quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Cobertura 3 Quartos, 2 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 2.800.000,00



Opep+ aprova corte profundo na produção de petróleo, apesar da pressão dos EUA

Corte pode estimular uma recuperação nos preços do petróleo que caiu para cerca de US$ 90, de US$ 120 três meses atrás.

A Opep+ concordou nesta quarta-feira (5) com o seu corte mais profundo na produção de petróleo desde o início da pandemia de Covid, em 2020, restringindo a oferta em um mercado apertado apesar da pressão dos Estados Unidos e de outros por mais produção.

Em reunião em Viena, o grupo decidiu cortar a produção de petróleo de 2 milhões de barris por dia, segundo fontes disseram à Reuters.

O corte pode estimular uma recuperação nos preços do petróleo que caiu para cerca de US$ 90, de US$ 120 três meses atrás, por temores de um recessão econômica global, aumento das taxas de juros dos EUA e um dólar mais forte.

Fontes disseram que ainda não está claro se os cortes podem incluir reduções voluntárias adicionais por membros como Arábia Saudita ou se poderiam incluir a subprodução existente pelo grupo.

Os Estados Unidos pressionaram a Opep a não prosseguir com os cortes, argumentando que os fundamentos não os sustentam, disse uma fonte familiarizada com o assunto.

O JPMorgan também disse esperar que Washington implemente contramedidas liberando mais estoques de petróleo.

Preços sobem

O petróleo Brent era negociado acima de US$ 93,20 por barril nesta quarta-feira, com alta de 1,7%, depois de já ter registrado alta na terça-feira.

A Opep+, incluindo a Rússia, disse que procura evitar volatilidade em vez de visar um determinado preço do petróleo.

O Ocidente acusou a Rússia de usar a energia como arma, criando uma crise na Europa que poderia desencadear racionamento de gás neste inverno. Moscou acusa o Ocidente de usar o dólar como arma e sistemas financeiros, como SWIFT, em retaliação à invasão da Ucrânia pela Rússia.

Parte da razão pela qual Washington quer preços mais baixos do petróleo é privar Moscou da receita do petróleo, enquanto a Arábia Saudita não condenou as ações de Moscou.

Reuters, 05/out

terça-feira, 4 de outubro de 2022

Cobertura Duplex, 3 Quartos, 1 Suíte próximo à praia da Barra da Tijuca - R$ 2.640.000,00




Black Friday 2022 deve movimentar R$ 6,05 bilhões no comércio eletrônico

Pesquisa da ABComm indica crescimento de 3,5% em relação ao ano passado.

Estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) projeta que a Black Friday deve movimentar R$ 6,05 bilhões no comércio eletrônico, com o número de pedidos chegando a 8,3 milhões neste ano.

O montante representa aumento de 3,5% em relação a 2021. Segundo a ABComm, o crescimento tímido é uma tendência para as datas especiais deste ano.

As categorias mais aquecidas neste ano devem ser telefonia, eletrônicos, informática, eletrodomésticos e eletroportáteis, moda, beleza e saúde.

De acordo com a ABComm, o e-commerce cresceu em média 3% no primeiro semestre de 2022 em relação aos primeiros seis meses de 2021, abaixo dos 5% previstos. Entre os motivos estão o aumento dos combustíveis, já que a recente diminuição do preço não se aplicou ao diesel, que é responsável pela maior parte do transporte de produtos.

A menor oferta de frete grátis também impacta as vendas. Uma pesquisa da ABComm aponta que o preço do frete pode influenciar até 90% a decisão de compra de um item nas vendas pela internet.

Outros motivos, como o boom do e-commerce na pandemia, o retorno das vendas presenciais e eventos como Copa do Mundo e eleições 2022 também podem afetar as vendas durante a Black Friday, diz a entidade.

Em 2021, a modalidade “pick up in-store”, na qual o cliente faz o pedido on-line e retira presencialmente na loja, teve crescimento de 139% no período. "Os dados demonstram a importância de o varejo on-line caminhar sempre ao lado do modelo tradicional", afirma a ABComm.

“É uma data que as pessoas esperam um volume maior de vendas, uma vez que já caiu no gosto popular. Os consumidores esperam esse período para comprar diversos produtos, que geralmente são mais caros, com um desconto mais atrativo. É muito importante que os varejistas sempre se antecipem para atenderem a esse aumento de vendas por meio da preparação de estoque, logística e dos canais de atendimento pós-venda”, diz Alexandre Crivellaro, diretor de inteligência de mercado da ABComm.

G1, 04/out

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

Apartamento 3 Suítes no Recreio dos Bandeirantes - R$ 800.000,00



Confiança empresarial alcança maior nível desde agosto de 2021, diz FGV

A alta da confiança empresarial de setembro foi influenciada tanto pela melhora das percepções sobre a situação presente e como das expectativas.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), subiu 0,8 ponto em setembro, para 101,5 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (102,5 pontos).

Em médias móveis trimestrais, o indicador manteve a tendência ascendente pelo sexto mês seguido, com crescimento de 2,7 pontos no terceiro trimestre de 2022, um ritmo menos intenso de alta que o do trimestre anterior, quando o ICE avançara 7,0 pontos.

“O ICE se aproxima do nível de agosto de 2021, o maior alcançado desde o início da pandemia de covid-19. Desta vez com avaliações mais positivas sobre a situação atual e expectativas menos favoráveis em relação aos meses seguintes, principalmente no horizonte de seis meses à frente. Os setores menos otimistas são o Comércio e Indústria. Neste último setor, nota-se um pessimismo crescente com as perspectivas para a demanda externa - principalmente no segmento de Intermediários - reflexo da forte desaceleração em curso da economia mundial”, avalia Aloisio Campelo Jr., superintendente de estatísticas do FGV Ibre, em comentário no relatório.

A alta da confiança empresarial de setembro foi influenciada pela melhora das percepções sobre a situação presente e das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) subiu 0,7 ponto, para 102,0 pontos, maior nível desde junho de 2013 (102,4 pontos). O Índice de Expectativas (IE-E) subiu 1,0 ponto, para 100,1 pontos, maior nível desde outubro de 2021 (100,3 pontos).

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

Em setembro, a confiança subiu em todos os setores que integram o ICE, exceto na Indústria que recuou ligeiramente, motivada pela piora das avaliações em relação à situação corrente. A alta da confiança nos demais setores foi influenciada pela melhora nos dois horizontes de tempo da pesquisa. A confiança dos setores de Comércio, Serviços e Construção continuam superando o nível neutro dos 100 pontos.

A confiança empresarial cresceu em 61% dos 49 segmentos integrantes do ICE, uma disseminação semelhante à observada no mês anterior.

Valor Online, 03/out

sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 1.280.000,00



Dólar passa a subir no último dia de negócios antes das eleições

Na quinta-feira, moeda norte fechou em alta de 0,87%, vendida da R$ 5,3950.

O dólar passou a operar em alta nesta sexta-feira (30), último dia útil antes do primeiro turno das eleições brasileiras.

Às 12h25, a moeda norte-americana subia 0,12%, vendida a R$ 5,4016. Veja mais cotações.

Na quinta-feira, o dólar fechou em alta de 0,87%, vendida da R$ 5,3950 - a maior cotação desde 22 de julho (R$ 5,4977). Com o resultado, passou a acumular alta de 2,80% na semana e de 3,73% no mês. No ano, tem queda de 3,23% frente ao real.

O que está mexendo com os mercados?

Por aqui, os mercados repercutem o debate presidencial realizado na véspera, a três dias do primeiro turno das eleições gerais.

Mais cedo, o IBGE informou que o desemprego recuou para 8,9% no trimestre encerrado em agosto – mas com recorde de trabalhadores sem carteira assinada.

No exterior, as bolsas europeias operam em alta, depois das fortes perdas recentes, apesar dos dados ruins sobre a inflação na zona do euro, divulgados mais cedo, apontando que a taxa anual chegou a 10% em setembro.

G1, 30/set

quinta-feira, 29 de setembro de 2022

Cobertura Duplex no Recreio dos Bandeirantes - R$ 1.600.000,00



Comprar imóvel é mais barato no Brasil em relação à América Latina, mas valor ainda pesa no bolso das famílias, diz pesquisa

Levantamento do QuintoAndar pegou dados de venda e aluguel em capitais de seis países e grandes cidades brasileiras entre agosto de 2021 e julho de 2022.

Entre 12 das cidades mais populosas da América Latina, o Brasil tem os municípios com aluguéis e preços de venda mais baratos, segundo a pesquisa “O mercado residencial na América Latina”, divulgada pelo QuintoAndar nesta quinta (29).

O levantamento foi feito com dados de anúncio em plataformas digitais de agosto de 2021 a julho de 2022 e investigou São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Lima (Peru), Cidade do México (México), Buenos Aires (Argentina), Quito (Equador) e Cidade do Panamá (Panamá).

Dentre os locais pesquisados, Buenos Aires é a cidade mais cara para comprar ou alugar um imóvel. Para compra, o metro quadrado na capital argentina custa, em média, US$ 2,4 mil. Cidade do México (US$ 2,2 mil) e Cidade do Panamá (US$ 2,1 mil) completam o pódio.

No Brasil, Brasília tem o metro quadrado mais caro, com US$ 1,8 mil. Em seguida, estão Rio de Janeiro (US$ 1.784) e São Paulo (US$ 1.725).

Já entre os aluguéis, o preço por metro quadrado na capital argentina é US$ 11,8. Para contextualizar: um apartamento de 50 metros custa, em média, US$ 590 por mês. Depois, estão também a Cidade do México, com US$ 10,7, e a Cidade do Panamá, com US$ 10,5.

No quesito aluguéis, as cidades brasileiras ficam um pouco acima no ranking. São Paulo, por exemplo, tem o quarto aluguel mais caro (US$ 8,6), acima de Lima (US$ 8,4), Quito (US$ 5,7) e Brasília (US$ 6,9).

Segundo o economista do QuintoAndar, Vinicius Oike, o mercado imobiliário cresceu no continente, com exceção da Argentina. O país sofre com inflação alta, recessão econômica e economia cada vez mais dolarizada (as transações têm usado mais o dólar e menos o peso, moeda oficial argentina). Além disso, a oferta de casas e apartamentos é maior do que a demanda por eles.

Especificamente no Brasil, o aumento do crédito (seja via empréstimos ou programas como Minha Casa, Minha Vida e Casa Verde Amarela) e um baixo aumento real de preço (descontada a inflação) na última década impulsionaram o setor, destrincha a pesquisa.

Preço pesa no bolso

Apesar de um aquecimento desse mercado, a moradia ainda apresenta um nível alto de comprometimento de renda nas cidades analisadas. Isso quer dizer que o peso no bolso das pessoas e famílias é bem grande - em alguns casos, maior do que a recomendação de 30%.

Das 12 cidades, só em 3 é possível gastar menos do que um terço da renda mensal com aluguel. Elas são Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

Para compra, a situação é ainda mais difícil. Para mensurar o peso do preço do imóvel para as famílias, a pesquisa calculou quantos anos essa família precisaria trabalhar pra comprar uma casa ou apê em cada uma das cidades. O cálculo leva em consideração o preço médio dos imóveis e a renda anual dessas pessoas.

Em 11 das 12, o nível obtido foi considerado alarmante: são necessários mais de 7 a 10 anos de trabalho para que as famílias possam realizar o sonho da casa própria. O fato de a maioria das cidades apresentar essa dificuldade mostra que o acesso à moradia ainda é um problema a ser combatido na região.

“Os valores de comprometimento para compra são bastante similares e também indicam uma baixa acessibilidade financeira. Já os valores no aluguel apontam para um mercado formal descolado da renda familiar média. No caso da Cidade do México, há uma fatia expressiva do mercado que atende estrangeiros, que tipicamente têm renda muito mais elevada que a família média local”, explica o economista.

Os preços usados na pesquisa são resultado de uma conversão para dólares em paridade de poder de compra, que "ajusta as diferentes taxas de câmbio às flutuações domésticas no nível de preços e permite uma comparação mais adequada do custo de vida", explica a empresa.

Thaís Matos, G1, 29/set

quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Terreno no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 10.000.000,00



Juros do cartão de crédito rotativo subiram em agosto para 398% ao ano, maior valor em 5 anos

Informações foram divulgadas nesta quarta (28) pelo BC. Taxas de juros têm subido junto com a Selic. Inadimplência é a maior desde 2020; endividamento bate recorde.

O Banco Central informou nesta quarta-feira (28) que a taxa média de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo subiram de 349,9% ao ano em julho para 398,4% ao ano em agosto. Esta é a maior taxa desde agosto de 2017 (428% ao ano).

O crédito rotativo do cartão de crédito, cuja demanda em 2021 foi a maior em dez anos, pode ser acionado por quem não pode pagar o valor total da fatura na data do vencimento, mas não quer ficar inadimplente.

Essa é a linha de crédito mais cara do mercado e, segundo analistas, deve ser evitada. A recomendação é que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente.

Alta da Selic

Os juros bancários têm apresentado crescimento nos últimos anos, consequência da elevação da Selic, a taxa básica de juros da economia, pelo Banco Central.

Com essa medida, o BC tenta conter a disparada da inflação. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, o maior patamar em seis anos.

No mês passado, ainda segundo o BC, os juros bancários médios com recursos livres nas operações com pessoas físicas e empresas atingiram 40,6% ao ano em agosto.

Segundo a instituição, essa é a maior taxa desde março de 2018, quando somou 41% ao ano, ou seja, em pouco mais de quatro anos.

O juro bancário médio com recursos livres não inclui os setores habitacional, rural e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

- De acordo com o BC, a taxa média de juros cobrada nas operações com empresas recuou de 23,4% ao ano, em em julho, para 22,8% ao ano, em agosto.

- Já nas operações com pessoas físicas, os juros subiram de 53,4% ao ano, em julho, para 53,9% ao ano, em agosto, o maior nível desde abril de 2018 (56,3% ao ano).

- No cheque especial das pessoas físicas, a taxa subiu de 127,4% ao ano, em julho, para 128,6% ao ano, em agosto. É a maior taxa desde junho deste ano (129,2% ao ano).

Crédito bancário

O volume total do crédito bancário em mercado, segundo o Banco Central, avançou 1,6% em agosto deste ano, para R$ 5,06 trilhões.

Houve alta de 0,9% na carteira de pessoas jurídicas e aumento de 2,1% na de pessoas físicas.

De acordo com a instituição, entre as modalidades de crédito para as famílias, em agosto, destacaram-se: cartão de crédito total (+2,4%), crédito pessoal não consignado vinculado à composição de dívidas (+6,7%), crédito pessoal não consignado (+1,3%), crédito consignado para servidores públicos (+0,8%) e o crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS (+1%).

Em doze meses, o crescimento do volume total do crédito bancário atingiu 16,8% em agosto, contra 16,9% em julho.

Para todo este ano, o Banco Central estima uma expansão de 11,9% no crédito bancário. Em 2021, impulsionado por linhas emergenciais de crédito para o combate aos efeitos da pandemia, o crédito bancário teve alta de 16,5%.

Os dados do BC mostram que as concessões de novos empréstimos bancários também avançaram em agosto, quando registraram expansão de 1,7% contra o mês anteriores.

Esse foi o segundo mês seguido de alta do indicador. O cálculo foi feito após ajuste sazonal, uma espécie de "compensação" para comparar períodos diferentes.

Inadimplência e endividamento

A taxa de inadimplência média registrada pelos bancos nas operações de crédito ficou estável em 2,8% em agosto. Mesmo assim, permanece no maior patamar desde junho de 2020.

Nas operações com pessoas físicas, a inadimplência subiu de 3,6%, em julho, para 3,7% em agosto — a menor desde maio de 2020 (4%).

Já a inadimplência das empresas ficou estável em 1,5% em agosto, a mais alta desde agosto de 2020 (1,8%).

O Banco Central também divulgou nesta segunda estatísticas sobre o endividamento das famílias com bancos. Neste caso, os novos números são referentes a julho deste ano.

Segundo o BC, o endividamento bateu recorde naquele mês, ao somar 53,1% da renda acumulada nos doze meses anteriores. A série histórica do BC para este indicador tem início em janeiro de 2005.

Em fevereiro de 2020, antes da pandemia da Covid-19, o endividamento das famílias estava em 41,8%.

Alexandro Martello, G1, 28/set

terça-feira, 27 de setembro de 2022

Casa 4 Quartos na Barra da Tijuca - R$ 2.000.000,00



Inadimplência bate novo recorde e atinge 67,9 milhões de brasileiros, aponta Serasa

Segmento de bancos e cartões segue como responsável pela maioria das dívidas, 28,8% do total.

O número de pessoas com contas atrasadas voltou a bater recorde no Brasil. Segundo dados do Serasa Experian, o país registrou 67,9 milhões de inadimplentes em agosto, maior cifra desde o início do levantamento, em 2016.

Isso representa uma alta de 300 mil pessoas em relação ao mês anterior, ou 0,5% em termos percentuais.

A instituição ressalta, contudo, que o mês registrou um elevado número de negociações de dívidas, que chegou a 2,8 milhões débitos — trata-se de 22% a mais do que em julho, o que deu um freio ao crescimento das dívidas em atraso no país.

“Como os brasileiros estão com o orçamento mensal apertado, a negociação de dívidas com parcelamento foi uma solução buscada para aumentar o número de regularização de débitos, o que de fato ocorreu”, prossegue.

Segundo a Serasa, o mês teve o segundo maior volume de renegociações, atrás apenas de março. Naquele mês, houve o Feirão Limpa Nome Emergencial, que renegociou mais de 3,7 milhões de contratos.

O segmento de bancos e cartões segue como responsável pela maioria das dívidas, 28,8% do total. Depois, vêm as contas básicas como água, luz e gás, com 22,1%. Em terceiro lugar fica o setor financeiro, com 13,8% do total.

Na divisão por região, São Paulo liderou o número de inadimplentes, com 16.072.592. Na outra ponta, Roraima foi o estado com menos negativados, 214.557.

G1, 27/set

segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 895.000,00



Rombo nas contas externas sobe 89% até julho, mas investimento estrangeiro é o maior em dez anos

Informações foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central. Com isso, investimentos estrangeiros foram suficientes para financiar o rombo das contas externas.

As contas externas do país registraram um déficit de US$ 18,41 bilhões nos sete primeiros meses do ano, o que representa um crescimento de 89% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 9,75 bilhões). As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (26) pelo Banco Central.

O resultado em transações correntes, um dos principais indicadores sobre o setor externo do país, é formado por balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior).

De acordo com o BC, o aumento no déficit das contas externas na parcial de 2022 está relacionada, principalmente, a uma piora na conta de serviços (mais gastos no exterior, incluindo viagens) e de renda (aumento das remessas ao exterior pelas empresas).

Para todo ano de 2022, a expectativa do Banco Central é de uma melhora nas contas externas. A estimativa da instituição é de um superávit de US$ 4 bilhões. Se confirmado, será o primeiro saldo positivo desde 2007.

Investimentos estrangeiros

Ao mesmo tempo, os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira totalizaram US$ 52,63 bilhões no mesmo período, o que representa o maior patamar desde 2012 (US$ 56,4 bilhões), ou seja, em dez anos. A série histórica do BC tem início em 1995.

Com isso, os investimentos foram mais do que suficientes para financiar o déficit das contas externas.

Somente em julho, a entrada de investimentos estrangeiros no país somou US$ 7,72 bilhões, com crescimento na comparação com o mesmo mês do ano passado - quando somou US$ 6,64 bilhões.

Já em doze meses, os investimentos estrangeiros somaram US$ 65,6 bilhões até julho deste ano, contra US$ 64,5 bilhões no mês anterior (junho) e US$ 44,9 bilhões em julho de 2021.

Em todo o ano passado, os investimentos estrangeiros no país totalizaram US$ 46,441 bilhões. A previsão do BC é de que, em 2022, eles cheguem a US$ 55 bilhões.

Alexandro Martello, G1, 26/set

sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Casa 4 Suítes em condomínio fechado na Barra da Tijuca - R$ 6.500.000,00

 


Agricultura 4.0: tecnologia e conectividade no campo trazem novas soluções para otimizar a produção

Com grande importância na economia brasileira, setor pode aumentar ainda mais a produção e reduzir custos com uso de tecnologia.

O agronegócio brasileiro segue forte como um dos mais importantes setores da economia. Segundo cálculos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea - Esalq/ USP) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio representou 27,4% de todo o PIB nacional.

Há uma expectativa de safra recorde para o período 2021/2022, de 288,61 milhões de toneladas, um aumento de 14,2%, diz a Companhia Nacional de Abastecimento. Além disso, a produção brasileira de grãos deve crescer 27% até 2030, de acordo com previsão do Ministério da Agricultura. Ao mesmo tempo, projeções apontam que a produção de alimentos mundial precisa aumentar 70% até 2050 para atender a demanda de uma população que deve chegar a 9 bilhões de pessoas no planeta.

Para manter esse crescimento de forma ordenada e sustentável, ou seja, produzir em maior quantidade gastando menos e com menor impacto ambiental, é preciso automatizar processos e aplicar cada vez mais tecnologia no processo produtivo. A transformação digital que atinge todos os setores da sociedade também chegou ao campo, e o uso de ferramentas digitais se torna essencial para ter mais controle e garantir a previsibilidade de produção da safra – a chamada agricultura de precisão.

Pesquisa divulgada em dezembro do ano passado mostrou que o uso de tecnologias no campo deve dar um salto no mundo de 186% até 2026, e os produtores rurais brasileiros, como grandes exportadores, não podem ficar para trás.

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G1, 23/set

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Casa 4 Quartos, 2 Suítes no Itanhangá - R$ 3.600.000,00



Juros nos EUA: como nova alta pode afetar o Brasil

No quinto aumento em um ano, taxa chegou ao maior patamar desde 2008. Com juros mais altos nos EUA, investidores tendem a trocar países em desenvolvimento por mercados mais ricos e seguros, mas isso também pode ajudar a conter a inflação no Brasil.

O Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) elevou na quarta-feira (21) os juros da economia americana em 0,75 ponto percentual, para a faixa de 3% a 3,25%.

Este é o quinto aumento neste ano, e, com isso, a taxa chegou ao seu maior nível desde 2008, quando eclodiu a crise financeira mundial.

A sequência de altas é uma tentativa de conter o aumento da inflação, pressionada pelo encarecimento de combustíveis e alimentos, como consequência da guerra na Ucrânia e dos desarranjos logísticos provocados pelos lockdowns em resposta à covid-19 na China.

O presidente do Fed, Jerome Powell, disse que os aumentos são necessários para desacelerar a demanda, aliviando as pressões que aumentam preços e evitando danos de longo prazo à economia.

No entanto, a expectativa no momento é que os juros continuem a subir nos Estados Unidos, conforme informou em um comunicado o Comitê Federal de Mercado Aberto, que faz parte do Fed e é responsável por regular a taxa.

O órgão afirmou que está "preparado para ajustar a orientação da política monetária conforme apropriado caso surjam riscos que possam impedir o Comitê de atingir seus objetivos".

Projeções do Fed apontam que a taxa básica pode chegar a 4,40% até o final deste ano e atingir 4,60% no próximo ano.

Por sua vez, as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) indicam que a economia americana deve crescer 0,2% em 2022 e 1,2% no próximo ano.

As projeções apontam ainda que a inflação americana não deve voltar à meta de 2% até 2025 - atualmente, está em 8,3%, nos acumulado de 12 meses até agosto, de acordo com o governo.

Aumento global de juros

Bancos em quase todos os países - com as grandes exceções do Japão e da China - estão tomando medidas semelhantes enquanto lutam com seus próprios problemas de inflação.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu na quarta-feira manter os juros em 13,75%, após doze aumentos seguidos, que elevaram a taxa em 11,75 pontos percentuais desde março de 2021, o maior ciclo de altas desde 1999, quando foi implementado o regime de metas da inflação.

Um dos primeiros efeitos para o Brasil da alta dos juros nos Estados Unidos para o Brasil é que investidores tendem a tirar recursos de países em desenvolvimento e direcioná-los aos países ricos, considerados mais seguros.

"Quando o Fed sobe os juros, há uma entrada de capitais nos Estados Unidos para se beneficiar desses juros maiores", explica Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados.

"Por mais que os juros lá sejam bem menores do que aqui, é um país muito mais confiável. Assim, a alta de juros leva a uma saída de recursos de países emergentes para o mercado americano."

Desaceleração ou recessão?

Por um lado, a alta nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos aponta para uma desaceleração da economia mundial à frente.

Isso porque, quando os juros sobem, fica mais caro para empresas e famílias tomar empréstimos, o que diminui a atividade econômica.

Essa desaceleração da economia mundial reduz a demanda por bens e serviços, e pode reduzir as exportações brasileiras.

Vale explica ainda que a alta da taxa de juros americana gera um receio de que a economia dos Estados Unidos esteja caminhando para uma recessão.

Isso desaceleraria ainda mais todo o resto do mundo, incluindo o Brasil, através das exportações.

Analistas ainda têm um receio de que o efeito dos aumentos das taxas, que encarecem as dívidas, possa levar a uma desaceleração maior do que se espera.

O Banco Mundial alertou recentemente que os aumentos das taxas podem levar a economia global a uma recessão no próximo ano."Esse é definitivamente um dos riscos negativos - que a natureza sincronizada do aperto possa torná-lo muito mais poderoso", disse Brian Coulton, economista-chefe da Fitch Ratings.

A expectativa é que a economia mundial tenha em 2023 seu pior desempenho em mais de uma década, com exceção de 2020, por causa da pandemia, disse Ben May, diretor de macro pesquisa global da Oxford Economics."O que ficou claro é que, se dada a escolha entre permitir que a inflação permaneça alta por um período sustentado ou levar a economia para uma recessão, [os líderes de bancos centrais] prefeririam empurrar a economia para uma recessão", afirma May.

Por outro lado, a redução da atividade global pode ajudar a conter a inflação no Brasil, diz Flavio Serrano, economista-chefe da Greenbay Investimentos.

O país atravessa um momento especialmente delicado em que a alta de preços se combina com uma pressão sobre as contas públicas por conta de medidas adotadas por Jair Bolsonaro (PL), como a ampliação de benefícios sociais e cortes pontuais de impostos às vésperas da eleição.

"Há um potencial de menor crescimento global, gerando menor pressão de preços. Isso pode facilitar o trabalho do Banco Central brasileiro no combate à inflação."

BBC, 22/set

quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Cobertura Duplex, 5 Suítes no Jardim Oceânico na Barra da Tijuca - R$ 4.000.000,00



BC pode encerrar nesta quarta, em reunião do Copom, maior ciclo de alta dos juros em 23 anos, prevê mercado financeiro

Mercado aposta na manutenção da taxa básica da economia em 13,75% ao ano. Juros vêm de 12 altas seguidas.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne nesta quarta-feira (21) e deve manter a taxa básica de juros estável em 13,75% ao ano, conforme expectativa da maior parte dos analistas do mercado financeiro. A decisão será anunciada depois das 18h.

A previsão dos economistas, colhida na semana passada em pesquisa com mais de 100 bancos, é de que a taxa Selic permanecerá neste patamar até junho de 2023 — quando recuará para 13,50% ao ano. Para o fim do ano que vem, a projeção é de juros em 11,25% .

Ainda há, porém, alguns analistas que acreditam em um aumento de juros nesta quarta: para 14% ao ano.

Se confirmado o encerramento dessa rodada de 12 elevações seguidas, a Selic terá subido 11,75 pontos percentuais desde março de 2021, configurando o maior e mais longo ciclo de alta desde 1999.

Segundo a série histórica do BC, taxa média passou de 29,2% ao ano em dezembro de 1998 (na época havia um piso e um teto para o juro básico) para 45% ao ano em março de 1999. Naquele ano, nasceu o sistema de metas para inflação.

Em meio à troca de seus presidentes (Gustavo Franco por Francisco Lopes e, logo em seguida, por Armínio Fraga), o BC deu uma puxada para cima na taxa Selic no final da década de 90 para atrair dólares e evitar uma disparada ainda maior na cotação da moeda norte-americana.

O objetivo foi evitar que a liberação do câmbio, autorizada depois da reeleição de Fernando Henrique Cardoso), contaminasse a inflação e colocasse em risco o Real — nascido apenas cinco anos antes.

Já o atual ciclo de alta dos juros, que pode se encerrar nesta quarta-feira, teve por objetivo conter as pressões inflacionárias decorrentes da pandemia da Covid-19 (que gerou ruptura na oferta de produtos) e injetou recursos extraordinários na economia (por meio de auxílios temporários); e também por conta dos efeitos da guerra na Ucrânia sobre combustíveis e alimentos.

Inflação em desaceleração

A possível interrupção da alta dos juros acontece em um cenário de desaceleração da inflação. Influenciada pelos preços dos combustíveis, devido ao corte de impostos sobre itens essenciais e à redução do preço internacional do petróleo, houve deflação no país pelo segundo mês seguido em agosto.

Para definir o nível dos juros, o Banco Central se baseia no sistema de metas de inflação. Quando a inflação está alta, o BC eleva a Selic. Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o Banco Central pode reduzir o juro básico da economia.

Em 2022, a meta central de inflação é de 3,5% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Para 2023, a meta de inflação foi fixada 3,25%, e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

Neste momento, o BC já está ajustando a taxa Selic para tentar atingir a meta de inflação dos próximos anos, uma vez que as decisões sobre juros demoram de seis a 18 meses para terem impacto pleno na economia.

Embora as estimativas de inflação estejam acima do teto da meta para este ano, o mercado financeiro já prevê desaceleração das pressões inflacionárias em 2023 (diante do juro alto, da crise energética na Europa e da desaceleração da economia mundial).

O BC informou ainda que está mirando mais adiante nas decisões sobre juros, no início de 2024.

Consequências de juros altos

Mesmo se interrompido o ciclo de alta dos juros, a taxa Selic permanecerá no maior patamar em seis anos. De acordo com especialistas, juros elevados têm vários reflexos na economia, entre os quais:

- Aumento das taxas bancárias: a tendência é que novos aumentos também sejam repassados aos clientes. No ano passado, a elevação do juro bancário foi o maior em seis anos. Em junho, a taxa média cobrada pelos bancos foi a maior em quatro anos.

- Redução do consumo da população e afeta os investimentos produtivos, impactando negativamente o Produto Interno Bruto (PIB), o emprego e a renda. Na semana passada, analistas projetaram uma expansão de 2,65% para este ano e de 0,5% em 2023, contra um crescimento de 4,6% em 2021.

- Despesa adicional com juros da dívida pública: em doze meses até maio, as despesas do governo com juros da dívida atingiram R$ 500 bilhões pela primeira vez desde 2016. A expectativa de economistas é de que essa despesa deve bater recorde em 2022.

- Aplicações em renda fixa, como no Tesouro Direto e em debêntures, passam a render mais: em junho, o total de investidores ativos do Tesouro Direto, programa de oferta de títulos públicos pela internet para pessoas físicas, atingiu o recorde de dois milhões. E, em agosto, as vendas de papeis continuaram elevadas.

Alexandro Martello, G1, 21/set

terça-feira, 20 de setembro de 2022

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Mundo ganhou 46 mil super-ricos em 2021, mostra relatório

Credit Suisse considera nessa faixa as pessoas com mais de US$ 50 milhões.

O mundo 'ganhou' 46 mil super-ricos no ano passado, segundo relatório do banco Credit Suisse divulgado nesta terça-feira (20). Ao todo, são 264.200 pessoas que encerraram 2021 com fortuna estimada em mais de US$ 50 milhões – um crescimento de 21% em relação a 2020.

O estudo mostra que, mesmo entre essa elite, há ricos mais ricos que os outros: 84.790 pessoas detinham mais de US$ 100 milhões – e, entre eles, 7.070 indivíduos, mais de US$ 500 milhões.

Milionários e concentração de renda

O banco estimou em 62,5 milhões o número de pessoas no mundo com mais de US$ 1 milhão – 5,2 milhões a mais que em 2020. Desses, 266 eram brasileiros.

Os dados corroboram a maior concentração da riqueza nas mãos de poucos: o levantamento aponta que os 1% mais ricos detinham, ao final de 2021, 45,6% de toda a fortuna global. Em 2019, essa fatia era de 43,9%.

Uma análise da fortuna mediana por país, no entanto, mostra que a desigualdade de fortuna caiu neste século (ao menos em termos geográficos), graças ao maior crescimento dos mercados emergentes.

Super-ricos por país

Os Estados Unidos foram o país que mais ganhou super-ricos no ano passado: 30.470. A China vem em seguida, com 5,2 mil. O clube dos super-ricos também ganhou 1.750 membros na Alemanha, 1.610 no Canadá e 1.350 na Austrália.

Quedas foram registradas em poucos locais: na Suíça (-120), em Hong Kong (-130), Turquia (-330) e no Reino Unido (-1.130).

Riqueza global

O relatório aponta que a riqueza global cresceu 9,8% em 2021, para US$ 463,6 trilhões. Considerando as taxas de câmbio, a alta foi de 12,7% – o maior crescimento anual já registrado.

O banco alerta, no entanto, que fatores como inflação, a elevação das taxas de juros e a queda dos preços dos ativos "podem reverter o crescimento impressionante em 2022".

Ainda assim, a estimativa é que a fortuna global cresça US$ 169 trilhões até 2026 – uma alta de 36%. Os países de renda baixa e média devem ser responsáveis por 42% desse crescimento nos próximos 5 anos.

Com isso, a estimativa é que o número de milionários chegue a 87 milhões, enquanto o número de super-ricos atinja 385 mil.

G1, 20/set