sexta-feira, 13 de maio de 2022

Cobertura Duplex, 4 Quartos, 2 Suítes próximo à praia da Barra da Tijuca - R$ 3.000.000,00



Com Selic em alta, renda fixa ganha 1,5 milhão de investidores em um ano, aponta B3

A 'corrida' pela renda fixa, no entanto, não tirou investidores da renda variável, que ganhou 44% mais CPFs entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022.

A dispara da Selic – que passou de de 2% no início de 2021 para os atuais 12,75% – impulsionou a entrada dos investidores pessoa física na renda fixa, segundo dados antecipados ao g1 pela B3. A renda fixa costuma se tornar mais atraente para os investidores em momentos de juros elevados – em especial os investimentos atrelados à própria Selic.

Em 12 meses, esse segmento de investimentos ganhou 1,5 milhão de novos investidores pessoa física, uma alta de 17%, para 10,3 milhões de CPFs. Com a entrada desses investidores, o valor em custódia (valor investido) nesses produtos cresceu 38%, para R$ 1,182 trilhão.

A 'corrida' pela renda fixa, no entanto, não tirou investidores da renda variável. Pelo contrário: este último segmento cresceu 44% em número de CPFs na comparação entre os primeiros trimestres de 2021 e 2022, para 4,3 milhões. O valor em custódia, no entanto, teve uma alta bem mais modesta, de 8%, enquanto o volume diário negociado pelas pessoas físicas caiu 34%.

Segundo aponta o estudo feito pela bolsa, uma das conclusões dos dados é que o investidor tem buscado a diversificação do seu portfólio – mais do que 'fugido' da renda variável.

Produtos de renda fixa

Entre os produtos de renda fixa, a quantidade de investidores do Tesouro Direto cresceu 28% entre abril de 2021 e março de 2022, para 1,9 milhão. O valor total em custódia subiu 27% – mas o saldo mediano (saldo por CPF) caiu 13%, para R$ 2,3 mil.

Houve altas expressivas também nos números de investidores em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs), de 20%; Certificados de Operações Estruturadas (COEs), de 34%; e de Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), de 39%.

"Mas os grandes destaques foram as LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), que dispararam 111% na quantidade de CPFs e 104% no volume investido", apontou a B3.

Número de investidores em BDR disparou 532%

Para quem busca a renda variável, no entanto (considerada um investimento de risco maior), os BDRs (sigla para Brazilian Depositary Receipts) têm se mostrado atrativos. Esses papeis, que são recibos de ações de empresas estrangeiras que podem ser adquiridos no Brasil, ganharam 1,2 milhão de novos investidores em 12 meses – quase a totalidade dos 1,3 milhão de novos investidores da renda variável no período, e um crescimento de 532% frente a um ano antes.

No mesmo período, que vai de abril de 2021 a março de 2022, o valor em custódia subiu 76%, para R$ 7,6 bilhões. Mas o saldo mediano investido levou um tombo: passou de R$ 1.893 para R$ 95.

Renda fixa domina entre pessoas físicas

De dezembro de 2020 a março deste ano, o número total de investidores pessoa física cresceu 26%, para 13,3 milhões. Destes, no entanto, 62% possuem apenas títulos de renda fixa – menos, no entanto, que os 68% de 2020.

Laura Naime, G1, 13/mai

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Cobertura 3 Suítes no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 3.000.000,00



Estoque, entrega, frete, logística: o que o pequeno empresário precisa saber para oferecer uma boa experiência ao cliente e não perder dinheiro

Organizar a logística de um pequeno negócio é importante para evitar gastos desnecessários e manter uma boa relação com o consumidor.

Organizar a entrega de produtos vendidos online é um dos grandes desafios dos pequenos negócios. As dificuldades com a logística, o controle do estoque e a forma e o tempo com que o produto é entregue se somam à alta no valor do combustível e ao aumento no valor do frete.

Cada negócio tem uma necessidade, mas controlar a gestão da logística é importante para evitar gastos desnecessários e, claro, manter uma boa relação com o consumidor.

Antes da entrega

Pensar em logística é, antes de tudo, organizar bem o estoque e todo o processo que antecede a entrega em si. Para Ivan Tonet, analista de relacionamento com o cliente do Sebrae, é preciso estar atento aos seguintes aspectos:

Mapear fornecedores e negociar preços, prazos e condições de pagamento;

Ter todos os insumos para manter a produção constante, mas dentro dos limites do capital de giro. Isso evita interrupções nas vendas e prejuízos;

Ter mais de um fornecedor. Se faltar algum produto, insumo ou até embalagem, por exemplo, o dono do pequeno negócio já tem outro fornecedor para contatar com agilidade.

Envio de mercadorias

O empreendedor tem que pensar sempre em duas formas de entrega: a local, feita na maioria das vezes por motoboy, ou pelos Correios ou com transportadoras, para lugares mais distantes ou outras cidades.

"Existem várias empresas que oferecem serviços de envio. Também há softwares que organizam e facilitam a gestão da logística, e que podem ser facilmente integrados às plataformas de e-commerce das lojas online", orienta Renata.

A especialista sugere também organizar as entregas em plataformas, que controlam todo o fluxo de envios nacionais e internacionais simultaneamente, com opções de transportadoras do Brasil, incluindo os Correios.

Alta da gasolina e do frete

O reajuste no valor da gasolina tem impactado diretamente no preço dos fretes. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), por causa do forte aumento do preço dos combustíveis, a estimativa é que, em um curto prazo, o preço do transporte das mercadorias fique, em média, 5,2% mais caro.

Nesse cenário, é difícil para os pequenos empreendedores segurar esse repasse nos preços para os consumidores, principalmente quando o serviço de entrega é terceirizado. Mas o que fazer para não perder clientes por causa do valor do frete?

Ivan Tonet, do Sebrae, dá algumas dicas:

Se a logística for própria, é possível usar um roteirizador para otimizar as rotas de entrega, reduzindo bastante os custos;

Tentar organizar as entregas estabelecendo determinados dias para fazer o itinerário de uma região da cidade, fazendo uma quantidade maior de entregas. Os pedidos onde o cliente tem maior urgência podem ser feitos com a cobrança de uma taxa especial;

No caso de entregas para outras cidades, a empresa pode usar comparadores de frete. Existem serviços que fazem cotações em diversas transportadoras de acordo com o tipo de produto, do local de entrega e do preço. Essas empresas têm acordos com as transportadoras, o que pode ajudar a reduzir o custo para os empreendedores que trabalham com pequenas quantidades;

Pensar em oferecer frete grátis ou frete fixo, como uma vantagem para o cliente e usando isso como argumento de venda. Mas atenção: essa estratégia não vale para todos os negócios.

Frete grátis

Com boa organização na logística, controlando os custos dos envios e as taxas envolvidas, o empresário pode usar o frete grátis como estratégia para incentivar a venda.

A dica de Tonet para oferecer frete grátis é embutir esse custo no preço final do produto: “o consumidor percebe a vantagem do frete grátis se o seu produto é diferenciado e não permite uma comparação muito fácil de preço. Nesse caso, você pode oferecer essa vantagem para o cliente, trazendo isso como argumento de venda”.

Problemas na entrega

Ter algum problema no processo de entrega pode prejudicar a relação com o cliente, mas é um risco que todo empreender tem. Um produto que quebra no transporte, atrasos ou extravios de encomenda podem acontecer, mas a forma como se resolve um problema é que faz diferença.

Segundo o especialista, é fundamental trabalhar para reverter a insatisfação do cliente. Além da política de estorno da compra, quando for o caso, existem alternativas compensatórias, como a concessão de um cupom de desconto ou o envio de um brinde, por exemplo. O empresário também deve monitorar permanentemente as redes sociais e portais como o “Reclame Aqui”.

Fernanda Martinez, G1, 12/mai

quarta-feira, 11 de maio de 2022

Sala Comercial no centro empresarial Lead Américas Business na Barra da Tijuca - R$ 3.690.000,00 - R$ 20.000,00



Indústria da construção defende proposta do governo de reduzir imposto de importação sobre aço

Equipe econômica estuda medidas para reduzir a inflação no país. Na terça (10), produtores brasileiros de aço pediram ao ministro Guedes que não corte tributo sobre importados.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que representa o setor da construção civil, defendeu a proposta em estudo no governo que prevê a redução do imposto de importação sobre o aço.

Na segunda (9), o blog da jornalista Ana Flor mostrou que a área econômica do governo Jair Bolsonaro estuda um novo pacote de medidas para conter a inflação, entre elas a redução na tarifa externa comum do Mercosul e corte do imposto de importação sobre o aço e itens da cesta básica.

Os produtores brasileiros de aço são contra a medida.

De acordo com cálculos da CBIC, o aço foi o material que mais impactou no aumento total do custo das obras nos últimos anos. Para a casa própria, por exemplo, um terço do acréscimo se deve unicamente ao aço, informou.

Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, essa redução ajudaria "a reduzir custos e dar novamente oportunidade às pessoas a adquirem sua casa própria”.

"Ou damos um choque de oferta ou os brasileiros continuarão com acesso precário a moradias e a tantas outras coisas", acrescentou ele.

A CBIC informou que, na tentativa de amenizar o problema de custos excessivos, empresas da indústria da construção se movimentam para retomar a importação de aço da Turquia.

A próxima reunião do Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) do Ministério da Economia, que pode bater o martelo sobre o tema, está marcada para esta quarta (11).

Setor do aço

Representantes dos produtores de aço pediram nesta terça-feira (10) que o governo recue da proposta de reduzir o imposto de importação sobre o aço como medida para tentar conter a inflação da construção civil.

O Instituto Aço Brasil – que representa empresas como Gerdau e ArcelorMittal – levou o pedido do setor ao ministro da Economia, Paulo Guedes, em reunião nesta terça em Brasília.

No encontro, a entidade argumentou que o eventual corte do imposto não conteria a escalada de preços na construção civil e ainda prejudicaria as vendas do aço brasileiro.

Alexandro Martello, G1, 11/mai

terça-feira, 10 de maio de 2022

Cobertura Comercial na Barra da Tijuca - R$ 2.900.000,00



Alta do juro cria risco de desaceleração mais forte da economia, diz Banco Central

Avaliação consta na ata da última reunião do Copom, quando a taxa básica de juros subiu para 12,75% ao ano. BC avalia que inflação segue elevada, com alta disseminada entre vários componentes.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central avaliou nesta terça-feira (10) que o aumento da taxa básica de juros da economia nos últimos meses, com reflexo nas taxas bancárias, "cria um risco de desaceleração mais forte [da economia] que o antecipado nos trimestres à frente, quando seus impactos tendem a ficar mais evidentes".

Na semana passada, o Copom elevou a taxa Selic para 12,75% ao ano no décimo aumento seguido da taxa básica de juros da economia. Com isso, a Selic atingiu o maior patamar em mais de cinco anos. Em janeiro de 2017, a taxa estava em 13% ao ano.

Até o momento, entretanto, o BC avaliou que o conjunto dos indicadores de atividade econômica divulgado recentemente "indica um crescimento em linha com o que era esperado pelo Comitê".

"O mercado de trabalho segue em recuperação e indicadores relativos ao comércio e à indústria apresentaram melhora na margem [nas últimas semanas]", acrescentou.

Em março deste ano, o Banco Central estimou que o crescimento da economia seria de 1% em 2022. Já o mercado financeiro estimou, na semana retrasada, que o Produto Interno Bruto (PIB) terá um expansão de 0,70% neste ano. Em 2021, a economia cresceu bem mais: 4,6%.

Com a decisão sobre a taxa básica de juros da semana passada, o Brasil retomou a liderança do ranking mundial de juros reais, segundo levantamento compilado pelo MoneYou e pela Infinity Asset Management. Os juros reais, ou seja, descontada a inflação, atingiram 6,69% ao ano.

Inflação

O objetivo da alta no juro é tentar conter a escalada da inflação. Pressionado principalmente pelo aumento dos preços dos alimentos e dos combustíveis, o IPCA-15 — considerado u prévia da inflação oficial do país — ficou em 1,73% em abril. Em 12 meses, atingiu a marca dos 12%.

De acordo com a ata do Copom, a inflação ao consumidor "segue elevada, com alta disseminada entre vários componentes, se mostrando mais persistente que o antecipado".

"As leituras recentes vieram acima do esperado e a surpresa ocorreu tanto nos componentes mais voláteis como nos mais associados à inflação subjacente. Nos itens mais voláteis, continua se destacando o aumento do preço da gasolina, com impacto maior e mais rápido do que era previsto", acrescentou.

Entre os riscos apontados pelo Banco Central que podem pressionar mais a inflação, estão: uma maior persistência das pressões inflacionárias globais; e a incerteza sobre o futuro do "arcabouço fiscal" do país (teto de gastos, pelo qual as despesas não podem subir acima da inflação do ano anterior).

Por outro lado, o Copom observa que pode haver "uma possível reversão, ainda que parcial, do aumento nos preços das commodities [petróleo, aço e alimentos] internacionais em moeda local" que pode atenuar a inflação, assim como uma "desaceleração da atividade econômica mais acentuada do que a projetada".

Decisão sobre juros

Para calibrar o nível dos juros, o sistema adotado é o de metas de inflação. Quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o Banco Central reduz a Selic.

Neste momento, o BC já está ajustando a taxa Selic para atingir a meta de inflação do ano que vem, uma vez que as decisões sobre juros demoram de seis a 18 meses para terem impacto pleno na economia.

Para 2023, a meta de inflação foi fixada 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. Na semana retrasada, o mercado financeiro estimou que a inflação oficial somará 4,10%. A previsão, portanto, está acima da meta central, mas ainda dentro do intervalo de tolerância.

Na ata do Copom, o BC reafirmou que deve promover novo aumento na taxa Selic em sua próxima reunião, em meados de junho, mas em "menor magnitude". Com isso, o BC indicou que a alta será menor do que um ponto percentual.

"Tal estratégia foi considerada a mais adequada para garantir a convergência da inflação ao longo do horizonte relevante, assim como a ancoragem das expectativas de prazos mais longos, ao mesmo tempo que reflete o aperto monetário já empreendido, reforça a postura de cautela da política monetária e ressalta a incerteza do cenário", concluiu.

Alexandro Martello, G1, 10/mai

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 2.300.000,00



Inquilinos lutam para manter imóveis com disparada do valor dos aluguéis nos EUA

Batalha ocorre quando a alta dos aluguéis se soma à disparada da inflação no país.

Antes do início de cada mês, Anh-Thu Nguyen e seus dois vizinhos de andar enviam seus cheques de aluguel para o proprietário, mas, alguns dias depois, recebem o envelope de volta pelo correio.

O estranho ritual começou logo depois que, em março de 2021, uma empresa imobiliária chamada Greenbrook Partners comprou o prédio do Brooklyn, bairro de Nova York onde Nguyen mora.

A empresa informou aos moradores que eles teriam de desocupar seus apartamentos até 30 de junho. Alguns vizinhos se mudaram, mas Nguyen e inquilinos de outros quatro imóveis estão processando a Greenbrook. A imobiliária tem mais de 150 propriedades no Brooklyn e no Queens, em Nova York, compradas principalmente durante a pandemia da covid-19.

Essa batalha ocorre quando a alta dos aluguéis se soma à disparada da inflação nos Estados Unidos, com experiências semelhantes se tornando mais frequentes na parte não regulamentada do mercado imobiliário de Nova York, com aumentos de 30%, ou mais.

"Inquilina não ótima"

Em um evento organizado pelos democratas do Senado em fevereiro deste ano, Nguyen disse que empresas como a Greenbook, um dos principais atores dessa situação, consideram-na uma "inquilina abaixo do ideal".

Especialistas em habitação explicaram aos senadores que um elenco de empresas e de subsidiárias que mudam com frequência e que aparecem em documentos oficiais de propriedade dificultam a responsabilização.

Os defensores das empresas imobiliárias argumentam que as restrições aos proprietários podem desencorajar os investimentos necessários e que o setor está se tornando um bode expiatório para o problema da acessibilidade da habitação.

Os inquilinos de Greenbrook conquistaram o apoio de proeminentes políticos de Nova York, incluindo o líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, e do senador Jabari Brisport. Em abril, Brisport liderou uma manifestação no Brooklyn em apoio à legislação de "despejo por justa causa", que limitaria esses casos àqueles em que os inquilinos não pagam aluguel, ou se comportam mal.

O projeto de lei, que conta com o apoio de Nguyen e de outros ativistas, também limitaria os aumentos de aluguel de apartamentos com contratos baseados no mercado. Enquanto isso, muitos no mercado imobiliário se opõem, como Bryan Liff, que colocou dois apartamentos à venda antes de arriscar alugá-los sob tal lei.

Greenbrook e suas afiliadas possuem 153 propriedades, de acordo com um banco de dados imobiliário de Nova York. Hoje, as casas estão sob o nome "Freestone Property Group", depois de terem aparecido sob o nome de Greg Fournier, diretor da Greenbrook.

Nguyen acredita que a Freestone é uma afiliada da Greenbrook. Procurada pela AFP, a Greenbrook Partners não retornou o contato.

France Presse, 09/mai

sexta-feira, 6 de maio de 2022

Apartamento Duplex, 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 990.000,00



Preço do aluguel bate recorde no Rio de Janeiro: veja os bairros mais caros

Valor registrado é o mais alto de toda a série histórica; Ipanema lidera a lista, seguida pelo Leblon, em segundo lugar

Quem tem planos de alugar um imóvel no Rio de Janeiro vai cada vez mais precisar ter “bala na agulha”. Isso porque os valores para se morar de aluguel na cidade bateram recorde em abril deste ano. Os números são do Índice QuintoAndar, divulgado nesta terça-feira (03/05) pela imobiliária digital. Segundo o indicador, a alta foi de 2,16% em comparação com março, com os aluguéis na cidade atingindo a média de R$ 33,11 por metro quadrado.

Este é o maior valor do metro quadrado da série histórica do indicador, que foi iniciada em 2019. É também o oitavo mês consecutivo de alta, reforçando o cenário de aquecimento do mercado imobiliário na capital. Em 12 meses, o valor médio do metro quadrado na cidade subiu 10,77%. Para Wilton Alves, diretor da tradicional administradora Sergio Castro, “o fim da pandemia está vindo junto com uma grande subida de preços, puxada pelo aumento no custo dos materiais de construção e dos juros no país. Eu diria que a subida vai continuar, principalmente nas regiões mais nobres da Zona Sul”.

Para o site Quinto Andar, dentre os principais fatores para o recorde registrado está também a alta temporada de procura de aluguéis. O preço dos apartamentos de dois e três dormitórios, por exemplo, teve um aumento expressivo. A valorização desses tipos de imóvel, em comparação com março, foi de 2,85% e 1,23%, respectivamente.

Em abril, o metro quadrado mais caro da cidade foi registrado em Ipanema, ao preço de R$ 65,15/m². Em segundo e terceiro lugar estão Leblon e Jardim Oceânico, com os preços de 56,67/m² e 42,83/m², respectivamente.

Confira abaixo a lista dos dez bairros mais caros do Rio (em R$/m2):

Ipanema – 65,15

Leblon – 56,67

Jardim Oceânico – 42,83

Flamengo – 40,79

Botafogo – 39,38

Barra da Tijuca – 38,23

Copacabana – 37,02

Lagoa – 36,97

Marapendi – 33,30

Laranjeiras – 32,12

Com o mercado aquecido, a diferença entre o preço médio do valor dos anúncios e o dos contratos efetivamente fechados registrou mais uma queda, ficando em 10,04%. Isso significa que o desconto médio fechado numa locação de imóvel no Rio é desta ordem.

Redação Diário do Rio, 06/mai

quinta-feira, 5 de maio de 2022

Apartamento 3 Quartos no Recreio dos Bandeirantes - R$ 800.000,00



Brasil tem 3ª maior inflação entre as grandes economias, mostra OCDE

Na conjunto de países do grupo G20, taxa em 12 meses atingiu 7,9% em março, contra 11,3% no Brasil; veja ranking.

A alta da inflação é uma preocupação global, mas a taxa registrada no Brasil permanece bem acima da média observada nas maiores economias do mundo. Relatório divulgado nesta quarta-feira (4) pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que a inflação acumulada em 12 meses no Brasil é a maior do G20 – grupo dos países mais ricos –, atrás só da Turquia e da Argentina.

Por aqui, a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) atingiu 11,3% no acumulado em 12 meses até março. Já são 7 meses seguidos com a inflação anual acima dois dígitos.

Na conjunto de países da OCDE, que inclui todas economias desenvolvidas e algumas emergentes, a inflação em 12 meses atingiu 8,8% em março, ante 7,8% em fevereiro – nível mais alto desde outubro de 1988. No grupo G20, a taxa ficou em 7,9%, contra 6,8% no mês anterior. No G7, passou para 7,1%, vindo de 6,3%.

Segundo o relatório, cerca de um quinto dos 38 integrantes da OCDE tiveram inflação de dois dígitos em março, sendo a mais alta a da Turquia (61,1%). Os únicos outros países da organização (mas que não estão entre as maiores economias) com taxa anual acima de 10% são Lituânia (15,7%), Estônia (15,2%), República Tcheca (12,7%), Letônia (11,5%), Polônia (11%) e Eslováquia (10,4%).

A OCDE destacou a forte pressão dos preços de energia, cuja inflação saltou 33,7% em 12 meses, maior elevação desde maio de 1980. Excluindo-se alimentos e energia, a inflação para o bloco de países do grupo foi de 5,9%.

Inflação vai dar trégua?

Para tentar frear a inflação, os países têm acelerado e intensificado a alta das taxas básicas de juros.

No Brasil, a expectativa do mercado financeiro, em pesquisa realizada na semana passada pelo BC com mais de 100 bancos, é de que a taxa Selic terminará 2022 no patamar de 13,25% ao ano.

O resultado da inflação oficial de abril será divulgado pelo IBGE no dia 11. Puxada pela alta dos combustíveis, a prévia da inflação registrou a maior alta para o mês desde 1995, com a taxa no acumulado em 12 meses chegando a 12%.

Reportagem do g1 mostrou que a inflação além de mais elevada, também está mais espalhada, afetando 8 em cada 10 itens pesquisados pelo IBGE. O índice de difusão saltou para 78,7%, maior patamar já registrado para meses de abril e maior nível desde fevereiro de 2003, o que indica que a inflação deve continuar pressionada pelos próximos meses.

A projeção atual do mercado financeiro é de uma inflação de 7,89% em 2022. No entanto, desde o ano passado, os analistas já preveem que o IPCA fechará pelo 2º ano seguido acima do teto da meta do governo, que tinha sido fixada em 3,5% para 2022.

Darlan Alvarenga, 05/mai

quarta-feira, 4 de maio de 2022

Casa 5 Quartos, 4 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 5.500.000,00



Em 5 anos, real perdeu 30% de seu poder de compra

 

Inflação oficial do país aumentou gradativamente entre 2017 e 2022. Famílias parecem 'sentir' mais porque relação entre salários e preços está mais apertada.

Nos últimos cinco anos, a inflação oficial do Brasil cresceu de forma cada vez mais intensa. Em 2018, o IPCA registrado no país foi de 3,75% – taxa que saltou para 10,06% em 2021. Já nos 12 meses até março deste ano, chegou a 11,30%, indicando mais um ano de preços em disparada.

Com tanta inflação, de março de 2017 a março de 2022 o real perdeu 31,32% de seu valor e poder de compra. Em outras palavras, com o mesmo valor agora a gente consegue comprar apenas dois terços do que comprava naquele ano.

Essas porcentagens se refletem todos os dias na vida dos brasileiros, que encontram preços mais altos para os mesmos produtos e serviços. E a inflação afeta os orçamentos das famílias de maneira diferente de acordo com a faixa de renda.

Para as mais pobres, o aumento dos preços dos alimentos e do gás de cozinha consome boa parte da renda no início deste ano. Em pelo menos 11 capitais, apenas os itens da cesta básica já equivaliam a mais de 50% do salário mínimo em março. Já as famílias de renda alta sentiram muito os reajustes dos preços de transporte, puxados pelo aumento da gasolina.

Por que 'sentimos mais' os aumentos

O economista Fabio Louzada, analista CNPI e CEO da escola Eu Me Banco, explica que o brasileiro parece "sentir mais" o peso da inflação porque vivemos "o pior cenário em termos de inflação versus reajuste de salários."

"O brasileiro sente mais a inflação porque está nos produtos e serviços que a população mais consome no dia a dia: gasolina, gás de cozinha, alimentos, energia elétrica e aluguel. Complementando, vem o salário do consumidor que teve poucos reajustes nesse período, principalmente por conta da pandemia", explica Louzada.

O aumento da inflação é explicado por fatores nacionais e internacionais, diz Louzada. "Quanto maior a instabilidade global, mais os investidores tiram dinheiro dos emergentes. A pandemia foi o principal fator nesse período, seguida da guerra na Ucrânia", diz.

Crise hídrica e fenômenos climáticos em 2021, que alongaram períodos de secas e cheias, também afetaram a produção de alimentos e energia elétrica, diminuindo a oferta de produtos no mercado.

Além disso, o "aperto monetário" feito pelo Banco Central, com aumento da taxa de juros, não está sendo de fato efetivo para reduzir a inflação, avalia Patrícia Campos, supervisora da área de preços do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

Famílias cortam gastos

Os juros altos também afetam o poder de compra do brasileiro, que conseguem consumir menos produtos, já que os empréstimos também ficam mais caros.

Sentindo o poder de compra diminuir, mais de 60% da população teve que cortar gastos nos últimos seis meses, segundo uma pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no final de abril. E mais de 30% teve que fazer cortes "grandes ou muito grandes" nas despesas.

Thaís Matos, G1, 04/abr

terça-feira, 3 de maio de 2022

Apartamento 1 Quarto na praia da Barra da Tijuca - R$ 1.100.000,00

 


Por que maio tem fama ruim nos mercados financeiros

Para alguns investidores, mês é propício para desmontar posições (se desfazer de investimentos) antes do verão no Hemisfério Norte.

Maio começou fazendo jus à fama de ser um período difícil para os mercados. Com a sinalização de uma alta mais forte dos juros nos Estados Unidos e o temor de uma desaceleração econômica global, a chegada do mês resgatou novamente um dos ditados mais tradicionais do mundo financeiro: “sell in May and go away” (venda em maio e vá embora, em tradução livre).

Mas a crença, diferentemente do que parece, não diz respeito apenas ao mês de maio, mas ao período de seis meses compreendidos entre maio e outubro. Muitos investidores acreditam que é melhor se desfazer de suas posições no mercado acionário em maio e se posicionar novamente apenas em outubro, após o verão no Hemisfério Norte, já que a liquidez dos mercados diminui sensivelmente nessa época.

Não há ciência nisso, mas quando se observam os dados históricos é possível ver que o intervalo de maio a outubro tem sido o mais fraco do ano para as ações em Wall Street.

Segundo cálculos da LPL Financial, uma das maiores corretoras independentes dos Estados Unidos, de 1950 até 2020, o índice S&P 500 ganhou 1,7% em média durante esses seis meses, em comparação com 7,1% durante o período de novembro a abril.

Isso não significa que maio seja necessariamente ruim. O estrategista observa que, nos últimos nove anos, o S&P 500 fechou maio com retornos positivos em oito vezes. “Então, ‘vender em junho’ pode ser mais apropriado”, afirma.

Segundo Detrick, a fama do “sell in May” é propagada pela mídia e, embora os dados mostrem que esse mês costuma ser fraco, ele ainda apresenta retorno positivo. “Portanto, ir embora totalmente não é sábio.”

Desde a crise financeira de 2008, o S&P 500 encerrou maio com retornos positivos em dez ocasiões e apenas quatro vezes em queda. É verdade, no entanto, que as quedas foram expressivas: em três delas, o tombo foi superior a 6% (2010, 2012 e 2019).

Apesar de ser estrangeiro, o ditado também costuma ser lembrado no Brasil e parece servir bem ao Ibovespa. Levando em consideração o mesmo recorte de tempo, o principal índice da bolsa local registrou perdas em maio por nove vezes, tanto em reais quanto em dólares, subindo em apenas cinco ocasiões. Em 2012, 2016 e 2018, as quedas do Ibovespa superaram os 10%.

Valor Online, 03/mai

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Cobertura Duplex no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.600.000,00



Analistas do mercado elevam para 7,89% estimativa para a inflação em 2022

Expectativas do mercado financeiro foram divulgadas nesta segunda (2) pelo Banco Central. Projeção de analistas para o crescimento do PIB deste ano subiu de 0,65% para 0,70%.

O mercado financeiro elevou de 7,65% para 7,89% a estimativa para a inflação neste ano. Foi a 16ª alta seguida no indicador.

A informação consta do relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (2) pelo Banco Central (BC). Os dados foram colhidos na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras.

A projeção segue acima do teto do sistema de metas de inflação, que é de 5% em 2022. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para este ano é de 3,5% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 2% e 5%.

No entanto, desde o ano passado, os analistas do mercado já preveem a inflação em 2022 acima do teto da meta.

No fim de março, o BC admitiu que a meta de inflação deve ser superada novamente neste ano. A probabilidade de "estouro" da meta é de 88% a 97%, calculou a instituição.

Se confirmada a previsão do mercado para a inflação em 2022, será o segundo ano seguido de estouro da meta de inflação. Em 2021, o IPCA somou 10,06%, o maior desde 2015.

Combustíveis

As previsões de inflação começaram a subir com mais intensidade após o aumento nos combustíveis anunciado pela Petrobras em março, em meio à disparada do preço do petróleo — reflexo da guerra na Ucrânia.

Para alcançar a meta de inflação definida pelo CMN, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic.

Neste momento, o BC já está calibrando a taxa Selic para atingir a meta de inflação do ano que vem, uma vez que as decisões sobre juros demoram de seis a 18 meses para terem impacto pleno na economia.

Para 2023, o mercado financeiro subiu de 4% para 4,10% a estimativa de inflação. Para o próximo ano, a meta foi fixada em 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

Produto Interno Bruto

Conforme os dados do Banco Central, o mercado financeiro elevou a previsão de crescimento do PIB deste ano de 0,65% para 0,70%.

O aumento aconteceu após a divulgação do crescimento do PIB do ano passado de 4,6% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Para 2023, o mercado manteve estável em 1% sua estimativa de alta do PIB.

Taxa de juros

Para a taxa básica de juros da economia, o mercado financeiro manteve em sua estimativa 13,25% ao ano no final de 2022.

Atualmente, a taxa Selic está em 11,75% ao ano.

Já para o fim de 2023, a expectativa do mercado para a taxa Selic subiu de 9% para 9,25% ao ano. Mesmo assim, o mercado financeiro segue estimando queda dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2022 permaneceu em R$ 5. Para o fim de 2023, avançou de R$ 5 para R$ 5,04 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2022 recuou de US$ 69,8 bilhões para US$ 69,5 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado ficou estável em US$ 60 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano subiu de US$ 59 bilhões para US$ 60 bilhões. Para 2023, a estimativa permaneceu em US$ 67,3 bilhões de ingresso.

Alexandro Martello, G1, 02/mai

sexta-feira, 29 de abril de 2022

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Jeff Bezos perde US$ 13 bilhões com queda nas ações da Amazon

Gigante do comércio eletrônico apresentou seu primeiro resultado negativo em sete anos e viu o valor de suas ações cair 8% nesta sexta-feira (29).

Jeff Bezos perdeu cerca de US$ 13 bilhões de sua fortuna em algumas horas, segundo o Bloomberg Billionaires Index. O prejuízo do segundo homem mais rico do mundo aconteceu depois de uma queda no valor das ações da Amazon nesta sexta-feira (29).

Após registrar seu primeiro resultado negativo em sete anos, a gigante do comércio eletrônico viu suas ações sofrerem uma queda de mais de 8% na manhã desta sexta, ainda antes da abertura dos negócios na bolsa americana Nasdaq.

De acordo com a Bloomberg, a fortuna de Bezos pode cair para US$ 155 bilhões se as perdas nas ações persistirem ao longo do dia – no fechamento de quinta-feira, o patrimônio dele era estimado em US$ 169 bilhões.

No ano passado, o fundador da Amazon chegou a ter seu patrimônio avaliado em US$ 210 bilhões. Desde o início deste ano, no entanto, ele já 'encolheu' US$ 23,4 bilhões.

Como uma parte significativa do patrimônio de Bezos está na quantidade de ações que ele detém da Amazon, sua fortuna é impactada pelo preço desses ativos, que são negociados na bolsa.

Atualmente, o patrimônio do fundador da Amazon é menor apenas que o do bilionário Elon Musk, cofundador de Tesla e SpaceX. Com uma fortuna estimada em US$ 265 bilhões, Musk ainda chegou a um acordo para comprar o Twitter.

Resultados negativos da Amazon

A gigante tecnológica registrou um prejuízo de US$ 3,8 bilhões no trimestre encerrado em 31 de março, em comparação com lucro de US$ 8,1 bilhões no mesmo período do ano passado.

O presidente-executivo da Amazon, Andy Jassy, afirma que "a pandemia e a guerra na Ucrânia trouxeram crescimento e desafios incomuns" para a companhia.

Segundo Jassy, a gigante do comércio eletrônico precisou lidar com custos trabalhistas mais altos depois de aumentar seu time durante a pandemia e ainda sofre com a queda nas vendas causada pela inflação.

G1, 29/abr

quinta-feira, 28 de abril de 2022

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Juro bancário médio sobe para 36,3% ao ano em fevereiro, maior taxa em dois anos e meio

Informações foram divulgadas pelo Banco Central. Concessões de empréstimos avançam em janeiro deste ano; inadimplência e endividamento também crescem.

O Banco Central (BC) informou nesta quinta-feira (28) que o juro bancário médio com recursos livres de pessoas físicas e empresas chegou a 36,3% ao ano em fevereiro.

Segundo a instituição, essa é a maior taxa desde agosto de 2019, quando somou 37,1% ao ano. Com isso, é a maior taxa em de dois anos e meio.

O juro bancário médio com recursos livres não inclui os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Após registrar o maior crescimento em seis anos em 2021, o juro bancário médio fechou o ano passado em 33,9% ao ano.

A alta dos juros bancários médios é reflexo, entre outros fatores, do aumento da Selic, a taxa básica de juros da economia definida pelo Banco Central.

A Selic passou de 2% ao ano, em janeiro de 2021, para 11,75% ao ano, em março deste ano. Com esse aumento, o objetivo do Banco Central é tentar conter as pressões inflacionárias e também o spread bancário, que inclui a margem de lucro das instituições financeiras.

Pessoas físicas e jurídicas

De acordo com o Banco Central, a taxa média de juros cobrada nas operações com empresas subiu de 21,4% ao ano,. em janeiro, para 21,5% ao ano, em janeiro. É a maior taxa desde fevereiro de 2018 (22,2% ao ano).

Já nas operações com pessoas físicas, os juros subiram de 46,3% ao ano, em janeiro, para 48,1% ao ano, em janeiro, maior nível desde novembro de 2019 (49% ao ano).

Alexandro Martello, G1, 28/abr