 5,2 mil novos postos foi um "movimento de despiora", mesmo que discreto.

"A construção civil ainda está distante de um novo 'boom'", admitiu.

A reportagem revelou que, entre janeiro e novembro de 2019, foram abertas 117,2 mil vagas formais no setor da construção civil, ainda longe do número de mais de um milhão de empregos fechados durante a crise.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) confirmou que, no primeiro semestre de 2019, as vendas de imóveis no País registraram alta de 12% em relação ao mesmo período de 2018, principalmente por conta na queda das taxas de juros.

"Tentando fugir da rentabilidade menor que uma Selic a 4,5% representa, investidores voltaram a apostar no setor", finalizou Ana Castelo.



Eu Quero Investir, Economia, 15/jan

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Casa 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 4.950.000,00 - R$ 40.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13534/casa-4-su%C3%ADtes/casa-duplex,-4-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-barra-da-tijuca,-venda/barra-da-tijuca

Um ano pouco favorável para as cadernetas


A captação líquida de R$ 13,6 bilhões das cadernetas do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em dezembro passado superou a de R$ 12,2 bilhões de dezembro de 2018, mas não impediu que 2019 tenha sido o pior dos últimos três anos para essa modalidade de aplicação. Não é uma boa notícia quando se sabe que as cadernetas são o principal instrumento de captação de recursos que financiam, a juros módicos, a compra da casa própria.

Em 2019, a entrada líquida de recursos nas cadernetas de poupança foi de R$ 12,4 bilhões, menos da metade dos R$ 27,8 bilhões captados em 2018 e inferior aos R$ 14,8 bilhões obtidos em 2017. O ingresso líquido de poupança em 2019 não é um valor baixo o bastante para causar apreensões, mas deve ser entendido como evidência de mudança de prioridades dos aplicadores de todos os portes.

A remuneração mensal das cadernetas é hoje de 0,26%. A renda anual propiciada pelas cadernetas em 2019 foi de 4,26%, porcentual inferior ao da inflação medida pelo IPCA calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Só cadernetas antigas, anteriores a 3 de maio de 2012, têm as aplicações feitas até essa data corrigidas pela taxa de 6,17% ao ano - rendimento quase imbatível perante outras aplicações de renda fixa.

A remuneração das cadernetas não foi a única a ser atropelada pelo juro básico de 4,5% ao ano. Este não apenas é o menor da história brasileira, como sua manutenção é prevista pelos analistas para este ano. A renda da caderneta é de 70% da taxa básica, salvo se esta atingir ou superar 8,5% ao ano. Para competir com títulos de renda fixa, a caderneta dispõe da garantia de até R$ 250 mil em caso de insolvência da instituição onde os recursos foram aplicados. Além disso, a renda dos papéis não ligados ao financiamento da moradia está sujeita ao Imposto de Renda (IR) de até 22,5%.

A demanda de crédito concedido com base nos recursos das cadernetas é forte, sem que haja, até aqui, falta de financiamento para mutuários e construtoras. É um bom sinal, mas transitório.

Se crescer, como se espera, a demanda por crédito imobiliário, os recursos hoje obtidos nas cadernetas terão de ser complementados por fontes originárias de títulos imobiliários. Nesta hora, o crédito poderá custar mais caro para os tomadores.



O Estado de S. Paulo, Opinião, 15/jan

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Cobertura 3 Quartos, 2 Suítes no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 2.790.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13532/cobertura-3-quartos-%282-su%C3%ADtes%29/cobertura,-3-quartos-%282-su%C3%ADtes%29,-jardim-oce%C3%A2nico,-venda/barra-da-tijuca

Santander quer deslanchar fintech que dá crédito pessoal com garantias como casas, carros e motos


Com sua plataforma digital de crédito pessoal com garantia - o Empréstimo Sim -, o Santander deu em mais um passo para explorar o mundo das fintechs. A ambição do banco espanhol, que tem quase R$ 840 bilhões em ativos no País, é abocanhar 1% do mercado que migrou para as mãos de startups do setor financeiro, de cerca de R$ 100 bilhões, até o fim deste ano, segundo Gustavo Andres, presidente da operação.

Para atingir a marca de R$ 1 bilhão, o Santander aposta no fato do empréstimo pessoal com garantia ainda ser pouco desenvolvido no País. A modalidade tem sido usada, preferencialmente, a partir de imóveis residenciais ou comerciais, o chamado home equity no jargão do mercado financeiro. O banco quer ir além e deslanchar a linha aproveitando como garantia veículos e motocicletas já quitados. A oferta será 100% digital, por meio do celular, em até um dia útil, mas a ambição do banco é ser ainda mais ágil.

O potencial desse novo mercado, conforme Andres, é enorme. Há um universo de 40 milhões de brasileiros com veículos quitados. Esse universo se divide em 30 milhões de carros e 10 milhões de motos. No entanto, apenas algumas fintechs como, por exemplo, a Creditas, investida do conglomerado japonês Softbank, olha para este segmento, que passa a ter um concorrente de peso com a chegada do Santander.

Segundo Andres, entre 60% e 70% dos carros e motos que circulam nas ruas do País estão quitados. Ao mesmo tempo, a maioria dos donos desses veículos está tomando créditos mais caros na praça. Na mira, estão, principalmente, pessoas das classes C e D, clientes do banco ou não. De partida, a fintech do Santander vai financiar até 90% do valor do bem, aceitando como garantia carros com até 15 anos e motos com até cinco anos.

"O plano que temos e está até no nome, Sim, é conceder empréstimos de uma forma simples. Nosso objetivo  é ampliar e facilitar o acesso a crédito pessoal no Brasil a partir do refinanciamento de um carro ou uma moto", diz Andres, que depois de 15 anos de banco foi escolhido para tocar um dos negócios de fintech do grupo, em sua primeira entrevista, ao Estadão/Broadcast. "O carro vai ajudar o cliente a entender o poder de uma garantia na tomada de um empréstimo versus um crédito emergencial, que é mais caro."

O principal desafio, diz, é convencer quem tem um carro ou uma moto quitada a refinanciá-los e contratar o produto, pouco conhecido no Brasil. Como atrativo, explica, a modalidade oferece juros que chegam a ser, pelo menos, 50% menores que o crédito pessoal puro. Isso porque dar um bem como garantia possibilita baratear o custo ao consumidor final à medida que o risco do banco se reduz.

Os juros cobrados na plataforma Sim iniciam, conforme Andres, em 1,35% ao mês. Apesar de "um pouco maior" que a taxa do financiamento de veículos, é menor que o do crédito pessoal tradicional, que varia de 3% a quase 5% ao mês nos grandes bancos. "É um produto bem mais barato para o cliente e, por termos o histórico e a garantia atrelada, acreditamos que se trata de uma operação, cuja inadimplência será mais baixa", afirma.

Ele diz, porém, que assim como no tradicional financiamento de veículos, há um desafio em torno da recuperação da garantia no Brasil a despeito dos avanços regulatórios ocorridos nos últimos anos. Para diminuir esse risco, a fintech vai se utilizar de toda a estrutura da financeira do Santander, que detém a liderança no crédito de veículos no Brasil.

Constituída em apenas seis meses, a plataforma Sim começou a operar no mês passado. O pontapé do negócio são os financiamentos com carros e motos quitados, mas a ideia do banco é expandir o portfólio em um futuro breve. O alvo são imóveis e no futuro, quem sabe, diz ele, celulares devido à popularização dos smartphones no Brasil.

A Sim faz parte de uma ofensiva do Santander de desenvolver novos negócios e que estão na mira das fintechs. Além de crédito pessoal com garantia, o banco lançou ainda iniciativas nas áreas de investimentos, renegociação de dívidas e uma seguradora digital de automóvel em parceria com a alemã HDI. Os negócios ocupam, inclusive, uma estrutura separada do banco, localizada no antigo prédio do Banespa, ponto turístico da cidade e rebatizado de Farol Santander, no Centro de São Paulo. A exceção é a plataforma de investimentos, batizada de Pi, que fica próximo, em um prédio chamado pelo banco de Quarteirão de Investimentos.

"Na prática, os bancos estão replicando os modelos das fintechs no Brasil", diz Claudio Gallina, diretor de instituições financeiras da Fitch Ratings para América Latina.
Em recente entrevista à imprensa, o presidente do Santander Brasil, Sergio Rial, disse que a ideia é que os novos negócios sejam concorrentes do próprio banco. "A Sim vai competir com o próprio Santander. Há espaço para mais uma plataforma digital de crédito e vamos competir nisso", afirmou ele, na ocasião.



O Estado de S. Paulo, Aline Bronzati, 13/jan