sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Cobertura Comercial na Barra da Tijuca - R$ 425.000,00 - R$ 1.000,00


Boom Imobiliário no Nordeste e Sul: Recife e Florianópolis viram fenômenos no Brasil

 

Recife consolidou-se como a grande surpresa positiva de 2025. A capital pernambucana demonstrou uma resiliência e um apetite de investimento alto.

O cenário imobiliário brasileiro em 2025 revela uma descentralização do crescimento, com capitais fora do eixo Rio-São Paulo assumindo papéis de destaque tanto em novas construções quanto na velocidade de vendas. O novo relatório da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), baseado em dados da GeoBrain, destaca que o mercado nacional está em plena reconfiguração, com o Nordeste e o Sul apresentando os saltos mais expressivos de produtividade e valor de mercado.

O fenômeno Recife

Recife consolidou-se como a grande surpresa positiva de 2025. A capital pernambucana demonstrou uma resiliência e um apetite de investimento acima da média nacional, com lançamentos em disparada. A cidade subiu 7 posições no ranking de Valor Geral de Lançamentos, alcançando a 6ª colocação nacional.

Além disso, o Volume Financeiro também cresceu. O total de lançamentos atingiu R$ 3 bilhões, o que representa uma expansão de 57% em relação ao ano de 2024.

No ranking de vendas, a cidade também avançou, subindo 3 posições e fixando-se no 9º lugar entre as capitais mais competitivas.

Radiografia nacional

Embora novos polos ganhem força, a capital paulista mantém sua soberania absoluta, enquanto o Rio de Janeiro enfrenta um período de ajuste:

São Paulo (1º lugar): Segue isolada na liderança com um VGV de vendas de R$ 42,6 bilhões e lançamentos de R$ 38 bilhões (alta de 4% sobre 2024).

Rio de Janeiro (2º lugar): Mantém o vice-posto, porém com sinais de alerta: houve uma queda acentuada de 30% no VGV de vendas (R$ 6 bilhões) e de 20% nos lançamentos (R$ 6,1 bilhões).

O levantamento, que compreende o período de janeiro a setembro de 2025, aponta tendências claras em outras regiões: Florianópolis Foi o maior destaque em evolução de vendas, saltando 7 posições para o 4º lugar nacional. Puxada por imóveis de médio e alto padrão, a capital catarinense registrou um VGV de R$ 4,6 bilhões, um salto de 91%.

Fortaleza consolidou a 3ª posição em ambos os rankings, com um crescimento de 41% no VGV de vendas, somando R$ 4,9 bilhões.

Equilíbrio em MG, PR e GO

Belo Horizonte, Curitiba e Goiânia apresentaram vendas superiores aos lançamentos, sugerindo um movimento estratégico de queima de estoque e equilíbrio entre oferta e demanda. Belo Horizonte subiu duas posições em vendas, atingindo R$ 3,9 bilhões.

No interior de São Paulo, Campinas destaca-se como a única cidade não capital no Top 10 de lançamentos, subindo 4 posições e atingindo o 10º lugar com R$ 2 bilhões investidos.

A capital federal registrou a maior queda no ranking de vendas, perdendo 5 posições e terminando o período em 10º lugar. O ranking utiliza totais de lançamentos e imóveis dentro dos limites das cidades, desconsiderando regiões metropolitanas.

Jornal do Commércio - PE, 30/jan

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Cobertura Comercial na Barra da Tijuca - R$ 2.900.000,00

http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13619/cobertura-comercial/cobertura-comercial,-barra,-venda/barra-da-tijuca

2026 chega com sinais de um novo ciclo de crescimento


O mercado imobiliário brasileiro inicia 2026 com forte aquecimento tanto no aluguel quanto na compra e venda. A cobertura da imprensa dos últimos dias sobre os resultados de 2025 e perspectivas do setor para este ano mostra sinais de um novo ciclo de crescimento, capaz de impulsionar um processo de reconstrução de confiança, previsibilidade e tomada de decisão — especialmente relevante para quem atua diretamente com locação e intermediação imobiliária.

A queda da inadimplência do aluguel é um dos sinais mais relevantes desse novo momento. Dados divulgados pelo site Times Brasil, com base no Índice de Inadimplência Locatícia (IIL), elaborado pela Superlógica, mostram que o indicador atingiu o menor nível em sete meses. Mais do que o patamar isolado, o que merece atenção é a trajetória: depois de um primeiro semestre extremamente duro, a inadimplência passa a recuar de forma consistente, mês após mês.

As imobiliárias têm aqui uma oportunidade concreta de capturar valor. No meu entendimento, esse avanço não virá do relaxamento de critérios de aprovação ou de uma gestão menos rigorosa da carteira. Pelo contrário. O momento favorece quem é mais eficiente para o cliente: escolher melhor o inquilino, estruturar processos, operar com dados e trabalhar com garantias claras. É isso que transforma a percepção de risco do proprietário em confiança real e permite acelerar o mercado de forma saudável.

Do lado da compra e venda, o recorde de lançamentos reforça a leitura de que o setor voltou a ganhar tração. Reportagem da Folha de S.Paulo, com base em dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), mostra que o volume de novos empreendimentos atingiu um patamar histórico em 2025, impulsionado principalmente pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).

O MCMV cumpre um papel central nesse cenário. O programa não apenas sustenta o volume de lançamentos, como também funciona como um amortecedor em um ambiente ainda desafiador de crédito. Mesmo com juros elevados, ele mantém o mercado em movimento e evita uma desaceleração mais profunda.

As vendas avançam em ritmo mais moderado do que os lançamentos, e não vejo isso como um problema estrutural. Trata-se de um processo natural de acomodação após um período de forte aceleração da oferta. A tendência é que as vendas ganhem tração à medida que o cenário de juros evolua de forma mais favorável ao longo de 2026.

Para as imobiliárias, o recado é claro. Onde o Minha Casa, Minha Vida é mais presente, haverá espaço para crescimento consistente, desde que exista estrutura, times preparados e foco operacional. Já no médio e alto padrão, o momento exige leitura de ciclo, disciplina comercial e capacidade de atravessar o ajuste atual para capturar a próxima fase de retomada.

A combinação entre inadimplência em queda e expansão dos lançamentos reforça a convicção de que o mercado imobiliário entra em 2026 em um patamar melhor do que o observado ao longo do ano passado.

Não é apenas um alívio conjuntural, mas a construção de um novo ciclo, no qual quem operar com inteligência, dados e processos sólidos tende a capturar mais resultado.

Portas, Análise & Opinião, 29/jan

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Apartamento 2 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 1.000.000,00


Volume de lançamentos imobiliários no Rio cresce 37% em 2025


O volume de lançamentos imobiliários na cidade deu um salto de 37% em 2025 — de R$ 12,8 bilhões lançados em 2024, chegamos a R$ 17,6 bilhões no ano passado.

E os preços também cresceram. O aumento do preço médio da venda de unidades foi de aproximadamente 9% — contra uma inflação de 4,26%.

Os dados constam do levantamento da empresa Brain Inteligência Estratégica para o Sindicato da Indústria da Construção Civil, e foram apresentados pelo presidente Sinduscon-Rio, Claudio Hermolin, no evento de abertura do ano promovido pela imobiliária Patrimóvel na manhã desta quinta-feira (22/01).

E confirmam o que vinha sendo desenhado: houve um aumento expressivo no número de unidades compactas — que saltaram de 19% do total lançado em 2024 para 28%. Os empreendimentos do segmento de luxo também estiveram em alta. Em 2024, eles representaram 9,6% dos lançamentos no Rio. No ano passado, chegaram a 14% — um aumento de mais de 40% na representatividade.

Porto Maravilha é o campeão de lançamentos imobiliários pelo quarto ano consecutivo

Olhando para os bairros, o maior volume de unidades lançadas foi, pelo quarto ano seguido, no Porto Maravilha, seguido da Barra da Tijuca. Nas vendas, foi mantido o patamar de R$ 14,5 bilhões de 2024 — com destaque, mais uma vez, para o segmento compacto, que saltou de 16% das vendas de 2024 para 21%, em 2025.

O ano de 2025 terminou com o volume de estoque correspondente a apenas 8 meses — o que significa dizer que, se nada for lançado pelo mercado imobiliário carioca, e o ritmo de comercialização for mantido, em agosto não haverá mais unidades à venda.

“Com a expectativa da redução da taxa de juros, mudanças no programa Minha Casa Minha Vida, aumento do uso do FGTS para imóveis até R$ 2,25 milhões, aliados às recentes legislações aprovadas na cidade do Rio de Janeiro, o setor espera um ano de 2026 ainda melhor”, festejou Hermolin.

Rádio Manchete, Setor Imobiliário, 28/jan

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 640.000,00

 


País ganha escola superior do mercado imobiliário

 

Iniciativa, em Florianópolis, terá cursos de tecnólogo, graduação e pós-graduação.

O mercado imobiliário brasileiro acaba de ganhar a Escola Superior Imobiliária (ESIM), primeira instituição de ensino superior da América do Sul dedicada à formação acadêmica e à inteligência do setor. O espaço fica em Florianópolis (SC) e oferecerá este ano cursos de tecnólogo, graduação e pós-graduação, incluindo formações específicas voltadas ao setor. A grade curricular tem a proposta de ir além das técnicas tradicionais de vendas, com temas como Direito Registral, Economia Urbana, Avaliação de Ativos (Valuation), Marketing Imobiliário, CRM (Customer Relationship Management ou Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente), Tecnologias e Ciência de Dados aplicadas ao Real Estate.

A ESIM é mantida pelo IBREP (Instituto Brasileiro de Educação Profissional), pioneiro no ensino técnico imobiliário na modalidade EAD (Ensino à Distância). De acordo com Celso Pereira Raimundo, fundador do Grupo IBREP, a expectativa é que a nova instituição se consolide como uma referência acadêmica, contribuindo para elevar a qualidade do serviço prestado ao consumidor.

"Nosso objetivo é formar lideranças e produzir conhecimento aplicado para um mercado cada vez mais complexo e em constante expansão", explica Raimundo.

O Dia, Panorama Imobiliário, 27/jan

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Apartamento 3 Quartos, 1 Suíte em Jacarepaguá - R$ 810.000,00 - R$ 4.200,00


Taxa de condomínio no Estado do Rio subiu, em média, 11,7% em 2025; foi o segundo maior aumento em todo o país


O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar entre os estados que registraram os maiores aumentos nas taxas de condomínio em 2025. Em território fluminense, o reajuste foi de 11,7%, e o valor médio de condomínio passou de R$ 764 para R$ 853,3 em 12 meses.

Em várias regiões do país, o valor médio do condomínio subiu acima da inflação — e em alguns estados, o aumento chegou a ser de dois dígitos. Os dados fazem parte de um levantamento da plataforma de soluções tecnológicas e financeiras para o mercado imobiliário Superlógica publicado pelo site “Metro Quadrado”. O estudo comparou os valores entre dezembro de 2024 e 2025.

O Estado do Rio, de acordo com especialistas da plataforma, tem perfis muito distintos de moradias, que acabam puxando os custos para o alto. Na Zona Sul da capital, por exemplo, são mais comuns os condomínios com menos unidades, e taxas muito mais altas. Já na Zona Sudoeste, são prédios com muitas torres e muitos serviços, o que também pressiona a taxa.

No quesito aumento de condomínio, só o Maranhão bate o Rio

O único estado que registrou um aumento médio maior que o do Rio foi o Maranhão, com 16%. Em 12 meses, a taxa condominial média no estado do Nordeste pulou de R$ 498,9 para R$ 579. Lá, a variação seria fruto de um mercado com base menor de condomínios, onde oscilações de custo tendem a ter um impacto proporcionalmente maior.

Os estados de Tocantins, com aumento de 10,57%; de Alagoas:(10,51%); e de Piauí: (10,44%) completam a lista dos cinco com os maiores aumentos do país.

Tempo Real RJ, 26/jan

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Casa 3 Quartos, 1 Suíte na Barra da Tijuca - R$ 3.000.000,00


Bairros bons e baratos para morar no Rio de Janeiro


Conheça os bairros bons e baratos para morar no Rio de Janeiro, com informações sobre custo de vida e preço médio do metro quadrado.

Viver na capital carioca é o desejo de muita gente, mas o alto custo de vida e o preço dos imóveis em regiões mais valorizadas podem dificultar essa escolha. Ainda assim, existem bairros bons e baratos para morar no Rio de Janeiro, que oferecem um equilíbrio entre valor do imóvel, acesso a serviços, transporte e qualidade de vida.

Os da Zona Sul e áreas mais disputadas da Zona Oeste, por exemplo, costumam ser mais caros. Por outro lado, regiões da Zona Norte e parte da Zona Oeste oferecem opções mais acessíveis, sem abrir mão de infraestrutura urbana, comércio local e acesso ao transporte público.

Onde está a maior oferta de serviços, emprego e lazer no Rio?

Para tomar a decisão correta, é válido entender como a cidade é estruturada. No Rio de Janeiro, a maior concentração de empregos formais, serviços e opções de lazer está na Zona Sul, no Centro e em eixos comerciais estratégicos da Zona Oeste, como Barra da Tijuca.

Conhecida por ser a área mais procurada pelos turistas, a zona sul do Rio de Janeiro concentra muitas atividades voltadas ao lazer e à cultura.

Há restaurantes para todos os gostos e bolsos, além das praias mais famosas, como Copacabana, Ipanema e Leblon. Ali também estão o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar, dois cartões-postais cariocas conhecidos no mundo todo.

Já na zona norte reside a maior parte da população, por isso há boa oferta de serviços básicos, como supermercados, farmácias e escolas. O centro da cidade ainda abriga muitas empresas e repartições públicas, sendo uma região movimentada por comércio e serviços bancários.

Preço médio do metro quadrado nos bairros do Rio

A variação do metro quadrado também influencia no valor dos bairros do Rio de Janeiro. Um apartamento no bairro mais caro do Rio, o Leblon, por exemplo, custa em média R$ 20,9 mil o metro quadrado.

O preço médio do metro quadrado no RJ costuma oscilar conforme a localização e a infraestrutura do bairro. Em regiões mais valorizadas, os valores tendem a ser significativamente mais altos, enquanto bairros residenciais fora dos principais polos turísticos apresentam preços mais acessíveis.

De forma geral, bairros da Zona Norte e de áreas mais afastadas da Zona Oeste concentram os bairros baratos para comprar imóvel no RJ, especialmente quando comparados à Zona Sul.

Como o preço do metro quadrado é definido?

A variação do valor do metro quadrado está ligada a fatores como a localização exata do imóvel, a proximidade com estações de metrô, corredores de transporte e vias principais, além da infraestrutura disponível no entorno, como comércio, escolas, hospitais e áreas de lazer.

Características do próprio imóvel também influenciam o preço, como tamanho, padrão de construção, idade do prédio, presença de elevador, vaga de garagem e área de lazer.

Em muitos bairros, imóveis em ruas mais tranquilas ou afastadas de grandes fluxos tendem a ter valores mais acessíveis do que aqueles localizados em áreas mais centrais ou comerciais.

Além disso, a demanda por moradia na região e o potencial de valorização imobiliária impactam diretamente os preços.

Bairros que recebem investimentos em infraestrutura urbana ou transporte costumam ter aumento gradual no valor do metro quadrado, enquanto regiões mais residenciais e consolidadas podem oferecer melhores oportunidades de custo-benefício para quem busca morar pagando menos.

Avaliar os preços praticados ajuda a identificar bairros com melhor custo-benefício e opções mais acessíveis no mercado imobiliário.

Como escolher os bairros bons e baratos para morar no Rio de Janeiro?

Outros fatores que devem ser observados na escolha do bairro são:

- Acesso ao transporte público: bairros bem conectados por metrô, trem ou linhas de ônibus tendem a facilitar a rotina e reduzir gastos com deslocamento, o que pesa no orçamento mensal;

- Oferta de comércio e serviços: regiões com supermercados, escolas, unidades de saúde, farmácias e opções de lazer próximas evitam deslocamentos longos e tornam a vida mais prática;

- Perfil residencial do bairro. Alguns são mais tranquilos e familiares, enquanto outros têm maior movimento comercial ou vida noturna, o que influencia diretamente no estilo de vida dos moradores;

- Segurança e a qualidade de vida: devem entrar na conta. Avaliar iluminação pública, movimento das ruas, presença de serviços e o entorno do imóvel ajuda a entender como é viver naquele bairro no dia a dia.

Bairros bons e baratos para morar no Rio de Janeiro: qual escolher?

Alguns bairros se destacam quando o assunto é custo-benefício, por terem perfil residencial, comércio estruturado e boa conexão com outras regiões da cidade. Veja a lista de acordo com a região.

Zona Norte: opções com boa infraestrutura e valores mais acessíveis

Méier

Um dos bairros mais tradicionais da Zona Norte, o Méier tem comércio forte, serviços próximos e boa conexão com trem e ônibus, o que facilita a rotina de quem busca bairros acessíveis no Rio de Janeiro.

Preço médio do metro quadrado: cerca de R$4.820/m².

Todos os Santos

Na mesma região, Todos os Santos é um bairro familiar com boa oferta de comércio, escolas e serviços, indicado para quem busca moradia com custo-benefício.

Preço médio do metro quadrado: cerca de R$4.720/m².

Zona Oeste: bom custo-benefício e opções mais espaçosas

Freguesia (Jacarepaguá)

A Freguesia combina perfil residencial com boa oferta de comércio, escolas e serviços.Diferente de outras áreas da Zona Oeste, o bairro funciona como um polo autossuficiente, o que reduz a necessidade de deslocamentos longos no dia a dia.

Também tem variedade de imóveis disponíveis, que inclui desde prédios mais antigos até condomínios com infraestrutura de lazer. Isso permite encontrar opções com valores mais acessíveis do que bairros vizinhos, sem abrir mão de conforto e praticidade.

Além disso, apresenta bom potencial de valorização, impulsionado por melhorias urbanas e pela crescente procura por regiões que conciliam preços mais baixos e qualidade de vida na Zona Oeste.

Portas, Mercado Imobiliário, 23/jan

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Casa 3 Suítes em Jacarepaguá - R$ 3.000.000,00

http://www.mercadoimoveis.com/imovel/13548/casa-3-su%C3%ADtes/casa,-3-quartos-%28su%C3%ADtes%29,-barra,-venda/jacarepagu%C3%A1

Setor da construção civil vive ’melhor momento de sua história’


Apesar da taxa básica de juros em 15%, que tem sido alvo de críticas, segmento tem saldo positivo de contratações e boa perspectiva de lançamentos.

O setor da construção civil não tem motivos para reclamar. Aliás, com exceção da taxa básica de juros em 15%, apontada como alta pela maioria dos empresários, a perspectiva é positiva para esse mercado. O Produto Interno Bruto (PIB) do setor deve encerrar 2025 com crescimento de 1,8%, segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Para especialistas do setor, essa “boa maré” se deve, principalmente, ao avanço do Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o setor avançou 1,3% no terceiro trimestre de 2025, depois de recuar 0,7% no primeiro trimestre do ano e 0,3% no segundo. “O mercado da construção segue em um momento positivo. Isso se deve aos contratos de infraestrutura e ao bom desempenho do Minha Casa, Minha Vida. É uma boa notícia para o emprego e para a renda no país”, aponta Renato Correia, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Um dos fatores que impulsionou o programa social foi a mudança da Faixa 1, que era limitada a famílias com renda de até R$ 2.850 e deverá contemplar quem ganha aproximadamente dois salários mínimos a partir deste mês. O ministro das Cidades, Jader Filho, projetou a contratação de 1 milhão de novas unidades até o final deste ano. Com isso, o programa deve encerrar 2026 com 3 milhões de unidades financiadas.

"O MCMV vem exibindo forte ritmo de crescimento. Em novembro do ano passado, foram registrados 80 mil novos financiamentos, acima da média mensal de 60 mil observada até outubro. Uma a cada três contratações tem sido direcionada à Faixa 1", afirma. O programa também passou a contar com a Faixa 4, criada para atender famílias com renda entre R$ 8 mil e R$ 12 mil.

Esse movimento se reflete no desempenho das empresas que atuam em larga escala dentro do MCMV. No Grupo Direcional, que engloba as empresas mineiras Direcional Engenharia e Riva Incorporadora, os resultados do terceiro trimestre de 2025 mostram a força da demanda.

“Na Direcional, a receita líquida chegou a R$ 1,2 bilhão, um aumento de 27% na comparação com o mesmo período de 2024. As vendas líquidas somaram R$ 1,6 bilhão, crescimento de 10% sobre o ano anterior, e setembro se destacou como o melhor mês da história da empresa, totalizando R$ 832 milhões em vendas brutas”, detalha Paulo Sousa, diretor financeiro e de relações com investidores do Grupo Direcional. Na Riva, a outra marca do grupo, os lançamentos atingiram R$ 1,2 bilhão no terceiro trimestre de 2025, alta de 186% em relação ao mesmo período de 2024.

Thiago Correa Ely, diretor executivo comercial da MRV&CO, afirma que “o setor está vivendo o melhor momento de sua história” e que a empresa está otimista em relação aos próximos meses. “Com um déficit habitacional ainda significativo no país, nosso mercado conta com uma demanda constante”, diz.

Nos três primeiros trimestres de 2025, a MRV lançou mais de 31 mil unidades, sendo 97% delas enquadradas no programa federal Minha Casa, Minha Vida. Em Minas Gerais, foram lançados sete empreendimentos, totalizando mais de 1,9 mil apartamentos. “O programa habitacional ajudou a empresa a driblar o cenário de juros altos e impulsionou a receita operacional em 17,6%, além de estimular um aumento de 35,5% no lucro bruto”, revela.

Uma das consequências desse bom momento é que a construção manteve saldo positivo de contratações formais. No acumulado dos últimos 12 meses, até outubro de 2025, o emprego com carteira no setor cresceu 2,84% - somando mais de 3 milhões de trabalhadores no Brasil. Segundo dados da CBIC, São Paulo (23.006), Belo Horizonte (9.727) e Fortaleza (5.881) foram as três cidades que mais criaram novos empregos na construção civil de janeiro a agosto de 2025.

Alta nas vendas do cimento

Matéria-prima essencial na construção civil, o cimento também foi beneficiado pelo aquecimento do setor. De acordo com balanço divulgado pelo Sindicato Nacional da Indústria de Cimento (SNIC), as vendas de cimento em dezembro somaram 4,9 milhões de toneladas, um aumento de 4,7% em relação ao mesmo mês de 2024.

Com esse resultado, o setor encerrou 2025 com um total de 67 milhões de toneladas comercializadas, acumulando uma alta de 3,7% em 2025 — o que representa 2,4 milhões de toneladas a mais sobre o ano anterior.

O balanço também revela que todas as regiões apresentaram crescimento anual acumulado, com liderança do Nordeste (7,2%), seguido por Norte (4,0%), Sul (3,1%), Sudeste (2,7%) e Centro-Oeste (1,9%).

"O desempenho corrobora a trajetória de expansão, embora o volume total ainda permaneça distante do recorde histórico de 2014, de 73 milhões de toneladas", afirma o texto do balanço enviado à imprensa.

Desaceleração e desafios

Apesar do clima positivo, o setor deve começar 2026 com um ritmo mais lento de crescimento. O PIB do setor, projetado para 1,8% em 2025, ficou abaixo da estimativa anterior, que era de 2,2%. Foi o segundo corte no ano, que começou com expectativa de alta de 3%. Vale lembrar que, em 2024, o setor encerrou com alta de 4,3% no PIB.

Segundo Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), o principal motivo da revisão é a queda no consumo de materiais de construção pelas famílias.

“Juros elevados, renda comprimida e endividamento frearam reformas e pequenas obras, impactando diretamente o setor. Até setembro, apenas 47% da demanda por materiais veio do segmento familiar. Com isso, o crescimento de 1,8% do PIB da construção será puxado pelas construtoras", explica.

A escassez de mão de obra qualificada também segue como maior entrave, de acordo com o Sondagem da Construção. O mercado de trabalho atingiu pleno emprego em 2025, e o custo com pessoal deve fechar o ano com alta próxima de 10% - pressão que pode comprometer o crescimento se não houver resposta estrutural.

O presidente do Sinduscon-SP, Yorki Estefan, afirmou que a construção demandará uma mão de obra mais especializada e cara. Para ele, o Programa Reforma Casa Brasil vai competir com as construtoras, por absorver mão de obra informal.

Felipe Boaventura, vice-presidente de política, relações trabalhistas e recursos humanos do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Minas Gerais (Sinduscon-MG), afirma que levantamentos internos indicam a escassez de mão de obra como o principal desafio do segmento. “O problema é reportado por mais de 90% das empresas”, afirma.

Até 2030, o Brasil poderá ter um déficit de um milhão de engenheiros para atuar em obras ligadas a programas governamentais, como o MCMV. O cálculo é do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e a estimativa é feita a partir de um cenário de queda, nos últimos dez anos, do número de estudantes que concluíram a graduação em alguma área da engenharia no país, segundo o Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

O Tempo, Ecomonia, 22/jan

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Cobertura Duplex na Barra da Tijuca - R$ 2.850.000,00


Lucro imobiliário em 2026 o que muda nas regras de imposto e como reduzir riscos fiscais


A educação financeira é essencial para quem investe em imóveis, especialmente quando envolve lucro imobiliário, impostos e planejamento legal. Entender regras e isenções ajuda a reduzir riscos, evitar erros fiscais e melhorar resultados. Este guia explica conceitos-chave de forma prática e responsável.

O que é lucro imobiliário e quando ele ocorre?

O lucro imobiliário é o ganho obtido quando um imóvel é vendido por valor superior ao de aquisição, considerando custos comprováveis. Ele ocorre na venda de imóveis residenciais ou comerciais, inclusive adquiridos por leilão, desde que haja diferença positiva.

O cálculo considera o preço de compra, despesas com documentação, corretagem e melhorias que aumentem o valor do bem. Esses valores precisam estar formalmente comprovados. Quando há lucro, pode incidir imposto de renda, salvo hipóteses de isenção previstas em lei. Por isso, o planejamento prévio é fundamental.

Como funciona a tributação sobre o ganho de capital imobiliário?

O imposto incide sobre o ganho de capital, com alíquotas progressivas conforme o valor do lucro. A apuração é feita pelo programa da Receita Federal específico para esse fim.

Investidores devem declarar corretamente a matrícula do imóvel, valores pagos e despesas dedutíveis. Erros podem gerar autuações e multas. A legislação permite deduções legais, desde que respeitados prazos e requisitos formais. A orientação contábil é recomendada.

Quais isenções legais podem reduzir ou eliminar o imposto?

Uma das principais isenções ocorre quando o lucro da venda é utilizado para comprar outro imóvel residencial no Brasil em até 180 dias. Essa regra vale para pessoa física e exige comprovação.

Há também isenção para venda de único imóvel até determinado valor e para imóveis adquiridos antes de datas específicas. Cada caso tem critérios próprios. O desconhecimento dessas regras pode levar ao pagamento indevido de imposto, afetando o investimento.

Quais documentos são essenciais para comprovar deduções e isenções?

A organização documental é decisiva para usufruir de benefícios fiscais. Abaixo estão os principais itens e etapas que devem ser observados com atenção:

- Edital (em casos de leilão), contrato de compra e venda e matrícula atualizada

- Comprovantes de pagamento, reformas e taxas cartorárias

- Declarações e recibos vinculados à nova aquisição residencial

- Manter esses registros facilita a defesa em fiscalizações e garante segurança jurídica.

Como a educação financeira melhora decisões em investimentos imobiliários?

A educação financeira ajuda o investidor a avaliar risco, retorno líquido e impacto tributário antes do lance ou da venda. Isso evita decisões impulsivas.

Além disso, buscar fontes oficiais aumenta a confiabilidade das informações, como a Caixa Econômica Federal e o Tribunal de Justiça do seu estado.

Principais riscos e desafios ao investir em imóveis

Antes de concluir, vale destacar pontos críticos que exigem atenção constante:

- Dívidas condominiais ou tributárias

- Documentação irregular

- Imóvel ocupado e custos de desocupação

Com conhecimento e planejamento, o investidor transforma educação financeira em vantagem competitiva real.

Monitor do Mercado, 21/jan

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Cobertura 3 Quartos, 2 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 2.900.000,00


Mercado imobiliário brasileiro

 

Especialista aponta que o cenário econômico se reconfigura com potencial para ampliar demanda, estimular lançamentos e renovar o apetite de investidores no setor.

O mercado imobiliário brasileiro entra em 2026 sob uma nova dinâmica macroeconômica, marcada por expectativas de redução da taxa básica de juros (Selic) e por um ambiente de crédito progressivamente mais acessível, que juntos podem acelerar a retomada de transações residenciais e de investimentos nos setores de construção e incorporação. Projeções de mercado indicam que a Selic, atualmente entre 14% a 15% ao ano, deve recuar gradualmente ao longo do ano até patamares em torno de 12,0% a 12,5%, uma trajetória que tem o potencial de aliviar o custo dos financiamentos imobiliários e destravar demanda reprimida.

A expectativa de juros mais baixos ocorre enquanto o setor já demonstra resiliência diante de juros elevados. Apesar das condições desafiadoras, especialistas do mercado relatam níveis consistentes de lançamentos e atividade, inclusive em segmentos populares, sustentados por políticas de crédito habitacional e pela manutenção de programas de habitação de interesse social.

Para Paulo Motta, sócio-fundador da IMVester, o cenário para 2026 combina fatores fundamentais que sinalizam um novo ciclo de expansão. “A perspectiva de queda gradual da Selic, aliada à maior disponibilidade de crédito imobiliário, tende a reduzir o custo efetivo total dos financiamentos. Isso não apenas amplia o universo de compradores potenciais, como também renova o interesse de investidores institucionais e de varejo por ativos do setor”, afirma.

Segundo o executivo, um dos principais efeitos práticos dessa mudança será o ressurgimento de decisões de compra que vinham sendo postergadas por causa do custo do crédito. “Muitos potenciais compradores que aguardaram um momento mais favorável agora sinalizam intenção de entrar no mercado, especialmente nos segmentos de média renda e residencial, que mais sofrem com a elevação dos juros”.

O impacto desse cenário deve ser sentido em múltiplas frentes. Projeções de consultorias especializadas indicam que, com juros menores, o crédito imobiliário pode se tornar mais atrativo, reduzindo as parcelas mensais e diminuindo o custo total da operação e assim impulsionar tanto a compra da casa própria quanto o investimento em imóveis como reserva de valor.

Além disso, a combinação de juros em queda progressiva, políticas públicas habitacionais mais estruturadas e inovação na jornada de compra do cliente tende a elevar a competitividade no setor.

Empresas do segmento imobiliário relataram uma intensificação de estratégias que misturam canais digitais e offline para se aproximar do consumidor e facilitar o processo de aquisição. “A visão predominante no mercado é de que 2026 pode marcar o início de um ciclo consistente de recuperação da demanda, com impactos positivos em lançamentos, vendas e acessibilidade ao crédito”, comenta o especialista.

À medida que o Brasil transita para um cenário de juros em moderação, players do setor imobiliário e potenciais compradores observam o horizonte com otimismo cauteloso, atentos aos próximos ajustes econômicos e às decisões das instituições financeiras. Paulo Motta resume a expectativa do mercado. “Não se trata apenas de queda nos juros. É a conjunção de decisões de política monetária, maior liquidez no crédito e a retomada de confiança do consumidor que poderá impulsionar aquele ciclo que muitos esperam para o mercado imobiliário em 2026”.

Revista Kdea360, 20/jan

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Sala Comercial na Barra da Tijuca - R$ 390.000,00 - R$ 1.300,00


As casinhas que mais parecem condomínio popular, mas valem mais de R$ 2 milhões cada uma


Conheça a história do conjunto residencial que transformou a encosta do morro em um dos endereços mais caros.

O visual de um condomínio na zona sul do Rio de Janeiro está quebrando a internet e gerando debates acalorados sobre arquitetura e mercado imobiliário.

À primeira vista, quem passa pela encosta do Humaitá pode confundir o conjunto habitacional com uma comunidade simples ou uma ocupação informal.

No entanto, por trás dessa aparência rústica, escondem-se residências de altíssimo padrão que custam verdadeiras fortunas.

Muitas pessoas ficam chocadas ao descobrir que essas construções, apesar de lembrarem projetos de habitação social, abrigam moradores de classe alta em uma das localizações mais cobiçadas da cidade maravilhosa.

O segredo por trás da arquitetura

O Parque Maria Cândida Pareto não é fruto de um crescimento desordenado, mas sim de um projeto assinado por um dos maiores nomes da arquitetura brasileira.

Sérgio Bernardes projetou este condomínio em 1978 como um experimento de ocupação racional para terrenos íngremes.

O arquiteto desejava mostrar que era possível construir de forma organizada em morros, aproveitando ao máximo a ventilação e a vista privilegiada.

Embora a inspiração original bebesse da fonte da habitação popular, o mercado imobiliário transformou a ideia em um empreendimento fechado e voltado para a elite carioca.

Favela de luxo

O apelido curioso surgiu por causa dos tijolos aparentes, das rampas e dos volumes sobrepostos que lembram muito a estética das comunidades do Rio.

Como o condomínio foi organizado em níveis verticais que acompanham o relevo da montanha, as casas parecem estar empilhadas umas sobre as outras.

Além disso, a circulação interna é feita por escadarias e elevadores inclinados, o que reforça essa imagem visual densa.

Portanto, a contradição entre a forma externa simples e o interior sofisticado das unidades é o que mais atrai a atenção de quem estuda o urbanismo da cidade.

O valor milionário

Apesar da aparência que engana os desavisados, o preço para viver nesse condomínio é para poucos.

Atualmente, existem unidades à venda que ultrapassam facilmente a marca de R$ 2 milhões.

Por exemplo, uma casa de 314 metros quadrados, com cinco quartos e vista para o Cristo Redentor, está avaliada em cerca de R$ 1,9 milhão em plataformas de venda.

O valor é impulsionado pela raridade de terrenos na Zona Sul e pela infraestrutura oferecida.

Os moradores contam com áreas verdes, quadras esportivas e muita segurança, tudo isso a poucos minutos da Lagoa e de Botafogo.

Portal 6, 19/jan

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Apartamento 1 Quarto na Barra da Tijuca - R$ 870.000,00


Estúdios na Zona Sul do Rio de Janeiro: Turismo Impulsiona Valorização e Gera Oportunidades de Investimento Imobiliário


Mercado Imobiliário Carioca em Alta: O Papel do Turismo e o Apelo dos Estúdios na Zona Sul.

A Zona Sul do Rio de Janeiro, conhecida por suas belezas naturais e vibrante vida cultural, tem se consolidado como um polo de atração turística e, consequentemente, um mercado imobiliário em constante valorização. Especialmente os estúdios, unidades compactas e funcionais, têm ganhado destaque, atraindo tanto investidores quanto moradores que buscam praticidade e localização privilegiada.

A dinâmica do turismo na cidade exerce uma influência direta na demanda por imóveis, especialmente aqueles voltados para locação de curta temporada ou para pessoas que buscam um refúgio urbano. Essa busca constante por hospedagens e residências temporárias impulsiona a rentabilidade e a liquidez dos imóveis nesse segmento.

Nesse cenário, os estúdios emergem como uma solução inteligente, combinando design moderno com otimização de espaço. Sua popularidade reflete uma mudança de comportamento do consumidor, que prioriza experiências e conveniência, sem abrir mão do conforto e da localização estratégica em bairros como Copacabana, Ipanema e Leblon. Conforme informações divulgadas pelo mercado imobiliário local.

Turismo como Motor de Valorização Imobiliária

O fluxo contínuo de turistas para o Rio de Janeiro, seja para lazer ou negócios, cria uma demanda aquecida por imóveis, especialmente em áreas de fácil acesso a pontos turísticos e com boa infraestrutura. Essa demanda se traduz em potencial de alta nos preços dos imóveis e em excelentes oportunidades de retorno sobre o investimento.

Estúdios: A Escolha Inteligente para Investidores e Moradores

A versatilidade dos estúdios os torna ideais para diversos perfis. Para investidores, a facilidade de locação, seja de longa ou curta temporada, garante um fluxo de caixa consistente. Para os moradores, representam a chance de viver em bairros nobres com um investimento mais acessível e um estilo de vida descomplicado.

A tendência de moradias menores e mais eficientes acompanha o ritmo acelerado das grandes cidades. Os estúdios na Zona Sul oferecem exatamente isso: a possibilidade de desfrutar do melhor que a região tem a oferecer, com a praticidade de um imóvel compacto e a valorização de um investimento seguro.

Oportunidades de Investimento em Imóveis Compactos

A Zona Sul do Rio de Janeiro continua a ser um dos mercados imobiliários mais desejados do Brasil. A combinação de turismo forte, infraestrutura completa e a crescente procura por imóveis compactos como os estúdios, configura um cenário promissor para quem busca investir com segurança e potencial de rentabilidade.

A análise do mercado imobiliário aponta para uma tendência de valorização contínua para este tipo de imóvel, impulsionada pela alta liquidez e pela diversidade de perfis de compradores e locatários.

Rio de Janeiro Hoje, 16/jan

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Casa 5 Quartos, 3 Suítes na Barra da Tijuca - R$ 2.450.000,00


Trecho que vem sendo chamado de ‘Zona Sul do Centro’ vende estúdios de 30 m² a R$ 420 mil


Uma faixa que engloba áreas próximas ao Aterro do Flamengo, estações de metrô, corredores de ônibus e polos de emprego e serviços anda atraindo o interesse do mercado.

O mercado imobiliário do Centro do Rio começa a consolidar um novo endereço de valorização e interesse de investidores. Batizada pelo mercado como “Zona Sul do Centro“, uma faixa que engloba áreas próximas ao Aterro do Flamengo, estações de metrô, corredores de ônibus e polos de emprego e serviços está vendendo apartamentos e estúdios com preço médio de R$ 420 mil, níveis que até pouco tempo eram inéditos para o bairro, que vem descobrindo sua nova vocação após os incentivos da Prefeitura do Rio.

O recém-lançado Edifício João Úrsulo Coutinho, projeto modernista de Lúcio Costa junto à Praça Pio X, em frente à Igreja da Candelária, é o exemplo mais recente desse movimento. Após décadas funcionando como imóvel comercial em uma região que foi epicentro do sistema financeiro carioca até os anos 2000, o prédio passará por conversão para uso residencial a partir de abril, com entrega prevista para outubro de 2027. O empreendimento, batizado de Brises e Studio Design – referência aos brises característicos do estilo – já vendeu 97 das 119 unidades lançadas na planta, em outubro do ano passado, em apenas duas horas. O preço médio de R$ 420 mil por unidade figura entre os mais altos praticados em novos residenciais do Centro.

A localização, com infraestrutura de mobilidade e proximidade a empresas, serviços e lazer, explica o interesse, segundo as construtoras responsáveis. A região tem estações de metrô e acesso direto a linhas de ônibus que agilizam deslocamentos, além de estar mais próxima dos bairros da Zona Sul clássicos, como Glória e Flamengo, e de marcos culturais e paisagens naturais.

Para a Cix Capital, que lidera o projeto em parceria com a Fator Reality, o caso do João Úrsulo Coutinho é apenas o começo. A dupla, segundo o jornal O Globo, mapeou outros nove prédios na vizinhança com potencial para conversão em moradia ou uso de locação por temporada.

Edifício Mesbla e unidades a R$ 900 mil

Outro case relevante é o do antigo Edifício Mesbla, que abrigou a icônica loja de departamentos na Rua do Passeio, entre o Centro e a Lapa. O edifício está sendo transformado em um residencial com 190 estúdios, cujas unidades variam entre R$ 400 mil e R$ 900 mil. No lançamento, em abril do ano passado, 100 % das unidades foram vendidas em 24 horas, e o preço médio por metro quadrado chegou a R$ 16 mil, patamar comparável ao praticado em bairros valorizados da Zona Sul, como o Flamengo.

Diário do Rio, Mercado Imobiliário, 15/jan