terça-feira, 7 de abril de 2020

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 680.000,00




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Poupança tem entrada líquida recorde em março, de R$ 12,169 bi, diz BC


A caderneta de poupança registrou entrada líquida de 12,169 bilhões de reais em março, recorde histórico para o mês na série histórica do Banco Central iniciada em 1995, se consolidando como porto para investidores num mês marcado por forte derretimento nos mercados por conta do coronavírus.

Segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta segunda-feira, os depósitos superaram os saques em 8,249 bilhões de reais no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Na poupança rural, o ingresso líquido foi de 3,920 bilhões de reais.

No primeiro trimestre deste ano, houve saída líquida de 3,759 bilhões de reais da poupança, bem abaixo dos 13,400 bilhões de reais retirados em igual período do ano passado.

O movimento de fortes depósitos em março ocorreu a despeito do baixo rendimento da aplicação. Por lei, toda vez que a Selic for igual ou inferior a 8,5%, a remuneração da poupança passa a ser de 70% da Selic acrescida da Taxa Referencial (TR), que atualmente está zerada.

Com a taxa básica de juros em 3,75% ao ano, a remuneração da poupança fica em 2,625% em 12 meses.



Reuters, Marcela Ayres, 06/abr

segunda-feira, 6 de abril de 2020

Apartamento Duplex, 2 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 489.000,00




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Senado aprova novas regras transitórias de direito civil e de locação de imóveis


Em mais uma votação remota (via internet), o Senado aprovou regras para flexibilizar relações jurídicas privadas durante a pandemia de coronavírus. O PL 1.179/2020, do senador Antonio Anastasia (PSD-MG), visa atenuar as consequências socioeconômicas da covid-19, de modo a preservar contratos e servir de base para futuras decisões judiciais. A proposta segue agora para a Câmara dos Deputados. 

Segundo o senador, dado o caráter emergencial da atual crise, a intenção é criar regras transitórias que, em certos casos, suspendam temporariamente algumas exigências legais. Questões tributárias, administrativas, de natureza falimentar ou de recuperação empresarial não foram incluídas, devendo ser tratadas por outros projetos em andamento no Congresso Nacional. 

A proposta aprovada foi um substitutivo elaborado pela relatora, Simone Tebet (MDB-MS), que, além de emendas próprias, incorporou ao texto original parte das 88 emendas oferecidas pelos senadores. 

Motoristas

Durante a votação, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES), pela liderança do partido, encaminhou destaque (votação em separado) de uma emenda de sua autoria para beneficiar motoristas de aplicativo, reduzindo temporariamente em 15% o repasse que os profissionais são obrigados a fazer às empresas. 

- Se as próprias empresas defendem que não há vínculo empregatício e há uma relação privada entre empresa e parceiro, agora, com muito mais razão, temos que ter um olhar muito mais sensível. Os motoristas não têm direito a nada, nenhum benefício trabalhista, e ainda estão expostos a grande risco. Em vez de reter do profissional 10 reais numa corrida, a empresa vai reter 8,50. Estamos tirando apenas daquelas grandes corporações, que ganham US$ 14 bilhões no mundo. Será que elas não podem reduzir um pouco o ganho? O que não pode é sempre o pobre pagar a conta - defendeu Contarato. 

A maioria dos partidos liberou as bancadas, mas a relatora, o líder do governo, Fernando Bezerra Coelho, e o MDB votaram contra, sob o argumento de que o assunto também trata de direito administrativo. Eles alegaram ainda que os motoristas serão beneficiados com o auxílio de R$ 600 a ser dado pelo governo, conhecido popularmente como coronavoucher. 

O argumento de Contarato sensibilizou os colegas e a emenda foi aprovada com 49 votos favoráveis e 27 contrários. 

Medidas

O projeto é extenso, dividido em 12 capítulos, que fazem alterações em diferentes normas, incluindo Código Civil, Código de Defesa do Consumidor, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e Lei do Inquilinato. 

O projeto diz, por exemplo, que não se concederá liminar para desocupação de imóvel urbano nas ações de despejo ajuizadas até 30 de outubro de 2020. O comando é válido para ações iniciadas a partir de 20 de março. 

A relatora retirou o artigo 10 do texto original que permitia o atraso no pagamento de aluguel por conta de demissão, redução de carga horária ou diminuição de remuneração por conta da pandemia. Segundo ela, é preciso considerar, por outro lado, que há locadores que sobrevivem somente dessa renda. 

As normas extraordinárias também deverão regular as relações em condomínios residenciais. O síndico terá poderes emergenciais para restringir o uso de áreas comuns; limitar ou proibir a realização de reuniões, festas, uso de estacionamentos, inclusive privativos, por terceiros como parte da estratégia para evitar a disseminação do coronavírus. 

A assembleia condominial presencial e a respectiva votação dos itens de pauta poderão acontecer, em caráter emergencial, por meio virtual, também até 30 de outubro deste ano.  O meio remoto poderá ser adotado ainda para viabilizar assembleias e reuniões em sociedades comerciais.

No tocante às relações de consumo, a proposta determina, até 30 de outubro de 2020, a suspensão da aplicação do direito de arrependimento previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor. A regra vale somente para compras de produtos perecíveis ou de consumo imediato e também de medicamentos. Com isso, não vale o prazo regular de sete dias para arrependimento. 

Em relação ao regime societário, a proposição prorroga até 30 de outubro todos os prazos legais para realização de assembleias e reuniões e para divulgação ou arquivamento das demonstrações financeiras. Além disso, assembleias e reuniões em sociedades comerciais podem ser virtuais e e dividendos e outros proventos podem ser antecipados. 

O projeto ainda estende o prazo de abertura e de conclusão de inventários e partilhas,  determina a prisão domiciliar para quem não pagar pensão alimentícia e suspende algumas infrações de ordem econômica em tempos de pandemia, como a venda injustificada de produtos e serviços abaixo do preço de custo.

PRINCIPAIS PONTOS DO PROJETO

PRAZOS‣ Suspende até 30 de outubro de 2020 o prazo de prescrição de processos em trâmite na Justiça. ‣ Adia para janeiro de 2021 a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com multas e sanções válidas somente a partir de agosto de 2021.

TRANSPORTE DE CARGA‣ Caberá ao Contran editar normas que prevejam medidas excepcionais de flexibilização do cumprimento dos artigos 99 e 100 do Código de Trânsito Brasileiro, que proíbem o excesso de peso. A norma editada terá validade somente durante o período de calamidade pública.

CONSUMO‣ Suspende até 30 de outubro de 2020 o Direito de Arrependimento previsto no Código de Defesa do Consumidor. A suspensão é válida para entrega domiciliar (delivery) de medicamentos e comida. O direito do consumidor de desistir do produto, caso apresente algum defeito está mantido.

ALUGUEL‣ Impede a concessão de liminar para desocupação de imóvel urbano nas ações de despejo até 30 de outubro de 2020. A proibição só é válida para ações protocoladas a partir de 20 de março. Inicialmente o projeto previa que se o inquilino fosse demitido ou tivesse o salário reduzido por causa da pandemia poderia atrasar o pagamento do aluguel. O trecho foi retirado pela relatora Simone Tebet (MDB-MS).

CONDOMÍNIO‣ Permite a realização de assembleias virtuais. ‣ Restringe a utilização de áreas comuns. Restringe ou proíbe a realização de reuniões, festas, uso do estacionamento por terceiros. Permite obras de natureza estrutural e de benfeitorias necessárias.

CONTRATOS‣ Exclui aumento da inflação, variação cambial, desvalorização ou substituição do padrão monetário dos fatos imprevisíveis que podem suscitar revisão de contratos. Essa regra não vale para revisão contratual previstas no Código de Defesa do Consumidor e na lei de locações de imóveis urbanos (Lei 8.245, de 1991).

FAMÍLIA‣ Estende o prazo de abertura e de conclusão de inventários e partilhas. ‣ Quem não pagar pensão alimentícia cumprirá prisão domiciliar.

REGIME SOCIETÁRIO‣ Assembleias e reuniões em sociedades comerciais poderão ser virtuais. ‣ Caso as autoridades sanitárias locais permitam, as reuniões podem ser presenciais. Permite a antecipação de dividendos e outros proventos.

PENSÃO ALIMENTÍCIA‣ Até 30 de outubro de 2020, a prisão civil por dívida alimentícia deverá ser cumprida exclusivamente sob a modalidade domiciliar, sem prejuízo da exigibilidade das respectivas obrigações.

USUCAPIÃO‣ Suspendem-se os prazos de aquisição para a propriedade imobiliária ou mobiliária, nas diversas espécies de usucapião, a partir da vigência desta lei até 30 de outubro de 2020.

APLICATIVOS‣ Empresas de transporte por aplicativo terão de reduzir 15% do lucro sobre o valor da corrida durante o período da pandemia.



Agência Senado, Informe Diário, 06/abr

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 790.000,00




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Parceria pode reduzir tempo de repasse de recebíveis à Caixa


A Caixa Econômica Federal fechou parceria com o Registro de Imóveis do Brasil para diminuir o tempo necessário para o repasse dos recebíveis das incorporadoras para o banco público. Ontem, a Caixa enviou um contrato assinado com a Tenda para o 12º Registro de Imóveis do Rio de Janeiro. Foi a primeira operação da parceria fora da faixa 1 do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, segmento em que 5 mil contratos já foram registrados.

Segundo o vice-presidente da entidade, Sergio Ávila, há previsão que o banco comece a enviar contratos da MRV, Direcional Engenharia e Cury a partir da próxima semana. "O prazo médio para o repasse está em torno de 30 dias. Queremos que seja reduzido para uma semana", afirma.

De acordo com o vice-presidente dos Registradores de Imóveis do Brasil, a parceria com a Caixa não se restringe a unidades enquadradas no Minha Casa, Minha Vida, incluindo qualquer imóvel que se encaixe no Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Ávila conta que, anteriormente, a documentação era entregue em papel ao cartório. Os dados eram passados para o sistema do cartório, que imprimia uma certidão física. Esse documento era levado pela incorporadora à Caixa, onde era digitalizado para que os recursos do repasse fossem liberados. No novo modelo, os dados são enviados e processados em rede. "Há um ganho de eficiência muito grande", diz.

Caixa e Registro de Imóveis do Brasil já pretendiam estender a parceria para além da faixa 1 do programa habitacional, mas não havia sido estipulado prazo para isso. Com a mudança de cenário e o início de atuação dos cartórios em sistema de plantão, a ampliação do novo modelo foi acelerada. Ávila ressalta que todos os 3.657 cartórios de registros de imóveis do país poderão receber contratos pelo sistema e que o modelo pode abranger contratos de incorporadoras de pequeno porte. "Estamos conversando com o BB para que títulos do agronegócio sigam o mesmo caminho", conta.
Procurada, a Caixa não quis comentar o assunto.

Para pessoas físicas, o Registro de Imóveis do Brasil está oferecendo a possibilidade de atendimento on-line em seu site, incluindo plantões por videoconferência, em que o cliente pode "tirar dúvidas como se fosse no balcão do cartório", segundo Ávila. O vice-presidente da entidade conta que é possível agendar atendimento e que, somente se necessário, será solicitada a entrega presencial de documentos. Os clientes também receberão boletos on-line para pagar as custas do cartório.



Valor Econômico online, Chiara Quintão, 03/abr

quinta-feira, 2 de abril de 2020

Apartamento 2 Quartos na Barra da Tijuca - R$ 636.000,00




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Novos planos para programa agradam setor de construção


As sinalizações de mudanças no programa habitacional Minha Casa, Minha Vida divulgadas pelo secretário Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Alfredo Eduardo dos Santos, agradaram ao setor de construção.

"Vejo com bons olhos o que foi informado pelo secretário, como a ampliação do número de contratações para as faixas 1,5, 2 e 3", afirma o vice-presidente da Habitação do Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Ronaldo Cury. 

Segundo ele, a expectativa é que as medidas sejam anunciadas no fim de abril ou início de maio.

Santos informou as potenciais mudanças, na segunda-feira, em teleconferência com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e, ontem, em reunião on-line com a Associação Brasileira das incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

"O governo entende que, quando terminar a crise do coronavírus, haverá uma crise enorme de emprego. Existe uma preocupação de se preparar para isso. Se é preciso gerar empregos, não há um setor mais rápido do que o de habitação popular. Além disso, a demanda por moradia popular aumenta no Brasil todos os anos", diz uma fonte do setor.

A avaliação dessa fonte é que o governo está realizando "trabalho técnico de bastante qualidade" em relação ao Minha Casa, Minha Vida, com intenção de ampliá-lo.

Entre os pontos citados pelo secretário, está a redução da taxa de juros cobrada aos clientes do programa habitacional, segundo Cury. A combinação de mais contratações e cobrança de juros mais baixos será possível pela diminuição das taxas pagas à Caixa Econômica Federal e pelo parcelamento dos valores.  "Essa medida é defendida pelo setor há muito tempo. Atualmente, dois terços do subsídio de R$ 9 bilhões [do Orçamento da União] vão, à vista, para o banco operador", diz o vice-presidente.

Para as regiões Norte e Nordeste, deverá haver mudanças em relação ao subsídio - com aumento da subvenção - e do teto do valor do imóvel a ser financiado. Segundo Cury, o secretário não detalhou qual será a alteração no valor máximo das unidades a serem enquadradas no programa.

Outra mudança relevante para o setor divulgada por Santos é que as incorporadoras poderão utilizar, nos financiamentos à produção, recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). "Com isso, sobra mais dinheiro para o FGTS", diz Cury. Segundo fonte, qualquer mudança no programa vai exigir mais recursos do FGTS, mas a possibilidade de o dinheiro da poupança também financiar os empréstimos das empresas contribui para atenuar a pressão sobre o fundo.

Em relação à faixa 1 do Minha Casa, Minha Vida, a intenção do governo é que haja remodelação do segmento, começando pela retomada das obras paradas que já tenham mais de 85% do total concluído, de acordo com Cury.

A criação de projeto de regularização fundiária também faz parte das medidas informadas pelo secretário ao setor, como parte do novo programa habitacional a ser anunciado. "As construtoras contratadas para esse projeto farão obras de urbanização, regularização e reforma das casas em bairros a serem escolhidos, que não fazem parte de áreas de risco", afirma o presidente do Sinduscon-SP.



Valor Econômico, Chiara Quintão, 02/mar

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte na ABM na Barra da Tijuca - R$ 1.070.000,00




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Fabricantes de materiais de construção reduzem produção


A desaceleração da produção, em decorrência da disseminação do coronavírus, chegou à indústria de materiais de construção. Algumas empresas, como Lorenzetti e Tigre já optaram por conceder férias coletivas aos funcionários. Outras, como Eternit, anteciparam férias de parte dos colaboradores. Outras, como Eternit, anteciparam férias de parte dos colaboradores. Portobello reduziu sua capacidade operacional. Neste ano, o crescimento do setor será inferior ao inicialmente previsto pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), mas ainda não é possível, segundo Rodrigo Navarro, presidente da entidade, traçar nova projeção.

Inicialmente, a Abramat e a Fundação Getulio Vargas (FGV) projetavam crescimento real do faturamento da indústria de materiais de construção de 4%, em 2020, o dobro dos 2% do ano passado. "Vamos revisar a estimativa para baixo, mas dependemos de indicadores oficiais do governo", disse Navarro. Na avaliação do presidente da Abramat, passado o pico da disseminação do coronavírus, em abril e maio, terá início a "retomada da retomada" do setor.

A fatia das empresas que pretendem investir, no médio prazo, caiu de 71% de fevereiro para 38% em março.

Segundo Navarro, é preciso conciliar preocupações com a saúde com a economia, oferecendo condições de segurança para quem trabalha.

Desde o último dia 23, a fabricante de duchas, chuveiros elétricos, metais sanitários e purificadores de água Lorenzetti entrou em férias coletivas de 15 dias, já prevendo a possibilidade de prorrogação por mais 15 dias. Em nota, a empresa informou que "está preocupada com a saúde de seus funcionários e familiares devido à situação com o novo coronavírus". Em dezembro, a Lorenzetti tinha expectativa de crescer dois dígitos, neste ano, ante o faturamento de 2019 da ordem de R$ 1,5 bilhão.

A demanda pelos produtos da Eternit caiu pela metade em função da pandemia de coronavírus, segundo Luís Augusto Barbosa, presidente da companhia. De acordo com o executivo, a companhia ainda não enfrentou nenhuma situação de calote de clientes, mas alguns estão pedindo prorrogação de prazos para pagamento. A Eternit não realizou demissões. As férias de boa parte das pessoas da área de produção foram antecipadas. "Pessoas dos grupos de risco estão trabalhando em sistema de home office", disse Barbosa.

O grupo Tigre paralisou, no sábado, suas fábricas por até 30 dias, de acordo com as especificidades de cada operação. A Tigre afirma que seus estoques são suficientes para abastecer o mercado durante a parada e assim que o varejo retomar suas atividades. 

Conforme a Tigre, nas linhas de produção de itens que afetam, diretamente, a logística e o fornecimento de água em obras públicas, as paradas programadas serão de 15 dias.

Segundo informou, em nota, o grupo Tigre pretende "preservar empregos de seus profissionais". A empresa considera que ainda é cedo para fazer previsões para o ano. "O grupo Tigre seguirá acompanhando todos os cenários e avaliará, dia a dia, novos passos e medidas a serem tomadas."

A fabricante de revestimentos cerâmicos Portobello reduziu a capacidade operacional da unidade de Tijucas (SC) em 70%. Segundo a companhia informou, em nota, trata-se do mínimo necessário para assegurar a "integridade do maquinário e a segurança técnica".

A capacidade operacional da fábrica da Pointer, em Marechal Deodoro (AL), será reduzida, gradativamente, nos próximos dias, com manutenção dos níveis mínimos de funcionamento e produção. A Pointer é a marca pela qual a Portobello atua no Nordeste.

No escritório de Florianópolis, todos os empregados estão trabalhando no sistema de home office. Em Tijucas, a parcela dos trabalhadores nesse sistema é de 75%. Já as lojas da rede Portobello Shop seguem as determinações públicas estaduais e municipais.

Na segunda-feira, a Abramat divulgou o primeiro levantamento "Termômetro Abramat" realizado após a disseminação do coronavírus no país. A sondagem apontou redução da intenção de investimentos, expectativa negativa do setor em relação ao faturamento em março e abril e queda do otimismo em relação ao governo.

Segundo o Termômetro Abramat, a fatia das empresas associadas que pretendem fazer investimentos, no médio prazo, caiu dos 71% de fevereiro para 38% em março. O uso da capacidade instalada foi reduzido de 70% para 65%. Das participantes da pesquisa, 48% consideraram seu desempenho, em março, ruim ou muito ruim, 33% avaliaram como regular, e 19%, como bom. Em relação ao desempenho de abril, 67% das empresas informaram ter expectativa ruim ou muito ruim, e 33% projetam que será um mês regular.

Sobre expectativas de ações governamentais, 67% das empresas informaram indiferença, 24% disseram estar pessimista e 9%, otimistas. A fatia das participantes otimistas em relação às ações governamentais chegava a 25% em fevereiro.



Valor Econômico online, Chiara Quintão, 01/abr

terça-feira, 31 de março de 2020

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 750.000,00




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Covid-19: Governo garante contratações com recursos do FGTS em 2020


As contratações de habitação de interesse social, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), estão garantidas até o final do ano, a partir da Portaria 761/2020 do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). A normativa regulamenta os desembolsos com recursos do Orçamento-Geral da União (OGU) para o exercício de 2020. Essa sinalização é essencial para a sobrevivência das empresas e vinha sendo pleiteada pela CBIC.  "O MDR está de parabéns pela rapidez na edição da portaria, competência e sensibilidade do ministro Rogerio Marinho", afirma o presidente da CBIC, José Carlos Martins.

"Era algo desejado pelo setor desde o final dezembro de 2019. Ela dá um pouco mais de tranquilidade a todos nós", reforça o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social da CBIC, Carlos Henrique Passos.

De acordo com a portaria, para as contratações de financiamentos com pessoas físicas realizadas a partir do ateste, pela autoridade competente, do esgotamento da disponibilidade orçamentária e financeira previstas Lei n. 13.978, de 17 de janeiro de 2020, para o aporte de recursos do OGU previsto no art. 2º, I da Lei nº 11.977/2009, a política de concessão de descontos em tais financiamentos será executada exclusivamente com os recursos de que trata a Resolução nº 955/2020, do Conselho Curador do FGTS, que reformula os orçamentos financeiro, operacional e econômico do FGTS para o exercício de 2020, e o orçamento plurianual de aplicação para o período 2021-2023.



Agência CBIC, 30/mar

segunda-feira, 30 de março de 2020

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 630.000,00




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Construtoras usam canais digitais para driblar pandemia


Com a crise causada pelo coronavírus, as construtoras estão investindo em vendas on-line. Sites interativos e contato dos corretores pelo WhatsApp e por telefone têm sido os recursos usados para tentar fechar negócios neste cenário inédito da economia mundial. Os lançamentos programados para este ano, por enquanto, serão mantidos, segundo as empresas.

- A assinatura da venda é feita por meio de uma plataforma de assinatura eletrônica. Para o cliente analisar o imóvel, contamos com o tour on-line e com imagens de drones da região e da vista específica de cada apartamento. É como se o cliente já estivesse dentro do seu apartamento - diz Carolina Lindner, gerente comercial da construtora Mozak. No mercado de Minha Casa Minha Vida, o on-line também está sendo usado. De acordo com Cristiano Coluccini, presidente da CAC

Engenharia, houve um reforço nas rede sociais da construtora para divulgar os canais de atendimento (WhatsApp, chat e telefone). A MRV expandiu a atuação da plataforma de vendas digital, diz Rafael Menin, copresidente da construtora.

Para Claudio Hermolin, presidente da Ademi-RJ e da Brasil Brokers, a crise afetará o mercado como um todo, mas de forma temporária. Ele crê que é um bom momento para quem quer fazer investimento:

- Em um momento de crise, principalmente uma atípica como a que estamos passando, o natural é que as pessoas queiram assegurar seus investimentos em bens reais, feitos de tijolo. 

Na opinião do presidente do Creci-Rj, Manoel da Silveira Maia, as demandas habitacionais são imensas, mas as compras vão cair. Consumidores de todos os segmentos estão mais cauteloso se, no mercado imobiliário, não é diferente - diz ele. 

Será um bom momento para comprar?

- Se você está comprando o imóvel para sua moradia ou como forma alternativa de investimento e proteção do seu dinheiro, é uma boa opção. Neste caso, seu investimento é em longo prazo. Caso haja queda de preços, você pode recuperar isso no futuro, pois, como todo mercado, o de imóveis também se recupera - aconselha Geraldo Victor, gerente-geral de Imóveis da Apsa.

MORAR OU ALUGAR

O aluguel também acaba sendo alternativa para o futuro potencial comprador, acredita Paulo Porto, professor do MBA de Gestão de Negócios Imobiliários e da Construção Civil da FGV. 

- As pessoas que já tinham se preparado para comprar agora vão manter o contrato de aluguel até a situação ficar menos incerta - avalia.



O Globo, Ana Carolina Diniz, 29/mar