quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

Cobertura Duplex, 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 2.640.000,00


Venda de imóveis cresce 23,5% no acumulado de 2023, aponta indicador ABRAINC-FIPE

De janeiro a outubro de 2023, o mercado imobiliário brasileiro registrou um crescimento de 23,5% nas vendas de novos imóveis em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do indicador ABRAINC-FIPE, um levantamento realizado com 20 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).

O bom desempenho das vendas foi impulsionado tanto pelo segmento de Médio e Alto Padrão (MAP) quanto pelo Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). O MCMV, em particular, apresentou aumentos de 27,3% no volume de unidades comercializadas e 37,9% no valor total de vendas ao longo dos dez meses. O segmento também registrou um crescimento significativo de 39,8% no valor de venda dos lançamentos.

Vale ressaltar que o resultado positivo do programa MCMV é reflexo das medidas de ajuste implementadas para ampliar o acesso à moradia para as famílias de menor renda. Além disso, sublinha a relevância de manter regras estáveis para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a principal fonte de recursos para o crédito imobiliário destinado à população de baixa renda. Essa estabilidade possibilita oferecer taxas de juros mais baixas e parcelas acessíveis, tornando o programa acessível para famílias de menor poder aquisitivo.

O segmento de Médio e Alto Padrão também continua a apresentar bom desempenho nas vendas, com alta de 12,55% nas unidades comercializadas e 8,7% no valor de vendas. Esses números refletem o interesse crescente dos compradores em adquirir ativos imobiliários, antecipando uma valorização futura em todo o Brasil. Apesar de uma redução de 10,1% no valor total lançado nesse segmento, há uma indicação clara de uma readequação gradual nos níveis de estoque do Médio e Alto Padrão. Atualmente, a duração da oferta está em 17 meses, contra os 24 meses registrados no início de 2023.

Luiz França, presidente da ABRAINC, destaca que os números consolidados dos primeiros dez meses de 2023 refletem as dinâmicas do mercado imobiliário brasileiro e a importância de programas habitacionais populares, como o Minha Casa Minha Vida, para enfrentar o déficit habitacional. Ele ressalta que "A performance do setor imobiliário em 2023 demonstra resiliência diante dos desafios enfrentados, incluindo a alta taxa do financiamento habitacional. Se o processo de redução da taxa Selic continuar em 2024, o setor da incorporação certamente desempenhará um papel de destaque no crescimento econômico e na geração de empregos, contribuindo ainda mais para o desenvolvimento do Brasil".

ABRAINC, 31/jan

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

Apartamento 3 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 800.000,00



Índice Nacional da Construção Civil sobe 0,26% em dezembro, aponta IBGE

INCC no ano de 2023 acumulou alta de 2,55%.

O Índice Nacional da Construção Civil (INCC/Sinapi), divulgado nesta quinta-feira, 11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), subiu 0,26% em dezembro. O resultado sucede um avanço de 0,08% em novembro. No ano de 2023, o índice acumulou alta de 2,55%. A taxa acumulada em 2022 tinha sido de 10,9%.

"Esta taxa é a menor desde o ano de 2014, período comparado para a série com a desoneração da folha de pagamento", apontou Augusto Oliveira, gerente do Sinapi no IBGE, em nota oficial.

Segundo o IBGE, o custo nacional da construção foi de R$ 1.722,19 por metro quadrado em dezembro. A parcela dos materiais teve elevação de 0,27%, enquanto o custo da mão de obra subiu 0,24%.

No ano de 2023, os materiais subiram 0,06%, enquanto o custo com mão de obra avançou 6,22%. Em 2022, a parcela dos materiais tinha aumentado 10,02%, e a mão de obra, 12,18%.

O Dia, 30/jan

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 1.280.000,00



Vinci entra no segmento residencial com novo fundo imobiliário

A Vinci Partners, que gere R$ 6,4 bilhões em fundos imobiliários, está agora apostando em um novo segmento: o residencial. A gestora acaba de lançar um novo fundo imobiliário, o Vinci Oportunidade Residencial, de R$ 71 milhões, para investir em projetos no Rio de Janeiro.

O fundo já tem dois empreendimentos de médio e alto padrão no pipeline, um na Barra da Tijuca, em parceria com a construtora Patrimar, que já está 60% vendido, e outro na região da zona Sul, em parceria com a CE Valente. Para mitigar o risco de venda, o fundo inclui cláusulas que exigem um percentual mínimo de unidades vendidas.

A estratégia consiste em comprar os terrenos e fazer uma permuta com as incorporadoras para não correr o risco da construção e receber os ganhos com a venda dos imóveis. “A gente sempre quis entrar no segmento residencial, mas estávamos esperando o momento certo para apostar”, diz Leandro Bousquet, sócio da Vinci e chefe de real estate da gestora, que vê o setor aquecido neste ano com a queda da taxa de juros.

O portfólio, voltado para investidor qualificado, é focado no ganho de capital e mira um retorno de 25% ao ano, mas a gestora não descarta entrar em fundos residenciais voltados para renda.

Pipeline, Negócios, 29/jan

sexta-feira, 26 de janeiro de 2024

Cobertura Duplex no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.600.000,00



Ultrapassagem entre construtoras na Bolsa: MRV desaba e Cury assume vice-liderança

A MRV, que opera sobretudo no segmento do Minha Casa, Minha Vida, encolheu R$ 629 milhões em capitalização, terminando o pregão valendo R$ 4,71 bilhões, calculou Einar Rivero, CEO da Elos Ayta Consultoria. Ficou, portanto, atrás da Cury, que encerrou o dia valendo R$ 5,09 bilhões.

A líder continua sendo a Cyrela, de Elie Horn, avaliada em R$ 8,6 bilhões e que ainda é acionista da própria Cury.

Segundo operadores da Bolsa, a MRV desabou com rumores e especulações sobre a possibilidade de a companhia revisar sua expectativa de lucro ou de informar uma prévia operacional mais fraca que a prevista esta noite.

Comandada por Fábio Cury, filho do fundador, a Cury tem origem paulistana e, nos últimos anos, empreendeu uma guinada no mercado carioca com diversos lançamentos na região do Porto Maravilha.

O Globo, 26/jan

quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Terreno na Barra da Tijuca - R$ 10.000.000,00



Cury Construtora assume projeto paralisado e anuncia empreendimento residencial no Porto Maravilha


A Cury Construtora adquiriu, no final do ano de 2023, o terreno e as estruturas inacabadas do Porto Vida Residencial, empreendimento lançado em 2013 próximo à Rodoviária do Rio, na Região Portuária. A construtora tem como objetivo transformar esses esqueletos em prédios que abrigarão 1.782 apartamentos, com dimensões variando entre 33 e 65 metros quadrados.

O novo empreendimento abrigará aproximadamente 5 mil moradores. Embora a Cury ainda não tenha divulgado a data de lançamento para o público, há informações indicando que as obras serão retomadas no segundo semestre, com uma estimativa de dois anos para a conclusão. A notícia é do Diário do Porto.

A transação para a aquisição dos esqueletos foi viabilizada por meio de um acordo entre a Cury Construtora, a Caixa Econômica Federal e a empresa Porto 2016 Empreendimentos Imobiliários, parceiras iniciais do projeto. Há uma década, o plano previa que os apartamentos seriam destinados preferencialmente à venda para funcionários da Prefeitura do Rio. Mas a falta de acordo sobre as condições de financiamento com o município levou à paralisação das obras em 2014.

As condições favoráveis do mercado imobiliário no Porto Maravilha impulsionaram a retomada do projeto. No momento, sete conjuntos residenciais estão em construção na área, totalizando 5.988 novas unidades habitacionais. E com este novo empreendimento, prevê-se a chegada de aproximadamente 21 mil novos moradores nos próximos anos, representando um aumento significativo de mais de 60% em relação à população atual.

Diário do Rio, 25/jan

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Casa 4 Quartos na Barra da Tijuca - R$ 2.000.000,00



Vai comprar ou vender um imóvel? Saiba como fazer a transação de forma segura

Processo é burocrático e depende de documentos diferentes como o compromisso de compra e venda, a escritura pública e o contrato de financiamento (caso a negociação não seja à vista).

A queda da taxa Selic pode ser o impulso que faltava para muitos brasileiros realizarem o sonho de adquirir o próprio imóvel em 2024. Para que essa transação ocorra de forma mais segura e tranquila possível, é fundamental que as partes formalizem o acordo por meio de um contrato. E é nessa hora que se todos os detalhes da negociação não forem claros, o comprador ou o vendedor pode ter sérios problemas.

O gerente de Operações Jurídicas de Compra e Venda do QuintoAndar, Weydson Oliveira, explica que, diferente do aluguel, em que as pessoas podem encontrar várias imobiliárias com processos diferentes, no processo de compra e venda é possível mapear um padrão. Isso porque o Código Civil de 2002 e a Lei 13.786/2018 estabelecem os critérios mínimos que precisam ser observados nesse tipo de transação. 

Para garantir a transparência da negociação e o cumprimento dos respectivos combinados, é recomendável que as partes façam a intermediação através de uma imobiliária. No QuintoAndar, por exemplo, há apoio especializado desde a negociação até o registro da matrícula. 

1 - Qual a diferença entre Compromisso de Compra e Venda, Escritura Pública e Contrato de Financiamento? Em que momento do processo eles aparecem? 

Depois que comprador e vendedor chegam a um acordo sobre a proposta de compra, isso é formalizado por meio do compromisso de compra e venda, com a assinatura de todos os envolvidos.

“É um documento contratual que tem como objetivo alinhar e regular as futuras condições da negociação, como valores, forma e prazo de pagamento, data de transferência da posse, pendências que devem ser sanadas, e qualquer outro acordo que vendedor e comprador entendam necessário”, explica Weydson. 

Assim, embora não tenha o poder jurídico de transferir a propriedade do imóvel, que só ocorre com o registro do “Contrato Definitivo” na matrícula ao final do processo, o compromisso é essencial para dar segurança às partes até a conclusão da transação com o registro. 

Após a assinatura do compromisso, ocorre o levantamento documental e a análise técnica das certidões, tanto do imóvel como do vendedor, também conhecida como Diligência Imobiliária. 

“Essa etapa é importante para garantir a segurança da transação e das partes envolvidas e, por isso, é altamente recomendável contar com um advogado ou outro profissional especializado no assunto. No QuintoAndar, a própria plataforma realiza a Diligência e dá toda a assessoria necessária”, afirma o executivo. 

O próximo passo é providenciar a Escritura Pública de Compra e Venda no Cartório de Notas, mediante apresentação dos documentos necessários e agendamento prévio. 

“Os interessados podem entrar em contato com o cartório onde o trâmite será realizado para confirmação dos documentos obrigatórios, bem como os valores que devem ser pagos no momento da solicitação”, explica Oliveira. 

Vale pontuar que esse documento só deve ser providenciado quando o imóvel é comprado à vista. No caso de aquisições envolvendo financiamento imobiliário, a Escritura Pública é substituída pelo Contrato de Financiamento emitido pela instituição financeira, que possui as mesmas prerrogativas da Escritura Pública de Compra e Venda. Portanto, este é o documento que formalizará oficialmente a transação do imóvel financiado. 

Weydson explica que “a Lei prevê que o processo de compra e venda de um imóvel que custe acima de trinta vezes o salário mínimo deve ser feito por escritura pública, sob pena de ser anulado, caso seja feito exclusivamente por instrumento particular. Isso garante segurança jurídica sobre o conteúdo do contrato e evita fraudes. É uma segurança para ambas as partes”. 

Após o registro destes documentos, a transferência de propriedade estará concluída e o negócio não poderá ser desfeito. “Quando existe apenas o compromisso de compra e venda, é possível as partes distratarem a transação após a sua assinatura, de acordo com as condições estabelecidas no contrato. Já no Contrato de Financiamento ou Escritura Pública, não existe essa possibilidade após a conclusão dos documentos”, explica. 

2. O que você precisa ter em mãos para celebrar o Compromisso de Compra e Venda ou Escritura Pública? 

A lista abaixo mostra os principais pontos que devem ser observados, tanto na etapa da confecção do compromisso de compra e venda, quanto na elaboração do Contrato Definitivo e no respectivo registro. 

Documentação do imóvel 

É extremamente importante conferir a documentação do imóvel, matrícula, certidão negativa de débitos, dentre outras. Isso vale também para imóveis com vagas de garagem com matrícula autônoma (registro em matrícula apartada do imóvel). 

Descrição correta 

É preciso constar em contrato todas as informações detalhadas, como endereço, metragem, localização, cômodos, garagem, número da matrícula e cartório correspondente e qualquer outra informação adicional importante. 

Indicação de prazo e preço de pagamento 

A forma, prazo e condições de pagamento devem ser documentadas no contrato, inclusive se haverá utilização de financiamento bancário ou FGTS, por exemplo. 

Data da transferência da posse (entrega das chaves) 

Prezando pela segurança, a recomendação é que a posse do imóvel seja transferida sempre após o registro da matrícula, mas esta decisão também é negociável e o que for acordado será formalizado no Compromisso de Compra e Venda. 

Motivos de rescisão

Como visto acima, existe a possibilidade de arrependimento do Compromisso, desde de que esteja previsto em contrato em quais condições isso poderá ocorrer. 

Documentação do comprador 

Os documentos do comprador também são importantes para a validade do negócio, por isso é fundamental que seja solicitado o documento de identidade e certidão de estado civil atualizada de todas as partes. 

Documentação do vendedor 

Embora os documentos pessoais do vendedor sejam solicitados para confecção do compromisso, no caso do QuintoAndar eles são essenciais para a etapa da Diligência Imobiliária, em que a análise documental ocorrerá de forma mais detalhada, com uma equipe especializada no tema, garantindo transparência e segurança a todos. O objetivo é antecipar os possíveis problemas que possam gerar, no pior cenário, o enquadramento da transação como fraudulenta, gerando a perda da propriedade por parte do comprador. 

3. Como funciona o registro no cartório? 

Com o contrato definitivo em mãos, o comprador deverá reunir os documentos necessários para o registro, tais como: documento de identidade, comprovante de recolhimento do ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis) - que deverá ser pago até o dia em que a Escritura for assinada - e certidões negativas do imóvel. O comprador deve protocolar o pedido de atualização da matrícula no cartório em que o imóvel está registrado. 

“O processo pode ser complexo para quem não está acostumado, por isso é importante contar com um corretor, uma imobiliária ou outro profissional especializado de confiança. No QuintoAndar, os clientes contam com a assistência de profissionais especializados em todos os momentos do processo, sem qualquer custo adicional para além da comissão de corretagem, o que garante mais agilidade, além de segurança e transparência para todos os envolvidos”, afirma Weydson.

O Tempo, 24/jan

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 895.000,00



Construtora que disparou mais de 200% na Bolsa em 2023 divulga projeções para 2024; quanto ela espera vender?

O grupo Tenda (TEND3) espera atingir até R$ 4 bilhões em vendas líquidas em 2024, considerando os segmentos Tenda e Alea, mostra o guidance divulgado pela companhia nesta segunda-feira (8).

Para o segmento Tenda, a construtora projeta vendas líquidas entre R$ 3,2-3,5 bilhões no ano. Já as estimativas para a subsidiária Alea giram em torno de R$ 400-500 milhões.

A Tenda foi um dos grandes destaques positivos da Bolsa no ano passado, tendo as ações disparado 251%.

Agora, de olho em 2024, a Tenda estima uma oscilação na faixa dos R$ 375-425 milhões no segmento Tenda e entre R$ -50 milhões e R$ -30 milhões na divisão Alea em termos de Ebitda ajustado.

Sobre a margem bruta ajustada, a Tenda espera mínimo de 29% e máximo de 31% para o segmento Tenda, enquanto as projeções para as operações da Alea oscilam entre 9-11%.

As projeções não consideram o Programa Habitacional Pode Entrar nem o regime especial de tributação para incorporações imobiliárias, que prevê alíquota efetiva de imposto de 1% da receita proveniente das unidades vendidas na Faixa 1 do Programa Minha Casa, Minha Vida, afirmou a companhia.

“O Pode Entrar tem um VGV (Valor Geral de Vendas) potencial de aproximadamente de R$ 577,1 milhões e, caso todos os projetos da xompanhia sejam contratados, as projeções acima poderão ser revisadas”, disse a Tenda.

A Tenda reforçou que as projeções “dependem substancialmente das condições de mercado, do desempenho da economia brasileira, dos setores de negócios em que a companhia atua e dos mercados internacionais, estando, portanto, susceptíveis à mudanças”.

Money Times, Diana Cheng, 23/jan

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Casa 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 6.500.000,00



Mercado se mantém aquecido e imóveis devem ficar mais caros em 2024, segundo especialistas

O Índice Fipe/Zap publicado nesta terça-feira, 9, aponta que o preço dos imóveis subiu 5,13% em 2023 no Brasil. O aumento, que foi maior do que os 4,45% de inflação acumulada registrada pelo IPCA-15 de dezembro, deve continuar em 2024. 

De acordo com o levantamento, as maiores altas acumuladas em 2023 aconteceram entre os imóveis de um dormitório (5,52%) e nas cidades de Maceió (16%), Goiânia (14,84%), Campo Grande (12,61%) e Florianópolis (12,28%). O preço médio do M² em 2023 no Brasil foi de R$ 8.720. 

O relatório Global Hosing and Mortgage Outlook 2024 da Fitch aponta que essa alta deve continuar esse ano na América Latina e na América do Norte.

“A desaceleração da inflação no Brasil, na Colômbia e no México fará com que as taxas de financiamento caiam ligeiramente nos próximos dois anos, à medida que a política monetária se afrouxa, embora o crescimento geral dos preços das casas limite a acessibilidade”, disse a Fitch Ratings, reforçando que os imóveis no Brasil devem ficar de 4% a 6% mais caros.

Mercado deve se manter aquecido

Apesar da alta de preços, o mercado para os imóveis no Brasil deve seguir aquecido em 2024. A avaliação é de Pedro Tenório, economista do DataZAP.

“Para o ano de 2024, podemos antever que os preços das residências à venda continuarão a seguir a tendência de estabilização positiva. O crescimento dos preços ao longo de um período acumulado de 12 meses permanece constante em torno de 5,5% há pelo menos dois anos. Espera-se que 2024 fique mais aquecido em comparação com 2023, embora não necessariamente atingindo o auge observado nos anos anteriores, 2021 e 2022”, disse. 

“Toda vez que um produto tem alta demanda  o produto tem uma alta de preço e isso não é diferente quando falamos de imóveis”, resumiu Bernardo Abdalla, CEO da administradora de condomínios OMA.

Juros baixos devem colaborar

O mercado de imóveis é muito afetado pela taxa de juros, que entrou em uma sequência de queda a partir do segundo semestre de 2023. Apesar da queda ser positiva para o acesso ao crédito mais barato, Tenório acredita que esse impacto será sentido no médio prazo. 

“As taxas de juros têm apontado para uma redução, mas ainda é necessário um horizonte temporal mais longo para que possamos observar seus efeitos no mercado imobiliário”, encerrou.

IstoÉ Dinheiro, Bruno Pavan, 22/jan

sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Casa 4 Quartos, 2 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 3.600.000,00



Brasileiros adquirem a casa própria cada vez mais cedo

Tendência aparece em números apresentados pela MRV, maior construtora da América Latina. Números da empresa revelam que só entre 2018 e 2023, a faixa etária média da grande maioria dos seus compradores caiu de 30 a 40 anos para 18 a 30 anos

Boletim do Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, aponta que em 2020 o déficit habitacional em Goiás atingia 5,7% da população. O percentual representa mais de 155 mil famílias, uma média de 400 mil pessoas no Estado que ainda não têm moradia própria. Mas no médio prazo, a expectativa é de reduzir este déficit habitacional do estado, uma vez que as pessoas estão buscando cada vez mais cedo realizar o sonho do primeiro imóvel.

Levantamento realizado pela MRV junto a seus consumidores espalhados por todo o Brasil demonstra essa tendência de redução na faixa etária de quem investe em imóveis. Os dados da maior construtora da América Latina, especializada em projetos imobiliários populares e que já lançou mais de 550 mil unidades residenciais, revelam que, em 2018, 44% do total de compradores da companhia estavam na faixa dos 30 a 40 anos e agora, em 2023, 48% têm entre 18 e 30 anos.

Em Goiás, o cenário se repete, sendo que em 2018, 43% dos goianos que compraram imóveis da empresa tinham entre 30 e 40 anos e agora 62% têm entre 18 e 30 anos. A youtuber e influenciadora digital Gabryella Stefany Alves Dourado, de 22 anos, exemplifica bem tal tendência: a jovem, que é noiva e reside atualmente em uma casa com o futuro marido e a cachorrinha Aurora, comprou na planta seu primeiro imóvel em julho de 2021. Hoje ela vive a forte expectativa de se mudar já no início de 2024 para o apartamento onde irá morar em breve com sua nova família. Ela conta que optou por comprar seu primeiro imóvel mais cedo porque deseja se casar em breve e gostaria de ter sua casa própria. Ela também destaca que as facilidades atuais ajudaram muito. “Optei por comprar o apartamento tanto por conta das facilidades oferecidas pela construtora, como o parcelamento da entrada, e, também, pela segurança de poder morar em um condomínio”, destaca.

A analista de departamento pessoal, Dânella de Paula Naves, de 33 anos, também se encaixa no perfil de jovem investidora em imóveis. Ela assinou recentemente o contrato de compra do seu primeiro apartamento, aproveitando justamente esses novos benefícios do Minha Casa Minha Vida (MCMV). Solteira, Dânella irá financiar um apartamento no residencial Gran Provence, construído pela MRV na Vila Mutirão, em Goiânia. Segundo ela, a escolha do momento se deve à estabilidade econômica que ela alcançou. “Eu já desejava comprar meu apartamento, mas só agora tive condições financeiras para realizar a compra”. Esse foi um grande desafio vencido por Danella, que acredita ser esse o fator que mais tem impacto na decisão sobre a compra do primeiro imóvel.

Facilidade no financiamento

Segundo o gestor comercial regional da MRV, Fabrício Pavanelli, a geração Z está demonstrando um interesse crescente em investir em imóveis por várias razões. “Em primeiro lugar, muitos membros dessa geração estão buscando estabilidade financeira e segurança a longo prazo, o que os imóveis tradicionalmente oferecem. Além disso, eles estão observando a volatilidade do mercado de ações e procuram alternativas de investimento mais estáveis”, avalia ele.

De acordo com o executivo, a acessibilidade ao crédito também desempenha um papel importante para esse público. Com taxas de juros bem mais baixas do que em outras décadas, os jovens estão encontrando condições favoráveis para financiar a compra de imóveis. Pavanelli acrescenta ainda que a pandemia de Covid-19 reforçou a importância de ter um espaço habitacional adequado, inclusive para o trabalho remoto, o que pode ter incentivado ainda mais os investimentos imobiliários. “Em resumo, a geração Z está investindo mais em imóveis devido a uma combinação de estabilidade financeira, condições favoráveis de crédito e a influência da pandemia, que destacou a importância de ter um lar seguro”, reforça.

Entre essas facilidades de acesso ao crédito, Fabrício cita a possibilidade de acesso a subsídios do programa MCMV e outros. “As novas regras adotadas neste ano pelo governo federal para o programa aumentaram o valor do subsídio para aquisição de imóveis e reduziram a taxa de juros para famílias nas faixas de renda 1 e 2 (até 2.640,00 e entre 2.640,01 e R$ 4.400). Essas mudanças têm sido fundamentais para ampliar o acesso desse público jovem à casa própria”, reforça ele.

Ele também revela que a própria MRV oferece outras facilidades de financiamento que atraem especialmente os jovens que estão em busca do sonho da casa própria, como o sinal que pode ser dividido em até 3 vezes e a entrada total pode ser paga em até 47 parcelas.

Portal Segs, 19/jan

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Cobertura Duplex, 5 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 4.000.000,00



Cury (CURY3) tem boas perspectivas para 2024, diz BTG, que recomenda compra para a ação

Após participarem das conferências de vendas da Cury (CURY3) em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ), analistas do BTG Pactual (BPAC11) afirmaram em relatório que a empresa teve um ano de 2023 forte, com lançamentos e vendas superando as expectativas, e que se prepara para um 2024 ainda melhor. O banco tem recomendação de compra para as ações da construtora.

A administração da Cury pontua que o quarto trimestre de 2023 foi forte, com lançamentos e vendas crescendo bem, além de margens e fluxo de caixa livre permanecendo sólidos, lembram os analistas Gustavo Cambaúva e Elvis Credêndio.

Assim como nos anos anteriores, a Cury inicia janeiro com quatro lançamentos no valor de R$ 722 milhões – dois em São Paulo e dois no Rio de Janeiro, seguidos de outros dois projetos no mês de fevereiro.

“Como resultado, o primeiro trimestre de 2024 será extremamente forte em termos de volume. Como estes projetos apresentam demanda sólida e margens elevadas, com entregas de projetos antigos, as margens brutas provavelmente crescerão no segundo semestre de 2024”, destaca o BTG.

Ainda de acordo com o banco, embora a Cury tenha crescido muito em lançamentos desde o seu IPO, o CEO, Fábio Cury, está confiante em um crescimento adicional, uma vez que a empresa conseguiu expandir significativamente seu banco de terrenos no segundo semestre de 2023.

“Enquanto isso, os estoques estão baixos (apenas cerca de 5 meses de vendas) e o COO disse que a empresa está preparada para construir muito mais casas depois da compra de equipamentos terceirizados e contratação de mais trabalhadores”, acrescentam os analistas.

O BTG tem recomendação de ‘compra’ para as ações da Cury, com preço-alvo a R$ 21,00.

Giovanni Porfírio Jacomino, 18/jan

quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 1.900.000,00



Mercado imobiliário do Rio termina ano de 2023 com crescimento de 13%

Segundo um levantamento feito pela Brasil Brokers, o volume de transações na capital fluminense é o segundo maior dos últimos dez anos.

O mercado imobiliário do Rio terminou o ano de 2023 com crescimento de 13% em relação ao ano anterior. Segundo um levantamento feito pela Brasil Brokers, empresa de consultoria imobiliária, o volume de transações na capital fluminense é o segundo maior dos últimos dez anos, perdendo apenas para 2021.

A pesquisa mostra que as transações envolvendo apartamentos dominam a lista, representando 76,6% das movimentações, seguidas por casas, com 10,2%, e salas comerciais, com 9,7%.

Os dados analisados indicam, ainda, que o valor médio de compra e venda de imóveis na cidade do Rio oscilou positivamente pelo terceiro ano consecutivo, ficando próximo a sete mil reais por metro quadrado. Descontando a inflação, o ganho real nos preços foi de 4,68%.

A Região Central do Rio foi a que teve maior crescimento no número de transações ao longo de 2023, com 53,3%, seguida pelas Zonas Norte (18,4%), Sul (12,7%) e Oeste (3,3%).

Segundo as projeções, a Zona Sul do Rio deve seguir com o maior valor médio de venda entre as regiões da cidade, girando em torno de 13 mil reais por metro quadrado. A Zona Oeste foi a que mais teve aumento no último ano, com o preço médio em torno de seis mil reais por metro quadrado.

BAND.com.br, Guilherme Faria, 17/jan

terça-feira, 16 de janeiro de 2024

Casa 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 4.900.000,00



Quatro tendências de sustentabilidade na construção civil para 2024

O setor de construção civil está se preparando para abraçar um ano novo repleto de inovações e tecnologias emergentes. Porém, o foco de todas as novidades deve estar a serviço de edificações mais sustentáveis, afinal, as mudanças climáticas estão causando situações extremas por todo o Brasil, e o segmento tem alto potencial de transformação deste cenário.

Globalmente, a construção civil é responsável por 37% das emissões de CO², segundo o Relatório de Status Global para Edifícios e Construção da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado em 2021. No Brasil, 139 milhões de toneladas de CO² por ano são do setor, de acordo com informações da Setec. A boa notícia é que o segmento nacional tem evoluído: o U.S. Green Bulding Council Brasil reportou que o Brasil é o quarto país do mundo em construções sustentáveis em 2022 no ranking do selo de Liderança em Energia e Design Ambiental (LEED).

"Para 2024, a expectativa é que o setor da construção civil avance em projetos sustentáveis. Por isso, as tendências e tecnologias neste e nos próximos anos estão todas associadas à redução das emissões de gases de efeito estufa e outras metas de proteção ao meio ambiente", informa a Building Segment Leader South para América do Sul da Schneider Electric, Patricia Lombardi. A executiva lista abaixo as principais inovações que promovem a sustentabilidade.

Eficiência energética em destaque

Um dos pilares fundamentais para o ano que se aproxima é a eficiência energética. A pesquisa "The Path to Net-Zero Buildings", da Schneider Electric, divulgada em setembro de 2023, mostra que os edifícios poderiam reduzir suas emissões operacionais de CO² em até 42% com a adoção das soluções de gerenciamento de energia e de edifícios digitais, que possibilitam a redução do consumo e o uso inteligente.

Se as tecnologias de aquecimento movidas a combustível fóssil forem substituídas por alternativas elétricas, e uma microrrede com fontes de energia renovável for instalada, as edificações terão uma diminuição adicional de 28% nas emissões operacionais de carbono, resultando em uma redução total de até 70%, de acordo com o mesmo estudo.

"A eficiência energética não é apenas uma tendência, mas também uma necessidade urgente. Estamos observando uma mudança significativa na mentalidade da indústria, onde a busca por soluções sustentáveis não é mais uma opção, mas uma exigência do mercado", afirma Patricia.

IA por todos os lados

A evolução da inteligência artificial (IA) também tem impacto profundo e transformador no setor. A executiva da Schneider Electric pontua que IA é um habilitador para a convergência com outras tecnologias, como IoT, aprendizado de máquina e análise de dados.

"Todas essas soluções podem ser usadas na gestão de edifícios para monitorar o consumo de diversos recursos, como água, energia e outros, além de automatizar esse acompanhamento. Com essa análise de dados, a visualização das informações fica mais ágil para que as metas de economia sejam acompanhadas e ajustadas constantemente", explica Patricia.

Ecodesign e fornecedores aliados 

Para edifícios obterem "selos verdes", há uma série de fatores que são analisados, incluindo as soluções e materiais usados no projeto. A edificação precisa se provar sustentável mesmo antes de ser iniciada. Por isso, fornecedores que tenham uma preocupação concreta com a sustentabilidade devem ser priorizados como parceiros.

A executiva destaca, por exemplo, que a Schneider Electric segue o conceito de ecodesign, uma abordagem que reduz o impacto ambiental em todo o processo de produção e entrega de produtos e serviços, para que seus clientes possam diminuir a pegada de CO² também. Todo o ciclo de vida de cada ferramenta é analisado para que, por meio da inovação, possa ser netzero, o que contribui ainda para a ideia de economia circular.

Modernização dos prédios antigos

Segundo o National Trust for Historic Preservation, o impacto, no meio ambiente, de uma nova construção dura cerca de 80 anos. Diante desse cenário, a executiva destaca que modernização de prédios já existentes é essencial para termos um segmento mais sustentável e eficiente. O principal meio para digitalizar uma estrutura comercial antiga são os Sistemas de Gerenciamento de Edifícios, também conhecidos como Building Management Systems (BMS).

"Essa ferramenta traz diversas vantagens, como eficiência energética e operacional, aumento da cibersegurança e a valorização do imóvel por meio de tecnologias embarcadas capazes de monitorar o consumo de recursos em tempo real para otimizações mais ágeis", afirma Patricia. "Por fim, a digitalização é a via menos custosa e mais rápida para a construção civil avançar na sustentabilidade."

TI INSIDE, 16/jan