terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Empresas adaptam projetos para atender singularidade de consumidores e apostam na personalização dos empreendimentos


O mercado de construção civil avança lado a lado com as mudanças sociais. De fato, não poderia ser diferente já que é entre as paredes que a vida cotidiana acontece - nas casas, nos apartamentos, nos escritórios e nas áreas de convivência social. Não por acaso o comportamento humano está no centro das pesquisas feitas por construtoras e incorporadoras na hora de lançar empreendimentos. O setor tem buscado atender a demandas particulares de cada um dos públicos que pretende atingir.

Mais do que uma estratégia de marketing, se antecipar às necessidades dos seus clientes é uma forma de manter-se vivo em um mercado tão competitivo. 'Estamos sempre buscando entender como o indivíduo contemporâneo se comporta para, assim, realizar o desejo dos nossos clientes', afirma Luiz Fernando Moura, diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc).

Exatamente por isso tem crescido o número de lançamentos que buscam atender a nichos específicos do mercado. As empresas têm se dedicado tanto à infraestrutura interna de cada unidade como também às áreas de circulação e convivência, buscando agregar serviços que sejam úteis, atrativos e propiciem alguma economia para o morador.



Construção Mercado, 10/jan