quinta-feira, 18 de abril de 2019

Apartamento 3 Quartos no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 1.660.000,00




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Nova lei deve aquecer mercado imobiliário


Com a sanção do prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), nesta quarta-feira, da legislação que regulamenta a venda de índices construtivos de médio adensamento - de 300 m² a 1 mil m² - direto no balcão (na prefeitura), o setor construtivo prevê maior "dinamismo" para o mercado imobiliário e para a cidade. A proposta do Executivo, aprovada pelos vereadores em fevereiro, permite a aquisição de metros quadrados extras de construção sem depender de leilão promovido pelo poder público.
O texto também prevê que "além do pagamento financeiro referente ao valor do Solo Criado, o município poderá aceitar, como forma de contrapartida, imóvel ou permuta de área construída, assim como bens e serviços de utilidade pública municipal".
Os índices de médio adensamento agora recebem o mesmo tratamento dado aos de pequeno adensamento - até 300m² -, em que a aquisição é feita com base em valores pré-estabelecidos para cada região da cidade. O leilão continua sendo previsto para as aquisições de alto adensamento - acima de 1 mil m² - e, nestes casos, depende também da apresentação de Estudo de Viabilidade Urbanística (EVU), que, por sua vez, precisa ser aprovado pelo Paço Municipal.
"Essa lei vem dinamizar o mercado imobiliário e o desenvolvimento da cidade, uma vez que permite uma densificação maior", sustenta o empresário Antonio Ulrich, vice-presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS). Ele sustenta que densificar determinadas áreas já providas pelo poder público é "um conceito muito claro para urbanistas e administradores", porque é mais barato e otimiza a infraestrutura existente.
Por isso, avalia a ampliação da compra de índice construtivo em balcão como "importante à medida que atende todos os agentes envolvidos: o poder público, com uso melhor dos recursos; as incorporadoras, com o dinamismo do mercado; e o consumidor final, que terá acesso à moradia a preços competitivos".
Um estudo técnico está sendo realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e deverá ser publicado até a próxima semana, atualizando o índice praticado para venda em cada região da cidade. Para o titular da pasta, Eduardo Cidade, a medida é bastante significativa para o mercado, porque "dá agilidade, antecipa etapas e o empreendedor consegue concluir o planejamento de forma mais rápida". Outro ponto considerado pela prefeitura é o ingresso de receita em consequência da medida - um novo imóvel gera impostos como o IPTU, por exemplo.
Além disso, a lei sancionada por Marchezan define a destinação dos recursos arrecadados tanto com a venda quanto com o leilão dos índices construtivos. Os recursos de médio e de alto adensamento passam a integrar o agora criado Fundo Municipal de Gestão de Território e poderão ser aplicados em obras de infraestrutura, mobilidade urbana e instalação de equipamentos públicos, entre outros. O já existente Fundo Municipal de Habitação de Interesse Social, cujos recursos são destinados à política habitacional direcionada à população de menor renda, receberá valores provenientes das outorgas de pequeno adensamento e as não adensáveis.
A venda de índice construtivo, que em Porto Alegre foi regrada pela primeira vez nos anos 1990 como Solo Criado e, depois, instituída pelo Estatuto das Cidades como Outorga Onerosa do Direito de Construir, possibilita construção além do preestabelecido para um terreno, mediante pagamento pelos metros quadrados excedentes no projeto. O acréscimo deve respeitar o limite definido no Plano Diretor para aquela área ou região, como altura máxima e recuo lateral dos prédios.


Jornal do Comércio (RS), Bruna Suptitz, 18/abr

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Casa 5 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 9.500,00




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Otimista, setor imobiliário tenta se reinventar


Otimistas, sim, mas com cautela. A frase poderia definir a sensação dos empresários do setor imobiliário hoje. Em um momento em que os economistas têm revisado para baixo as previsões de crescimento do País para este ano e que o mercado financeiro ainda observa os desdobramentos da tentativa de aprovação da reforma da Previdência - considerada crucial para a volta da confiança e do investimento - o setor de imóveis espera um 2019 melhor do que o ano passado, enquanto tenta se reinventar.
Ainda que o desemprego elevado e as incertezas de Brasília deixem em dúvida muitos consumidores que gostariam de comprar um imóvel, o setor avalia que o ano deve ser positivo. Segundo especialistas, reunidos ontem no Summit Imobiliário Brasil 2019, a expectativa é de aumento no volume de crédito imobiliário e de boas oportunidades de negócios, sobretudo a partir do segundo semestre.
O presidente do Secovi-SP (entidade que reúne as empresas do setor), Basílio Jafet, diz que a expectativa é de crescimento de 5% a 10% nas vendas de unidades residenciais novas este ano, em relação a 2018. Para isso, no entanto, ele reafirma a necessidade de o governo do presidente Jair Bolsonaro aprovar a reforma da Previdência. "E a reforma não pode ser medíocre, não deve servir apenas para dizer que fizemos a lição de casa."
Principal agente do financiamento imobiliário, a Caixa trabalha com um panorama de aumento na concessão de crédito para a casa própria. O vice-presidente do banco estatal, Jair Luis Mahl, diz que o desafio da empresa atualmente é utilizar de forma mais inteligente os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
"Nós estamos otimistas. Os dados de concessão de crédito no primeiro bimestre foram bastante fortes, além das nossas expectativas", avalia Gustavo Alejo Viviani diretor de Produtos de Crédito e de Recuperação do banco Santander.
Ele lembra que as expectativas a respeito da aprovação da reforma da Previdência são altas, mas que a demanda reprimida pelo consumidor nos anos de recessão e o enorme déficit habitacional do País trazem oportunidades de negócios para o mercado imobiliário.
Déficit. Uma reportagem publicada pelo Estado em janeiro apontava que esse déficit bateu recorde após os anos de recessão e que, na próxima década, será preciso construir 1,2 milhão de habitações por ano para suprir a demanda do brasileiro por moradia.
Um levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) revelou que os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) bateram em R$ 59,96 bilhões nos últimos 12 meses até fevereiro - 34,8% acima que os 12 meses anteriores. A recuperação do volume financiado em 12 meses interrompeu um período de três anos de quedas consecutivas.
"A reforma da Previdência é um dos grandes desafios do governo, para destravar investimentos, mas é só uma parte do problema. O setor também precisa aproveitar para se reformar, aumentar a inovação em seus projetos e cobrar uma maior segurança jurídica, por parte do governo, para atrair investidores", diz Alejo.
Já o secretário estadual de Habitação de São Paulo, Flavio Amary, considera que o momento é de poder público e empresários se unirem para ajudar o setor de construção civil. "O poder público sempre pode ajudar, porque o déficit habitacional está concentrado em grandes cidades, e essa questão deve ser contemplada por políticas públicas. Mas é preciso trabalhar em parceria com o setor privado, mapear todas as vezes em que o poder público burocratizou processos e acabou aumentando o déficit habitacional. A gente não pode demorar tanto para aprovar um projeto", afirma o secretário.
O economista-chefe da Necton, André Perfeito, pondera que o mercado financeiro tem estado menos otimista com o futuro do País nos últimos meses. "O investimento ainda está amarrado, o empresário está entusiasmado com o governo, mas ele também precisa fazer contas. Não adianta nada a taxa de juros estar baixa, com os juros básicos em 6,5% ao ano, se a demanda e a ociosidade continuam fracas."
Reconstrução. Para além das iniciativas do governo, o setor imobiliário pode aprender com outros segmentos e usar mais a tecnologia para rever tanto a forma de projetar e construir empreendimentos quanto modernizar os processos de vendas e locações.
André Perfeito, da Necton, é um dos que defendem que incorporadoras e bancos façam no setor imobiliário uma revolução semelhante ao que ocorreu em empresas que oferecem alternativas de transporte, como a Uber.
O presidente da incorporadora Vitacon, Alexandre Frankel, diz que pretende manter a inovação como uma das marcas da empresa. "O nosso setor se acostumou a projetar e construir, há décadas, com a mesma fórmula, mas o consumidor mudou. É preciso imaginar o edifício como um smartphone, em que colocamos aplicativos de serviços (como novos espaços para uso coletivo) que sejam úteis para esse novo consumidor."


O Estado de S. Paulo, Economia, 17/abr

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Cobertura Duplex, 4 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.350.000,00




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Campanha de Arrecadação – SOS Vizinho do Bem


Participe da campanha de arrecadação que ajudará os moradores das comunidades atendidas pelo programa Vizinho do Bem, em Santa Cruz e Campo Grande, que tiveram suas casas atingidas pelas fortes chuvas no Rio.
De 12 a 16 de abril, leve sua doação de roupas, fraldas, alimentos não perecíveis, produtos de limpeza e de higiene pessoal nos postos de arrecadação:
> Sede do Seconci-Rio: Rua Pará, 141 – Pça da Bandeira
> Sede do Sinduscon-Rio: Rua do Senado, 213 – Centro
> Sede da MRL Engenharia – Rua Victor Civita, 66 – Barra da Tijuca
Junte-se a nós nesta corrente de solidariedade!

SECONCI, 15/04

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Recreio dos Bandeirantes - R$ 680.000,00




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Após 2013, Construção Civil perdeu quase 3 milhões de empregos, revela Fiesp


Intensiva em mão de obra, a cadeia produtiva da Construção Civil viu seu estoque de empregos se reduzir em 21,6% a partir da crise financeira que assolou o Brasil. Entre 2013 e o terceiro trimestre do ano passado, houve encerramento de quase 3 milhões de postos de trabalho no setor de Construção.
O movimento foi constatado em pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), obtida pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, a partir da dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Ministério do Trabalho.
"Esse resultado é explicado pelo corte de financiamentos habitacionais e de despesas públicas nas áreas de desenvolvimento urbano e de infraestrutura econômica", explica o diretor-titular do Departamento da Indústria da Construção da Fiesp, Carlos Auricchio. O estudo cita como fatores relevantes o estrangulamento do crédito nas áreas de habitação, saneamento e mobilidade, assim como paralisia dos investimentos em transportes, energia e telecomunicações.
A retração acumulada de 21,6% entre 2013 e o ano passado reverteu, parcialmente, a expansão do emprego no setor registrada entre os anos de 2007 e 2013, quando acumulou 37,5% de crescimento e atingiu o pico de 12,855 milhões de profissionais. Este período correspondeu ao momento de maior expansão da economia brasileira no passado recente, com a maior variação tendo ocorrido em 2010, com um PIB de 7,5%.
Entre os segmentos da cadeia da Construção, o que mais sofreu retração no quadro de funcionários a partir de 2013 foi o industrial, com queda acumulada de quase 30%, relata a Fiesp. Já o de construção encerrou quase 23% dos postos de trabalho, enquanto o emprego em serviços associados à construção perdeu 18,7% e comércio de materiais de construção cedeu 9,1%.
Durante o período de expansão, por outro lado, as maiores altas foram registradas nos serviços, com 6,4%, e comércio, com 6,3%. Nas atividades industriais, houve alta de 5,5% e na construção, de 5,2%.
Já no resultado fechado do levantamento, considerando o período de 2007 ao terceiro trimestre de 2018 como um todo, foi verificada expansão de 7,79% do estoque de empregos, passando de 9,345 milhões para 10,073 milhões. Dentre os segmentos, a maior expansão ocorreu na área comercial, com alta de 30,82%, enquanto a ocupação no ramo industrial sofreu recuo de 3,34%. Em Serviços, foi constatada expansão de 18,0%, enquanto o emprego na Construção cresceu 4,23% no período.
Qualificação e Produtividade
Se a expansão do emprego ao longo de quase onze anos não ultrapassou a marca de um dígito em termos porcentuais, a Fiesp constatou, por outro lado, uma considerável melhora na qualificação dos profissionais no setor da Construção. Do total de profissionais no setor em 2007, apenas 30% tinham completado a formação no Ensino Médio. Já no terceiro trimestre de 2018, esta parcela correspondia a 43,2%.
"Em termos absolutos, foram encerrados quase 890 mil postos de trabalho nessas faixas de menor qualificação", destaca o levantamento. O maior salto entre os perfis de qualificação foi verificado entre os profissionais com ensino superior, completo ou incompleto, cuja fatia passou de 5,4% no início da pesquisa para 15,9% até o terceiro trimestre do ano passado.
O próprio diretor da Fiesp, Carlos Auricchio, entretanto, faz uma ressalva sobre a melhora da qualificação entre os profissionais da Construção. "O que ocorreu com a qualificação da mão de obra foi resultado de dois movimentos. O primeiro foi exatamente a demissão de profissionais menos qualificados, cujo custo do desligamento é menor, num momento de crise aguda, mas que não se imaginava que fosse tão extensa", explicou ao Broadcast.
Ao mesmo tempo, Auricchio atribuiu parte da melhora da qualificação a uma "tendência estrutural do Brasil". "Os jovens estão saindo para o mercado de trabalho mais maduros e com maior nível de escolaridade. Isso reflete a universalização das vagas para os ensinos fundamental e médio, os avanços da educação técnica e o aumento expressivo de vagas no ensino superior", destacou.
Sobre o avanço no porcentual de profissionais com ensino superior, o diretor da Fiesp apontou para um crescimento da oferta e da demanda por cursos superiores na área de engenharia, tanto nas universidades públicas quanto privadas. "A demanda por esses cursos cresceu muito no início dos anos 2010, porque os salários de engenheiros também cresceram de forma expressiva", disse. "Além da maior oferta de vagas, os jovens de famílias de menor renda encontraram nessa época programas públicos de financiamento (Fies e Prouni) que possibilitaram o avanço na educação", completou.
Já a produtividade dos trabalhadores não escapou dos efeitos da crise. De 2007 a 2014, destaca a Fiesp, a produtividade da mão de obra na cadeia cresceu 1,7% ao ano, em ritmo e nível condizente com os ganhos de escala e avanços tecnológicos no período. "De 2014 em diante, contudo, houve perdas médias de produtividade de 3% ao ano, fazendo com que a produtividade da mão de obra registrasse em 2016 o pior nível em onze anos de análise", destaca o Departamento da Indústria da Construção da Fiesp.


IstoÉ, Economia, 10/abr

terça-feira, 9 de abril de 2019

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Avenida Sernambetiba na Barra da Tijuca - R$ 1.150.000,00




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Café Legal terá participação das construtoras Even, Cofix e MRV


No dia 17 de abril (quarta), acontecerá a edição especial do Café Legal, com participação de empresas vencedoras do Prêmio Vitae-Rio 2018: Even Construtora, Cofix e MRV Engenharia.

Na ocasião, serão apresentadas as principais práticas proativas em saúde e segurança do trabalho, que estão sendo desenvolvidas por estas empresas, no Estado do Rio. Não perca! Será das 8h30 às 11h30, no auditório do Seconci-Rio.


SECONCI, 09/04

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Apartamento 2 Quartos no condomínio Vintage Way Residence and Service em São Conrado - R$ 1.100.000,00




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Ibradim promove palestra sobre Direito Imobiliário


Nesta terça-feira (09/04), o Instituto Brasileiro de Direito Imobiliário (Ibradim) realiza, no Rio de Janeiro, o seminário "Inovação, Tecnologia e Direito Imobiliário", organizado em conjunto com a Comissão de Direito Imobiliário da OAB-RJ e o Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB). Gratuito e aberto ao público, o encontro abordará temas como smart contracts, jurimetria e impacto da tecnologia para os escritórios de advocacia.
Entre os palestrantes convidados estão Bruno Feigelson, presidente da Associação Brasileira de Lawtechs e Legaltechs (AB2L); Rafaella Carvalho Corti, diretora jurídica da Cyrela; e Angelo Caldeira Ribeiro, sócio da Looplex (Plataforma Brasileira de Transformação Digital de Conteúdo).
O seminário, realizado das 9h30 às 13h, terá transmissão online, via YouTube, para todo o país. Para acompanhar, basta acessar o site https://www.youtube.com/channel/UCtLOlV-FeBLOSUIKB07rYsw.

ADEMI, 08/04

sexta-feira, 5 de abril de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Recreio dos Bandeirantes - R$ 945.000,00




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ENIC: o futuro profissional da construção civil em pauta


Um dos temas que irá nortear a 91ª edição do Encontro Nacional da Indústria da Construção (ENIC), será o futuro das relações de trabalho no setor. O debate será capitaneado pela Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, que levantará questões sobre os profissionais que a construção almeja, as formas como a tecnologia muda o mercado, o perfil do novo profissional da construção e como ter relações mais transparentes e éticas no setor.
O ENIC acontecerá no Rio de Janeiro, de 15 a 17 de maio, reunindo milhares de gestores da construção civil para discutirem sobre o futuro do setor sob a ótica da inovação, sustentabilidade, relações trabalhistas, segurança jurídica, infraestrutura e negócios.

SECONCI, 05/04

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 750.000,00




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ADEMI-RJ firma parceria para emissão de certidões on-line


A ADEMI-RJ firmou parceria com a Associação dos Notários e Registradores do Rio de Janeiro (Anoreg-RJ) para a utilização do "e-CartórioRJ", portal de emissão e validação de certidões eletrônicas dos Serviços Extrajudiciais (Cartórios) em todo o Estado do Rio de Janeiro. O portal permite a solicitação de certidões e a viabilização de registros de forma mais conveniente, célere e econômica.
Para utilizar os serviços e-CartórioRJ e incentivar o convênio, as empresas deverão preencher o formulário online, no link http://ademi.org.br/formcadastrocartorio.php.
A ADEMI formalizará o cadastramento das empresas na Anoreg-RJ, enviando para as empresas cadastradas o link com o login e a senha para acesso ao sistema do e-CartórioRJ.
Em caso de dúvidas ou para mais informações, basta entrar em contato com Rafael Fares pelo telefone (21) 2543-1110 ou pelo e-mail ademi@ademi.org.br.

ADEMI, 04/04

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Avenida Sernambetiba na Barra da Tijuca - R$ 800.000,00




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Hotéis do Rio abrem suas coberturas a não hóspedes


O verão trouxe calor e lucros para os hotéis cariocas. Levantamento da Hotéis Rio, sindicato dos hotéis do município do Rio, feito a pedido do Valor, mostrou que neste verão as unidades hoteleiras de quatro a cinco estrelas intensificaram abertura de coberturas, os chamados "rooftops" para não hóspedes. A estratégia fez com que a receita do departamento de alimentos e bebidas dos hotéis da cidade do Rio apresentasse aumento de 30% na estação (dezembro de 2018 até meados de março deste ano) em comparação com verão anterior.
Ao mesmo tempo, o fluxo de pessoas não hospedadas no hotel chegou a representar 70% da ocupação das coberturas - sendo que a média anterior girava em torno de 10% a 15%, informou a entidade. Para executivos do setor, contribuíram para o resultado as temperaturas elevadas desse verão, aliadas a uma demanda por locais de entretenimento mais seguros.
"O carioca, diferente do paulista, não tinha costume de frequentar bar e restaurante de hotel. Isso mudou", disse o presidente da Hotéis Rio, Alfredo Lopes. Lopes explicou que a estratégia de abrir mais os "rooftops" começou a engatinhar no cenário de alta vacância após a Olimpíada em 2016. "Após o evento, a média da ocupação dos hotéis foi de 40%, 46%. Foi o fundo do poço", lembrou ele. "Neste cenário, os hotéis se voltaram para buscar outras fontes de receita, como 'rooftops'", completou.
O hotel Hilton Barra, na Barra da Tijuca, zona Oeste do Rio, viu o faturamento com o espaço crescer 20% nos meses de janeiro e fevereiro ante iguais meses em 2018, informou Klaus Ziller, gerente-geral da unidade. Atento à tendência, o hotel criou o clube de vantagens #SouVizinho Hilton Barra para moradores de bairros vizinhos ao hotel, oferecendo promoções no espaço para não hóspedes.
O Hilton Rio de Janeiro Copacabana lançou o projeto Fiesta Latina na cobertura, no que seria o 39 andar do prédio localizado entre os bairros de Leme e Copacabana na zona sul do Rio.
Nos dias da Fiesta Latina, o hotel consegue faturar R$ 10 mil por noite no espaço, disse Laura Castagnini, gerente-geral da unidade. Segundo ela, a rede Hilton vai fazer obras em maio para ampliar o espaço. "Vamos investir principalmente no bar", afirmou, sem mencionar números.
O 23 Ocean Lounge, do hotel Sofitel Ipanema, zona Sul do Rio , pertencente à rede Accor, é uma cobertura que sempre foi aberta para não-hospedes, disse Netto Moreira, gerente-geral do hotel. Mas foi somente neste verão que o hotel viu a receita do espaço quadruplicar, em comparação com verões anteriores, informou o executivo.
"Era apenas um bar. Mas então o cardápio foi adaptado não somente para petiscos, e sim para jantar, almoço", disse Moreira. A rede Accor agora vai replicar a experiência em outro hotel. Vai reabrir, até o fim do primeiro semestre, o antigo Sofitel Copacabana, rebatizado de Fairmont.
A novata rede Yoo, que conta com a unidade Yoo2 inaugurada há quase três anos na Praia de Botafogo, zona Sul do Rio, viu a receita originada do "rooftop" nos meses de janeiro e fevereiro deste ano aumentar em 15% ante iguais meses do ano passado, segundo Marcelo Marinho, diretor-executivo da ICH Administração de Hotéis, que detém a bandeira. "Todo o projeto do hotel foi realizado para preservar a vista [da cobertura]", afirmou o executivo. A ideia, segundo ele, é continuar a realizar atividades no espaço para manter o fluxo de não hóspedes - atualmente 40% do total, com capacidade máxima de 120 pessoas.
O faturamento em alta do Skylab, cobertura do Rio Othon Palace, em Copacabana, foi uma boa notícia para a rede, atualmente em recuperação judicial. A empresa intensificou eventos, festas e a divulgação do local. E teve como resultado aumento de 30% na receita do espaço, de janeiro até meados de março, em comparação com igual período em 2018, segundo Jorge Chaves, diretor de operações dos Hotéis Othon. Para ele, o consumidor precisa entender que o hotel é uma unidade aberta, para cariocas e turistas em geral, com gama de serviços diversificada. "No meu 'rooftop', o cliente pode pedir desde sushi até hambúrguer", afirmou.


Valor Econômico, Alessandra Saraiva, 02/abr

terça-feira, 2 de abril de 2019

Apartamento 1 Quarto no Parque das Rosas na Barra da Tijuca - R$ 760.000,00




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Média e alta renda crescem, mas margem preocupa


O segmento de incorporação de imóveis para as rendas média e alta viveu, no ano passado, seu ponto de inflexão, com destaque para a retomada, no quarto trimestre, do crescimento de lançamentos e vendas e para o aumento da velocidade de comercialização. A tendência, segundo analistas ouvidos pelo Valor, é que a expansão seja mantida em 2019, considerando-se o cenário de juros mais baixos, crédito disponível e distratos regulamentados. Cyrela, EZTec e Even Construtora e Incorporadora já sinalizaram que as vendas estão melhores, neste início de 2019.
Em relação ao segmento de baixa renda, a expectativa é de crescimento mais modesto, e o mercado continua a monitorar os direcionamentos de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Tesouro Nacional para o programa Minha Casa, Minha Vida.
No ano passado, as incorporadoras de capital aberto lançaram R$ 17,35 bilhões, com alta de 26,5% na comparação anual. As vendas líquidas aumentaram 19%, para R$ 17,61 bilhões. Os números consolidam as prévias operacionais da CR2, Cyrela, Direcional Engenharia, Even, EZTec, Gafisa, Helbor, MRV Engenharia, PDG Realty, RNI Negócios Imobiliários, Tecnisa, Tenda, Trisul e Viver Incorporadora. Sem considerar Cyrela, que não informou distratos, as rescisões de vendas caíram 17,3%, para R$ 3,664 bilhões.
A expansão do Valor Geral de Vendas (VGV) lançado foi de 47,7%, no quarto trimestre, para R$ 6,827 bilhões, e o crescimento das vendas chegou a 26,3%, para R$ 5,68 bilhões. Sem incluir Cyrela, os distratos tiveram queda de 16,2%, para R$ 849,3 milhões. De outubro a dezembro, o setor lançou 39,4% do que foi apresentado no acumulado do ano. As vendas do trimestre responderam por 32,3% do total.
Ao comentar os resultados da EZTec, o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Emílio Fugazza, contou que as vendas brutas semanais da incorporadora estão semelhantes às do "boom imobiliário" em 2010 e 2011. "O ânimo em relação a lançamentos está bastante forte", disse Fugazza na divulgação do balanço.
Em teleconferência com analistas e investidores, o copresidente da Cyrela Raphael Horn afirmou que a tendência de recuperação das vendas de imóveis observada no fim de 2018 se manteve no início deste ano. Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da Even, Vinícius Mastrorosa, as vendas da incorporadora estão melhores do que as do começo do ano passado.
"As empresas de média e alta renda estão conseguindo recuperar um pouco do tempo perdido nos últimos anos", diz o analista de mercado imobiliário do Santander, Renan Manda. Do lado operacional, ressalta Manda, houve melhora relevante relacionada ao aumento da confiança e à definição eleitoral, mas ainda demora para isso se refletir, em termos financeiros, nos resultados das companhias em decorrência da contabilidade do setor.
No ano passado, o prejuízo líquido consolidado das incorporadoras listadas em bolsa aumentou 42,7%, para R$ 1,992 bilhão. As maiores perdas foram registradas por PDG (R$ 838,9 milhões), Rossi (R$ 614 milhões) e Gafisa (R$ 419,5 milhões). A receita líquida consolidada aumentou 7,8%, para R$ 16,221 bilhões. A margem bruta média cresceu de 21,7% para 25,1%. A alavancagem do setor medida por dívida líquida sobre patrimônio líquido ficou em 53,5%, acima dos 50,3% do fim de 2017.
No quarto trimestre, as incorporadoras tiveram prejuízo líquido de R$ 497,4 milhões, ante lucro líquido de R$ 781,5 milhões de outubro a dezembro de 2017. Juntas, Gafisa, Rossi e PDG responderam pela perda de R$ 640,1 milhões. O prejuízo da Gafisa - o maior do setor no trimestre - foi de R$ 297 milhões. Houve expansão de 24,5% na receita do setor, para R$ 5,067 bilhões. A margem bruta setorial passou de 18,4% para 27,1%.
Um analista setorial avalia que as margens das incorporadoras de média e alta renda ainda são um ponto de atenção. Segundo ele, apesar das boas expectativas para os próximos trimestres em relação a lançamentos e vendas, contingências, provisões e baixas contábeis ainda terão impacto nos resultados das companhias. Cyrela, Even e Gafisa estão entre as incorporadoras que fizeram baixas contábeis e provisões para contingências e distratos no quarto trimestre.
Nos últimos anos, o segmento de baixa renda foi o menos impactado por distratos e restrições de financiamento, mas o mercado está atento à possibilidade de mudanças das regras de liberação de recursos do FGTS que afetem vendas de imóveis e repasses dos recebíveis dos clientes das incorporadoras para os bancos.
"É esperado algum ajuste no FGTS, provavelmente no segundo semestre. Se a remuneração da conta do trabalhador no FGTS melhora, o subsídio do Minha Casa é reduzido", diz outro profissional que acompanha o mercado, acrescentando que a questão é saber como as incorporadoras de capital aberto serão impactadas.
Na avaliação do Bradesco BBI, potenciais mudanças no FGTS não devem resultar na interrupção da liberação de recursos, e cortes graduais de subsídios devem possibilitar que incorporadoras de baixa renda mais eficientes, que possuem menores custos, continuem a ganhar mercado. Em relatório assinado pelo analista Luiz Mauricio Garcia, o Bradesco BBI diz que continua a ver fortes pilares que dão sustentação a uma suave transição do programa habitacional.
Em janeiro e parte de fevereiro, houve mais dificuldade nos repasses dos recebíveis dos clientes para os bancos por parte das incorporadoras de baixa renda devido a impactos da mudança de governo, como a incorporação do Ministério das Cidades pelo Ministério do Desenvolvimento Regional. "No ano, a situação tende a se normalizar. As empresas entendem que isso é temporário", diz o analista do Santander.


Valor Econômico, Chiara Quintão, 02/abr

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte no condomínio Le Parc na Barra da Tijuca - R$ 1.130.000,00




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Sustentabilidade na ordem do dia da Construção Civil


A prática proativa na área de sustentabilidade traz valor agregado para a empresa e é um diferencial no mercado, assim como a preocupação com o que se entrega para a sociedade é a chave para o desenvolvimento da construção. Essas foram as afirmações que nortearam as palestras do evento “O Futuro da Construção e o avanço da Agenda de Sustentabilidade na visão do consumidor, investidor e empreendedor”, que aconteceu na manhã de ontem (27) , reunindo profissionais da área de sustentabilidade para debater sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU), e sua aplicação na construção civil.
Na abertura do evento, a presidente da Comissão de Responsabilidade Social da CBIC, Ana Cláudia Gomes, convocou todos os presentes para serem fontes inspiradoras da indústria da construção, encarando o desafio da sustentabilidade e pensando no papel da empresa nesse processo. Na sequência, o superintendente da Caixa, Cláudio Martins, reforçou a importância de um setor se preocupar e se engajar no debate sobre sustentabilidade como um caminho para o desenvolvimento do setor. “Precisamos falar sobre esse assunto de forma ampla. Não basta apenas fazer a nossa parte, temos que promover melhorias, articular parcerias e garantir a evolução dessa indústria”, destacou.
Iniciando os trabalhos, a assessora de Governança e Agenda 2030 do Pacto Global, Bárbara Dunin, explicou o que são os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e como impactar positivamente a sociedade, cumprindo as metas de cada um desses objetivos. De acordo com ela, é preciso que haja integração das questões ambientais, sociais e econômicas para se lidar com as contradições e maximizar sinergias. “É preciso é uma agenda de desenvolvimento global, com os ODS beneficiando todas as pessoas, em todos os lugares”, afirmou ela.
Alguns cases de empresas que se engajaram na missão de atuar frente aos ODS foram apresentados, como o da MRV Engenharia, que tem a sustentabilidade como um dos pilares da empresa. Thaís Morais, especialista em sustentabilidade da empresa, elencou os principais programas desenvolvidos pela MRV. O Escola Nota 10 é um deles, com resultados bastante promissores. Mais de 1.500 alunos já passaram pelas salas montadas nos canteiros de obra, com  aulas de alfabetização, informática ou profissionalizante. “Esta é uma forma de reduzir a desigualdade social, provendo trabalhadores e a comunidade de informação e conhecimento”, disse ela, que também falou sobre os projetos Energia Limpa e Vizinho do Bem, este último de relacionamento comunitário, desenvolvido em comunidades do Rio e Grande Rio, com ações de educação, cidadania, saúde e cultura.
A coordenadora de responsabilidade social da Lafarge Holcim, Tatiana Nogueira, falou sobre o programa Rede América, que qualifica e amplia a ação empresarial para a promoção de comunidades sustentáveis na América Latina. “As lideranças empresariais para esse contexto são fundamentais, então, precisam se interessar pela sociedade, ter habilidade para manejar incertezas e capacidade para atender desafios cotidianos nas relações com Governos e sociedade. Essa forma de atuação permite fomentar a co-responsabilidade, além de criar autonomia, confiança e fortalecer a institucionalidade e contribuir para o desenvolvimento sustentável das cidades”, destacou.
O Programa Comunidade Empreende, promovido pelo Instituto Camargo Corrêa, foi o exemplo levado por seu diretor Kalil Farran. Ele explicou que o objetivo é fortalecer as comunidades, levando a cultura empreendedora para as pessoas da comunidade. Implantado, inicialmente, no entorno da obra do BRT de Salvador, na Bahia, o programa viabilizou oficinas, palestras e bate-papos sobre empreendedorismo para quem queria começar um negócio ou gerar mais renda com seu comércio. “O programa ensina a vender e estimula o pensamento produtivo e criativo. Queremos transformar vidas. Ali, não se tratou de uma obra de infraestrutura apenas, são obras que apoiam o desenvolvimento social dentro de uma comunidade”, disse Farran.
Fechando os trabalhos, o consultor da CBIC e da NHK Sustentabilidade, Rafael Tello, apresentou a pesquisa de boas práticas do setor elaborada pela CBIC. O levantamento foi de 2018 e apontou que, por conta das crise, muitas empresas descontinuaram suas ações de responsabilidade social e que ainda há necessidade de uma maior visão empresarial sobre a importância da sustentabilidade. “Essas boas práticas apoiam os ODS, então, é preciso pensar em educação para a sustentabilidade. As empresas precisam entender que menos resíduo é menos custo e mais lucro e que menos problema social é menos risco e mais lucro também”, afirmou ele.
Os presentes ainda tiveram a oportunidade de participar de uma dinâmica em grupo, capitaneada por Bárbara Dunin, para entender o papel da empresas na aplicabilidade dos ODS e como perceber os principais impactos do negócio e de que maneira lidar com eles.
Promovido pela CBIC, em parceria com o Sesi Nacional, a iniciativa integra o projeto de Boas Práticas em Responsabilidade Social da Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da entidade, e contou com apoio do Seconci-Rio, Sinduscon-Rio, Rede América Brasil, Caixa e Rede Brasil.

Seconci, 01/04