sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 1.700.000,00




http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13120/apartamento-3-quartos,-1-su%C3%ADte/apartamento,-3-quartos-%281-su%C3%ADte%29,-jardim-oce%C3%A2nico,-venda/barra-da-tijuca

Caixa usará novo modelo de crédito imobiliário e espera redução de juros


A Caixa Econômica Federal vai lançar, na próxima terça-feira, mudanças nas regras de concessão de crédito imobiliário que podem reduzir os juros do financiamento de imóveis no país. A informação foi dada na noite de quinta-feira pelo presidente Jair Bolsonaro em live nas redes sociais, acompanhado do presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

- A Caixa vai anunciar na terça-feira uma coisa que vai mudar a vida dos brasileiros - disse Guimarães, enquanto Bolsonaro concordava ao seu lado.

Mais cedo, o presidente da Caixa já havia afirmado que o banco lançaria, em breve, oficialmente, linhas de crédito imobiliário com custo indexado ao IPCA , o índice oficial que mede a inflação no país.

Essas linhas estão no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) , que permite o uso do FGTS para pagar as prestações e amortizar o saldo devedor do financiamento do imóvel.

Com isso, o IPCA poderá substituir a Taxa Referencial (TR), que é base do crédito imobiliário no país, e atualmente está zerada. Hoje, quem financia imóvel pelo SFH paga uma taxa de juros fixa, limitada a 12%, mais a TR, taxa por meio da qual o saldo devedor é corrigido.

Como a TR está zerada, na prática o financiamento da casa própria fica restrito a uma taxa fixa. Como a inflação acumulada hoje no país é de 3,22% (dado de agosto, em 12 meses), a taxa para o tomador deve ficar mais baixa na nova modalidade neste momento de inflação baixa.

Como a TR está zerada, na prática o financiamento da casa própria fica restrito a uma taxa fixa. Como a inflação acumulada hoje no país é de 3,22% (dado de agosto, em 12 meses), a taxa para o tomador deve ficar mais baixa na nova modalidade neste momento de inflação baixa.

Perguntado sobre o porquê da ausência de comunicação por parte do CMN, Guimarães desconversou. Na última quarta-feira, o CMN realizou uma reunião extraordinária, divulgada em agenda pelo Ministério da Economia, mas divulgou apenas uma resolução sobre o financiamento da dívida de produtores de arroz. 

Na sequência, em nota, o Banco Central informou que o CMN autorizou a indexação do financiamento imobiliário ao índice de preços no âmbito do SFH. Segundo o Banco Central, "a medida, derivada da Agenda BC#, deve favorecer a ampliação das modalidades de financiamento imobiliário disponíveis aos consumidores, o aumento da concorrência entre os agentes financeiros e a redução das taxas de juros".



O Globo online, Renata Vieira, 16/ago

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 1.490.000,00




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Festa da indústria de fundos


Com a taxa Selic em franca queda desde o começo do ano, a indústria de fundos comemora os números. De janeiro a junho, as captações líquidas chegaram a R$ 161,7 bilhões. O valor representa aumento de mais de 200% em relação aos seis primeiros meses de 2018, quando somaram R$ 50 bilhões. 

Em busca de retorno

A indústria de fundos de investimentos imobiliários (FIIs) deve seguir em crescimento no País, especialmente em um cenário econômico de redução dos juros e migração para aplicações com maior potencial de rentabilidade. Na visão de 86,5% dos participantes da indústria dos FIIs, o desempenho dos fundos nos próximos 12 meses tende a ser melhor do que no ano que passou. Outros 11,9% acreditam em desempenho semelhante, enquanto apenas 1,6% esperam performance pior. A pesquisa foi realizada pelo Global Real Estate Institute (GRI), clube de negócios presente em 14 países. O levantamento ouviu 190 empresários, investidores e executivos da indústria de fundos no início de agosto.

Siga o dinheiro

O levantamento mostrou também que os entrevistados acreditam que os lançamentos de novos fundos e as ofertas para aumento de capital devem se concentrar em carteiras de recebíveis imobiliários, seguidos por fundos de aluguel. Já os principais ativos dentro dos fundos devem ser os edifícios corporativos, seguidos por galpões logísticos e, por fim, shopping centers e imóveis para varejistas.



O Estado de S. Paulo, Coluna do Broadcast, 15/ago

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Casa 5 Suítes no condomínio Novo Leblon na Barra da Tijuca - R$ 7.000.000,00 - R$ 280.000,00




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Para reaquecer mercado imobiliário, construtoras oferecem até 20% de desconto no pagamento à vista


Na expectativa de retomada do mercado imobiliário, construtoras estão oferecendo descontos e vantagens para concretizar a venda de imóveis. As estratégias incluem documentação e registro grátis, descontos de até 20% no pagamento à vista e armários de brinde. As ações são válidas para unidades na planta em construção e prontas para morar, e incluem unidades dentro e fora do programa Minha casa, minha vida.

A CAC Engenharia, por exemplo, está com campanha de ITBI e registro grátis. A empresa tem três projetos pelo Minha Casa, Minha Vida na Baixada Fluminense, sendo dois em Nova Iguaçu (ambos faixa 3 do programa) e um em Mesquita (faixa 1,5). No total, são 1.760 unidades, todas de dois quartos, com preços a partir de R$ 128 mil (empreendimento Caminhos do Rio 2 - Mesquita) e possibilidade de conseguir subsídios (descontos) de até R$ 42.200, dependendo da renda familiar.

Também pelo programa habitacional, a Riviera Construtora está com ação válida para a segunda fase do Central Park Riviera, em Duque de Caxias, com 480 unidades e preços a partir de R$ 144 mil. Além da escritura e registro pagos pela empresa, quem optar pelo pagamento à vista terá 20% de desconto.

- Com renda de R$ 1.400 a 2.800 a família consegue sair do aluguel para a casa própria e realizar esse grande sonho. Este mês a Caixa vai chamar mais de 150 compradores para assinarem o contrato - comenta Ari Ferraz, diretor-geral da Riviera Construtora.

Prontos para morar

Para quem deseja entrar e morar, a Avanço Realizações Imobiliárias promove durante o mês de agosto a campanha "Só o Melhor", com imóveis na Zona Norte e na Freguesia (Jacarepaguá).

Quem fechar negócio durante o período da ação vai receber a unidade com armários nos quartos, nos banheiros e na cozinha. Estão em oferta imóveis de dois e três quartos, com valores a partir de R$ 279 mil, no condomínio Melody Club Residences, em Olaria.

De acordo com Sanderson Fernandes, diretor da construtora, além dos armários, o cliente poderá parcelar a entrada em até três vezes, usar o carro na negociação (até 90% da tabela Fipe) e o FGTS para pagar parte ou todo o valor da entrada.

- Esse pacote é bem completo, dando ao interessado mais fôlego na compra. Receber o imóvel já com os armários, por exemplo, é um grande diferencial, pois o cliente não terá este custo, podendo reservar o dinheiro que seria investido nos armários para a compra de outros móveis e para a mudança - comenta Fernandes.

Já a Tao está com oferta em imóveis residenciais e comerciais. No Highline, residencial em Vila Isabel que será entregue este ano, as unidades promocionais têm preços partir de R$ 445 mil e o cliente poderá usar o FGTS. Para quem procura por uma sala comercial, a empresa tem o Faces Office, na Penha, com salas a partir de R$ 150 mil, entrada de R$ 2.500 e ITBI e registro por conta da Tao.

Outra opção é o Boulevard 28 Offices, em Vila Isabel, com salas a partir de R$ 199 mil e entrada de R$ 2.500. O financiamento é direto com a Tao, com taxa de juros de 10.9%a.a. A sala é entregue pronta.



Extra online, Pollyanna Brêtas, 13/ago

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte no condomínio Alfa Barra na Barra da Tijuca - R$ 980.000,00




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Fundos imobiliários vêm atraindo mais investidores


Se fosse necessário usar um número para resumir o bom momento dos fundos imobiliários, seria o de investidores que adquiriram pelo menos uma cota desses produtos em bolsa. Entre o último momento de euforia do mercado, registrado em 2012, e o ano passado, o número de investidores oscilou ao redor de 150 mil. No fim do primeiro semestre deste ano, a estimativa do mercado é que essa cifra havia mais do que duplicado, para cerca de 350 mil pessoas. 

Segundo Rossano Nonino, diretor da Ourinvest Real Estate, empresa do Grupo Ourinvest, parte dessa migração deveu-se aos bons resultados dos últimos três anos. "Um investidor que tivesse montado uma carteira de fundos em meados de 2016 e resgatasse esses investimentos agora teria tido um rendimento médio de 30% ao ano", diz Nonino. "Seria um retorno de 100%." Na tentativa de repetir essa façanha, novos investidores chegam ao mercado.

No entanto, essa não é a única causa. Há uma diferença entre o cenário atual e o de três anos atrás. Entre 2016 e 2019, os fundos premiaram regiamente seus cotistas, apesar de o mercado imobiliário ter apresentado um desempenho anêmico. A justificativa foi macroeconômica. Nesse período, o Banco Central (BC) reduziu os juros de 14,5% para 6,5% ao ano. Isso fez subir o preço das cotas dos fundos imobiliários, que pagam rentabilidades mais ou menos previsíveis e acopladas a índices de inflação. Agora, diz o especialista, a possível nova queda dos juros será menos ampla. Ainda assim, uma tendência de recuperação do mercado imobiliário deverá sustentar uma nova onda de valorização das cotas.

Isso aguça o apetite das gestoras. A Rio Bravo Investimentos comprou vários imóveis no Rio de Janeiro e em São Paulo nos últimos meses. Segundo Anita Scal, gestora da empresa, a expectativa é captar até R$ 500 milhões ainda este ano, com o a emissão de cotas de fundos já existentes. Scal diz que não teme falta de demanda. "Se o ritmo atual se mantiver, devemos fechar o ano acima dos 500 mil investidores", afirma.

Outra gestora animada é a Apex Capital, que recrutou o analista Luiz Mauricio de Garcia, antes no Bradesco BBI. Ele diz acreditar que esse segmento vai tornar-se mais representativo se os juros se mantiverem em baixa. E há muito espaço para ser ocupado. O patrimônio dos fundos imobiliários é de cerca de R$ 60 bilhões, 1,2% do total da indústria de fundos, que tem R$ 5 trilhões.

ONDE INVESTIR? 

O segmento é amplo. Os fundos mais comuns são os voltados a escritórios, mas também há carteiras dedicadas a shopping centers e logística, e fundos especializados em títulos. Garcia aponta os nichos de shoppings centers, de escritórios (em São Paulo) e de logística, impulsionado pelo crescimento do e-commerce, como os mais promissores em seu radar. "No entanto, é preciso ressaltar que em todos esses segmentos há oportunidades boas e ruins", diz ele.
 
Para os especialistas, a rentabilidade média esperada do segmento é de 7% ao ano, o que representa um ganho de 110% dos juros de mercado medidos pelo CDI. Esse desempenho é amplificado pelo fato de que, até agora, os rendimentos dos fundos imobiliários são isentos de imposto de renda. Nessa média, os fundos dedicados a lajes corporativas deverão apresentar retornos maiores, mas mais voláteis, ao passo que os fundos que investem em shopping centers, especialmente os estabelecimentos já maduros, rendem menos, mas com oscilações menores. Os shoppings são muito dependentes do nível de atividade econômica, que deve permanecer fraco, mas sem grandes sustos.

Já a expectativa para os edifícios de escritórios é melhor. Os profissionais esperam uma recuperação dos preços de locação das lajes corporativas de alto padrão nas grandes cidades. Um bom exemplo é a capital paulista. A taxa de vacância, que chegou a superar 35% no auge da crise, reduziu-se para 15% a 20%, dependendo da região. Isso permite que os administradores elevem os aluguéis na renegociação dos contratos, algo que não vinha acontecendo. 

Por medo de perder o inquilino, o senhorio mantinha o aluguel inalterado. Agora, isso vai mudar. "O mercado está entrando em um círculo virtuoso, com a confluência de juros em queda e preços dos aluguéis se recuperando, mas sem sinais de bolha", diz Nonino. "Os preços dos aluguéis comerciais serão corrigidos 30% acima da inflação."



IstoÉ Dinheiro, Cláudio Gradilone e Lucas Bombana, 13/ago