sexta-feira, 22 de março de 2019

Apartamento 2 Quartos em Copacabana - R$ 890.000,00




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O futuro do trabalho diante do avanço da Inteligência Artificial


Estou convicto de que a inteligência artificial vai dizimar muitos empregos em todos os setores da economia, no entanto, vale ressaltar que o problema não é o desemprego e sim o desempregado que descasou competências e não evoluiu com o seu grid de competências, acompanhando as demandas que o mercado impõe. A inteligência artificial está ainda na sua tenra infância, o salto acontecerá quando as máquinas alcançarem a singularidade e a capacidade de auto produzir uma segunda geração ainda mais sofisticada e inteligente do que ela própria. Isto não é ficção, a singularidade tem data marcada: 2030. Isso terá implicações no mercado de trabalho, será cada vez mais difícil arrumar emprego. Quem disse isso não é quem está escrevendo este texto, quem disse isso não é nenhum ermitão isolado em alguma região erma do mundo, mas sim Bill Gates.
No entanto, se de um lado profissões e atividades repetitivas desaparecerão, por outro lado emergem profissões novas em torno da indústria de IA. Brotam, mensalmente, empresas que se especializaram em vender soluções de IA e, pasmem, uma profissão que começa a despontar nessas empresas é o profissional formado em letras que, hoje, pode vislumbrar a possibilidade de trabalhar como “gestor de empatia” de robôs. Humanizar o robô, dar um toque mais pessoal nas interações com o interlocutor, tentar se aproximar da “consciência artificial”.
Vale uma breve definição entre inteligência e consciência artificial: a inteligência artificial é a capacidade de resolver problemas, a consciência artificial é capacidade de sentir problemas. No entanto, não são indícios de que os computadores se tornarão conscientes ao menos tão cedo, pois eles não poderão sentir. Se de fato é isso que vai nos diferenciar dos robôs, temos então que desenvolver mais a consciência humana.
O World Economic Fórum listou os 10 princípios das competências do profissional do futuro. Todas sem exceção são competências comportamentais, sociais e com forte viés de consciência. Estas competências nos remetem a uma outra reflexão: não deveremos mais nos preocupar em O QUE pensar, mais COMO pensar. Teremos grandes desafios educacionais pela frente e esta conta está chegando mais pesada para o nosso Brasil. Um exemplo atual para qualificar o meu ponto de vista: neste momento o cidadão paulistano está enfrentado um drama com um viaduto que cedeu em parte de sua estrutura. Resposta dos gestores públicos: prazo indeterminado para resolver o problema. No Japão, em um problema similar, a resposta do gestor público: em 10 dias tudo será resolvido. Capacidade de resolver problemas complexos é a primeira grande habilidade listada no ranking de habilidades listadas pelo WE Forum. Este problema a inteligência artificial não resolve, é uma questão de consciência humana.

*Por Romeo Deon Busarello, diretor de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa e Professor do Insper

quinta-feira, 21 de março de 2019

Cobertura 3 Quartos na Península na Barra da Tijuca - R$ 1.320.000,00




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Mulheres no universo da construção


Segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quatro milhões de mulheres entraram no mercado de trabalho, nos últimos quatro anos. Mas não para por aí: conquistando cada vez mais espaço em mercados de trabalho que anteriormente era exclusividade do sexo masculino, as mulheres tem mostrado que a máxima “lugar de mulher é onde ela quiser” nunca foi tão verdadeira. Na construção civil, por exemplo, mesmo que timidamente, a participação de mulheres cresceu em 65%, de 2002 a 2012, de acordo com o Ministério do Trabalho e da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). A porcentagem se aplica, inclusive, ao mundo das máquinas pesadas, no qual a força da representatividade feminina tem sido fundamental para quebrar os estereótipos de gênero que estão tão imbricados na nossa sociedade.
Quem sabe bem disso é a sócia de uma distribuidora de escavadeiras em Vale do Paraíba, São Paulo, Eloá Garcia de S. Cazzolato. Responsável pelos setores administrativo e financeiro da empresa, ela começou a trabalhar neste mercado aos 17 anos, mas desde criança já conhecia o setor de equipamentos pesados, por ser o ramo de negócio da família. “A minha percepção é de que a participação de mulheres neste ramo é muito importante. Geralmente, somos mais detalhistas e organizadas. Percebo que, por isso, a maioria de nossos clientes gostam de ter uma mulher auxiliando”, diz.
Quanto aos desafios encontrados na área, Eloá destaca que o maior deles é o machismo, pois alguns homens ainda enxergam as mulheres apenas como donas de casas e mães. “Mas percebo que, cada vez mais, a valorização das mulheres está aumentando e melhorando. Estamos nos impondo mais, mostrando nossas visões, inovando, enfim, cada vez mais ganhando o nosso espaço e respeito”, complementa.
Outra figura que também tem mostrado ao que veio é a coordenadora de Marketing da Link-Belt, Lúcia Guariglia, que atua neste setor desde 2008. Ela conta que nada a deixa mais realizada do que calçar suas botinas e ir à campo apertar a mão de um novo cliente. Para Lúcia, a presença de mulheres dentro desse universo significa força e conquista. “Tudo faz parte de uma evolução e conquista das mulheres em diversos setores, mas este, em específico, é de se ter muito orgulho”, diz.
Quem concorda com a visão de que as mulheres estão avançando neste mercado é a diretora Comercial e de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema), Arlete Vieira, que atua na entidade, desde 2001. A executiva destaca que o número de profissionais mulheres no segmento vem crescendo a cada dia. “O principal diferencial da presença de mulheres no setor é que elas são muito mais cuidadosas ao, por exemplo, manusear os equipamentos”, acrescenta. Quanto aos desafios encontrados no caminho, ela destaca que nem sempre uma mulher é ouvida em uma mesa repleta de homens, durante uma reunião de um projeto a ser implementado. “Por isso, é importante trabalhar fortemente para se conquistar um espaço e, dessa maneira, tentar se impor”, finaliza.

Fonte: Portal PortoGente

terça-feira, 19 de março de 2019

Sala Comercial no empreendimento Uptown na Barra da Tijuca - R$ 1.000,00




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Nasce em Nova York o maior empreendimento imobiliário da história, por US$ 25 bilhões


Nova York ganhou nesta sexta-feira um bairro. Em Manhattan. E por ser Nova York, e por ser Manhattan, o Hudson Yards já se tornou o maior empreendimento imobiliário privado da história americana. E consequentemente o maior da história da humanidade. São 113.300m² de terreno abrigando escritórios, lojas icônicas e de luxo, múltiplos endereços de comida badalada, uma praça ao ar livre, escola, hotel e um edifício multiarte coexistindo com prédios residenciais (cheque preços aqui). Related Companies e Oxford Properties Group, as corporações por trás da operação, construíram uma área de US$ 25 bilhões de dólares a partir do zero. Para o The New York Times, “são magnitudes de cair o queixo e você não vai entender até que esteja lá”.
Entender Hudson Yards da melhor maneira é combinar grandes espaços + diferentes interesses = para (quase) todos os públicos. O lado residencial, o espaço público, o segmento de artes, o shopping, a gastronomia. Enfim, cada canto do bairro está integrado e cria conexões. Ao ser concluído o novo bairro terá 16 novos edifícios, incluindo cerca de 4.000 novos apartamentos, uma escola pública para 750 alunos, um hotel exclusivíssimo a ser aberto em junho – o primeiro da rede fitness Equinox, que entra no ramo da hotelaria – um parque e escritórios para mais de 55.000 empregos. Usar lá (para se hospedar, comer, fazer compras) será mais comum que trabalhar lá. E ainda mais comum que morar lá. De toda forma, um dos espaços mais democráticos vai ser, sem dúvida, o edifício The Shed, um centro de artes e performances que será inaugurado dia 5 de abril.
THE SHED
Projetado para ser transformado fisicamente de acordo com a agenda. Sim, é uma espécie de caixa de encaixes, mas isso numa edificação cujo prédio base tem oito andares (vídeo) e parte tem megatrilhos deslizantes para fazer o galpão frontal se mover e se adaptar de acordo com as necessidades dos eventos. O prédio, projetado pelo escritório Diller Scofidio + Renfro, pode ser acessado no nível da rua sem que as pessoas entrem no bairro. “O edifício pode se transformar fisicamente de acordo com a visão dos artistas e o trabalho que eles criam”, disse à Fast Company o diretor da The Shed, Alex Poots. “Ele pode se transformar em um ambiente cheio de luz ou completamente preto.” Nas performances podem ser acomodadas 1.250 pessoas sentadas – ou mais de 2.000 pessoas em pé.
Vessel
O The Shed concorrerá fortemente com o Vessel. Uma torre de 46 metros de altura destinada a propiciar um mosaico de vistas de Manhattan. Como se fosse ujma gigantesca escada em espiral com 154 lances, 80 plataformas e 2.500 degraus as interconectando tem a pretensão de ser um marco turístico para a cidade. Esta obra de arte interativa foi imaginada pelo escritório Heatherwick Studio, do londrino Thomas Heatherwick. As pessoas poderão descobrir novas perspectivas da cidade de diferentes alturas, ângulos e pontos de vista. Heatherwick vê isso como uma extensão da High Line, o parque público elevado que termina na Hudson Yards. “Nós pensamos: ‘E se tivéssemos um espaço público no ar?’ ”, disse à Fast Company. Ele também queria que a peça fosse interativa para os visitantes. “Queria algo realmente físico, onde você pudesse usar seu corpo. Não é apenas algo que você olha.” O projeto custou US$ 150 milhões.
Escritório e varejo
Duas torres de escritórios, a 10 e a 30, foram projetadas pelos arquitetos da Kohn Pedersen Fox. Na primeira, haverá sedes de empresas de classe mundial, como L’Oréal e SAP. A torre mais elevada, a 30 Hudson Yards, abriga empresas como Time Warner e suas subsidiárias HBO, CNN e Warner Brothers e a mais alta plataforma de observação ao ar livre da cidade de Nova York. O deck no 100º andar será ainda a maior área de observação artificial ao ar livre no hemisfério ocidental, e a quinta mais alta do mundo.
Entre as duas torres estará o The Shops e Restaurants at Hudson Yards. Um dos principais destinos de moda e gastronomia da cidade. O centro de varejo terá uma coleção de marcas de primeira linha e mais de 100 lojas, incluindo a primeira Neiman Marcus de Nova York – além de Cartier, Dior, Gucci, Fendi… A de Marcus terá tecnologia em seus provadores e espelhos para ajudar os compradores a encontrar o ajuste perfeito. O centro também reunirá alguns dos 25 restaurantes do novo bairro, incluindo um do chef Thomas Keller e um Momofuku, de David Chang. O chef espanhol José Andres e os irmãos Adrià (por trás do célebre restaurante El Bulli) abriram um mercado que celebra tudo o que acontece na gastronomia da Espanha.
Haverá carrinhos de compras digitais que permitem aos consumidores comprar itens em lojas para entrega mais tarde, e monitorar seus hábitos de compra. Assim que as pessoas acessam as redes wifi do Hudson Yards seus movimentos e compras serão rastreados e podem ser enviadas ofertas direcionadas, anúncios ou descontos para lojas e restaurantes. “Você vai andar na High Line (o tradicional parque elevado ao lado de Hudson Yards) e haverá algoritmos nos dizendo com quem você compra e você receberá e-mails direcionados e anúncios em mídias sociais”, disse à Fast Company o especialista em varejo Esty Ottaleser.
O parque
O local de encontro mais popular do West Side, a Public Square and Gardens, é o coração de Hudson Yards. Entre as visitas a The Shops & Restaurants, ou de ida e volta para o trabalho, o espaço foi feito para a convivência. Como diz o site oficial do Hudson Yards, “a maioria dos parques tem árvores e flores e sombra, o nosso tem motores a jato – e raízes super-refrigeradas e o chamado inteligente”. O espaço está sobre plataformas que cobrem um antigo pátio de trabalho com 30 trilhos de trem, três túneis ferroviários e o novo túnel que ligará Hudosn Yards à Penn Station. Os jardins de 20.200m², projetados por Nelson Byrd Woltz, têm mais de 28.000 plantas e 200 árvores nativas do estado de Nova York que foram cultivadas em Nova Jersey por quatro anos antes de serem replantadas.
Para fazer o espaço parecer maior, o arquiteto líder Thomas Woltz fez a pavimentação da praça ir de prédio em prédio em vez de limitá-las com meio-fios e calhas. E para manter o solo propício para as árvores e permitir que elas cresçam até a altura máxima, apesar de estarem sobre um pátio ferroviário, um sistema alimentado por 15 ventiladores usados em motores a jato resfria os trilhos abaixo e circula líquidos de resfriamento através de uma rede de tubos para proteger as raízes. A estrutura também prevê aproveitamento de água da chuva, que será coletada em um tanque de 60 mil litros e usada para irrigar as plantas, economizando 6,5 megawatts-hora de energia.
Energia própria
Um espaço desse porte precisa de precauções relacionadas à energia. Hudson Yards terá suas próprias estações de cogeração para aumentar a eficiência energética ao produzir calor e eletricidade ao mesmo tempo, e mais 1,2 MW de microturbinas a gás que geram energia para manter os serviços, incluindo abastecimento residencial, mesmo no caso de interrupção no fornecimento de energia. Isso é crucial, já que a Hudson Yards fica ao longo do rio Hudson, que inundou em 2012 e isso deve voltar a acontecer com o aquecimento global e as alterações climáticas.
Uma questão levantada pela imprensa americana é sobre o impacto urbanístico que megaprojetos desse porte podem provocar. “Sentado a 7,5 metros acima do nível da rua, o bairro pode parecer um playground para os ricos, com lojas de luxo, monitoramento dos visitantes por wifi e apartamentos a partir de US$ 1,95 milhão”, questiona a Fast Company. “O Hudson Yards será o exemplo do que qualquer cidade desejará ter. É o que Nova York deveria ser”, disse Stephen Ross, o bilionário presidente da Related Companies, uma das gigantes por trás do projeto. “Mas o resto de Nova York concordará?”, pergunta a publicação.
Na mesma linha foi o The New York Times. De acordo com o jornal, para os defensores do Hudson Yards, “o projeto passou pelos processos de revisão pública e ambiental, ganhando a aprovação da vizinhança, em parte porque na época parecia melhor do que uma proposta anterior de erguer um estádio esportivo no local, e em parte porque foi concebido quando Nova York ainda temia por seu futuro econômico e defasado, em termos de espaços de escritórios Classe A, atrás de concorrentes globais como Londres.” O jornal também indaga: “É esse o tipo de bairro que Nova York merece?”. Se sim ou não, desde sexta-feira é sem volta.

IstoÉ, 17/03/2019

segunda-feira, 18 de março de 2019

Sala Comercial no centro empresarial Via Parque na Barra da Tijuca - R$ 1.100,00




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Remodelagem de estações do Metrô e programa Comunidade-Cidade prometem incrementar economia do Rio


Representando o Estado do Rio de Janeiro no maior evento mundial do mercado imobiliário, o Mipim, em Cannes, na França, o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico e Geração de Emprego e Renda, Lucas Tristão, apresentou a investidores internacionais o programa Comunidade-Cidade, cujo objetivo é promover a requalificação urbana de favelas, com a realocação de famílias, sobretudo as mais de 300 mil que vivem em áreas de risco.
"Vamos revolucionar a vida daqueles que vivem nas favelas do Rio de Janeiro, as quais são, há muito tempo, o símbolo do crescimento urbano desordenado. Com o projeto Comunidade-Cidade, deixarão de sê-lo. Finalmente, o estado se fará presente nas favelas, entregando dignidade e realizando políticas públicas para todos", afirmou o secretário.
Lucas Tristão explicou que o programa Comunidade-Cidade inclui a regularização fundiária, com a entrega do título de propriedade a todos os moradores, e a efetiva presença do estado, visando à melhoria contínua da qualidade de segurança pública, saneamento, saúde e transporte público.
O secretário apresentou, também, outros planos do governo do estado para incrementar a economia fluminense, a partir de novos empreendimentos imobiliários. Entre eles está a remodelagem das principais estações de metrô, transformando-as em shoppings e prédios comerciais, viáveis a partir de suas posições privilegiadas e do alto fluxo de pessoas, além de novidades relativas à concessão de rodovias.
"As concessões rodoviárias incluirão a exploração de imóveis comerciais, postos de gasolina, centros automotivos e espaços publicitários ao longo das vias, a fim de evitar a cobrança de pedágios, ao mesmo tempo em que fomentamos a iniciativa privada", revelou.
Tristão anunciou ainda a proposta de criação de ao menos dois fundos imobiliários: um composto pelos distritos industriais do Estado do Rio de Janeiro e outro pelos imóveis e estacionamentos geridos pelo instituto de previdência estadual.
Ele ressaltou a melhoria da expectativa em relação ao novo momento que o Rio de Janeiro vive, a partir do aumento da esperança em função da aliança entre o poder público e a iniciativa privada. Segundo Tristão, o Rio já oferece aos investidores estrangeiros a certeza de segurança, jurídica e física, para novos empreendimentos.
O Mipim é um evento anual que reúne, no Palais des Festivals, em Cannes, as maiores empresas de todos os setores do mercado imobiliário mundial. Este ano, em sua 30ª edição, atraiu 120 investidores de 25 nacionalidades.

O Dia, 18/03/2019

quinta-feira, 14 de março de 2019

Casa 5 Suítes no Itanhangá - R$ 5.000.000,00




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Construção Civil declara apoio à Reforma da Previdência


Ontem, 13/03, os presidentes da ADEMI-RJ, Claudio Hermolin, e da CBIC, José Carlos Martins, e outros 15 representantes de sindicatos e associações de todo o Brasil, se reuniram para declarar ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, apoio do setor à votação da Reforma da Previdência, que tramita no Congresso Nacional.
Para Hermolin, a aprovação da Reforma da Previdência é fundamental, pois "somente com o Estado fortalecido economicamente haverá investimento necessário no setor de construção civil". A criação de um novo ambiente de negócios no país, restabelecendo a credibilidade necessária à retomada desses investimentos e, consequentemente, trazendo novos empregos são as expectativas frente à nova reforma.
A delegação, composta por dirigentes e empresários, também apresentou um conjunto de propostas para o Brasil destravar o investimento e gerar 1 milhão de empregos, imediatamente, somente na construção civil. O grupo ponderou que a construção civil precisa de segurança jurídica, essencial para retomada da criação de postos de trabalho, que, no setor, passaram de 3,4 milhões, em 2014, para pouco mais de 2 milhões, hoje.

Ademi, 14/03

quarta-feira, 13 de março de 2019

Casa 5 Quartos, 2 Suítes em condomínio fechado na Barra da Tijuca - R$ 1.950.000,00




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Baixa vacância se refletirá em aluguel de escritórios


Os preços de locação de escritórios comerciais dos padrões A e B do mercado paulistano voltarão pelo menos a acompanhar a inflação no segundo semestre deste ano, na expectativa do presidente da consultoria Colliers International Brasil, Ricardo Betancourt. Neste ano, o mercado receberá apenas 26 mil metros quadrados de escritórios de classe A e 56 mil metros quadrados de padrão B, de acordo com levantamento da Colliers. Em 2018, foram entregues 131 mil metros quadrados de edifícios de escritórios de classe A e 71 mil metros quadrados de prédios B.
Em 2018, a recuperação do mercado começou em algumas regiões da zona Sul da cidade de São Paulo — Faria Lima, Juscelino Kubitschek e Itaim Bibi —, movimento que deve atingir o mercado como um todo neste ano, de acordo com Betancourt. Segundo o executivo, o otimismo do mercado é condicionado à aprovação da reforma da Previdência.
Na avaliação do presidente da Colliers, no fim de 2020, os preços pedidos de aluguel por metro quadrado da avenida Faria Lima — endereço de escritórios mais nobre da capital paulista — poderão chegar, novamente, à marca de R$ 200, situação que ocorreu, em 2012, pela última vez. No quarto trimestre de 2018, o preço médio pedido por metro quadrado de edifícios classe A+ e A era de R$ 133 na região da Faria Lima. A taxa de vacância da região era de 16%.
Nos últimos anos, a maior parte das contratações, em São Paulo, ocorreu pelo chamado “flight to quality”, ou seja, pelo movimento de inquilinos aproveitando preços desvalorizados de aluguel para migrar para espaços de mais qualidade. De acordo com o executivo, devido à baixa oferta, principalmente em regiões como Faria Lima e Juscelino — esse tipo de movimentação deve perder força. Por outro lado, já se observa início da contratação de novas áreas para expansão. Tem havido procura por áreas por parte, principalmente, dos setores de seguros, saúde, start-ups e bancos digitais.
Neste ano, começará a haver também, no entendimento do presidente da Colliers Brasil, mais demanda por terrenos para desenvolvimento de projetos e mais “retrofits” (reformas) de prédios de padrão B.
No fim de 2018, a taxa de vacância do mercado paulistano de escritórios dos padrões A e A+ era de 19%, enquanto a de padrão B ficou em 20%, segundo pesquisa da Colliers. A absorção bruta — total de áreas contratadas — somou 302 mil metros quadrados, dos quais a Faria Lima respondeu por 20%. Do novo estoque entregue de 131,1 mil metros quadrados, 51% se concentram na Chucri Zaidan, na zona Sul da capital.

Valor Econômico, por Chiara Quintão, 12/03/2019

segunda-feira, 11 de março de 2019

Casa 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 3.200.000,00




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Depressão no ambiente de trabalho


Rotinas exaustivas, pressão por excelentes resultados e a necessidade de melhorar continuamente o desempenho. Esses são apenas alguns dos fatores que geram estresse aos trabalhadores e afetam sua qualidade de vida e podem causar uma grave doença: a depressão.
A psiquiatra Silvia Jardim, coordenadora do Programa de Atenção à Saúde Mental dos Trabalhadores (Prasmet/Ipub/UFRJ), aponta a depressão como o grande mal do século. “São tempos em que as pessoas se queixam da falta de trabalho, da ameaça de perdê-lo ou das pressões a que se submetem para preservá-lo”, diz.
Não é por acaso que a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que, até 2020, a depressão passará da 4ª para a 2ª colocada entre as principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo. Estima-se que 121 milhões de pessoas sofram com a doença, sendo 17 milhões só no Brasil.
Em 2013, um levantamento feito pelo Ministério da Previdência Social apontou que mais de 61 mil pessoas receberam auxílio-doença por causa da depressão, número 5,5% superior ao de 2012. São Paulo é o recordista, com 18.888 benefícios concedidos. Minas Gerais (8.628) e Rio Grande do Sul (7.835) completam a lista. De acordo com o Senado Federal, a depressão é hoje a segunda causa de afastamento do trabalho, só perdendo para as lesões por esforço repetitivo (LER).
O médico e professor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, Duílio Antero de Camargo, afirma que o clima organizacional influencia nesse processo. “Hoje, nós temos a questão do estresse ocupacional, causado pelo ritmo frenético que temos em relação a tudo, principalmente no trabalho. O enxugamento que houve nas empresas, a cobrança excessiva de metas e os conflitos que existem no próprio mundo do trabalho implicam o estresse ocupacional”, diz.
E por mais que não se possa afirmar que o trabalho é a causa exclusiva da depressão, já que vários motivos também desencadeiam a doença – como fatores genéticos, biológicos e psicossociais -, mesmo assim o trabalho contribui de forma decisiva para o início ou agravamento do quadro.
A influência do clima organizacional
Em linhas gerais, podemos dividir os ambientes de trabalho em três realidades diferentes: negativa, neutra e positiva.
Os ambientes negativos podem surgir por influências internas ou externas, que vão desde crises econômicas até má gestão. É comum encontrar funcionários insatisfeitos e inseguros com relação ao futuro e um clima de pessimismo generalizado. Em um cenário como esse, os empregados não assumem responsabilidades além das que já possuem e, mesmo assim, temem pelos resultados. O sentimento geral é de que nada vai dar certo, mesmo com o esforço de todos.
Nos ambientes neutros, o que impera é a apatia. Ninguém se importa em saber para onde as coisas estão caminhando. A ordem é fazer apenas o que você tem para fazer e não se envolver demais, seja com o trabalho ou com as pessoas. Críticas e elogios são objetos raros de se encontrar, já que o sentimento principal é o de que “não tenho nada a ver com isso”.
Do outro lado do espectro temos os ambientes positivos. Os empregados têm prazer em se relacionar sem julgamentos, com gentileza e deixando cada um fazer o seu melhor. Não é o indivíduo que importa, mas sim o coletivo. Inspiração, produtividade e criatividade são apenas alguns frutos de um cenário como este.
Só pelas descrições é possível perceber qual ambiente gera mais problemas para o trabalhador. A OMS diz que “a adesão aos princípios dos ambientes de trabalho saudáveis evita afastamentos; minimiza os custos com saúde e com a alta rotatividade; e aumenta a produtividade em longo prazo, bem como a qualidade dos produtos e serviços”. Além disso, um estudo realizado na University of Manchester’s Business School mostrou que as pessoas que se relacionavam com líderes com traços psicopatas ou narcisistas tinham menor satisfação no trabalho e tiveram pontuação alta em uma medida clínica de depressão.
Como identificar o problema
A primeira coisa que deve ser feita é diferenciar a tristeza da depressão. Enquanto a primeira é apenas um estado momentâneo, a segunda é uma psicopatologia que leva as pessoas a viver um estado constante de desconforto e angústia. É uma doença grave e que precisa ser diagnosticada e tratada por um profissional credenciado.
A depressão pode se manifestar de várias maneiras e os sinais podem variar muito de pessoa para pessoa, mas algumas características aparecem com mais frequência. Algumas delas são:
• Desânimo, cansaço e indisposição;
• Ansiedade, preocupação, insegurança e indecisão;
• Sensação constante de culpa, inutilidade, incapacidade, desamparo e solidão;
• Alteração no sono – tanto a insônia quanto o excesso de sono -, cansaço fora do normal;
• Alteração no apetite – excesso ou falta dele;
• Dificuldade de concentração e falhas na memória;
• Ideias de morte ou suicídio;
• Tristeza e/ou irritabilidade persistente, inquietação e isolamento social;
• Perda da capacidade de sentir prazer nas atividades que antes gostava de fazer, seja no trabalho ou no lazer, inclusive na vida sexual;
• Choro, insatisfação, afastamento das atividades sociais, perda de energia, preocupação excessiva com os problemas.
O que fazer
As empresas passaram a entender a doença e a lidar melhor com os funcionários que convivem com ela. O ponto mais importante diz respeito à criação de um ambiente de trabalho saudável. Investir em programas de qualidade de vida, incentivar a realização de atividades físicas e criar ferramentas para denunciar os abusos são apenas algumas das ferramentas que podem ser usadas para criar um bom clima organizacional.
Mas nada disso afasta a necessidade de acompanhamento profissional. Algumas empresas disponibilizam profissionais especializados a seus funcionários. Quando isso não acontece, é preciso entender o lado de quem sofre com depressão e encará-la como realmente é: uma doença que merece cuidados.

11/03

sexta-feira, 8 de março de 2019

Apartamento 4 Quartos na Península na Barra da Tijuca - R$ 3.140.000,00 - R$ 8.000,00




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Airbnb compra a HotelTonight antes de fazer oferta pública de ações


A Airbnb está comprando o site de reservas hoteleiras HotelTonight, em mais um esforço para ampliar seus negócios para além das locações de residências por prazos curtos.
A HotelTonight, uma empresa de capital fechado, faz parcerias com hotéis para oferecer, com descontos, quartos não vendidos para viajantes de última hora. O negócio dará à Airbnb — mais conhecida como um mercado de locação de apartamentos, casas ou salas de imóveis privados — mais uma fonte de receitas e crescimento do número de clientes, no momento em que ela tentar se tornar uma prestadora de serviços completos de viagem.
“Uma grande parte da construção de uma plataforma de viagens completa é atender todos os hóspedes, estejam eles planejando suas viagens com um ano ou um dia de antecedência”, diz Brian Chesky, presidente-executivo e cofundador da Airbnb.
Os termos do negócio não foram revelados. A HotelTonight, de San Francisco, foi avaliada em US$ 463 milhões, em uma rodada de financiamento em 2017. Ela levantou cerca de US$ 127 milhões desde a sua fundação em 2010 (segundo a Crunchbase), junto a apoiadores como Accel, Battery Ventures, First Round Capital, Coatue Management e GGV Capital.
A HotelTonight continuará sendo operada como uma marca separada, com seu próprio site na internet e aplicativo. Mas com o tempo seus quartos também aparecerão na plataforma do Airbnb. Os viajantes que procuram a Airbnb para reservas de última hora e em que não há acomodações disponíveis, poderão ser direcionados para a HotelTonight.
A Airbnb, que foi avaliada em US$ 31 bilhões em sua mais recente rodada de captação de recursos, em 2017, está planejando fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO) nos próximos dois anos.
Com a HotelTonight sob seu “guarda-chuva”, ela terá mais clientes e estoque, atraindo investidores em busca de sinais de como a Airbnb continuará crescendo e contendo a concorrência de sites de viagens Priceline e sua controladora BookingHoldings e a Expedia, que estão entrando no segmentos de locação de residências.
Nos últimos anos, a Airbnb acrescentou as locações premium e de luxo em sua plataforma, e tornou mais fácil para os hotéis pequenos e luxuosos a listagem de seus quartos no site da companhia. Com isso, ela quer chegar a mais de 1 milhão de hóspedes por ano até 2028. Ela tem mais de 6 milhões de listas de lugares para ficar, mas a maioria é formada por casas e salas particulares.
A Airbnb disse que mais que dobrou o número de listagens em seu site para quartos de “hotéis butique” (pequenos e de luxo), “bed and breakfasts” (quarto de um anfitrião e café da manhã), “hostels” (pousadas) e “resorts” em 2018, embora não tenha fornecido o número dessas listagens. Os agendamentos de quartos de pequenos hotéis de luxo triplicaram em 2018 em relação a 2017. A empresa também está registrando uma demanda crescente por viagens de última hora: os agendamentos feitos no mesmo dia dobraram em relação a 2017.
No mês passado, a Airbnb disse que foi lucrativa em 2018, numa base ajustada, pelo segundo ano consecutivo, mas não forneceu números. Até o fim do primeiro trimestre ela espera chegar a 500 milhões de hóspedes desde a sua fundação em 2008.
A Airbnb fez parcerias com empresas para fornecer agendamento de restaurantes, passeios e atividades monitoradas.

Valor Econômico, 08/03/2019

quinta-feira, 7 de março de 2019

Cobertura 3 Quartos, 1 Suíte no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.100.000,00




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"Já é uma realidade a recuperação de preços dos imóveis em São Paulo", diz economista


O setor imobiliário pode iniciar uma trajetória de retomada este ano e, segundo o economista Carlos Pacheco, diretor comercial da Binswanger Brazil, sinais já são encontrados em grandes centros urbanos, como São Paulo. "O cenário é favorável, as taxas de locação estão subindo e há uma expectativa de crescimento muito grande, refletindo num aumento da demanda por escritórios, galpões e lojas em shoppings", afirmou.
Convidado do programa "Imóveis" desta semana, Pacheco disse que com a recuperação econômica, grandes empresas estão expandindo e tomando mais áreas. Além disso, afirmou que o mercado paulista já nota um aumento dos valores de locação em algumas regiões, como Itaim e Paulista. "Se continuarmos nesse ritmo vai ser um ano muito bom não só para o país, como para o mercado imobiliário como um todo", diz.
Ele explica que esses fatores, somados a outros indicadores nacionais, como demanda por crédito, saldo de empregos no setor, baixas taxas de juros, retomada de preços e redução da inadimplência contribuem para um aumento da demanda e, consequentemente, para a redução das taxas de vacância. Em um cenário de menos construções nos anos anteriores, se a economia se aquecer ·vai faltar metro quadrado", diz, já que há uma demora de 3 a 4 anos entre melhora da economia e entrega e empreendimentos .
Pacheco lembra que São Paulo concentra grandes investimentos imobiliários, justamente por sua dinamicidade e abrangência de setores, em especial o de serviços.
Durante o programa, o executivo comentou também sobre as regiões secundárias como a Centro-oeste e Sul que, segundo ele, devem crescer mais que a média nacional, por conta do aumento da produtividade e da recuperação de renda da população.


InfoMoney, Mariana D'Ávila, 26/fev